História Love suicide - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias American Horror Story, Skins
Personagens Elizabeth "Effy" Stonem, Tate Langdon
Exibições 19
Palavras 1.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem ♡

Capítulo 2 - Chapter 2


Fanfic / Fanfiction Love suicide - Capítulo 2 - Chapter 2

Tinha acabado de acordar, escutei meu pai falando com uma mulher, ele estava me matriculando numa escola, que saco - pensei, ia começar tudo de novo, aguentar professores chatos, meninas mimadas que se acham demais, filhinhos de papai, só queria que esse dia não chegasse tão cedo, estava indo tomar um banho quando escuto o Tate, tinha certeza que era a voz dele, desço as escadas para ter certeza, e sim! Era ele, fiquei com um sorriso bobo no rosto, não sei porque, eu realmente gostava dele, espero que ele também gostasse de mim, meu pai estava na cozinha e Tate esperando na sala, aproveitei e fui falar com ele 

- Oi - disse tímida 

- Oi Effy! Ainda esta de pijama - ele rir 

- Eu acabei de acordar - rir também - o que está fazendo aqui ? - perguntei

- vim falar com seu pai, Ele é psicóloga né? 

- sim, mas você precisa de um psicólogo pra que ?

- posso dizer que todo mundo tem um lado sombrio e vai por mim você não vai querer conhecer o meu - Ele sorrir

o que ele estava querendo dizer com isso? Ele era louco ? Foram palavras de um tom pesado, como se ele tivesse um passado sombrio, e deveria ser muito ruim para eu não querer conhecer, ou ele estava apenas brincado? Ele era tão misterioso e isso me despertava mais interesse, subi para trocar de roupa, e tentei escutar o máximo que pude da conversa dele com meu pai, eu queria saber mais sobre ele, eu queria saber quem é Tate Langdon? 

- então Tate, hoje como sua primeira sessão gostaria de saber o que te trás aqui 

- bom, mais pela minha mãe, ela acha que estou louco - rir 

- porque ela acha isso ?

- porque eu implico muito com meu padrasto, mas qual é, ele não é meu pai, é estranho ver minha mãe com ele 

- entendo..... o que você faz com ele ?

- eu vivo dizendo que ele vai morrer, porque se meu pai morreu, mais nenhum homem entrará naquela casa, aí ele levou ao pé da letra e estou aqui - sorrir

- mas você tem vontade de matar ele ?

- digamos que..... O mundo, é um lugar sujo, podre, tantas pessoas morrem por besteira, suicídio, assassinato, sangue define o planeta Terra, quando mais sangue de inocente mais sangue tem que ter do pecador, meu pai era inocente, ele morreu pelas mãos da minha própria mãe, esse cara que está em casa agora não, então ele tem que pagar, não é justo sair impune 

(Silêncio)

- acha que sou louco também ?

- louco não Tate, criativo

Depois daí eles começaram a falar mais baixo, como se meu pai soubesse que eu estava escutando, Tate era tão profundo, ele realmente me entendia, tudo que ele falava eu o entendia completamente, era como se nós tivéssemos uma ligação forte, eu estava me iludindo muito, a sessão de Tate acaba e ele vai para casa, desço e vou falar com meu pai 

- então..... Esse garoto o Tate, o que o senhor acha dele?

- bom garoto, mas com muitos problemas. ... mentais 

- eu não acho, ele perdeu uma pessoa que ele amava, normal a pessoa mudar depois disso, o senhor deveria saber 

- eu sei Effy, por isso vou ajuda lo, pois eu o entendo, mas você, porque está interessada nesse rapaz ?

- porque ele me entende, eu sinto 

- é mais não quero você muito próxima dele

- porque não ?

- ele disse que tem vontade de matar o padrasto, isso é coisa de psicopata

- E eu tenho vontade de me  matar, é coisa de quem ? Diga psicólogo

- Effy suba e não quero mais você com essas histórias 

- o senhor não me conhece mesmo em

eu subo e me tranco no quarto, pego um cigarro e começo a usar, a fumaça entrando e saindo dentro de mim era como se ele estivesse me limpando, limpando minha alma.... saio pela janela e vou tomar um pouco de ar fresco, meio irônico, ainda estava fumando e me sento no jardim que tinha do lado, Tate aparece de trás de mim e senta do meu lado 

- brigou com seu pai?

- posso dizer que sim 

- pega leve com ele, ele é um cara legal 

- ele disse que você é um psicopata

- mas eu sou - risos - você acha que eu me ofendo ?

- pensei que sim - Tate rir 

Ficamos em silêncio por alguns minutos

- você costuma olhar as estrelas quando anoitece?

- não muito 

- eu fazia isso com meu pai, e ele sempre apontava pra uma e falava "você está vendo aquela estrela Tate? Pois é, veja ela está sozinha, mas nem por isso deixa de brilhar, pelo ao contrário, ela é a que brilha mais, sabe o que isso significa, significa que pessoas sozinhas não quer dizer que são depressivas, ou doidas, na verdade as mais caladas são sempre as que têm as melhores respostas e assuntos, melhores pessoas para se conversar "

- isso eu concordo com ele 

ele olha para mim e sorrir e eu retribuo sorrindo de volta, é eu estava definitivamente apaixonada por ele, um psicopata? Não, apenas uma pessoa que vê o mundo com outros olhos 

ficamos conversando durante horas, ele era realmente melhor do que fumar, meu novo vício era o Tate,  posso dizer que ele era a minha droga, eu amava conversar  com ele, o assunto nunca acabava, além de bonito, eu estava realmente feliz depois de tanto tempo, o assunto nunca acabava com ele, quando escuto meu pai gritando meu nome, vou correndo para ele não ver o Tate, quando entro em casa ele estava chorando 

- pai? O que aconteceu ?

- eu jurei ter visto sua mãe na cozinha, era ela, eu pude senti lá, Effy foi tão real...

- pai foi só uma impressão, não é real 

- mas..... eu juro Effy ela estava ali, sorrindo, ela olhou pra mim 

- pai! Ela morreu, não foi real, o senhor sabe disso melhor do que ninguém

eu o Abraço, as palavras dele estavam tão confiantes, parecia que ele tinha visto mesmo minha mãe, ele estava tremendo, gelado, a mente da pessoa é a pior inimiga, ela faz a gente acreditar em coisas, ver coisas

*Tate Langdon*

Effy saiu correndo para dentro de sua casa, eu pude escutar a conversa toda, isso é sério ? Ela só podia estar de brincadeira, eu era a única pessoa que podia fazer isso, aí vai ela

- pensei que só eu pudesse fazer isso 

- desculpa Tate, não vai se repetir 

- não é questão de pedir desculpas, se eles descobrem e mandarem derrubar a casa, eu você e todas as pessoas que se meteram no meu caminho vão embora para sempre 

- todas as pessoas que você matou melhor dizendo 

- ah qual é, você gostava de ver 

- mas foi bom não vou negar, foi bom rever eles, Tate, se você magoar a Effy como você fez com as outras garotas, eu juro ....

- vai fazer o que ? Me matar ? - sorrir 

- Tate, você é lindo, legal, inteligente,  quem não se apaixona?  Mas seu defeito, você é um psicopata, um doente , Tate por de trás desse seu rosto inocente é que se esconde a mente mais doentia.

Notas Finais


Próximo cap esclarecerá mais alguma s coisas jsjsjsjshshsjsjs
o que estão achando? ♡


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