História Love Troubled - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Gregg Sulkin, Harry Styles, Jensen Ackles, Larry, Larry Stylinson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik, Ziam
Exibições 273
Palavras 1.578
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Só tenho uma coisa pra dizer: não morra com o final do capítulo. Nem vou dizer mais nada. Aliás vou dizer... Tem alguém que vai morrer no próximo capítulo. E tem gente que vai querer me matar... Mas é DRAMA, DRAMA e mais DRAMA. Tadinho do Louis...

Capítulo 30 - 30


Harry não chegou a quebrar o pulso esquerdo, mas trincou um osso desse local. Teria que deixá-lo numa tipóia por via das dúvidas. Por causa das dores, tomaria um remédio receitado pelo doutor que o atendera. Felizmente sua barriga não sofreu impacto nenhum e os bebês estavam perfeitamente bem.

Louis estava com um semblante pesaroso, mantendo uma distancia segura. Perguntava o tempo todo se Harry estava bem, se estava doendo, se estava com frio, sede, fome, cansaço... Como se sua preocupação exacerbada pudesse corrigir seus erros. Não corrigiria.

Naquele breve instante de loucura, quando atacou implacavelmente a Damon, Harry viu nele o Louis de outrora e concluiu que ele não mudara nada. Ele continuaria esse ser imperfeito, sempre se colocando  em primeiro lugar e o fazendo de sua propriedade. Impondo suas vontades.

Após vários minutos de silencio,  Louis resolveu se manifestar quando Harry já havia sido liberado para casa.

– Você está com frio, não está? Tome. – Ofereceu o casaco recentemente tirado. Harry não fez menção de pegá-lo. Suspirando pesadamente, Louis colocou o casaco sobre os ombros dele enquanto rumavam para fora.

– Vou levá-lo para casa, mas antes passaremos em uma farmácia e eu comprarei o remédio receitado pelo médico. Não acho que a amostra grátis dada por ele vá ser o suficiente. – Louis disse preocupado.

Harry poderia negar a carona, mas Louis certamente teimaria e na tentativa de se livrar dele, acabaria com outra parte do corpo quebrada.

Foram a uma farmácia e Louis comprou mais medicamentos do que o necessário. Ele também parou em um restaurante, pedindo algo para viagem mesmo depois de Harry dizer que não tinha fome. E novamente o silêncio imperou entre eles.

Ao chegarem ao apartamento, Louis seguiu Harry. Mesmo o mais novo caminhando apressadamente, o alcançou com facilidade.

Harry pegou as chaves em seu bolso e abriu a porta, passando por ela. Tentou fechá-la, mas Louis colocou uma mão.

– Harry, vamos conversar. – Exigiu, cercando-o. Num surto de raiva, Harry saiu derrubando tudo o que a sua mão alcançou – porta-retratos, um vaso de vidro, cadeiras, livros – sem se preocupar com o que ele estava quebrando. Louis ficou paralisado com o ato do mais novo, pois não havia previsto tamanha cólera da parte de Harry.

Após o arremesso de objetos, Harry caiu no sofá, arfando, com os olhos lacrimejantes. Segurou fortemente seus cabelos, puxando-os. Ele estava tendo uma forte crise histérica. Então ele parou, sentado no sofá com a cabeça baixa. Chorava como um desesperado.

– Eu não aguento mais! O que eu fiz para você me causar tamanha infelicidade? Por que você não me deixa em paz? – Sua voz saia com dificuldade de tão abalado que ele estava. Seu corpo inteiro tremia, agindo em ressonância com a sua respiração entrecortada e batimentos cardíacos erráticos.

Imagens de tudo o que vivera com Louis, até agora, vinham o atormentar, sufocando-o.  Naquele instante, não conseguia pensar nas boas recordações que certamente eles tínham. Era apenas dor, e raiva, e tristeza, e as más recordações dos piores momentos da sua vida.

Perdeu a conta de quanto tempo ficou naquele estado deplorável até perceber que não deveria se expor assim para ele, mas simplesmente não conseguia parar. Louis estava calado diante de Harry, algo atípico dele em situações que claramente pedem o seu auxilio para apaziguar a situação. Num momento como esse, ele viria com suas desculpas e seus pedidos de perdão, mas ele não o fez.

Após alguns minutos assistindo, ele se moveu. Tão lentamente quanto pôde, Louis colocou suas mãos no rosto de Harry, fazendo o mais novo olhar para ele. Secou as lágrimas que caiam vertiginosamente dos olhos verdes com os polegares de suas mãos e nos olhos dele Harry pôde ver uma tristeza imensurável.

Ver o que viu naqueles orbes azuis foi o suficiente para Harry aquietar temporariamente o descontrole e apenas observa-lo, com curioso espanto.

– Está bem. – Louis falou numa voz sôfrega. – Eu vou deixá-lo em paz como é o seu desejo e lhe darei o divórcio. Por que só assim eu provarei o quanto eu te amo, amo o suficiente para entender que o melhor para você e para os nossos filhos é ficarem longe de m... – Nas últimas palavras, sua voz findou-se. Seus olhos brilhavam pelas lágrimas que teimosamente não chegaram a cair. Suas mãos acariciavam o rosto de Harry enquanto seus olhos o esquadrinhavam, como se estivesse registrando o perfil do amado na sua memória.

– Eu só peço uma coisa, antes de desaparecer da sua vida... Eu imploro, deixe-me ficar aqui com você esta noite!

Harry não se manifestou. Ficou parado, perplexo e, após algum tempo, se recompôs. Levantou do sofá e seguiu para o seu quarto. Procurou retirar rapidamente suas roupas, desejando um bom banho. Entorpecido como estava, fez a tudo mecanicamente, enquanto sua mente era assaltada por imagens caóticas de Louis.

Precisava tomar uma decisão definitiva, e segui-la não importa o que os outros pensassem. Se não fizesse alguma coisa, poderia enlouquecer! Ficou pensando seriamente nisso, enquanto deixava a água morna do banho cair em suas costas. Ao final do banho, foi em direção ao guarda-roupa, pegando um short e uma camisa e vestindo-os em seguida. Não teve paciência para enxugar adequadamente seus cabelos, mas não se importou com uma coisa tão pequena. Como não o encontrou no  quarto e não ouvia nenhum barulho nos outros cômodos do apartamento, acreditou que Louis tivesse ido embora. Deitou-se, sentindo uma exaustão sufocante. O cansaço era tão grande que não se deu ao trabalho de se cobrir com o edredom, resignando-se apenas a ficar deitado de lado, com os olhos fixos na parede. Começou a passar a mão na sua barriga:

– Foi por pouco, né? Mas vocês terão que ficar aí dentro mais um tempinho. Sinto muito. Não se preocupem. Tenho certeza que aí dentro está bem melhor do que aqui fora. – Sentiu os bebês se mexendo e dando um chute e começou a rir.

Ouviu o barulho na porta, mas não se moveu. Logo sentiu o edredom sendo puxado o suficiente para cobri-lo. Louis não havia ido embora afinal. Harry se virou, deitando suas costas na cama e ficou ali a contemplá-lo. Louis havia tirado boa parte do smoke que vestira, ficando apenas com a camisa branca desabotoada nos pulsos. Sua expressão facial mostrava cansaço e tristeza, nada mais. Ainda sim ele cravou um pequeno sorriso nos lábios, um sorriso que não alcançava seus
olhos.

– Ultima chance: você quer que eu saia? – Perguntou. Harry continuou a olhá-lo, incapaz de responder. Ele entendeu essa atitude como uma permissão para ficar. Sentou-se na cama, colocando as pernas no colchão. Louis terminou por cobrir Harry com o edredom e os dois ficaram daquele jeito, sem poder desgrudar os olhos do outro, até que, por fim, o cansaço o venceu e Harry se entregou ao sono profundo.
...
O alarme do despertador soava distante e, enquanto ficava mais e mais consciente, o barulho ia aumentando com o passar dos minutos. Despertou completamente no horário de sempre, lembrando-se que precisava trabalhar. Seu corpo inteiro doía e pensou em faltar, mas queria mergulhar em qualquer coisa que o fizesse manter a mente ocupada e esquecer seus problemas pessoais; o trabalho era uma boa fuga.

Não encontrou Louis ao seu lado, tampouco ouviu algum barulho que denunciasse a presença de outra pessoa na casa. Trôpego, caminhou pelos aposentos do pequeno apartamento sem se agasalhar adequadamente, procurando por algum vestígio dele, mas nada encontrou.

“Ele foi embora.” – Pensou surpreso. Ficou surpreso, pois acreditava que ele ao menos o esperaria acordar e então o atormentaria com desculpas, como sempre faz. Sentou no sofá da sala enquanto um sentimento opressivo o atingia. Tarde demais notou que a aliança que Louis colocara novamente em seu dedo já não estava mais lá.

– Então é o fim? Ele vai cumprir o que me prometeu? Me deixará em paz, para sempre?- Harry se questionou

A resposta veio quatro dias depois

– Estou surpreso com o seu poder de convencimento, senhor Styles. Não encontrei nenhuma resistência por parte do senhor Tomlinson quando levei os documentos do divórcio para serem assinados. – Anunciou o advogado, esperando que Harry mostrasse empolgação pelo ocorrido. O cacheado não foi capaz sequer de lhe dar um sorriso falso. O discurso do Dr, que deveria lhe deixar radiante, só aumentou aquela dor no peito que começou a sentir na manhã após sua briga com Louis, quando notou que sua aliança havia sido retirada do seu dedo. – Diga-me, o que disse para convencê-lo? Estou curioso. – O senhor Smith, sondava-o. Harry deu de ombros.

– Não fiz nada. Ele percebeu sozinho o que era melhor para nós dois. – Pegou o envelope pardo oferecido pelo seu advogado, retirando o conteúdo. Lá estava a assinatura de Louis. Um choque perpassou seu corpo enquanto a idéia de que tudo havia acabado o atingia.

– Agora só falta a sua assinatura. – Smith sacou uma caneta que estava presa no bolso interno do seu paletó e passou para Harry que a pegou trêmulo, olhando para o documento, sentiu um nó na garganta e uma angústia o atingiu enquanto o advogado indicava os locais onde teria de assinar.

Harry fitou aquelas lacunas a serem preenchidas por mais tempo do que o normal, sentiu vontade de chorar sabendo que se assinasse, selaria o fim do seu casamento.

– Senhor Styles? Algum problema? – O advogado perguntou.


Notas Finais


Iiiiiih Louis já assinou! Por essa vocês não esperavam né mesmo? Mas agora será que Harry vai ter coragem de assinar também e acabar de vez com o casamento deles? </3

Quem vocês acham que vai morrer?

Me digam suas opiniões sobre o capítulo através de comentários ok?

Bjx


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