História Love War - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Alexandra Daddario, Magcon, Nash Grier
Personagens Nash Grier
Tags Amor, Indecisão, Rivalidade
Exibições 147
Palavras 2.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Algumas coisas sobre a fic: PS: Com o tempo vou adicionando mais ciosas, fiquem ligadas.

-Katherine é Alexandra Daddario
-Kyle é Leonardo Picon
-Katie é India Eisley
-Christian e Crawford não são irmãos!
-Phoebe é AnnaSophia Robb
-Natalie é Jourdan Miller
-Nicole é Sara Sampaio
-Briana é Adriana Lima
-Sarah é Aarika Gerette
-Peter é Daniel Sharman
-Dafne é Angelina Jolie
-Valentine é Pitbull
-Megan é a Chloe Moretz
-Alicia é Danielle Campbell
-Klaus é Joseph Morgan
-Jay é o Logan Lerman
Boa Leitura!

Capítulo 18 - Encontro com Valentine


Fanfic / Fanfiction Love War - Capítulo 18 - Encontro com Valentine

Katherine POV

Nash, Phoebe, Taylor, Aaron e eu estávamos indo em direção as arquibancadas.

—E então Katherine, há quanto tempo você é uma lobisomem? –Taylor pergunta e eu arqueio as sobrancelhas, olhando para Aaron.

—Ele sabe, relaxa. –Nash diz.

—Sou um Druida. –Aaron diz com um sorrisinho nos lábios.

—Você conhece alguma Megan? Uma Druida? –Pergunto.

—Uma loirinha com os cabelos curtos? –Ele pergunta e eu assinto, me sentando ao seu lado. –Claro! Ela é uma das minhas melhores amigas. Você a conhece?

—Ela apareceu na minha casa, em uma madrugada. Já faz um tempo, fiquei assustada ao vê-la. Ela apareceu assim que Kyle viajou, foi estranho. –Disse.

—E o que ela disse? –Aaron perguntou curioso.

—Que meu irmão e eu precisávamos de um bando imediatamente, que nós corremos mais perigo do que pensamos. –Digo e ri pelo nariz.

—E você agora tem um bando, certo? –Aaron pergunta e eu nego. –Você é maluca? Pra Megan aparecer a coisa tá muito feia.

—Não tenho medo. –Digo dando ombros.

—Katherine Herrera não tem medo de nada. –Nash zomba e eu reviro os olhos, o ignorando.

—Estou falando sério, Katherine. Você precisa de um bando rapidamente. –Aaron diz.

Dou de ombros. Eu não queria um bando, não agora.

—Irei falar com Megan. –Aaron diz.

—Aqui está um tédio, vou dar uma voltinha. –Phoebe diz se levantando.

—Ninguém irá sentir sua falta. –Respondo com um sorrisinho.

—Tá a fim de apanhar, garota? –Ela pergunta e eu gargalhei.

—Eu que deveria te fazer essa pergunta. –Digo e os garotos gargalharam.

A garota sai andando e eu ri pelo nariz.

—E como está Alicia, Aaron? Ela sumiu. –Nash diz.

—Ela volta hoje, foi passar o final de semana com Adam. –Aaron diz e Nash assente.

—Alicia é muita gata. –Taylor comenta.

—Fique longe. –Aaron diz sério.

Meu celular apita, indicando que uma mensagem havia chegado.

Desbloqueei e fui ver.

‘’Adoraria te encontrar, para batermos um papinho. Com carinho, Valentine. ’’ –Número desconhecido.

Salvei o mesmo e me levantei.

—Aonde vai? –Aaron pergunta.

—Resolver umas coisinhas. Alguém poderia guardar minhas coisas no armário? –Pergunto.

—Eu guardo, qual a combinação? –Aaron pergunta e eu entrego meu material.

—2015. –Digo e ele assente.

Coloco meu celular no bolso e pulo o muro com facilidade.

Caminho até uma rua deserta e aguardo até Valentine aparecer, uma hora ou outra ele iria aparecer, ele sempre aparece.

—Esperando por mim? –Ouvi a voz de Valentine me virei.

—O que quer? –Pergunto rude.

—Conversar. –Ele responde com um sorriso nos lábios.

—Isso já está obvio. –Respondo cruzando os braços.

—Soube que Klaus está na cidade. –Ele diz chegando mais perto.

—Vá direto ao ponto. –Digo ainda com o tom rude.

—Soube também que você quer dar uma de mulher maravilha. –Ele diz e ri sarcástico.

—Sem delongas, o que você quer afinal? –Pergunto irritada.

—Te entregar a outra parte da lista. Se for pra bancar a super heroína, que faça seu trabalho direito. –Ele diz e me entrega um papel.

Pego e passo os olhos pelo mesmo. Dobro e o coloco em meu bolso.

—Apenas isso, violão de quinta? –Pergunto o encarando.

—Você está muito abusada. –Ele diz em um tom sério.

—Você acha? –Pergunto sarcástica.

—Você não parece ser assim, Katherine. –Valentine diz.

—Não se iluda, não sou mais uma menina doce. –Digo firme.

—Tornou-se pedra a menina que um dia era flor. –Ele diz sorrindo sem mostrar os dentes.

—Além de vilão de quinta, Valentine De La Vega banca o filosofo em tempos vagos? –Pergunto sarcástica e percebo que Valentine fica furioso.

—Acho que você deveria parar de ser tão abusada. –Ele diz entre dentes.

—Sua opinião é mais desnecessária que a sua existência. –Digo revirando os olhos.

Valentine não me dava medo, me dava pena.

—Pelo menos eu não irei acabar igual Dean, morto. –Ele diz com um sorriso nos lábios.

—Impressionante que toda vez que eu olho pra tua cara eu sinto mais nojo. –Digo chegando mais perto do mesmo.

—Saiba que isso é recíproco. –Ele diz sério.

—Eu ainda te mato Valentine, e será da pior forma que você imaginar. –Respondo e ele ri pelo nariz.

—Sua mãe dizia a mesma coisa. –Ele falou com um sorriso divertido nos lábios.

—E seu filho dizia que me amava e te odiava, se lembra disso? –Pergunto e ele tranca seu maxilar. –Quer tocar em feridas, Valentine? Vamos lá, saiba que eu sou ótima nisso.

—Nossa conversa já acabou. –Ele diz irritado e alguns caras vem até nós.

—Foi bom te ver também, vilão de quinta. –Eu digo e vejo seus olhos ficarem vermelhos.

Ri pelo nariz e todos sumiram rapidamente.

Caminho até o muro da escola e pulo novamente.

Vejo as horas e ainda faltavam um tempo com aquele professor.

Caminho até os corredores e vejo Ethan de longe.

Vou rapidamente até o mesmo e o abraço por trás.

—Você não tinha que estar na aula? –Ele pergunta assim que se vira.

—O professor mandou eu me retirar. –Respondo e ele ri fraco.

—Você sempre é expulsa das aulas. –Ele diz e eu ri. –Tenho aula de educação física agora.

—Ficarei lá de olho em você. –Digo e ele assente rindo.

Ethan me da um beijo na testa e vai para o vestiário.

Sigo para as arquibancadas e me sento, pego meu celular e retiro a folha do bolso.

Esteves

Viegas

Lacerda

Montenegro

Gomez

Lewis

Espinosa

Gilinsky

Johnson

Whitesides

E essa era alguns nomes da lista.

Creio que está faltando, na primeira lista havia quinze nomes, Briana pesquisou mais fundo sobre as famílias e elas tinham coisas bastante valiosas.

Peguei meu celular e desbloqueei o mesmo.

Mandei mensagem para Briana, que já devia estar acordada.

‘’Pesquise sobre essas seguintes famílias: Esteves, Viegas, Lacerda, Montenegro, Gomez, Lewis, Espinosa, Gilinsky, Johnson e Whitesides’’.

Respirei fundo e vi outra mensagem.

‘’Venha para a biblioteca. ‘’ - Número desconhecido.

Levantei-me e desci das arquibancadas.

—Não vai mais ficar de olho em mim? –Ethan pergunta chegando perto.

—Eu já volto. –Aviso e ele assente.

Fui o mais rápido que eu pude o andar de baixo não havia ninguém, subi as enormes escadas e fui para o segundo andar.

—Chamou? –Perguntei indo até Nash.

—Preciso que me fale quem está na lista. –Nash diz.

—Pra que quer? –Pergunto me sentando em sua frente.

—Talvez seja para deixar meus amigos cientes e ninguém morrer?! –Ele disse como se fosse obvio.

—Posso te mostrar uma lista que está comigo agora e uma foto de outra. –Digo desbloqueando meu celular.

—Onde pegou essa lista que está com você? –Nash pergunta e eu o encaro.

—Com Valentine. –Respondo sorrindo.

—Até parece. –Ele diz revirando os olhos.

—Por que você acha que eu pulei o muro? Pra ver namoradinho? –Pergunto irônica.

—Então você encontrou com ele e não o matou? –Perguntou.

—É. –Afirmo. –Quero matar Valentine de outro jeito, ele quer jogar, então eu vou entrar no jogo. E não serei eu que irei sair como perdedora.

Entrego a folha para o mesmo e mostro a foto.

Seus olhos estavam arregalados.

Ele devolveu o celular e o papel.

—São muitas pessoas. –Ele diz me olhando nos olhos.

—Tem uma possibilidade de ter muito mais. –Digo dando de ombros.

—KATHERINE! –Ouço o grito de Matthew.

Desço correndo e o vejo na biblioteca.

—O que foi? –Pergunto preocupada.

—É sobre Katie. –Ele diz com a respiração ofegante.

—O que aconteceu? –Pergunto aflita.

—Tem algo que sua família e ela precisam saber. –Ele diz e se senta.

—A próxima vez que você fizer esse drama todo, só pra falar coisas desse tipo, sem ter acontecido nada, eu mato você. –Digo brava e ouça uma risada fraca de Nash.

—Mas isso é importante e doloroso para ela. –Matthew diz.

—Então para de enrolar e fala! –Nash diz se sentando ao meu lado.

—Quantos anos Katie tem? –Matthew pergunta.

—Quatorze. –Respondo.

—Quando ela faz quinze? –Matthew pergunta.

—Daqui umas semanas. –Respondo.

—Katie tem algumas semanas para se preparar. Quando uma menina Banshee completa quinze anos, além de ela sentir que alguém irá morrer e conseguir encontrar o corpo, ela será como uma passagem para eles. Cada pessoa morta passa por ela, Katie sentira cada alma por ela mesma, todos irão atravessa-las. Se muitos corpos a atravessarem, ela pode ficar desacordada durante horas, se for muito doloroso ela desmaiar por não aguentar a dor, pode ficar até mesmo dias desacordada. –Matthew diz.

Não posso acreditar no que acabei de ouvir.

—E como você sabe? –Pergunto.

—Minha mãe tinha me perguntado quantos anos Katie tinha, ela não havia perguntado na noite que passamos juntos, e havia se esquecido desse detalhe. –Ele diz e se levanta. –Conversa com ela. Preciso ir.

Ele diz por fim e sai correndo da biblioteca.

—Sabia que seu irmão está conversando com meu irmão? –Pergunto e ele assente rindo.

—Ele está começando a gostar dela, conheço meu irmão. –Nash diz.

—Pena do Kyle, nossa garotinha está crescendo. –Digo e Nash ri. –Você concorda com seu pai?

—O que? –Ele pergunta.

—Não se faça desentendido, Grier. –Digo olhando seus olhos perfeitamente azuis.

—Eu não sei... É uma situação complicada. –Nash começa a dizer. –Eu não sei a versão de Klaus, não sei a versão de Valentine, só sei a versão do meu pai.

—Mas... Você tem algo contra minha família igual seu pai? –Pergunto sincera.

—Só contra você. –Ele diz e eu arqueio minha sobrancelha.

Nash ri da minha cara.

—Estou brincando. –Ele diz.

—Sério? Estava prestes a dizer que isso é recíproco poxa. –Digo e ele ri.

O sinal bateu e eu bufei. Levantamo-nos e fomos andando em direção aos corredores.

—Até. –Nash diz e sai.

Desbloqueio meu celular e caminho em direção ao meu armário.

‘’Como soube dessas famílias?’’ - Briana.

—Opa... –Uma voz masculina fala, assim que nossos corpos se chocaram. –Perdão.

—Eu que tenho que pedir desculpas, estava no celular e nem vi você. –Digo encarando o garoto, com os cabelos negros e olhos azuis chamativos.

—Eu não estava no celular, então... Eu que tenho que pedir desculpa. –Ele diz me arrancando uma risada fraca. –Sou Jay.

—Katherine. –Respondo com um meio sorriso.

—Eu sei. –Ele diz sorrindo sem mostrar os dentes e eu franzi o cenho. –Katherine Herrera, a garota mistério. Você é muito falada por essa escola.

Reviro meus olhos.

—Esse povo não tem o que fazer. –Resmungo e o garoto ri.

—Achei que você fosse antipática. –O garoto diz fazendo uma careta.

—Só com algumas pessoas. –Digo e dou ombros.

—Você parece ser uma pessoa legal. –A garoto diz sorrindo fraco.

—Você também, Jay. –Digo.

—Pode parecer estranho, mas... Pode me passar seu número? –Ele pergunta coçando a nuca.

Sorri com seu jeitinho tímido.

—Claro. –Respondo sorrindo e ele me entrega seu celular, para que eu anote. –Não precisa ficar tímido.

O garoto cora e eu ri fraco.

—Pode me ligar ou mandar mensagem. –Digo e pisco para o garoto, me virando e indo até meu armário.

Olho para trás e o garoto me olhava sorrindo.

—Eu já volto. –Ethan apareceu do meu lado, na tentativa de me imitar.

—Eu não falo assim. –Digo rindo e guardo a lista ali.

—Onde estava? –Ele pergunta.

—Na biblioteca. –Respondo fechando meu armário.

—Fazendo? –Ele pergunta me acompanhando até o refeitório.

Ignoro e pego um suco e um sanduiche. Vamos até a mesa onde estava Katie, Grayson, Natalie e Sarah e nos sentamos.

—Preparada para rever seus familiares? –Grayson pergunta num tom de deboche.

—Ô. –Respondo irônica e todos riram.

—Você parece ser uma menina tão apegada á família, Katherine. –Grayson diz.

—Família pra mim é Pai, mãe e irmãos, o resto é parente. –Brinco.

Sarah e Natalie me olham como se estivessem ofendidas.

—Que foi parentes? –Pergunto e todos caiem na gargalhada.

—Dean estaria orgulhoso de você. –Ethan diz colocando uma mexa do meu cabelo atrás da orelha.

Senti uma pontada no meu coração, assim que o nome dele foi pronunciado.

Perder alguém que você ama não é nada fácil.

—Ethan! Não deveria ter tocado no nome dele. –Natalie diz.

—Desculpa. –Ethan diz baixo.

—Tudo bem, pessoal. –Digo e começo a comer meu sanduiche.

Eles ficaram conversando e eu apenas fitava a mesa enquanto comia.

Dean fazia bastante falta.

Era ele que me ajudava quando eu me transformava e saia do controle. Era ele que arrancava meus melhores sorrisos. Era ele que me ensinava a lutar. Era ele que me ajudava com meus problemas. Era ele que me distraia. Era ele...

Era.

—Katherine! –Katie estalou seus dedos em frente meus olhos.

Pisquei algumas vezes e a encarei.

—O sinal bateu, vamos. –Ela diz e eu assinto.

Sai rapidamente do refeitório e fui até meu armário, peguei meu material, a lista, meus fones de ouvido e fui para a aula. Sentei-me na ultima cadeira e me escorei na parede.

Coloquei meus fones e dei play em uma música.

A sala rapidamente encheu e o professor chegou. Permaneci escorada na parede e quieta o resto dos tempos.

O sinal tocou e indicou que era hora de ir embora. Agradeci mentalmente e segui para o meu armário. Peguei minhas coisas e fui para o lado de fora da escola, me escorei na parede e logo todos chegaram.

Ouvi uma buzina e era meu pai, entrei no carro com Katie, e o resto foram em suas motos.

—Como foi o dia? –Meu pai pergunta sorridente.

—Normal. –Katie diz fazendo uma careta.

—E o seu, rainha? –Meu pai me pergunta e eu sorri de canto antes de responder.

—Nós precisamos conversar. 


Notas Finais


FELIZ DIAS DAS CRIANÇAS MEUS BEBÊSSSSS
Comentem o que acharaaaam.
Beeeeijow


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