História Love Traffic - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Biapoder2002

Postado
Categorias Justin Bieber, Nina Dobrev
Personagens Justin Bieber, Nina Dobrev
Tags Festa, Romance, Violencia
Exibições 26
Palavras 1.296
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oeeeee.
Fiquei muito feliz com o comentário no capítulo anterior.
Obrigada rmaravilinda.
E mesmo que não comentem fico feliz pelos favoritos
Boa leitura
Bjs<3

Capítulo 5 - O Atentado


Fanfic / Fanfiction Love Traffic - Capítulo 5 - O Atentado

P.O.V   Mia              

 

Acordo com uma dor de cabeça horrível. Não me lembrava de nada da noite passada, apenas alguns flashs de tudo. Melina estava caída no chão, ainda com a roupa da festa, passo por cima dela e pego na minha mochila meu celular, desbloqueio a tela e... ERA MEIO-DIA JÁ, PUTA QUE PARIU ACORDEI ATRASADA.

-MELINAAAAA  ACORDAAA-digo gritando e ela nem se mexe-MELINA ACORDA CACETE-digo mais uma vez dando um chute de leve em suas costas.

-EU JÁ ACORDEI PORRA-diz ela levantando rapidamente com as mãos nas costas-

-PORRA DIGO EU, OLHA QUE HORAS SÃO-digo mostrando meu celular para ela.

-Nossa, acordou de mau humor?, é só a gente faltar-diz ela indignada.

-Sabia que não deveríamos ter ido naquela festa, e eu nem me lembro de nada-digo massageando minhas têmporas, para aliviar a dor.

-Claro que não, você desmaiou, tive que te trazer com a ajuda de um cara-diz ela com cara de indignada.

-Você é louca?-digo- e se fosse um estuprador, ou ele quisesse vender nossos...-não consigo terminar, pois Melina me interrompe.

-Menina se acalme, ele só me ajudou a te colocar no carro-ela diz me empurrando para o banheiro-vai tomar um banho, você precisa se acalmar, vou estar lá embaixo.

                 Entrei sem protestar, fui para o boxe e liguei o chuveiro enquanto tirava minhas roupas, deixei a água fria cair no meu corpo. Acabei o banho, me troquei, peguei meu celular e desci. Melina estava lá, mas a avó dela tinha saído, vou até a mesa e começo a tomar café junto com ela.

-Tá melhor?-diz ela enfiando uma panqueca dentro da boca.

-Sim, obrigada pela preocupação-digo irônica, e Mel dá um soco no meu braço.

-Sua sem graça-diz ela fazendo biquinho e nós duas caímos na risada.

                Quando paramos de rir meu celular começou a tocar, vi no visor que era minha mãe e atendo.

-Alô, mãe?-digo

-Filha, onde você está-diz.

-Estou na casa da Mel, acabamos acordando atrasadas e não fomos a aula-digo

-Preciso falar com você, venha para casa para conversarmos-diz ela meio tristonha desligando o celular.

-Mel preciso ir para casa, minha mãe quer falar comigo-digo indo até seu quarto para pegar minha mochila.

-Ok amiga, me liga depois-ela diz, e abre a porta.

-ok, digo dando um beijo nela.

                  Vou para o carro, depois de 10 minutos chego em casa. Minha mãe estava no sofá me esperando, sento a seu lado e vejo sua expressão triste e distante.

-O que houve mãe?-digo deixando minha preocupação transparecer.

-Filha, estava vendo as contas e estamos com muitas dívidas, o dinheiro que era para as contas está indo para a sua faculdade-ela diz triste.

-Mãe, eu vou começar a trabalhar para ajudar com o dinheiro, ou não precisa mais pagar minha faculdade até que as contas fiquem em dia-digo segurando em suas mãos.

-Não, você não pode parar agora. Vamos pensar melhor sobre isso-diz ela, e eu concordo.

-Pode deixar que pensarei-digo indo para as escadas.

                     Vou até meu quarto e jogo minha bolsa em qualquer canto, deito na cama e fico pensando no que farei daqui para frente, será que conseguirei terminar minha faculdade? Uma lágrima começa a escorrer do meu olho, e acabo adormecendo.

 

P.O.V  Tyler.

 

               Estava dormindo, pois estava muito cansado da noite anterior. Começo a abrir os olhos até que vejo duas crianças entrando no meu quarto.

-Que porra é essa-digo meio sonolento.

-Oiiiiiii irmão-diz Lucas.

                Meus pais são separados, e meu pai teve dois filhos com outra mulher, mas apesar disso, eu amo eles, são uma das poucas coisas que me fazem sorrir.É uma menina de 4 anos e um menino de 6, Alice e Lucas.

-Oi pirralho-digo brincando com seus cabelos.

-Esqueceu de mim, Tyler-diz Alice correndo em minha direção

-Claro que não, minha princesa digo dando selando sua testa-Cadê o pai de vocês?

-Tá lá embaixo-diz Alice jogando um de meus travesseiros em Lucas, que retribui com uma careta.

-Ok, vão descendo enquanto me troco pirralhos-digo aos dois.

-Tá-dizem os dois descendo correndo.

-NÃO CORRAM NAS ESCADAS-digo rindo um pouco.

               Vou ao guarda roupa e pego um shorts e uma regata. Vou para o banheiro tomo banho não muito longo, me troco e desço encontrando meu pai. Ele já sabe que sou traficante, mas não gosta nada disso.

-oi filho-diz meu pai que estava na sala.

-Oi pai, o que faz aqui?-digo descendo as escada e cumprimentando o mesmo.

-Vim fazer uma visita, será que posso ficar aqui uma semana?-ele pergunta.(Porra não tem hotel não, penso mas acabo concordando, pois a casa estava muito quieta, e eles me fariam companhia).             

-Pode sim-digo

-Obrigado meu filho-diz ele me dando um abraço.

-TYLEEEEEER-as crianças vem gritando.

-Quee?-digo

-Vamos na piscina, por favor-eles imploram, e acabo concordando pois estava um sol do cão.

-Vão trocar de roupa crianças-diz meu pai indo para a cozinha.

               Os dois sobem com uma malinha na mão, vou para meu quarto e me troco. Quando desço ainda não tinha ninguém, então deito em uma cadeira de praia.(autora: não sei o nome da cadeira não gente .-.)Depois de 5 minutos eles chegam. Os dois estavam com óculos de natação, espaguete,  boias nos braços e Lucas estava com uma bola, dou uma risada pela situação.

-VAMOS PIRRALHOS-digo e nós três pulamos na piscina.

-Tyler, joga comigo-diz Lucas e eu concordo.

-Posso jogar com vocês?-diz Alice meio com medo, pois eu já fui muito grosso com eles, não aceitava a situação. Não sei como me perdoaram.

-Claro que pode-digo

                  Ficamos o dia inteiro brincando na piscina, até que sai e fui tomar banho, mas eles continuaram. Quando já estava anoitecendo meu pai manda as crianças tomarem banho, no começo eles negaram, mas acabaram indo pois meu mai disse que tinha bolo, e eles só comeriam se tomassem banho.

-Quero bolooo-diz Lucas correndo das escadas após um tempo, até que começam barulhos de tiro.

 -PAI CORRE COM AS CRIANÇAS PARA O QUARTO-digo gritando, e meu pai logo pega os dois e vai.

                Quando entro vejo os meninos lá.

-Mas que porra-digo

-Estão tentando invadir aqui e são muitos, não reconheci de quem eram os capangas-siz Michael

                Corro para meu escritório, e ligo para mais seguranças, pego uma arma e desço correndo. Após 15 minutos eles chegam e corro para fora, e percebo que eram os mandantes de Evan, ele disputa comigo o cargo de maior traficante da Europa. Ficamos trocando tiros, até que alguém toma um tiro. Quando olho para trás vejo Thomas tossindo sangue.

-CARALHO , O THOMAS TOMOU UM TIRO-digo e vejo os meninos vindo, e os capangas vão embora.

              Pego Thomas nos braços e corro para o carro. Dirijo que nem louco, até que chegamos no hospital. Levamos Thomas para a ala de emergência. Ficamos um tempão esperando, e nada de notícias.

-EU QUERO VER MEU AMIGO PORRA-digo indo em direção as portas, mas os meninos me seguram.

-Se você continuar assim eles vão te expulsar-Diz Michael.

-CARALHO, ELE ESTÁ LÁ DENTRO FAZ UM TEMPÃO E NINGUÉM NESSA PORRA DÁ NOTÍCIA-grito.

-Moço, fala baixo tem mais pessoas aqui-diz a moça da recepção.

-Desculpa-digo me sentando. Já estava em desespero, e meus olhos ardiam.

-Parentes de Thomas Oliveira-diz o médico após meia hora.

-Nós-digo levantando.

-Então ele perdeu muito sangue...-ele dá um tempo, e eu penso pronto, morreu.-Mas nada que uma transfusão não resolva.

-Podemos vê-lo?-digo aliviado.

-Poder não pode, mas deixarei 5 minutos apenas-diz o médico dando passagem para entrarmos.

-Obrigado doutor-diz Nathan , e o médico retibui com um sorriso, nos deixando a sós com o Thomas.

                       Quando entramos vi o estado de Thomas e fiquei desesperado. Estava irritado minha cabeça estava latejando ,e meus olhos ardiam. Eu ia me vingar daquele filha da puta.

-Ah se vou-digo baixinho para mim mesmo, olhando através da janela a chuva que começava a cair.


Notas Finais


Obriga por lerem.
Nos vemos no próximo capítulo
Bjs<3


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