História Love or... Sex? - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Kris Wu, Personagens Originais, Sehun, Tao
Tags Abo, Exo, Kris, Lemon, Sexo, Tao, Taoris, Yaoi
Exibições 232
Palavras 5.266
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amorinhos!
"Você já tem duas fics pendentes para atualizar e vai postar outra?"
Sim, vou sim pq sou dessas!

Na verdade, eu resolvi arriscar e fazer um onrshot, na verdade, não é bem o meu primeiro oneshot pq eu já fiz uma coletânea desses com os membros do BTS, mas é a primeira que eu faço individualmente, então me perdoem se tiver uma porcaria!

Faz um tempinho que uma leitora me enviou uma mensagem e pediu que eu fizesse uma fanfic Taoris, r bom, ru resolvi atender seu pedido!

Espero que gostem, e apreciem essa belezinha!
Amem Taoris! 💛💛💛💛💛

Fanfic dedicada á ~Blingblinggg. ^_^

Capítulo 1 - You Want Love or... Sex?


Huang ZiTao.

Não havia um só cristão naquela escola que não conhecesse esse nome.

Não havia ninguém que não conhecesse o tão famoso professor de biologia e também formado em sexologia de humanos e omegaverses.

Mas a sua fama não se devia tanto ao fato de que era um dos melhores e mais divertidos professores daquele ramo, não mesmo.

Tao era o tipo de ômega completamente diferente da sociedade, porém não aquele tipo que se revoltava contra os alfas maiorais pouco antes de se apaixonar pelo mais arrogante deles, como clichês de fanfic.

Mesmo que o próprio adorasse ler histórias do tipo.

Era o tipo determinado, confiante e que não se rebaixava ou abaixava a cabeça para ninguém — Com exceção de seus pais, pois estes, considerava e amava completamente, sento total recíproco — Com exceção de apenas um momento.

Na hora do sexo.

Ah, o momento da vida preferido do Huang, amava ter aqueles alfas dominadores e maiorais que com apenas o som de sua voz rouca e potente, fazia o mesmo se encolher gemendo em deleite enquanto sua entrava começava a piscar de tesão.

Sim, Tao era desses.

Era o tipo de ômega que não se importa a com a opinião alheia, queria apenas saber de si próprio e de satisfazer seus desejos e fetiches.

E ah, ele tinha muito deles.

E a maioria já havia cumprido.

Era conhecido por ser do tipo pegador, já havia variado de todos os tipos, indo de alfas á até mesmo, ômegas.

Ultimamente sentia-se muito solitário no quesito de que não conseguia mais se satisfazer como antes, não conseguia mais quase gozar só de ouvir a voz de Sehun rosnando em seu ouvido, ou até mesmo não sentia mais tanto prazer ao que sua entrada era surrada com brutalidade enquanto se comprimia arrancando gemidos roucos do mais novo, como estava acontecendo agora.

OK, OK, a quem queremos enganar?

Tá, claro que ZiTao se sentia excitação e quase gozava somente com a voz da porta majestosa projetada pelos deuses, mas, digamos assim, parecia que algo lhe faltava.

E não, não era sua dignidade, até porque esta já estava perdida a séculos e o mesmo nem sentia mais a sua falta, na verdade, nunca sentira.

Mas a sensação de vazio que o chinês sentia, tinha nome, sobrenome, doçura — algo que achava extremamente desnecessário — e um puta de um pênis que o deixava arrepiado só de imaginar.

Sim, Wu Yifan.

O Chinês recentemente transferido para o cargo de professor de Poesia naquele colégio, e caramba, que homem!

Wu Yifan, mais conhecido como Kris, era um alfa. Mas de alfa possuía apenas o cheiro e a aparência, por que de personalidade, parecia mais como um ômega dócil.

Doce, gentil, educado e um romântico incurável.

Categorias que ZiTao considerava extremamente desnecessário.

Fala sério, pra que romantismo quando se tem um pau enorme desses dentro da calça, e uma forma que... Meu deus!” — Pensou o Chinês ômega quando conheceu o alfa.

Sim, Yifan era dono de um objeto de dar inveja a qualquer alfa lúpus e de fazer qualquer ômega tremer na base, mas claro que o mesmo nem se importava com tal fato.

Preferia passar horas e horas observando as flores, lendo e relendo suas poesias preferidas, ou até mesmo, escrevendo as suas próprias, as quais não cansava-se de falar e regalar sobre o quanto as estimava.

Bom, outra coisa que Tao achava desnecessário.

Afinal, os únicos livros que se permitia a ler por puro prazer eram livros eróticos, como Cinquenta tons de cinza, Toda Sua, Amigo Secreto, Cretino Irresistível, entre muitos outros que adorava pensar e imaginar-se no lugar das protagonistas.

Ah, podia gozar somente de pensar em Christian lhe... Argh!

Mas ainda assim, preferia passar o seu tempo fodendo do que lendo e relendo coisas sobre amor. E isso sim era vida.

Porém seus bons tempos estavam prestes a sair pela culatra, tudo por causa daquele projeto de alfa, como gostava de chamar ele.

Motivo?

Simplesmente queria que aquele homem que tirava o fôlego lhe fodesse com todas as suas forças, surrando a entrada suja de pré-gozo sem dó e bem fundo, enquanto sussurrava palavras obscenas rente ao seu ouvido lhe deixando louco de tesão..

E isso lhe parecia, impossível...

Pelo simples fato de que, Wu era um romântico incurável que sonhava em encontrar o amor de sua vida,  sua alma gêmea, a marcar com seu consentimento e “viver felizes para sempre!”, e claro, desviava de todas as investidas que ZiTao lhe jogava.

Ah, mas, mal sabe ele que Huang estava jogando apenas no nível easy, e agora sim, partiria pro ataque.

E claro, conseguiria o que queria, como sempre, ou não se chamaria Huang Zitao.

E o que ele mais queria era, tudo mais, nada menos que... Wu Yifan.

                                   (...) (...) (...) (...) (...)

Ok, acabou? — perguntou e nem esperou resposta — Foi maravilhoso, porém, vaza!

Como quase sempre — Ou sempre mesmo — Enxotou o mais novo, vulgo Sehun, de dentro de si e da sala.

Sehun era um de seus alunos, mas já era de maior pelo fato de ser aluno repetente, e o mais velho nem se dava o trabalho de ficar envergonhado ou se sentir culpado pelo ato, desde que o diretor não descobrisse, estava tudo numa boa.

Calma princesinha, já estou indo! — Debochou sorrindo enquanto pegava suas roupas, sua farda na verdade, e dirigindo-se a saída da sala — Se precisar de mim de novo, é só chamar!

Ta, ta! Agora vaza que o intervalo acabou e você já vai ter aula! — Fez sinal indicando um “Saia logo!” gesticulando com as mãos e o outro apenas revirou os olhos em puro tedio e sorriu falsamente saindo do local.

Sehun já estava mais do que acostumado a ser expulso e “mal-tratado” pelo professor quando eles terminavam de transar, e não é como se se importasse muito com isso.

Afinal, a relação entre eles era apenas sexo quando queriam e acabou. Até porque Sehun era chegado no chinês loiro do 3B, um tal de Luhan, e ainda mantinha um caso a três — correndo risco de morrer nas mãos do SatanSoo caso esquecesse do fato de que ele era apenas o terceiro insignificante da relação — Com o casal KaiSoo.

Então, não é como se se importasse com isso.

O chinês recém-fodido, vulgo Zitao,  foi interrompido de seus devaneios sobre “Como seria ter Wu Yifan dentro de si” ou “Como será que ele é durante o sexo”, entre outros pensamentos semelhantes, quando o próprio adentrou na sala.

Oh, Professor Kris! — Esbravejou animado, animado até demais segundo Kris, quando viu a silhueta bem máscula e definida adentrar na sala.

O mesmo apenas deu um leve aceno com a cabeça e um sorriso torto, meio envergonhado, bom, estava mais do que claro o que havia acontecido naquela sala.

Tao estava sentado sobre a sua mesa e a  estava afastada do lugar e foi parar quase no meio da sala de professores, e Tao estava sentado, com a roupa toda amassada e mal colocada, em cima dela.

Mesmo que o ômega houvesse limpado a sala, a tensão do ambiente ainda era palpável, a imagem do ômega não ajudava em nada.

Os cabelos desengrenados, o rosto ruborizado e coberto por uma tinha camada de suor, o deixando extremamente sexy e ainda mais perigoso, aos olhos do alfa.

Para piorar, a calca estava com um botão aberto revelando o cós da cueca boxe vermelha e os botões de sua camisa social estavam quase completamente abertos, expondo boa parte de seu peitoral e pescoço cheio de marcas arroxeadas e avermelhadas.

Chupões.

O único alfa presente no local, apertou os punhos inconscientemente quando o pensamento de que havia sido outro quem havia marcado o corpo do seu ômega. Mas se deu conta do que fazia e afastou tais pensamentos.

Era óbvio que Yifan desejava Zitao, e como desejava... Porém, o ego nenhum pouco modesto do segundo não deixava de perceber isso, somente o dono do sentimento não sabia.

Coitado, não se custava a aceitar que quando via o ômega com outros se irritava e tinha vontade de exigir respostas e puni-lo, era ciúmes.

Não aceitava que seus sonhos eróticos com o outro, estes que ocorriam quase toda noite deixando um Yifan duro ao acordar, era tesão. Mas apenas se dizia ser loucura e “Culpa de Huang Zitao, o estopim da minha loucura!”

Muito menos que, o fato de que o dito cujo vivia transando com qualquer um, deixando outros lhe marcarem e lhe foderem, como o sub consciente de Yifan desejava fazer, que ficava morrendo de ódio e com vontade de chegar e o possuir, era possessão, tesão ou até mesmo, amor.

E claro, que o mesmo jamais aceitaria tais fatos.

Ao menos, era o que achava.

Está ficando irritado, Fannie? — foi tirado de seus devaneios quando ouviu a voz rouca e falsamente infantil irromper em seu ouvido.

Nem havia percebido que o outro havia se aproximado e estava tão perto de si, tão perigosamente perto.

Não é como se Yifan o detestasse, longe disso, mas o alfa havia sido criado apenas pela sua mãe, uma ômega dócil, e a mesma havia o criado como uma pessoa assim.

Kris costumava ser sempre educado, doce e gentil com todos, mas como todo alfa, seu cio chegou juntamente com a sua adolescência hormonal e despertou seu lobo interior e faminto.

Porém, se manteve firme, desde criança sempre fora ensinado por sua mãe a tratar todos como iguais e jamais rebaixar um ômega, muito menos usa-lo apenas pelo prazer.

Então, todas as suas relações sexuais com outras pessoas, ocorriam apenas por compromissos sérios e ele sempre se controlava ao máximo para que seu lobo selvagem não se apossasse de si, afinal, sempre namorara ômegas doces e frágeis, românticas, como sempre fora.

Ou talvez nunca fora realmente.

Afinal, o alfa tinha plena consciência de que tudo aquilo era apenas uma máscara, que utilizava para esconder de todos o seu verdadeiro lado.

O seu verdadeiro lobo.

E por isso odiava tanto Huang, aquele que está fazendo seu lobo querer libertar-se a todo custo e mostrar seu verdadeiro lado.

Pois, querendo ou não, o ômega o deixava louco apenas com seu cheiro, sua aproximação, seu corpo perfeito aos seus olhos, seus toques pecaminosos, e principalmente, pelo seu eu em si.

Afinal, tudo que envolvia Huang Zitao, lhe deixava louco, deixava seu alfa louco, completamente...

Mas ele jamais admitiria isso.

Claro que não, Professor Huang. — Foi formal e desvencilhou-se do aperto que o outro fazia em seu braço, afastando-se. — Não tenho motivos para tal ato, apenas, gostaria de lhe alertar que este é um local de trabalho. — Sorriu falsamente doce, como sempre fazia, porém o outro sabia ser sarcástico assim como ele.

Oh, é mesmo?! — Sorriu debochando — Achei que fosse apenas um bom lugar para foder com o Sehun. — O Outro, inconscientemente o fuzilou com o olhar, o que só lhe rendeu um risinho da outra parte.

Sehun, ah, como odiava esse garoto!

O garoto que vivia pegando e transando com o seu ômega.

Se pudesse, reprovaria o garoto em todas as matérias!

Mas, assim o mesmo iria passar ainda mais tempo na escola, e consequentemente, perto do Tao, então, era melhor passa-lo em todas as matérias.

Mas ainda assim não seria suficiente, as vezes desejava mata-lo com suas próprias mãos, apenas para garantir que ele jamais tocaria em seu ômega.

Kris não se deu ao trabalho de responder aos deboches do ômega, apenas tentou virar-se e fazer o que tinha que quer. Porem, as mãos que o agarraram por trás o impediram de fazer isso.

Zitao o abraçara, com a cabeça em seu pescoço inalando o cheiro másculo e inebriante do alfa, ao mesmo tempo que o enfeitiçava com o seu.

Fan... Por que você não me fode? Fundo e forte, ahm? Eu quero tanto ter você dentro de mim enquanto a minha entrada apertada e molhada te esmaga completamente... Ter a sua porra escorrendo de dentro de mim... Hummm... Aah, eu quero tanto... Fannie... — O ômega gemeu rouco esfregando o próprio membro no mais alto.

Yifan respirou fundo, o que foi ainda pior pra si, e prendeu a respiração automaticamente quando sentiu a mão habilidosa do ômega deslizando por seu abdômen arranhando as unhas curtas pelo mesmo enquanto mordiscava o pescoço dele e causando um arrepio no baixo ventre alheio.

Ah, como ele o deixava louco...

Oh, Fan... Não sabe o quanto eu te quero dentro de mim.. Aah... — Tao gemeu rouco quando deslizou a mão pelo volume marcado pela calça de Yifan, o mais alto se arrepiou e abriu a boca num perfeito “o” quando sentiu seu pênis ser apertado pelas mãos alheias.

Seu cérebro dizia pra tirá-lo de lá e mandá-lo se afastar de si, porém seu corpo não lhe obedecia, estava adorando tudo aquilo.

O cheiro do mais baixo se tornava cada vez mais forte, denunciando a excitação que se formava no ômega somente de sentir o outro em suas mãos, o que não era diferente do outro que já estava inebriado nas sensações.

Afinal, fazia meses que não tinha relações sexuais com ninguém.

Ou... Você quer foder minha boquinha, hum? — perguntou de forma extremamente sexy, aos ouvidos alheios. O outro apenas arfou com o pensamento de como seria ter Zitao lhe chupando.

Zitao sorriu e não se fez de rogado ao enfiar as mãos por dentro da boxe do outro entrando em contato com o membro já ereto do mais alto, que pareceu acordar com o toque.

Afastou-se rapidamente do ômega e o olhou fingindo reprovação, o outro apenas bufou e revirou os olhos quando tentou se aproximar e o outro recuou andando pela sala e indo até sua mesa.

Eu não quero sexo, eu quero alguém que me ame. — Falou ao se virar para o ômega, este que bufou.

Idiota! — ouviu o outro gritar vindo atrás de si.

Pegou tudo que tinha que pegar antes de seguir para mais uma de suas aulas, ignorou novamente as palavras provocativas e os chamados do outro e seguiu seu caminho, indo primeiramente ao banheiro para livrar-se da enorme ereção que o ômega o presenteou.

                                     (...)  (...)  (...)  (...)  (...)

Dentro do banheiro dos professores, na última cabine, rosnados e gemidos roucos eram a abafados pela mão que insistia em cobrir a boca do alfa.

A mão descia e subia num ritmo alternado, ora estupidamente rápido, ora provocantemente devagar, o membro já inundado jorrando pré-sêmen e inchada, a mesma que era constantemente pressionada fazendo seu dono revirar os olhos e rosnar mais alto.

Sentia seu próprio pau endurecer ainda mais e as veias saltarem pelo seu falo, indicando o seu ápice, o ritmo da sua mão aumentou ainda mais, tornando-se um frenético vai e vem estupidamente rápido.

T-Tao...

E antes que percebesse, gozou jatos fortes do liquido viscoso sujando sua mão, não sem antes pronunciar o nome daquele que o deixara de tal forma, inconscientemente.

Mal sabia este que, o instrumento de suas fantasias e devaneios, ouvia tudo, até mesmo os seus suspiros, do outro lado da porta, com um sorriso satisfeito e um pensamento determinado e malicioso.

                                    (...)  (...)  (...)  (...)  (...)

Os cabelos do ômega estavam grudados na esta devido a fina camada de suor que esta possuía, de repente, tudo parecia estar ainda mais quente.

Suspiros e gemidos baixos saiam de sua boca, enquanto remexia seu quadril rebolando de leve contra a cadeira, tudo dentro de si parecia vibrar, e de fato, isso realmente acontecia.

Passara cerca de uma semana desde o ocorrido naquela sala e banheiro, e desde então, as provocações se tornaram ainda mais fortes o que, constantemente, deixava um Yifan de pau duro e sangue pegando fogo, porém, o filho da mãe — segundo o Huang — sempre conseguia escapar por entre seus dedos na hora H.

Um tremendo filho da puta metido a santinho. — Pensava o tempo todo.

Mas isso não significava que o ômega iria desistir, longe disso, antes nem sequer sabia se o outro realmente gostava de suas investidas, mas no momento em que ouviu o mesmo gemer o seu nome enquanto batia uma punheta pensando em si, a sua confiança — que já era enorme — ficou maior ainda, e a vontade de trazer ele para o lado negro da força, se fortaleceu.

Já era tarde o suficiente para saber que todos os professores já tinha ido embora, inclusive os alunos, Tao escolhera um dia perfeito em que estariam apenas os dois ali.

Seu interior vibrava, e o mesmo começava a se remexer ainda mais, o que causava ainda mais atrito do vibrador dentro de si, exalando o cheiro da sua lubrificação pela sala, e ate mesmo por fora dela.

Não economizava nos gemidos e chegava até a rosnar baixinho deixando um certo alfa ainda mais duro e enlouquecido.

Ah, se ele soubesse o quanto um ômega rosnando é... Quente.

Tao sabia que estava sendo observado, afinal era a sua intenção ao resolver se masturbar na mesa do outro quando sabia que o mesmo estava voltando da sua última aula para ir embora.

Ah, e como isso deixava tudo ainda mais... Excitante.

Aah! Mais! Mais! Aah, mais fundo! — O ômega começou a gemer ainda mais quando aumentou a velocidade no controle do vibrador.

O alfa que observava tudo boquiaberto, babando e usando o último resquício de sanidade que lhe restava para não puxar Tao pelos cabelos e o foder ali mesmo ate ele não conseguir mais andar, senti essa mesma se esvaindo cada vez mais.

Seu cérebro mandava sair dali o mais rápido possível antes que cometesse uma besteira sentindo aquele cheiro... Maravilhoso.

Já seu corpo lhe mandava ficar ali observando e vendo sua sanidade se esvaindo cada vez mais rápido ao ver o ômega ali... Daquele jeito.

E seu lobo — Seu pênis duro também — mandava ele mandar a sanidade pro raio que o parta e foder o ômega ate ele perder as forças.

Uma batalha terrível mente... Torturante.

O ômega estava seminu, apenas uma boxe branca transparente pelo pré-gozo e lubrificante, e uma camisa social aberta até o umbigo.

Tao passou a rebolar freneticamente em busca de mais prazer, lubrificante natural escorria pela sua perna e o cheiro se espalhava cada vez mais, com os olhos fechados e a boca aberta em puro deleite.

Gemendo.

Rosnando.

Awnn... F-Fan... Daddy!

Aquilo foi o estopim para a Kris mandar a sanidade ir pra puta que pariu, não aguentava mais se segurar, era um alfa também, um homem, porra!

Rosnou.

Alto o suficiente para que o ômega se encolhesse e gemesse ainda mais sentindo sua entrada se contrair piscando.

Avançou até no mesmo a passos rápidos e pegou eu seu cabelo o puxando para trás e o levantando com tudo da cadeira, o mesmo sorria satisfeito. O levantou e o jogou sem muita delicadeza até a lateral da mesa.

F-Fan! — gemeu de deleite e surpresa, não esperava tal brutalidade vindo do alfa. Esse que o lançou um olhar matador e rosnou.

Deita. Agora! — Usou a voz de alfa. Tao se encolheu e gemeu baixinho. Mas obedeceu se inclinando na mesa, por sinal era de Yifan, e consequentemente, empinando a bunda para o lado do outro.

Yifan já não aguentava mais as provocações do menor, este que lhe deixava louco, não aguentava mais ter que se controlar quando a sua vontade era fode-lo, fundo e forte, sem dó nem piedade.

Assim como sempre quis fazer.

E hoje, o faria.

Fannie... Vem logo... P-Por favor... — Pediu o ômega necessitado. Teve como resposta um tapa forte estalado na bunda.

Tao soltou um gritinho surpreso, e o maior apenas o olhou, os olhos negros em puro prazer, porém, as expressão autoritária.

Então este é o verdadeiro Yifan, o seu verdadeiro lobo”. — Pensou Tao. — "Adorei!"

Eu mandei você falar? — Perguntou grosso, de uma forma que deixou Tao ainda mais molhado. Deu outro tapa, a bunda do ômega ficou vermelha segundos após. — Responda!

N-Não! — respondeu baixinho mais como um gemido.

Não o quê?

Não, daddy... — O maior sentiu uma fisgada em seu membro que já pulsava ao ouvir o outro chamá-lo assim, sorriu ladino, carregado de malícia.

Bom garoto... — sorriu, e o outro suspirou gemendo.

Yifan desfrouxou a gravata que usava, retirando a mesma e jogando longe, em qualquer lugar do local. Não resistiu em depositar mais um tapa na bunda — agora avermelhada — este que deixou a marca dos cinco dedos avermelhada imediatamente.

O-O que...? — O outro perguntou surpreso. Não que não tivesse gostando, apenas não esperava isso do maior.

Mas o outro simplesmente tacou um foda-se naquele momento para tudo que havia se esforçado para manter, faria tudo aquilo que sempre desejou fazer com Zitao.

E na sua opinião, sempre achou que o mesmo precisava de uma lição.

Calado. — Sorriu malicioso passando a língua entre ao lábios, ato que fez o ômega molhado estremecer. — Você não queria? Agora aguente, mas do meu jeito... — Sussurrou a última parte no ouvido alheio. Tao se arrepiou.

Retirou sua camisa social, e trancou a porta da sala dos professores — Somente para prevenir — antes de voltar e por as mãos na boxe — agora quase transparente — do outro e a puxar para baixo, o deixando completamente exposto.

Lubrificação era jorrada de sua entrada, escorrendo pelas pernas, e a sua entrada piscava tentando sugar ainda mais o vibrador para dentro de si.

Lambeu os lábios em deleite.

O outro mordia os lábios gemendo baixinho com o vibrador dentro de si, e o maior sorriu malicioso com a cena.

Inclinou-se sobre as costas do outro passando o nariz pela sua tez arrepiada inalando o cheiro doce e cítrico que o mesmo possuía, e ao chegar no pescoço, depositou um chupão forte no local.

O ômega gemeu e ele sorriu satisfeito quando se separou e notou a marca arroxeada, bem marcado.

Para que todos soubessem, que Zitao era seu.

Mas apenas um não lhe foi suficiente, passou a deixar diversas marcas de chupões e leves mordidas, pelos ombros, pescoço, e costas, arrancando suspiros do menor.

Fan... Me f-fode logo... — pedia desesperado. O outro apenas riu do seu desespero, iria provocar um pouquinho mais.

Eu vou te foder sim, mas na hora que eu quiser. — respondeu estalando mais um tapa forte na bunda do outro, pra logo em seguida apertar a carne ali.

Passou a língua pelas costas do outro fazendo caminho de baixo pra cima, vendo o outro estremecer e arfar, e ao chegar no lóbulo do outro sugou e mordeu.

Quantas vezes você já se tocou pensando em mim, ham? — Sussurrou rouco rente ao ouvido do outro, que sorriu malicioso e logo de prontificou a responder no mesmo tom.

Provavelmente, o mesmo tanto que você.

Recebeu um outro tapa estalado na bunda, este que consequentemente mexeu ainda mais o vibrador dentro de si e o fez morder os lábios para tentar, inutilmente, abafar o grito.

Fez o caminho inverso com a língua, dessa vez deslizando para baixo pelas costas, e ao chegar rente a entrada deu uma lambida, o outro estremeceu.

Resmungou em reprovação ao passo que o alfa retirou de si o vibrador, mas nem teve tempo de reclamar e logo sentiu a língua alheia lhe invadir.

Passou a lamber, chupar e logo estocar o orifício molhado do outro com seu músculo molhado e quente, os gemidos que vinham do ômega lhe deixavam cada vez duro — Se é que era possível — e quanto o outro rebolava procurando mais contato.

Você gosta... Que eu lhe foda... Com a minha língua? — Sussurrou com a voz rouca olhando fixamente para a entrada do outro, este que apenas murmurou palavras desconexas.

Seu corpo estremecia, parecia ter esquecido até mesmo quem era ao sentir os dedos longos e fortes lhe penetrarem sem aviso. Três de uma vez. Revirou os olhos nas orbes e deixou um grito de prazer escapar.

Yifan sorriu e começou a mover vagarosamente os dedos, sentindo o outro arfar e rebolar atrás de mais contato. Seu pau pulsava tanto que doía, mas queria provocar ainda mais o outro.

E pensando nisso, dobrou os dedos dentro do mesmo ouvindo um murmúrio de prazer, e começou a o estocar com força, sentindo o mesmo espremer seus dedos pela brutalidade. Ao mesmo tempo em que começou a estimular o pênis — ate então esquecido — do menor.

Os gemidos se tornaram gritos e o outro arqueou as costas arranhando as unhas na madeira tentando descontar o prazer.

Quando Tao estava prestes a gozar, Yifan tirou propositalmente, os dedos de dentro de si, ouvindo o outro resmungar em reprovação, e a entrada rosada piscar se sentindo vazia.

Mas, não por muito tempo.

Bastou um segundo pra que fosse preenchido novamente, dessa vez, pelo membro estupidamente grande do maior que lhe estocou de uma vez, firme e forte.

Tao abriu a boca para gritar, porém saiu apenas um grito mudo. A sensação era indescritível.

Sentia-se completo, alargado, e... como é mesmo que ele costuma dizer? Hum... Arrombado. É isso, a definição correta.

Mais do que já era.

Os movimentos eram fundos e fortes. Tanto que Zitao nem teve tempo pra pensar em coisas como;

“Por que demônios eu não o conheci antes?”

“Porque eu não fiz isso antes?”

Ou até mesmo;

Quando foi que ele tirou as calças?

Enfim.

A mesa era movida de lugar devido a força do vai e vem freneticamente rápido que deixava ambos loucos, Kris ate pensou em ser mais lento e torturar ainda mais Tao, mas estava tão necessitado que nem teve tempo de tentar fazer isso.

É, Zitao fazia isso consigo.

O maior segurou o ômega pelo pescoço sem por muita força, o fazendo arquear as costas r se inclinar, indo ainda mais fundo em si.

Levou as mãos e apertou a carne na bunda do ômega que gemeu em deleite com o toque, r então, abriu ainda mais deixando a entrada ainda mais visível, entrava e saia de forma vagarosa sentindo seu pau escorregar naquele rio de lubrificação que era jorrado constantemente causando sons extremamente eróticos.

Os gemidos se tornaram rosnado e gritos, de puro deleite e prazer.

Os corpos se chocavam com tamanha maestria que pareciam ter sido moldados um para o outro, se encaixavam perfeitamente.

O barulho causado pela lubrificação e o choque do vai e vem das estocadas, deixava tudo mais excitante em contraste com os gemidos de ambos.

Yifan saiu de dentro de si e o virou pra sua frente, abrindo mais as suas pernas e podendo então, ver o rosto do outro.

Estava com as bochechas ruborizadas, os cabelos bagunçados, a pele avermelhada e marcada, os olhos semi cerrados e a boca aberta num perfeito “o”.

Estava magnífico, aos olhos do alfa.

Voltou a preenchê-lo, dessa vez, lentamente, vendo o outro arranhar as unhas curtas na sua cintura e morder os lábios.

Yifan abriu ainda mais as pernas alheias tendo total visão do ato, r as colocou em seus ombros voltando a estocar o outro que comprimiu ainda mais a entrada devido a brutalidade com que era invadido.

Yifan era bruto.

Zitao amava isso.

Não demorou muito para que ambos chegassem ao seu ápice, Kris dentro de si, e Tao no abdômen de ambos.

Ambos ofegantes, porém realizados e sorrindo. Yifan sentou-se no sofá do local, puxando o outro para o seu colo. Este que quebrou o silêncio confortável logo após recuperar o seu fôlego.

Então... Você quer amor ou... Sexo? — Perguntou risonho se referindo a frase que outrora o alfa o dissera

Quem disse que eu não posso ter os dois de você? — Respondeu com outra pergunta e um sorriso convencido no rosto. O outro apenas sorriu arqueando as sobrancelhas.

E quem disse que eu vou te dar os dois? — Perguntou sugestivo e cruzando os braços.

O fato de que você ainda está aqui comigo mesmo já tendo conseguido o que queria. E seus olhos... O brilho dos seus olhos. — Respondeu convencido e o outro arregalou minimente os olhos.

Sem argumentos.

Sem poder negar.

E antes que pudesse raciocinar uma resposta para retrucar, ou até mesmo negar, teve os lábios tomados de forma doce e carinhosa.

Como é possível que até mesmo durante aquela tensão pós-sexo selvagem, o outro ainda conseguia ser maravilhosamente, perfeito?, Zitao não saberia responder, talvez o próprio Yifan não saberia.

Talvez todo aquele desejo, os pensamentos, a raiva que sentiam muitas vezes, não era mais apenas um simples desejo carnal.

Separaram-se quando o ar lhes faltou, mas permaneceram com as testas coladas de modo que conseguiam sentir a respiração um do outro.

Zitao nunca beijava alguém depois do sexo.

Yifan sabia disso.

E o fato de que... Nos beijamos... — Completou acariciando o rosto do ômega que se sentia incapaz de dizer uma só palavra, mas ainda mais incapaz de desviar os olhos dos seus.

De fato, talvez tudo aquilo fosse também uma conexão, e o algo que Zitao tanto abominava e sempre dizia que nunca o faria.

Amor.

E então, com sua própria conclusão formada, atacou os lábios do alfa, este que lhe retribuiu prontamente sorrindo entre o osculo.

Osculo, este, que logo foi evoluído para um mais quente e afoito, a medida em que o garotinho embaixo de si começava a dar sinais de vida novamente.

É, quem disse que não podemos ter os dois? Não é mesmo?


Notas Finais


E enton?
O q acharam?
Comentem o que acharam, e talvez (Só talvez) eu faça um especial por parte do Sehun!

Espero que tenham gostado, e Mr aguardem que em breve teram mais fics e oneshots de minha autoria!

~Fui~


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