História Love Rather - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Atena, Bianca di Angelo, Frank Zhang, Hazel Levesque, Leo Valdez, Percy Jackson, Personagens Originais
Exibições 19
Palavras 1.650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Tradução do título do capítulo: Tiro na cabeça

Pois é, se eu fosse uma leitora minha, já teria desistido muito desta fanfic e pensado quê eu tivesse morrido. Masss, isso não aconteceu. O negócio é quê estou escrevendo um livro ( nada relacionado ao quê eu escrevo aqui, até por quê minhas histórias são baseadas em Percy Jackson ) com a minha melhor amiga e não estou tendo tanto tempo de escrever os dois ao mesmo tempo. Eu sei que isso não é lá uma desculpa muito boa, mas junto com prova, livros, filmes, família, viagens, e a minha irmã que nasceu este ano, eu meio que esqueci de postar aqui e reservei mais tempo pro meu mundinho. Espero que entendam e que gostem deste capítulo, que não vai ser grande, mas prometo que o próximo vai ser. ENJOY!
Beijos de banana á milanesa ( por quê nóis é chiquê )
- L

Capítulo 10 - Headshot


Fanfic / Fanfiction Love Rather - Capítulo 10 - Headshot

   ​Leiam as notas iniciais e desculpe pela demora! <3
Annabeth Chase 
 - Percy, você sabe aonde estão os carrinhos preferidos da Abi? Ela está, literalmente, berrando lá em cima. - digo, abrindo uma gaveta da escrivaninha de madeira, quê Percy insistiu em colocar ao lado do sofá. 
  Ele aparece na entrada para a cozinha, com um copo brilhante na mão. Era rosa. E era meu. O lanço um olhar furioso. 
- Não. Da última vez que eu tentei brincar com ela de carrinhos, tive quê ir para o hospital, lembra? 
  Assinto, segurando o riso. Suas madeixas negras estavam molhadas, o que significava que tinha tomado um banho. Finalmente encontro um carrinho verde embaixo do sofá, estrategicamente impossível de pegar. Faço gestos com a mão, indicando para que Percy viesse até mim. Mas o idiota continua parado. 
- O quê foi, amor? Por quê está balançando a mão desse jeito? 
  Feche os olhos. Inspire fundo. 
- PORQUÊ VOCÊ É UM BURRO QUÊ ESTÁ PARADO AÍ ENQUANTO NOSSA FILHA BERRA, ATRAINDO A VIZINHANÇA INTEIRA, E PROVAVELMENTE TODOS OS FILHOS DA PUTA QUE ESTÃO ATRÁS DE VOCÊ! - minha voz se sobressai pela sala.
  Ele rapidamente se abaixa, esticando seu enorme e longo braço, que sem um mínimo esforço alcança a droga do carrinho verde. Arranco com uma certa força da sua mão e beijo rapidamente sua bochecha.
- Obrigada, cabeça de alga. 
- De nada, sabidinha.
     ​​​2 horas depois​​ ( Avisando que eu provavelmente vou pular MUITO o tempo daqui para frente. Aqui é 220. )
A única coisa que me lembro antes de ouvir o irritante toque do despertador era de babar sobre o travesseiro. O mesmo estava prestes a voar sobre Percy, quando percebo que ele não está lá. Imediatamente, preocupo-me. Pense comigo: é um sábado, sua filha está dormindo tranquilamente, seu melhor amigo e a melhor amiga da sua namorada estão fora e a cama quentinha parece convidativa. Qualquer um que se preze estaria roncando agora.
   Ele deve estar só na sala Annabeth, deve ter acordado mais cedo. Mas por quê eu não queria acreditar naquilo? 
 Dirijo-me até a cozinha, na intenção de pegar um copo de café para pensar melhor. E lá estava ele. Pálido, preocupado. Quase desmaiando.
- Cabeça de.. - Percy me impede de continuar, apontando para um papel pequeno sobre a pia. Estava escrito com uma tinta vermelha. O pego​​​​, suspeitando que tudo era um trote. Mas não era. Ah, se não era.
       ​Querido casalzinho,
  Deviam ser mais inteligentes e estranhar o fato de quê não são atacados faz tempo. Ah, mas nós resolvemos isso para vocês. Não se preocupem. Uma pena que o tempo esteja correndo, e vocês estão na cozinha, recém-acordados, esquecidos do poder que temos sobre todos os que amam. Há olhos por todos os lugares. O tempo está correndo. 
    Expectans aqua ad mare, contra periculum imminere, eius mala sunt pessimi, a paucis gradibus in terra.

- Certo. Precisamos desvendar esta frase.
  ​Começo a procurar meu livro de traduções. Percy fica olhando para o nada, pensativo. O ignoro, folheando as antigas páginas marcadas de poeira. Meu coração batia com força, fazendo a sala parecer tremer. Até que Percy começa a sussurrar estranhamente atrás de mim.
- Expectans... Ad mare... Sunt pessimi... A água os espera no mar. O perigo os aguarda ao enfrentar. Seus piores medos estarão,
A poucos passos do chão. Está escrito em latim. Mas.. Por quê latim?
   Ainda o olhava atônita, quando me lembro de algo insignificante. Pelo menos, era para mim naquele segundo.
- A Gabi fala latim. - e, momentos depois de ter me lembrado desta informação, arregalo os olhos. - Ai.. Meu...Deus. A GABI FALA LATIM!
- Tá, já entendemos Annabeth. Agora vamos falar sério aqui, o tempo está correndo.
  Lhe dou um tapa fraco no braço esquerdo.
- Cabeça de alga, a Gabi sumiu desde as 10 horas, quando acordamos. Presumi que ela tinha saído, mas não. Por isso que conseguimos dormir hoje de tarde. Mas uma coisa não se encaixa.
- O quê?
- O Lobo sumiu também. E, se o papel estava intacto quando o viu, ele não achou esta pista. Então, ao menos que ele já soubesse de algo, não tem como ter por aonde começar.
- A água. É isso. - antes que eu possa dizer algo, Percy exclama alto.
- Aonde estamos indo? - pela primeira vez na vida, me senti como o Percy. Perdidamente perdida.
- Tem uma praia há poucos quilômetros daqui. - pega na minha mão. - Vamos. Agora.
  Estremeço, tentando achar outra solução.
- Espera! Como vamos deixar Abigail sozinha? Não podemos. - ele abre a boca. - Como também não podemos leva-la conosco.
- Deixamos ela com alguém!
- NÃO CONHECEMOS NINGUÉM AQUI!
- Eu conheço.
  E foi assim que Perseu Jackson me convenceu a pegar Abigail, entrar no carro e tocar a campainha de uma casa completamente torta e estranha. Mas algo estranhamente familiar me atingiu no momento que um cheiro de chá invadiu minhas narinas. E, por mais doido que pareça, a Senhora Grant é quem aparece na porta. Mais estranho ainda: os dois se abraçam e ela lhe dirige um sorriso carinhoso.
- O.. Quê... M-Mas... V-Você e ele...
- Ah, ela é a minha avó materna. Não se preocupe, é totalmente confiável. - sussurra no meu ouvido. - E tem umas três armas embaixo do vestido.
- Oi, minha querida. Deixe-me ver minha bisneta. Jesus, o tempo passa rápido. 
 Entrego Abigail com desconfiança e principalmente confusão. O tempo está passando.
- Certo. Foi óóóótimo ( só estou representando como ela falou, ok? ) falar com a senhora. Mas precisamos ir. Vem.
 Tranco a porta do carro, observando pela última vez a estranha casa amarela ficando para trás. Engulo a seco, deixando minhas preocupações para depois. Você tem que encontrar a Gabi. Foque nisso.
- Então, antes da Violet pirar e se revelar uma traidora misteriosa que sumiu misteriosamente depois de provavelmente levar uma surra da Gabi, você preferia ela ou a Gabi?
Estava prestes a responder, quando lembro de algo que ele diz.
- PERCY! - grito. - ACELERA!
- Por quê? - sinto o tom de nervoso em sua voz.
- Já sei porquê pegaram ela. Primeiro, ela obviamente é alguém que amamos. Segundo, ela deve ter feito algo enquanto conversava com a Violet. Suspeito que ela saiba de algo que nós não sabemos. Ameaçar Violet sobre contar a todo mundo seus segredos faria ela sumir.
- UOU. Ok, agora eu sei porquê te aceitaram em Harvard.
  Sorrio.
- Como sabe disso?
- Ah, eu meio que mexi nas suas coisas anteontem para achar meu carregador. A carta de Harvard estava dentro de uma mala escura. - se cala por uns segundos. - Você.. Você vai pra lá ano que vem?
  Desta vez, minha risada ecoa pelo carro vazio.
- Percy, eu nunca iria para lá. Nunca mesmo. Eu até pensei em ir, mas depois percebi que o meu único lugar é aqui. Ao seu lado. Cuidando da minha filha, rindo com a minha melhor amiga, suspeitando de todo mundo que cruza meu caminho e bancando a detetive profissional. É isso que me faz feliz. Ah, e o seu cookie azul. Eu nunca viveria sem ele.
   Sem me lembrar que estávamos em um carro em alto movimento, que os segundos passavam rápido enquanto minha melhor amiga está sequestrada e que Abigail estava com a Grant, selo nossos lábios. Não era uma despedida, eu sei que não era. Depois do nosso beijo - dramático - , seguimos na estrada até avistarmos uma pequena praia no oeste. Dunas de areia branca que cegavam os olhos estavam cheias de visitantes. O contraste do colorido vindo das espreguiçadeiras fazia o azul intenso do mar ser unicamente vivo.
- Eu procuro alguma coisa no norte. Você vai pro sul. QUALQUER coisa, liga para mim. - lhe beijo. - Te amo, cabeça de alga.
- Eu também, sabidinha. ​​
   Tiro meus chinelos Havaianas quê ganhei de minha vó brasileira e os deixo embaixo de uma pedra. Realmente aquela areia era macia e quente, mas não de queimar os pés. O ar fresco e a brisa dançavam juntos sobre meu rosto. As ondas se quebravam perto dos meus pés descalços, molhando-os com a água mais gelada que já havia sentido na vida. Tudo era tão perfeito, tão bonito e fresco. Me deixo levar pelos deliciosos barulhos da água se encontrando com a areia e esbarro em alguém. Antes que eu lhe peça desculpas, seus olhos azuis me chamam atenção.
     Era ela. Era Gabi.
- Meu deus. - aproximo-me, envolvendo meus braços envolta de sua cintura. - Meu deus, ficamos tão desesperados, por favor, não saia de perto de mim novamente.
- ​Quem é você?
A única coisa que me lembro é de gritar. E acordar.



​Annabeth. ​​​Annabeth. Acorda.
- O quê.. O quê aconteceu?
 Percy me observava com preocupação no olhar. Percebo que estava segurando minha mão.
- Você dormiu na sala depois de fazer Abi dormir. Há dois segundos atrás, soltou um grito. Vim ver o quê estava acontecendo. 
Imediatamente, corro até o quarto da Gabi. E lá estava ela, abrindo um pacote de doce.
- Não vou dividir com ninguém. Pode parando aí, queridinha.
 Solto uma risada nervosa, voltando para junto de Percy.
- Não se preocupe, todos estão aqui. Quer jantar no restaurante japonês aqui da esquina?​​​​ ​​​​​​​
- Claro.
  Ele se levanta do sofá, beijando minha bochecha. Antes que abra a porta para a cozinha, puxo-o pelo braço​​.
- Percy. Tem uma coisa que eu tenho que contar.
- O quê?
- Nós estamos em peri.. - hesito, balançando a cabeça. - Deixa para lá. Não é importante.
- O.K. Eu te amo muito.
  Percy finalmente sai da sala, fechando a porta da cozinha atrás de si. Sussurro para mim mesma:
- Eu também ​​​​​​​te amo.




       ​Leiam as notas finais <3



Notas Finais


UFAAAAAAAA! Finalmente, no próximo capítulo vocês terão um descanso no coração, ok? OKAY! Prometo, e desta vez é de verdade, que o próximo cap vai ser tranquilo. Beijos para vocês SEUSS MARAVILHOSSOOOSSSS!
- L


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