História Love Overdose - Gastina - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Gaston, Nina
Tags Gastina, Soy Luna
Exibições 77
Palavras 1.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee <3
Prontas/os para ler? Espero que sim hehehehehe <3

BOA LEITURA S2
ESSE CAP TA BAUM KKKKKKKK

Capítulo 2 - Chapter 1 - Incomplete...


    Gastón Perida

Ramiro: Puta que pariu, você ta tirando com a minha cara, Perida?

Gastón: Se acalma aí, Rambo. Eu tenho tudo controlado. Quantas vezes você se ferrou nas minhas mãos?

Ramiro: Da ultima que vez que fizemos uma entrega pro Kevin, você deixou uma entrega cair. E depois ainda teve aquela que vez…

Gastón: (Interrompe-o) Era uma pergunta retorica, seu imbecil! Ouve, se acalma já já a polica sai do nosso pé.

Ramiro bufou enquanto carregava sua pistola, e se preparava para atirar em alguns policiais.

O que está acontecendo? Vocês devem se estar perguntando isso, né?

Eu e o Ramiro acabamos de roubar mais um carro. Acontece que desta vez, nos pediram para roubar-mos um carro mais caro, e nós inventamos de invadir uma propriedade, e roubar um carro da mesma. Só que o carro era mais potente, e rapidamente a policia veio atrás de nós.

Resultado: Estamos fugindo da policia em alta velocidade.

Ramiro terminou de carregar a arma, e virou sua cabeça e seu braço para forma da janela, e começou a atirar em alguns policiais.

Gastón: Rambo. – O chamei

Vai parecer estupido, porque é mesmo. Mas Ramiro gosta que lhe chamem Rambo. Ele deve se sentir o rei da parada quando lhe chamam isso, mas a única coisa de que ele é rei, é levar um fora de até prostitutas.

Ele retirou sua cabeça do exterior da janela do carro, e me olhou.

 

Ramiro: Que foi, Gas?

Gastón: Vou fazer curva apertada agora. Se segura!

Ramiro: Oshi. Quem vai ter de se segurar vão ser esses policiais.

Dei um sorriso traquina, e rapidamente virei o carro numa curva extremamente apertada e repentina.

Olhei o espelho retrovisor e só vi os carros dos policiais ou se dispistando, ou batendo contra a parede.

Gastón: Chupa aí seus filhos da puta.

***

Eu parei o carro num beco sem ninguém, um sitio completamente deserto.

Eu e Ramiro saímos do carro, e nos sentamos no chão, estando encostados numa parede.

Tirei um maço de tabaco do bolso, e tirei um cigarro do mesmo, o acendendo e o fumando de seguida.

Ramiro: Cadê seu espirito de partilha, Perida?

Sem dizer nada, dei o maço a Ramiro, e tal como era previsível, ele tirou um cigarro e o fumou.

Gastón: Quanto que esse serviço do roubo do carro vai nos dar?

Ramiro: Em torno de uns 1000 ou 1115 reais.

Gastón: Quero receber esse dinheiro logo.

Ramiro: Eu também. Mas vamos deixar a policia ter um Black Out e se esquecer de nós e do nosso roubo.

Gastón: Ta.

    Nina Simonetti

Ámbar: Luna. – A chamou e a mesma virou a cara para ela, e lhe respondeu perguntando:

Luna: Sim?

Ámbar: A resposta do exercício 5, por favor.

Nina: Ámbar, deixa a Luna respirar. Você está a 30 minutos a perguntar-lhe a resposta de cada pergunta.

Ámbar: Me desculpa. Mas é matemática. São muitos números e contas. Minha mente não processa.

Luna: Ámbar, você ficou de recuperação. É melhor você começar a estudar por sua conta.

Ámbar: Bla, bla, bla, bla. Sim, ok, a mesma historiazinha de sempre. Mas, me responde: Quanto dá essa conta aí no exercício cinco?

Luna bufou, pegou meu caderno, e fez o exercício, e lho devolveu o mesmo de seguida.

Ámbar: Obrigada, fofa.

Luna: Vai crer mais algum exercício?

Ámbar: Bem…Os trabalhos de matemática estão terminados. Mas…Ainda tem os de História.

Luna revirou os olhos, eu já estava vendo a treta futura que aquilo iria dar, então, fechei os livros e cadernos de Ámbar, e fiz o mesmo com o livro que Luna estava lendo.

Luna: Hey! – Se queixou por eu ter lhe fechado o livro

Nina: Vamos fazer assim: Ámbar, faz os trabalhos de história depois.

Ámbar: Amei a ideia.

Nina: Luna, faz uma pausa dessa leitura.

Luna: Ta…E o que vamos fazer?

Nina: Falar.

Ámbar: Sobre o quê, Simonetti?

Nina: Sei lá. – Parei pra pensar. – Como foi seu dia de aulas, Ámbar?

Ámbar: Oshi. Nem me fala disso. Foi horrível. Um tédio. Um completo e insuportável tédio!

Luna: Podia ter estudado. Aí, já não estava na escola, e podia passar mais tempo comigo e com a Nina.

Ámbar: Pode parar com essa velha história, Luninha. Já cansei de ouvir esses seremões. Você ta igual que a minha mãe.

Luna: É pro seu bem.

Ámbar: Ta pior que a minha mãe. – Corrigiu suas palavras

Nina: Pronto, ok! Nem sequer pensem em começar uma discução por causa da escola.

Ámbar: É mais uma prisão.

Luna: Mas é nessa prisão que você aprende a…

Nina: (Interrompe-a) Calem a boca! Vamos falar normalmente. Como três melhores amigas normais.

Ámbar e Luna: Ta.

Nina: Amanhã podemos ir dar uma volta as 15:00. Que me dizem?

Luna: Por mim, ok.

Ámbar: Não dá. Tenho aulas a essa hora.

Nina: Estou vendo que vai ser bem complicado a gente se ver todos os dias sendo que você. – Olhei Ámbar. – Reprovou e vai ficar mais um ano na Faculdade. E eu e Luna passamos de ano, e já a terminamos.

Ámbar: Hey, não me julguem. Não tenho culpa de minha mente não conseguir processar todas aquelas letras e números. Além disso, quando eu for uma modelo famosa, não vou precisar de fazer contas e de saber essas porra de classes e subclasses dos verbos.

Luna: Na verdade, você va…

Ámbar: Shiiiii. – Ela calou Luna. – Eu não vou precisar, e ponto final. Qualquer coisa, você depois pode me dizer “Eu te avisei”.

Luna: Vou gravar isso, Smith.

Ámbar: Grava então, Luh.

Nina: Vocês vã parar com essa discução?

Ámbar e Luna: Que discução?

Nina: Essa aí que vocês estão tendo agora.

Ámbar: Discução nenhum, minha, fia.

Luna: Que sem sentido de humor, Simonetti.

Nina: Sou mesmo. – Disse brincando

Ámbar: Você sabe que eu amo a Luninha.

Luna: E eu amo essa rebelde, cabeça dura.

Nina: Estou vendo agora, quem é a excluída do grupo.

Luna e Ámbar: A gente também te ama senhora indecisa.

Dei um sorriso, e nos abraçamos. Um abraço reconfortante. Que me fez sentir bem.

***

Alguns dias se passaram. Minha cabeça andava as voltas com todo o stress que estavam pondo em cima de mim. Como se não basta-se minha indecisão, minha mãe me pressionava para eu escolher o que queria fazer de meu futuro, e para além disso, eu tinha de assistir a umas discuções gratuitas de meus pais.

Eu estava me sentindo, com uma “rainha” que estava sendo pressionada para tomar uma decisão que fosse afetar o país e o mundo inteiro. Porque aos olhos da minha mãe, eu estar “sem saber” do que vou fazer do meu futuro, é algo que vai afetar até a China.

E depois, tem a questão de meus pais não conseguirem estar conversando calmamente e civilizadamente. Parecem duas crianças discutindo por doces. É horrível chegar a casa, cansada, e com a cabeça feita um nó e um mar de perguntas, e ainda ter de os ouvir discutindo.

Com toda essa pressão e stress eu estou me sentindo quase um saco de pancada.

Não tenho estado muitas vezes com Ámbar, pois ela tem os horários da faculdade, e fica difícil de eu e Luna nos encontrarmos com ela. Mas quando não podemos falar cara-a-cara ficamos falando umas com as outras em nossas redes sociais.

 

Estou precisando de um tempo para poder relaxar, um tempo para ser eu, para dizer o que estou sentindo. Um tempo para poder tirar a cabeça destes “problemas”.

 

“Mas o que posso fazer?” – Pensava eu. Essa pergunta conseguiu dominar minha mente e todos meus pensamentos

Bufei alto e me joguei na cama. Fiquei olhando o teto e pensando: “Como posso relaxar? Como posso me expressar, sendo que nem com minhas amigas consigo dizer tudo o que estou sentindo?” – Ai que droga! Porque eu tenho de ser tão complicada?

Bufei, bufei, bufei, entrei e saí do WhatsApp e do Facebook milhões de vezes.

Estou me sentindo, cansada, e cheia de perguntas sem respostas...Sinceramente, estou meio no "não quero saber.".

Estou precisando de relaxar, precisando de me acalmar, logo logo, eu penso no que fazer.

 

Me aconcheguei na cama, e fui sentindo meus olhos ficarem pesados e se fecharem. Comecei a dormir. Mas mesmo assim, ainda conseguia sentir toda aquela dúvida. Todas aquelas perguntas. Todo aquele Stress. Podia sentir uma parte de mim incompleta. Ultimamente as coisas têm sido dificeis para mim.

Estou esperando um milagre cair do céu, e me dar a metade que esta faltando em mim...

 


Notas Finais


Uhmmmm....

"Estou esperando um milagre cair do céu, e me dar a metade que esta faltando em mim..."
Não sei quanto a vocês, mas eu já estou pensando umas coisas aqui, sobre quem será esse "milagre" KKKKKKKKKKKK

Comentem pexoas <3
Obrigada por lerem <3

Besos 😘😘😘
Amo-vos ❤️❤️❤️❤️


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