História Love Troubled - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Gregg Sulkin, Harry Styles, Jensen Ackles, Larry, Larry Stylinson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik, Ziam
Exibições 256
Palavras 2.982
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 29 - 29


Bem mais tarde Harry se remexeu inquieto na cama, era quase meia noite agora e ele tinha que acordar cedo, mas não conseguia dormir.
Tinha ficado enjoado a tarde toda depois do almoço, mas agora estava ficando com fome... Sentou-se rapidamente na cama e lamentou ao perceber que lá vinha aqueles desejos loucos de novo, sua boca já salivava novamente ao sentir aquele desejo tão arrebatador atingindo-o..
– Doce de banana... – Harry falou salivando e se levantando da cama. – Doce de banana com sorvete de chocolate.

Foi correndo para a geladeira para ver se ao menos o sorvete ele tinha ali e realmente tinha, mas era de morango.

Olhou novamente para o relógio, meia noite, onde ele iria conseguir isso agora?

Se lembrou que no mercado ali perto tinha, e o local ficava aberto 24 horas, mas estava chovendo horrores lá fora e ele tinha medo de tempestade.

Ficando louco com o desejo e sem outra opção correu para o telefone e ligou para o seu escravo particular.
 
Meia hora depois de receber a ligação meio desesperada de Harry, Louis chegou no prédio com o bendito doce de banana e o sorvete de chocolate.

Estava dormindo quando Harry ligou quase chorando no telefone e o assustando, foi impossível não rir quando o mais novo contou o porquê da ligação, mas ao ver a seriedade da situação pelos choramingos dele, se levantou rapidamente se trocando, pegou o carro e foi até o mercado.

Tinha certeza que muitos pais não gostavam dessa parte e que seus amigos iriam aproveitar para rirem muito disso quando soubessem, mas Louis estava até gostando, era divertido e se sentia até sortudo pelos desejos de Harry não serem impossíveis de se achar ou estranhos demais.

Assim que tocou a campainha um Harry desesperado abriu a porta pegando as sacolas da mão dele e correndo em direção a cozinha.
Louis gargalhou fechando a porta e indo atrás dele que já estava sentado no balcão da cozinha devorando o doce e o sorvete ao mesmo tempo.

– Isso é meio nojento. – Louis riu se aproximando e ficando de frente para Harry.

– Não, é uma delícia, obrigado mesmo Louis, você me salvou.– Harry sorriu radiante.

– Sempre que precisar é só ligar, mas agora... – Louis se aproximou ficando bem de frente para Harry, seus corpos muito próximos. – Acho que agora é a hora de você saciar meu desejo né?! – sorriu e sem perder tempo, o beijou.

Harry se agarrou com força a ele correspondendo ao beijo com a mesma intensidade. Quando o ar lhes faltou se afastaram com selinhos e sorriram.

– Isso é melhor que doce de banana com sorvete de chocolate. – Harry riu roubando mais um selinho dele.

– Realmente é muito bom ouvir isso, me sinto lisonjeado. – Louis gargalhou.

Em poucos minutos eles estavam no sofá, Harry aconchegado no colo de Louis enquanto terminava de saciar o louco desejo pelos doces, riram, conversaram, se beijaram...

Louis foi o primeiro a adormecer, estava cansado afinal tinha se matado de trabalhar o dia todo, e Harry terminou de comer se ajeitando como podia nos braços dele.

Enquanto observava Louis dormir, Harry percebeu que apesar de tudo,o amava tanto e de tantas formas que o problema é que não sabia como se livrar desse sentimento tão grande e intenso assim.

..... ....

Há apenas algumas semanas estava odiando Louis e agora não mais sabia o que sentir. Foi compelido pelas palavras dele a olhar todos os acontecimentos sob sua perspectiva, refletindo sobre meus atos e os dele. Louis havia falhado, é verdade, mas quem nunca errou nessa vida? Ele parecia arrependido e parecia sincero, isso deveria bastar para deixar tudo de lado e viver novamente esse amor.

Não bastava.

As lembranças ruins dos anos de sofrimento que passou, e os motivos por detrás de seu sofrimento imposto por Louis, martelavam sua cabeça. Nunca conseguiria se desvincular da raiva, do medo, da tristeza, da mágoa.

Harry não sabia se conseguiria retornar um relacionamento com Louis, sendo constantemente atormentada pelos erros cometidos e pelo medo de tudo acontecer novamente.

“Você precisa seguir em frente Harry.” – Pensou enquanto entrava em sua sala, sendo recepcionado por sua amiga Lauren. Mesmo ouvindo sua conversa animada sobre o que esperar do evento que eles participaram naquela noite, Harry não conseguia se desligar dos pensamentos a respeito de Louis.
Enquanto trabalhava, cometeu um ou outro erro devido a desatenção, mas Lauren salvou seu dia, corrigindo suas falhas. Só sossegou quando chegou a hora do almoço.

– Aconteceu alguma coisa com você. Louis deve estar envolvido. – Lauren falou num tom de voz rude enquanto seus olhos fitavam o aro dourado que Louis colocara no dedo de Harry.

– Não pense coisas sem sentido. – Harry disse, tentando esconder sua tensão. Sabia o quanto seria criticado pelos seus recentes atos e não estava a fim de ser repreendido
naquele momento.

– Você está muito disperso, alguma coisa grave deve ter acontecido. Além do mais isso no seu dedo é uma aliança.

– Seria uma aliança se estivesse no dedo anelar, o que não é o caso.

– E o seu advogado? Já entrou com o pedido de divorcio via litigiosa?

–Tudo encaminhado. Agora vamos falar do evento de hoje à noite. Quero saber como iremos para lá, quem vai nos acompanhar, etc.

Harry não estava preparado para dizer alguma coisa a alguém. Primeiramente tomaria a decisão e depois comunicaria a todos. Era a única coisa sensata que faria.

Estava cansado, física e emocionalmente, mas iria ao tal evento promovido pela Submmit publicidade. Niall iria acompanhá-lo, iriam de taxi para lá pois o carro de Niall foi roubado e o de Harry estava no conserto.

Lá pelas tantas, quando desciam para o térreo do prédio, Harry lembrou que não haviam ligado para pedir um táxi. Ele pretendia lembrar Niall desse detalhe quando viu um carro estacionado em frente ao prédio.

– Niall, eu vou matar você. – Harry murmurou. Niall deu uma risada travessa e caminhou saltitante até o carro onde Damon Salvatore os esperava.

– Boa noite. – Damon os cumprimentou enquanto abria a porta do carro. Niall deu um pequeno murro em seu ombro.

– Obrigada por vir Damon, o seu carro pode proporcionar mais conforto do que um táxi. – Ele entrou rapidamente, acomodando-se. Harry ficou estático, sem graça como nunca ficou antes por estar em frente a Damon.

– Oi. – Disse baixinho enquanto Damon abria a porta do carona para ele entrar. Damon respondeu ao cumprimento com um olá e um sorriso, antes de voltar ao seu lugar e ligar o carro.

Harry queria socar Niall no interior do carro, mas resolveu esperar por um momento mais oportuno. Niall começou uma conversa animada com Damon. Harry falava o essencial, olhando a noite pela janela. Com o passar dos minutos foi ficando um pouco mais a vontade e aliviado por isso.

O evento estava ocorrendo no salão de festas de um grande hotel conhecido como Plaza Athenee. Damos estacionou em frente ao hotel e logo um homem apressou-se em pegar as chaves do carro e estacionário na garagem.

Niall os deixou para trás, murmurando algo sobre encontrar com uma pessoa. E então Damon e Harry estavam sozinhos.

– Então, vamos? – Damon perguntou após alguns minutos. Harry assentiu, aceitando o braço que Damon lhe oferecia. Não estava se sentindo bem com aquela proximidade, mas não queria ser mal educado recusando-o.

Quando Harry se deparou com o requinte do lugar teve que dizer algo.

– Esse lugar é lindo! –Olhou maravilhado para o interior: vasos com flores, piso de mármore branco, lustres de cristal e tantas outras coisas bonitas. O tipo de lugar que ele temia pisar, não querendo riscar o piso.

– É mesmo. Vim aqui algumas vezes. Eles têm um jardim incrível que contorna boa parte do hotel. Pena que não dará para ver por já ter anoitecido. E a propósito, você está o grávido mais lindo do mundo! Estaria mais ainda se esses bebês fossem meus, nada que não possamos resolver depois. – Damon sorriu. Claro que seu comentário e o modo como o olhava fez com que Harry ficasse corado até a alma.

– Obrigado. Você está ótimo também. – Harry falou depois de um tempo, mas Damon pareceu não se importar com a demora em responder.

Um funcionário os encaminhou até o local onde ocorria o evento. Conversaram sobre a empresa antes de entrarem no salão, mas quando pisaram no espaço – ricamente decorado  – um grupo de executivos que trabalham na Submmit chamaram Damon para conversar. Harry pretendia sair de fininho do lado dele e se sentar, mas para a sua surpresa Damon segurou sua mão quando tentou se afastar.

– Espera. Eu vou com você. – Afastou sua mão de Harry, mas manteve-se perto. Foram até uma mesa e sentaram. Um garçom veio em direção a eles, oferecendo todo o tipo de bebidas. Damon pegou um refrigerante e Harry o acompanhou, escolhendo o mesmo.

– Onde está o Niall? – Ele perguntou. Harry olhou novamente
envolta, mas não o localizou.

– Não sei. Ele sumiu. – Harry bebericou o refri enquanto continuava a olhar para todos os lados, percebendo que naquele evento não estavam apenas funcionários da Submmit, mas empresários do mesmo ramo.

– Como você está? Faz algum tempo que não conversamos. – Os olhos de Damon estavam em Harry enquanto um bonito sorriso estava nos seus lábios.

– Eu estou... Bem. – Harry mentiu. Não havia como dizer a ele o quanto  estava confuso com os últimos acontecimentos na sua vida. Apressou-se em esconder a mão esquerda onde repousava a aliança no dedo médio.

– Não sei, sinto que está mentindo para mim. – as palavras de Damon e o modo como o olhava eram desconcertantes demais para Harry!
Felizmente alguém o chamou e ele teve de dar atenção à outra pessoa.

– E aí? Já marcaram um motelzinho após o evento? – Niall surgiu do nada, sentando em uma cadeira ao lado de Harry.

– Fez isso de propósito, não é? – Harry o olhou irritado, querendo espancá-lo diante de toda aquela gente.

Dando de ombros, Niall disparou:

– Alguém precisa cuidar da sua vida sexual por que se depender de você agir, acabará celibatário em alguma montanha chinesa. – Niall pegou uma bebida ofertada por um garçom, bebendo despreocupadamente enquanto olhava a festa.

– Eu não preciso de nada disso. E mesmo se precisasse de alguém, Niall, não seria o Damon. Ele merece mais do que alguém como eu, ele merece ser amado sem reservas. Não faça essas coisas, de tentar nos aproximar! – Harry inquiriu, irritado. Niall não parecia aborrecido com o modo ríspido com que o irmão o estava tratando, ele certamente já esperava por isso.

– Para sua informação eu não forcei a situação. Damon soube que não teríamos carona e se ofereceu. Eu aceitei por que não queria gastar rios de dinheiro com táxi. Se quiser reclamar pelo desconforto de estar com ele, reclame com Damon.

–Quando o garçom chegou até a mesa, Niall tratou de pegar dois drinks e virar o seu como se fosse água. – Vou dar uma circulada, vi uma gatinha linda quando cheguei e estou a fim de me divertir. – Piscou para Harry antes de desaparecer em meio aos convidados.

Suspirando pesadamente, Harry quis ir embora. Não sabia por que havia convidado o irmão para acompanhá-lo se iria ficar sozinho. Preferiria descansar em casa, após ter visto algo monótono na televisão para ajudar o sono chegar. Após bebericar um pouco do refri, levantou e rumou para a sacada do hotel, cujas persianas encontravam-se abertas.

O ar da noite, embora mais frio do que ele gostaria, estranhamente o acalmou um pouco. Deixou-se ficar ali, recebendo aquela brisa gelada no rosto e ouvindo o barulho das criaturas noturnas – insetos, uma coruja solitária e até alguns morcegos que passavam em voos rasantes. E naquele momento de quietude, Harry pensou em Louis. Ele estava em algum lugar, aguardando sua decisão. Seu coração dizia sim a proposta que Louis o fez de recomeçarem o casamento, mas essa voz a muito ignorava. A razão estava mais forte, implorando para se afastar. Harry sabia que deveria fazer isso, terminar definitivamente com seu ex-marido e tentar ter uma vida normal ou com alguém ou sozinho. Mas quem disse que ele conseguia seguir sua razão? Agora mesmo tocava seus lábios enquanto se lembrava do último beijo que trocaram. Como sentia falta dele! O queria...

– Deve estar com frio. – Um casaco foi colocado em seus ombros. Virou-se abruptamente para ver Damon se escorar no parapeito como Harry fazia. Olhava para o céu, perdido em pensamentos. Ficou assim por um tempo e Harry não ousou interromper aquele momento, mas uma hora ele se manifestou.

– Não esta gostando da festa? – Perguntou. Harry deu de ombros.

– A festa está legal, sou eu que não estou no clima. Sinto-me cansado. – E realmente estava cansado, mas não era exatamente um cansaço físico. Estava meio debilitado com a carga de emoções que o tomavam a todo instante. Aconchegou-se mais no paletó colocado por Damon em seu ombro.

– Você parece mesmo cansado, mas algo me diz que o seu cansaço não é apenas do trabalho ou da gravidez. – Os olhos de Damon o sondavam e algo dizia a Harry que ele já sabia do que andava acontecendo. Claro, Niall deve ter contado tudo a ele.

– Tenho tido muito trabalho. Preciso de férias. – Mas estava claro pela minha atitude defensiva que ele blefava.

– Soube que você se separou do tal Louis. – Damon disse sem rodeios, deixando Harry sem ação pelos minutos que se seguiram.

– Ele deve ter contado tudo, o Niall. Pois bem, eu estou separado do Louis, esperado que os papeis sejam assinados.

– Eu sinto muito por você estar passando por tudo isso. Você não merece. Mas eu estou aqui pois sou o cara certo pra você e o pai ideal para os seus filhos. Que se você permitir serão nossos filhos. Ficando comigo você terá um homem digno e decente que seu ex nunca será. – Ele falou delicadamente, segurou a mão de Harry, silenciando-o. Ficaram de frente para o outro.

– Eu torço pela sua felicidade, Harry. Nunca desejei o contrário para você. – A sua mão livre tocou o rosto de Harry, acariciando-o. E isso realmente mexeu com o mais novo.

– Damon... Eu...

– HARRY! O QUE SIGNIFICA ISSO? – Uma voz potente soou a alguns metros, fazendo ambos virarem para as persianas de acesso a sacada. Louis estava de pé diante deles, olhando-os com uma fúria impressionante.

Tardiamente Harry se lembrou de que neste evento profissionais de outras empresas foram convidados.
Enquanto sua mente ainda processava a presença dele, rápido como um tufão, Louis avançou para Damon, pegando-o desprevenido. Socou seu rosto e Damon cambaleou para trás, chocando-se contra o parapeito.

– LOUIS! – Harry gritou. Damon empurrou Louis quando este fez menção de ataca-lo novamente. Damon conseguiu dar um soco em Louis e quando Louis iria golpeá-lo em resposta, alguns convidados apareceram e rapidamente intercederam.

– VOU TE MATAR SEU DESGRAÇADO! – Louis gritou para Damon enquanto tentava se libertar das mãos que o mantinha parado. Damon não precisou ser segurado.

– Você é um grande idiota. – Ele caminhou até Harry. – Você está bem? – Perguntou. Harry sacudiu a cabeça dizendo que sim, que estava bem, mas as lágrimas o denunciaram.

Retirou o paletó de Damon, devolvendo-o e caminhou apressado em direção à saída. Ouviu a voz de Damon o chamando, mas não ousou olha-lo. Harry estava envergonhado por que provavelmente era o culpado por Damon ter sido agredido.

Mais vozes o chamavam, mas ele as ignorou indo para a saída. Quando estava cruzando o saguão... Foi impedido.

– O que...? – Olhou para a mão que segurava forte seu braço. Louis, arfante, o olhava com a mesma fúria de outrora.

– Aonde você pensa que vai? Acha que pode desaparecer sem me dizer nada? – O seu aperto era doloroso e o seu olhar desconcertante.

– Não tenho nada para dizer, é você quem me deve explicações e desculpas pelo que fez a mim e ao Damon. – Uma fúria tomou conta de Harry e subitamente repeliu a mão de Louis  – Me deixa em paz! – Gritou, praticamente correndo para a saída. Novamente Louis o alcançou, segurando-o num aperto insuportável.

– Você é inacreditável mesmo! Vai se fazer de vítima agora? Sou eu a vítima aqui! Como pôde sair com ele, agindo como se vocês fossem um casal? Acha mesmo que eu vou permitir que você brinque comigo como se eu fosse um palhaço? – Sua voz alterada chamava mais e mais atenção.

– Eu não tenho que dar explicações a você! Eu não estou nem aí com o que a sua mente deturpada imagina! – Harry o empurrou e correu para a saída. Ignorando a tudo, projetou seu corpo para frente. Só deu tempo de ouvir a freada.

O impacto não foi tão forte, certamente não quebrou nenhum osso, mas a forma como ele caiu após ser atingido foi o doloroso. Sentiu o pulso da mão esquerda trincar quando tentou evitar um choque maior no asfalto.

Ouviu gritos e vozes pedindo socorro. Levantou cambaleante e foi se sentar na calçada. O motorista, mesmo não sendo culpado do que fizera, fugiu assustado.

– HARRY! HARRY! – Louis correu ao seu encontro, ficando de frente para ele. Tocou seu rosto, erguendo-o. Sua expressão era cheia de desespero. – Você está bem? E o os bebês? – Indagou tocando a barriga dele. Sua voz estava tremula.

Em meio ao choque de tudo o que acontecera até aquele momento, Harry só conseguiu balbuciar uma coisa:

– Preciso ir a um hospital.



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