História Love Paint - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chen, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Song Haena, Sulay, Xiuchen, Xiulay
Exibições 44
Palavras 2.800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Green for Unknown


Eu estava tão cheio de esperança que nem me dei conta da minha falta de noção… até o momento...

 

- Desculpe, Senhor, mas ele deram saída do hospital hoje mais cedo..

 

Foi um soco. Estava tanto na esperança da saída ser na semana que vem, para poder reencontrar minha inspiração hoje, que não havia pensado sequer na hipótese de um saída mais "precoce" do hospital. E fiquei apenas com cara de bobo na frente da recepcionista segurando aqueles dois buquês de rosas.

 

- Você não tem nenhuma informação aí, não?  Um número de telefone, endereço.. Qualquer coisa serve! - Estava ao mesmo tempo afobado e avoado, pensando em achar alguma forma em reverter aquele imprevisto.

 

- Senhor, são informações pessoais, não posso fornecer las sem permissão…

 

- Mas eu preciso! E urgente…- Cortei a quase gritando na recepção. - preciso pegar algo de extrema importa, que esta com eles, de volta.. - Falei a primeira coisa que havia passado em minha mente. - Nem que seja o número..

 

Implorei quase fazendo um "charme",para recepcionista. Nem me importando com os olhares dos outros julgando minha infantilidade. Eu estava ansioso para vê lo, que está quase fazendo as coisas sem pensar.

 

Na verdade a única coisa que pensava era ver ele... Minha inspiração.

 

(…)

 

A vontade era ir a mil por hora, mas estava apenas em 45 quilômetros por hora, quase pirando por ter me perdido 4 vezes, por culpa do GPS. Mas no final acabei pedindo o caminho pro SeHun pelo telefone.

 

Havia saído do hospital uma duas da tarde, e agora já batia quase cinco e meia. E a aflição me matava, de o que dizer sobre a minha visita ali. Não poderia chegar e falar "Eu quero usar você como inspiração aos meus esboço para poder voltar a China..", seria algo grosseiro a se falar a uma pessoa que só vi uma vez na vida. Meus pensamentos queria me fazer bater praticamente a cabeça na porta, mas só bati com a mão mesmo enquanto me revirava de nervosismo.

 

Para minha sorte, ou surpresa, quem atendeu não foi ele, foi a irmã, me dando um susto e boquiaberto com a semelhança de ambos. Me congelando por completo.

 

- Boa tarde? O que posso ajudar? - Falou se ajeitando na porta.

 

Era uma moça de aparência doce igual o irmão, mas tinha uma aparência menos jovial que o mesmo. Cabelos loiros e ondulados e olhos também bem puxados. Me fazendo cogitar a ideia  de serem gêmeos. Mas ainda tinha uma aparência debilitada com fortes e profundas olheiras e boca sem cor completamente seca e quebradiça.

 

- Senhor? Sem ser mal educada, mas preciso que seja rápido. - Pediu impaciente, e pude perceber que ela mal se mantinha apoiada na porta.

 

-Ah! Me perdoe… você nem devia estar em pé esse momento, me perdoe. - Curvei em pedido de desculpa enquanto ela me olhava confusa de cima. - Fui ver como você estava no hospital, mas você já tinha levado alta, então vim aqui atrás do seu endereço é…

 

- Quem você seria? - Cortou friamente e direto.

 

- Desculpe … - Me curvei novamente, com um pouco de vergonha. - Meu nome e Zhang Yixing.. Bem, eu.. “Salvei” você de se afogar...

 

Olhei com receio, achando que ela ia me expulsar ou outras coisas do tipo, mas quando percebi, suas feições haviam se suavizado para uma mais alegre e simpática, esboçando agora um sorriso. Até me convidando para entrar. Claro, um pouco assustado com aquela reação, aceitei, adentrando assim na pequena casa.

 

Casa era bem pequena, algo confortável e não muito espaçoso, ideal para duas pessoas. Com parede brancas em toda sala, mas cheia de porta retratos, com as maior parte das foto da moça, camada HaeNa. O sofá, muito macio por sinal, está cheio de almofadas floridas, dando uma felicidade na sala, talvez?

 

- Desculpe-me pela minha moleza. -Trouxe consigo uma pequena bandeja com chá. - Como deve ter percebido, não estou conseguindo fazer nada além disso.

 

- Que? Está tudo bem.. - Comentei, pegando um pouco do chá. - Pelo seu caso, nem deveria está fazendo nada.

 

- Mas se eu não fizer nada, não sei o que seria do Min. - Riu fraco, tossindo um pouco ao meio do riso.

 

- Então, como está? Está precisando de alguma ajuda?

 

- Eu estou bem...Nada que meus medicamentos e o tempo resolva…- Fraquejou a última parte olhando para o móvel ao lado.

 

Qualquer pessoa sabia que alguma coisa estava errado a partir de sua fala, e eu seria uma dessas. Mas assim que ia questionar, ela pegou um quadro me estendendo e uma brutalidade.

 

- Esse e o Min quando era mais novo...Fofo, não? - Falou enquanto eu pegava o quadro em sua mão. - Ele tinha 4 anos quando essa foto foi tirada…

 

Voltei minha atenção na foto. Era uma família, onde a mãe segurava seu filho no colo, enquanto ambos eram abraçados pelos grandes braços do pai. Em frente um casa, aparente de campo. Todos pareciam radiantes e felizes, ainda mais a criança, que sorria tanto que suas bochechas fecharam por completo seus já pequenos olhos. Um cena linda de fato. Mas não era bem isso que queria por ter ido visitar aquele local. Voltei então, curioso, olhar para ela, querendo saber o motivo de ter me mostrado aquela foto.

 

- Foi nesse dia que conheci ele…

 

- Conheceu? Você não eram irmãos, digo, foi isso que ele disse.

 

- Isso que costumamos dizer - Ria enquanto via minha cara de confuso. - Na verdade ele e meu primo, por parte de mãe..

- Então por que…

 

- Fomos criados juntos e também por sermos bem semelhantes.

 

Eu ainda não entendia a estória, mas ela parecia decidida em contar. Apenas observava o início da sua movimentação, como estivesse procurando algo. Tentei me oferecer para ajudá-la, fazer sentar um pouco, mas ela parecia concentrada em algo.

Ficou assim por uns minutos, até retornar com um tipo de papel na mão, pronta para me entregar. Mas antes ficou pensando em algo, até que me olhou séria. Ja me fazendo imaginar que algo sério estava por vir.

 

- Olha, Zhang, sei que você não nos conhece direito mas, ou melhor, quase nada mas pelo fato de você ter me salvado acho que posso confiar profundamente em você... - Fez uma breve pausa, olhando agora fixamente ao papel em sua mão. - Sinto que não foi em vão, você veio para alguma coisa… Então quero que fique com esse papel.

 

Meio receoso, peguei o papel sem entender nada. Mas assim que peguei o papel, escutei uma voz familiar, Kim Minseok, havia chegado. Fez Haena ficar alarmada e colocar o papel bem dobrado em meu bolso da minha camisa social, e se ajustar rapidamente em seu canto. E eu continuava sem entender nada.

 

- Nonna? Tem alguém aí?

 

Ele apareceu, finalmente, na sala. Com uma mochila em suas costas e uma aparência um pouco cansada, mas com o rosto um pouco surpreso por talvez eu ter aparecido por ali.

 

- Zhang?

 

- Olá..

 

Não pude deixar de escapar um sorriso animado ao ver ele ali na minha frente. Finalmente minha inspiração havia aparecido ao meu campo de vista. Mas também havia ficado nervoso, por algum motivo já óbvio.

 

Ele largou sua mochila em algum canto, e veio se aproximando, no caso de sua “irmã”.

 

- Está tudo bem? - Perguntou se agachando em sua frente, verificando como estava seu estado atual, passando a mão em seu rosto.- Passou mal alguma vez? Tomou seus remédios corretamente?

 

Sentia me avulso perante aquela cena de afeto familiar, me dando um pontada de ciúmes por estar um bom tempo longe da minha, me fazendo ser um pouco sozinho arisco. Mas também admirei o certo carinho e cuidado que ambos tinham um com outro. Então fiquei ali por alguns minutos só observando, achando melhor ter ido embora.

 

- Desculpe-me, mas acho melhor a nonna se retirar. - Falou cortando os cochichos baixos que ambos havia tido. - De boa noite a sua visita, ok?

 

Então ela deu uma breve e rápida saudação junto ao um boa noite, e se retirou, com a ajuda de MinSeok, indo para seu quarto. E após alguns minutos ele voltou com uma certa cara não muito feliz na situação que havia visto, se sentando em uma cadeira a minha frente com os braços cruzados e uma feição completamente séria.

 

- Olha.. Desculpa por parecer um pouco indelicado, mas, preciso que você me conte exatamente o que ela havia dito para você. - Falou o mais rápido e direto possível.

 

- Por quê? - Inconsciente, falei, e vi ele suspirar profundamente. Algo parecia muito sério.

 

Ele umedeceu os pequenos lábios, soltando seus braços, aliviando a tensão dos seus músculos, passando a mão em seu cabelo castanho escuro.

 

- Eu não acho que seja um assunto de seu interesse e de necessidade de você saber. - Grosso, muito grosso, aquilo havia soado. Me deixando talvez magoado.. Decepcionado? - Isso é apenas uma visita, não terá mais o interesse de nos encontrar denovo. Então para que interesse?

 

Isso havia sido um choque térmico talvez. Não imaginava que sua personalidade seria “tão doce”, dando um enorme contraste a sua aparência e aquele comportamento que eu o vi a primeira vez. Apagando completamente a personalidade, que inconsciente, havia idealizado.

 

Nenhuma reação para aquele momento ao meu ver encaixaria. Então apenas o observava, sem falar nada, o quanto ele poderia ser rude… e fofo?

 

- Então, se puder ser rápido, dizendo logo o que ela falou consigo, agradeceria.

 

A sala logo ficou num silêncio, que no início me constrangeu, depois me deixou apenas confuso. Algo dizia que não podia contar algo para ele, ainda mais sobre o tal papel entregue. E acabei apenas olhando para sua cara, como se ainda estivesse processando a informação.

 

- Me ouviu? - Me chamou da minha viagem mental.

 

- Sim, sim..  - Concordei balançando a cabeça, como se me fizesse voltar ao “normal”. - Ela apenas falou como estava e um pouco sobre vocês…

 

- Sobre o quê? - Perguntou quase desesperado.

 

- Praticamente nada… ela apenas me mostrou uma foto sua.. nada mais. - Dei de ombros, procurando com os olhos a tal imagem, que estava na mesa ao lado dele. - Foi essa foto ai.. - Indico, fazendo ele pagar para vê-la.

 

- Ela te falou que…

 

- Vocês são primos? Falou sim.. - Comentei, enquanto ele apenas olhava a imagem. - Apenas isso..

 

Então o clima se dispersou, ficando completamente mais leve. Sua feição ficou mais leve, ele ficou mais leve se soltando aliviado na cadeira, tudo ficou mais leve. Me fazendo achar que era algo de “família”, onde os primeiro momento era completamente duros e secos, mas depois eram leves e acolhedores. Como se fosse gatos protegendo seu lar da invasão de outros, mas logo relaxava quando o outro não apresentasse mais ameaça. Uma coisa admiravelmente fascinante.

 

Por mais que o clima estivesse mais relaxante, sentia que devia ir embora pela sensação de desconforto que eu estava sentindo. Ele não falava nada, apenas ficava me olhando, como se tentasse ler o que eu estava pensando. Que seria algo terrível se ele conseguisse, já que minha cabeça era uma bagunça completa de coisas aleatórias e sem sentido algum, o que era basicamente chamado pelos outros de “viagens”. Mas continuava o completo desconforto de sua atenção estar completamente focada em mim. E por mais que suas feições não fossem mais “ariscas”, seus pequenos olhos praticamente me perfuravam. Isso estava me deixando eufórico, me fazendo até esquecer o que tinha ido fazer ali.

 

- Você é professor da Universidade de Artes, não é?

 

- Como?

 

- Digo.. de alguma forma, lembro agora.. você é o tal professor de que veio da China, qual as garotas ficam loucas em suas aulas… - Concluiu mais para si mesmo. - Até que faz sentido…

 

Já não entendendo mais nada, fiquei o encarando, como se pedisse alguma explicação de uma forma muda. Enquanto ele parecia mais animado com a ideia.

 

- Espera, você já está na universidade? - Perguntei incrédulo. - Quanto anos você tem?

 

- Eu tenho 20 anos… Ou vai me dizer que você achou que eu era mais novo? - Arqueou a sobrancelha, e eu apenas olhei para o lado concordando. Ele bufou, deixando o silêncio, por um curto período, voltar pela minha vergonha .

 

- Sei que pode soar meio interesseiro,por mais que você não seja meu professor nessa matéria, poderia me ajudar? - Pediu animado.

 

Eu não sabia como responder, não sabia antes, pior agora. Estava em completa trava mental, que foi ativada com a completa diretividade do outro. Mas outra coisa de família?

 

- Claro..eu acho..- Abaixe completamente a voz, quase um sussurro, pela minha incerteza.

 

Pelo visto ele havia ouvido, até a última parte, pela careta que havia dado. Mas logo se aproximou animado, sentando ao meu lado, vestido de um grande sorriso de “Dentes” amigável. E eu não pude deixar de achar aquilo fofo, por ele ser fofo sorrindo, já que seus olhos se fecham quase totalmente. Mas pela aproximação repentina me fez ficar “intimidado”, ou quem sabe, envergonhado. Pois jurava que havia sentindo meu rosto esquentar um pouco.

 

- Então, desde que nós “falamos” pela primeira vez. Por que não fala sobre o “herói” daquele dia? - Pediu animado. Mas ele logo entendeu que eu não havia entendido. - Fale sobre você…

 

- Ah...eu…- Engasguei me com as palavras. Não sabia o que dizer sobre mim, ainda mais agora, como estava nervoso.

 

Até como um soar do gongo, meu celular tocou. Era JunMyeon. Após um mar de mensagens não visualizadas, ele resolveu ligar. Como eu acabei  pegar o celular a chamada havia sido encerrada. Peço licença e vou para o perto da porta retornar sua chamada.

 

- Senhor Zhang Yixing! Onde você está? - Gritou afobado e raivoso do outro lado da linha. - Estou aqui vai fazer quase uma hora, e nada de você me retornar uma chamada ou ligação!

 

- Eu saí..  - Falei meio sem graça.

 

- Deu pra ver! - Pude escutar ele bufando do outro lado. Então ele respirou fundo, mas tão fundo que deu pra ouvir. - Eu havia marcado de ir pra sua casa dormi essa noite, esqueceu?

 

Engoli seco. Eu realmente havia esquecido que deveria ser breve, para poder recebê-lo. Mas fiquei tão envolvido na ideia, que havia esquecido as outras coisas. Sem graça soltei apenas um “Unhum”, em forma de resposta. E pude escutar ele soltar um palavrão baixo.

 

- Eu e KyungSoo estamos aqui, no meu carro, na garagem do seu prédio. Se quiser cancelamos hoje e deixamos para outro dia…

 

- Não! - Gritei, e pude ver MinSeok levar um pequeno susto com isso. - Não… eu já estou a caminho daí!  Só espere mais uns minutinhos! Por favor, JunMyeon!! - Pedi de um jeito manhoso, que de primeira, ele cedeu pelo seu suspiro.

 

- Certo! Mas seja rápido! - Falou, e pelo jeito, a presença KyungSoo que deveria estar o pressionando. - Até.

 

E desligou.

 

Voltei para sala, e pela cara do outro, ele havia escutado. Então já se levantou para me acompanhar até a porta.

 

Quando estava prestes a me despedir, como um relance, lembrei do que havia deixado no banco do passageiro. Então sai correndo sem falar nada. Fui até o carro que estava estacionado, e peguei o buquê de rosas azuis que havia comprado para ele. E voltei correndo do mesmo jeito. Quando ele estava prestes a fechar a porta.

 

- MinSeok! Espere! - Gritei não  me importando com o olhar reprovador de quem passava. Mas pelo menos havia funcionado.

 

Ainda respirando descompassado pela pequena corrida, estendi o buquê em sua direção. Que no início ele olhou curioso, depois ruborizando levemente. E ainda acho que senti meu rosto esquentar novamente, naquele mesmo dia.

 

- Para mim? - Perguntou sem me olhar nos olhos pela vergonha. Eu apenas assenti que sim. Ele então pega, tímido.

 

- Então… tenha uma boa noite. - Me despedi. Mas ele logo estende um papel. Que eu encaro curioso.

 

- E o meu número.. Esquecido. - Falou ainda sem olhar diretamente. - Preciso entrar em contato com você, já que você vai me ajudar...certo?

 

- Hum… Claro. - Pego o papel, e boto no bolso da camisa. - Tenha uma boa noite.

 

- Boa noite… - Sorriu. Voltando para dentro.

 

Com uma sanção estranha fico encarando a porta por alguns minutos até me dar conta que deveria voltar correndo para casa. JunMyeon ia me matar.

 

Entro correndo no carro, dando a partida, e nem percebo que meu pequeno Sketchbook* havia caído junto ao  buquê pela velocidade disparada que havia dado a largada.

 

Espero que JunMyeon não me mate…

 

 


Notas Finais


*Um sketchbook (ou sketch-book, ou até mesmo “caderno de rascunhos”) é o que significa: um caderno para sketches (“rascunhos”). Estes cadernos servem para rascunhar todo e qualquer tipo de coisa: desde idéias que vem a sua mente durante o café a exemplos de um logo para cliente.
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