História Love Troubled - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Gregg Sulkin, Harry Styles, Jensen Ackles, Larry, Larry Stylinson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik, Ziam
Exibições 273
Palavras 3.512
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - 28


Harry estava em seu quarto, mais precisamente deitado em sua cama. As lembranças da noite anterior eram vagas e, por não encontrar Louis por perto, pensou seriamente se tudo fora um sonho.

Espreguiçou-se como um gato; ao olhar o despertador em cima do criado mudo sorriu. Ainda estava cedo, tinha todo o tempo do mundo para se arrumar. Mesmo assim procurou ser rápido e eficiente, vestindo roupas casuais e bonitas.
Enquanto caminhava para a sala, sentiu o cheiro de café, algo que estranhou. Não precisou entrar na cozinha para vê-lo. Ele bebericava uma xícara de café, sentado no sofá da sala. Harry ficou surpreso por ainda encontrá-lo por lá, disparou:

– Louis, o que está fazendo aqui?! – Perguntou sobressaltado. Seu rosto, que antes transmitia cautela, deixou claro seu aborrecimento.

Louis deixou a xícara que bebericava em cima da mesinha de centro e voltou a olha-lo.

– Não faça isso, por favor. Você não pode ter esquecido tudo o que aconteceu. Noite passada nós jantamos e você me deixou ficar aqui. – Ele estava com raiva e nervoso, com toda a razão. Harry se perguntou se alguma vez fez isso com ele, fingir que nada havia acontecido após ceder... Sim,  tivera essa atitude muitas vezes.

Procurou se lembrar da noite anterior. Estava desnorteado, mas sabia o que havia acontecido: o jantar, a conversa, as confissões que Louis fizera para si... Não se lembrava de tê-lo convidado no entanto, pelo menos não de forma direta como ele sugeria, mas também não o mandou embora.

– Não me lembro de ter dito algo como ‘Louis, fique aqui comigo.’. – Por algum motivo sua voz soou rude, talvez pela tensão daquele momento. Depois do que aconteceu na noite anterior, embora não tivessem passado dos limites, Harry se sentia estranhamente vulnerável. Louis continuou a encará-lo, mais e mais aborrecido com a postura defensiva do mais novo.

– Quando eu perguntei a você se poderia ficar aqui, você disse algo como ‘eu só tenho essa cama para dividir’. Para mim isso foi um sim. – Harry notou certo sarcasmo em suas palavras

– Aposto que se eu falasse "não", você ouviria um "sim" . Estou certo? – E as palavras de Harry arrancaram um meio sorriso dos lábios de Louis.

– Absolutamente certo. – Ainda sentado, Louis ergueu uma mão em direção a Harry, oferecendo-a para o mais novo.

– Venha, sente-se. – Louis deu espaço para que ele sentasse ao seu lado, dando tapinhas no lado vazio do sofá.

Harry temia qualquer aproximação com ele, temia as sensações que o assaltavam quando estavam próximos. Não se sentia mais dono de si para impedir que agisse de forma imprudente, como permitir o assédio de Louis e até correspondê-lo.

– Louis, eu não tenho tempo para conversar. Vou acabar chegando atrasado no trabalho e... – Harry dizia nervosamente, olhando para a porta. Tinha outra desculpa engatilhada para falar, mas as palavras escaparam quando sentiu sua mão ser capturada pela de Louis.

– Sente-se Harry. Eu sei que você tem tempo, acordou cedo e se arrumou rápido. Além disso, eu não vou demorar com o que falarei.

Harry não conseguiu afastar a mão de Louis, que ainda segurava a sua, ou negar o seu pedido

Relutantemente se sentou ao lado dele, ainda mantendo certa distância. Louis não soltou a mão, pelo contrário, segurou-as entre as suas.

Harry notou então, tardiamente, que sua antiga aliança estava no seu dedo anelar esquerdo. Poderia apostar que Louis a colocara ali enquanto ele estava dormindo.

– Louis, não é por que nós jantamos ontem e você dormiu aqui em casa que...

– Eu sei. – Louis murmurou com pesar. Seus olhos fitaram as mãos de ambos, para depois olharem pra Harry com uma intensidade desconcertante.

– Escute tudo o que tenho para dizer, por favor. Sei que já tivemos essa conversa, mas você nunca me ouviu. Você fingia ouvir. Me escutará agora? – Harry assentiu e Louis continuou. – Não estou pedindo para ficar comigo aqui e agora e desistir da separação. Eu só quero que pense um pouco mais sobre isso e perceba que o melhor seria ficarmos juntos. Prometa-me Harry, por favor. – Harry quase riu daquelas palavras. O que Louis dizia era o mesmo do que admitir que ele queria o seu perdão e o esquecimento dos acontecimentos ruins do passado.

Deveria dizer não a ele e certamente Louis aceitaria. Ou poderia simplesmente manda-lo ir embora. Tantas coisas a se fazer... Depois de errar tanto, deveria ser mais racional e se afastar dele. Mas depois de tantos erros cometidos que muitos prejuízos o trouxeram, errar uma vez mais, não lhe pareceu um pecado muito grande.

– Tudo bem, Louis. Eu prometo pensar um pouco mais sobre isso. – As palavras de Harry modificaram completamente o ambiente pesado que antes imperava ali.

Louis abriu o sorriso mais lindo que Harry já vira, deixando-o sem palavras. Seus braços logo envolveram o mais novo em um forte abraço, deixando-o embasbacado. O primeiro pensamento de Harry foi de afasta-lo, mas foi relaxando naquele contato, lembrando-se de épocas mais felizes quando achava ser a pessoa mais afortunada da Terra por estar nos braços dele. Cedo demais Louis se afastou.

– Era só isso o que eu precisava. Eu sei que eu não mereço, mas agradeço mesmo assim pelo benefício da dúvida. – Louis afastou-se dando tempo para Harry respirar. O mais novo flexionou as mãos assim que Louis as soltou e se apressou em retirar a aliança colocada por ele.

– É melhor ficar com isso por enquanto. Eu não quero ter que dar explicações. – Devolveu o aro dourado ao mais velho, que aceitou com relutância.

Tão rápido que não pôde impedi-lo, Louis colocou a aliança no dedo médio da mão esquerda de Harry.

– Como estou em estado probatório, o anel ficará aqui. Ninguém fará perguntas. Só retire o anel se decidir pelo não e eu espero sinceramente que isso não ocorra. – Seu riso baixo encheu a pequena sala do apartamento de um sentimento bom, caloroso. Esperança... Era isso o que havia agora naquele local.

Constrangido, Harry se levantou.

– Eu preciso ir agora. – Olhou o relógio de pulso só para não ter que olhar para Louis.

– Quer uma carona? – Louis perguntou. Harry negou veementemente. Sentia que se permanecesse ao lado de Louis por mais tempo faria uma besteira maior.

– Não. Vou com o meu carro. – Ousou olha-lo. Foi um erro.
Louis estava perto demais, fazendo-o sentir sua respiração quente e os olhos dele desviam o mais novo, transmitindo uma sensação sem igual, quase como se ele pudesse ver a alma de Harry com aqueles orbes, azuis e hipnotizantes.

Suas mãos quentes seguraram o rosto de Harry enquanto diminuía mais e mais a distancia entre as bocas.

– Eu posso? – Pediu. Harry quase riu daquele pedido. Se dissesse não a ele, Louis agiria de qualquer forma.
Enquanto Louis se aproximava, interpretando o silêncio como um consentimento, Harry sussurrou.

– Permitir que você me beije não é um sim à reconciliação. – As respirações se mesclavam; Louis já sentia o gosto maravilhoso e familiar na sua boca antes do beijo. Quando os lábios se encontraram foi só contentamento. Aquele era o primeiro beijo em que Harry consentia e tinha um gosto todo especial, um gosto de reconciliação pela frente. Louis sabia disso, podia apostar. Harry sabia, mas não estava pronto para admitir.

Louis o puxou para o circulo dos seus braços com uma força tremenda, mas Harry não reclamou. Não o envolveu com seus braços como gostaria, descansando suas mãos no peito do mais velho, coberto pelo terno e nada mais.

A princípio Harry realmente se entregou aquele momento, acreditando que não passaria de um inocente beijo. Então as mãos de Louis foram ficando impacientes, tocando o mais novo com mais força enquanto seus lábios o beijavam com mais e mais ânsia.

– Vou acabar perdendo o controle assim. É melhor eu parar enquanto ainda conservo um pouco de racionalidade. – Louis beijou a testa de Harry, afastando-se. – Eu estarei esperando por você. – Disse com um meio sorriso nos lábios, os olhos de alguma forma também sorriam. Saiu calmamente e Harry ouviu os assovios pelos corredores antes, de entrar no elevador.

Harry precisou se sentar depois disso, sabendo que, após tudo o que houve entre eles nesse curto espaço de tempo, ficaria difícil dizer um não definitivo a Louis.

.....

– MERDA! – O cacheado resmungou chateado quando o pote de sorvete acabou. Não tinha nem meia hora que ele tinha começado a tomar e já tinha acabado.

Já estava pronto, esperando Louis buscá-lo para irem juntos ao consultório do Dr.Bryan fazer o ultrassom e tentar descobri o sexo do bebê. Acontece que Louis estava demorando demais e o cachinhos estava morrendo de fome por que não conseguia parar de comer um segundo sequer.

– Isso definitivamente não é normal. Eu estou tão chato e impaciente esses dias que sério, eu seria capaz de matar o primeiro que aparecesse na minha frente. – Ergueu o braço por cima do balcão para pegar o celular foi quase como travar a terceira Guerra Mundial. Também estava bem preguiçoso. Discou o número de Louis enquanto lambia o resto do sorvete que tinha ficado no pote.

Louis andava tão preocupado com Harry, que atendeu no primeiro toque, o celular dele estava nas mãos e ele estava vidrado na tela esperando que o cacheado ligasse desesperado ou algo assim.

– Alô? Amor tá tudo bem com você? E o nosso bebê? O que aconteceu? – sua voz soou apressada demais.

– Calma Louis, eu tô bem, quer dizer, mais ou menos né, o sorvete acabou!

– Deixa eu adivinhar,você quer que eu compre e leve pra você?

– Olha você deveria virar vidente! – Harry se levantou com cuidado do balcão, ele se sentia obeso. – Traz de abacaxi e de banana!

– Eu já estava chegando aí mas tudo bem! Eu passo na sorveteria.

– E traz um pacote de amendoim também! Rápido escravo!

– O mercado tá longe, gordelicious.

– Poxa, você não quer que o seu filho nasça com cara de amendoim, quer? – Harry fez uma vozinha manhosa.

– Você é um espertinho! –  Os dois riram. – Eu tô dirigindo, depois nos falamos, já já chego aí, eu te amo, é eu te amo muito, se cuida amore mio.

Harry desligou o telefone e caminhou até o sofá onde estava sua bolsa cheia de guloseimas, e então Gemma saiu do quarto de hóspedes com uma cara de sono daquelas.

– Ah meu Deus, Harry você não para de comer! – ela riu assim que o irmão abriu uma barra de chocolate. – Que horas são?

– Ainda são dez horas, eu acho.

– E a consulta?

– Louis está a caminho! – Harry falou mastigando.

– Não conta pra ele que eu acordei agora, ele me pediu pra cuidar de você e olha só o que eu faço!

– Depois eu que sou preguiçoso!

– Mas vem cá, me dá uma barra aí vai! – ela se jogou ao lado de Harry no sofá e o cacheado colocou a bolsa na mão dela dando risada.

– Eu me sinto a pessoa mais gorda do mundo! – Harry reclamou.

– É assim mesmo, depois piora! – Gemma pegou um sonho de valsa. – Sabe Hazz, eu estava conversando com a minha best Chloe e...

– Chloe?

– Sim, enfim, nós achamos que a sua barriga está muito grande.

– Não diga! – Harry disse irônico. – Descobriram isso sozinhas?

– É sério, eu quero dizer, você só está com cinco meses e sua barriga está tão grande que parece que você está de dez!

– Vai se lascar! – Harry resmungou tacando a almofada nela – Isso é completamente normal sabia?

– Não sabia não! – Gemma riu – Quando a Chloe estava grávida a barriga dela era pequenininha, quase não existia.

– Isso é por que ela não se alimentava bem, aposto que passava fome.

– É óbvio que não, é sério Harry, é muito estranho sua barriga estar desse tamanho, sério.

Harry estava pronto para protestar quando Louis adentrou a sala com as mãos cobertas de sacolas, ele tinha comprado pelo menos uns seis potes de sorvete e um monte de amendoins, e jujubas e trufas de chocolate.

– Como está o meu bebê? – Louis disse manhoso colocando as sacolas na mesa do centro da sala.

– Eu estou ótimo! – Harry falou passando a língua nos lábios vidrado nos potes de sorvete.

– Não estou falando de você! Eu tô falando dessa coisinha linda aqui ó... – Louis puxou a camisa de Harry e acariciou a barriga volumosa, então roçou o nariz nela com uma carinha muito fofa. – De você também coisa linda! – ele levantou a cabeça e assim que encontrou os lábios do cacheado deu um rápido selinho. – Agora vamos logo por que estamos dez minutos atrasados.

– De jeito nenhum, eu quero tomar sorvete, só um zinho, por favor! – Harry fez bico abrindo a sacola e pegando o de banana, seu preferido sempre.

– Vai tomando no carro, seu obeso. A gente tá atrasado! – Louis disse pegando a bolsa de Harry no sofá ao lado de Gemma que se desdobrava de rir.

.....

- Você não para de comer não? – Louis riu impressionado com a gula de Harry, em menos de vinte minutos ele já tinha comido quase o pote inteiro.

– Cala a boca! – Harry resmungou fazendo bico e Louis desviou os olhos do volante por uns breves segundos e limpou o sorvete no canto da boca dele.

– Você parece uma criancinha amor! – Disse e começou a rir.– Vai ser lindo uma criança cuidando de outra criança!

– Idiota!

– Você acha que vai ser menina ou menino?

– Eu já disse, é menina.

– Eu acho que é menino! – Louis entrou no estacionamento do Consultório. – Na verdade eu tenho certeza que é menino!

– Você está enganado Tomlinson! – Louis desligou o carro e olhou para a barriga de Harry parecendo pensar um pouco. – Que foi?

– Sei lá! – ergueu a sobrancelha. – Só acho meio impossível uma menina ser tão grande quanto a sua barriga!

Louis gargalhou e saiu do carro antes que Harry desse uma na cara dele.

Para Harry até pra sair do carro era uma dificuldade. Ficava imaginando como seria os próximos quatro meses, "caramba, minha barriga maior que isso? Vai ser horrível."

Louis segurou a mão dele o ajudando a sair e então travou as portas. Ele estava segurando a bolsa do mais novo e aquela cena era sem dúvidas a mais engraçada de todas. Entraram de mãos dadas e a moça que já era familiar sorriu ao vê-los.

– O Doutor já está esperando vocês! – Ela falou apontando para a porta de vidro fumê que ficava bem ao lado da mesa dela.

– Obrigado! – Louis agradeceu e andou com Harry em direção a sala do médico.

– Eu estou nervoso! – Harry olhou nos olhos de Louis que sorriu pra ele.

– Nervoso por que? Eu vou ficar feliz de todo jeito, você sabe que eu falo isso brincando, se for menina vai ser mais linda ainda.

– Boa tarde! – o médico cumprimentou olhando para o relógio de ouro em seu pulso, ele estava bravo mas logo abriu um largo sorriso que deixou Harry mais aliviado. – Sentem-se!

– Desculpe a demora, culpa desse obeso aqui! – Louis se defendeu e então eles sentaram nas duas cadeiras que tinham na mesa em frente ao médico.

– Mentira! – Harry retrucou indignado. – Ele que se atrasou!

– Está tudo bem! Vamos começar a consulta, você está se alimentando bem?

– É uma pergunta ou uma piada? – Louis questionou revirando os olhos. – Olha o tamanho da pança do garoto!

– Eu vou te matar seu idiota! – Harry deu um tapa forte no braço dele e ele só ficou rindo, assim como o médico.

– Eu já analisei alguns exames, está tudo bem com você e com o bebê.

– Acha que vai dá pra ver se é menino ou menina? – Louis perguntou ansioso.

– Vai sim, das outras vezes não deu por que estava com pouco tempo de gestação, e por algum motivo esse sapequinha sabe se esconder muito bem.

– Então vamos! – Louis levantou da cadeira puxando Harry. – Eu quero ver logo, dessa vez não vai ter nada cobrindo né? Eu quero ver direito! – O médico riu e também se levantou.

As roupas de Harry foram substituídas por um vestido azul típico de hospital. Ele deitou na maca e o médico puxou o vestido para cima. Louis fez uma cara feia e Harry lembrou de quando ele disse que essa era a parte que ele menos gostava dos exames. O Doutor então passou um gel na barriga de Harry e massageou espalhando-o bem sobre a pele.

Louis estava tão ansioso que estava quase pulando pela janela de tanta ansiedade. Quando o médico finalmente colocou o aparelho sobre o gel para que pudessem ver o bebê no telão. Louis tapou os olhos de Harry que tentou tirar as mãos dele dos seus olhos mas era impossível, só conseguia ouvir as risadas que ele dava.

– Louis, eu vou te bater, deixa eu ver poxa! – Conseguiu uma brechinha de luz mas Louis logo tampou de novo. – Louis deixa eu ver, é o meu bebê!

– Credo! – Louis murmurou assustado. – Caramba doutor vai me dizer que ele tem quatro pernas? Amor vamos ter um mutante!

– Que diabos você está falando? – agora quem estava assustada era Harry.

– Olha só! – Louis tirou as mãos dos olhos dele e apontou para a tela. – Tá vendo amor, tem duas cabeças e quatro pernas, e olha tem quatro braços também!

– NÃO ACREDITO! – Harry gritou histérico.

– Por que o meu filho é um mutante? – Louis estava confuso.

O médico riu sem acreditar que duas pessoas tão burras dementes retardadas e idiotas iam ser pais.

– Ele não é um mutante, na verdade vocês vão ter gêmeos!

– O QUE? – Louis gritou e pulou. – SOCORRO, NÓS VAMOS TER GÊMEOS?

– Sim! – O médico garantiu. – São dois bebês, essa pequena estava escondida atrás do irmão. Bom papais, podem preparando os carrinhos e as bonecas. É um menino e uma menina, são um casal.

– ELES SÃO LINDOS PORRA! – Louis admirava as imagens que passavam na tela, realmente dava pra ver bem melhor dessa vez, e agora Harry finalmente entendia por que sua barriga estava tão grande. Ele tentou não surtar, na verdade por mais louco e insano que isso parecesse ele estava imensamente feliz, porque só de ver Louis rindo loucamente, seu coração se enchia de alegria, parecia que nada poderia destruir aquele momento. Era algo mágico e único.

– Vocês formam um belo casal, não tenho dúvidas de que vocês vão ter bebês lindos. – O médico sorriu quando Harry corou.

– Eu concordo. – Louis riu fazendo Harry corar ainda mais.

O médico fez um milhão de recomendações, Harry não ouviu nem metade delas mas Louis decorou uma por uma de traz pra frente. Quando saíram do consultório ele faltou carregar Harry no colo até o carro. Só não fez isso por que obviamente o cacheado estava uma baleia orca encalhada.

Assim que pisaram os pés fora do consultório, Louis soltou a mão de Harry e começou a gritar como um louco. Harry não sabia se ria, se explodia de felicidade ou se simplesmente escondia a cara no buraco mais próximo dali.

As pessoas que passavam na rua olhavam para Louis com os olhos arregalados e ele simplesmente não conseguia parar de rir alto e gritar com toda a força que tinha em sua voz.

– OLHA SÓ, EU VOU SER PAI!! EU VOU SER PAI DE GÊMEOS!!!!! – Louis olhou Harry com aquele sorriso de arrasar quarteirões, fazendo-o involuntariamente abrir um sorriso bobo e maroto. – Que foi amor? – Se aproximou do cacheado e segurou a cintura dele o erguendo o mais alto que pôde, começou a rodar sem parar. – EU TE AMO, EU TE AMO!

– ME SOLTA SEU IDIOTA, EU VOU VOMITAR! – Harry batia nas costas dele rindo alto mas ele continuava a rodar.

Então Louis beijou a barriga de Harry, o colocou no chão, o abraçou pela cintura e selou seus lábios.

– Me deixa na Submit? – Harry pediu quando Louis deu partida no carro.

– Ainda vai trabalhar hoje?

– Sim, ontem eu já não fui e como as férias estão chegando eu tenho que ir hoje. – ele suspirou.

– Tudo bem, mas antes vamos almoçar, você precisa se alimentar direitinho e também vamos comprar as vitaminas que o doutor passou. – O jeito que Louis falou deixava bem claro que ele não aceitaria recusas e Harry assentiu sorrindo e acariciando a barriga.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo e comentem o que acharam!

Xx


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