História Love will come through - Capítulo 48


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Categorias Bastian Schweinsteiger
Personagens Bastian Schweinsteiger
Tags Amor, Brigas, Desentendimentos, Romance, Sexo
Exibições 123
Palavras 1.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 48 - Quarenta e oito


Fanfic / Fanfiction Love will come through - Capítulo 48 - Quarenta e oito

Após a conversa com o irmão, Bastian joga-se sobre a própria cama e reflete as palavras de Tobias.

“Também me senti perdido quando descobri sobre o Liam, cara! Mas você tem que ser homem, porra! Eu tenho certeza que ela está muito mais perdida que você. Basti, você a ama?”, as palavras ecoam em sua cabeça. – É claro que a amo, filho da puta! – Bastian exclama no silêncio daquele quarto vazio. “Eu sei que ser pai não estava em seus planos agora, mas cara, aconteceu, não é? Então vocês vão ter que resolver isso juntos.” – Odeio quando você tem razão! – bufa irritado como se falasse com o irmão. Ergue o corpo e senta-se na beirada da cama. Ainda raciocinava o que faria dali em diante. Respira fundo e se levanta. Caminha rapidamente em direção à porta de entrada. Atravessa o corredor e quando hasteia a mão para tocar na porta do apartamento de Nina surpreende-se por esta sendo aberta. Ele engole o ar assustado.

- Que susto... – diz meio ofegante.

- Desculpa. – Nina fala em um tom baixo e meio rouco. Bastian havia percebido o inchaço em seu rosto. Sabia que ela havia chorado bastante. Os olhos e nariz ainda estavam um pouco vermelhos.

- Você sabia que eu iria... – ele é interrompido.

- Não... Eu estava indo até o seu apartamento também. – ela esclarece.

- Ah sim! – Bastian cruza os braços ainda meio sem jeito. – Posso entrar? – indaga.

- Claro. Claro. – Nina afasta-se da porta e abre espaço para ele. Assim que ela fecha a porta ele já começa o discurso.

- Nina, eu vim aqui porque agi mal com você. Eu reagi muito mal à notícia que você me deu. Eu realmente não esperava por isso. Tenho que ser sincero. – ela assente às palavras dele. Também não esperava por aquilo. – Eu acho que... – Bastian pausa a própria fala. – Eu acho que...  – repete-se procurando a coisa certa a dizer. – Eu acho que a gente... nós dois... A gente pode...

- Bastian, eu pensei sobre isso e me decidi de algo. – ela o corta mais uma vez.

- É? Como assim? – Bastian cruza os braços mais uma vez e a encara. Talvez ela soubesse melhor como lidar com a situação. Talvez ela tivesse palavras que resolvessem aquilo.

- Eu não vou ter esta criança. - Nina conta séria. Aparentava segurança em cada palavra. Por dentro, no entanto, queria desabar a qualquer segundo.

- Hein?! – ele parece confuso. – Você... Você... – gagueja... – Vo... Como... O que? – estava chocado.

- É isso o que você ouviu. – ela vira as costas e caminha em direção à cozinha. Por alguns segundos ele permanece parado ali no meio da sala. Tinha a feição de quem tentava absorver a informação que havia recebido. Só depois dá-se por si e a segue.

- Nina, espera aí. – entra no outro cômodo. – Nina, o que você quer dizer com isso? – ela está com a porta da geladeira aberta. Parecia procurar algo.

- O que você entendeu, Bastian. Eu vou fazer um aborto. – Nina tenta mostrar-se firme.

- Você não acha que essa decisão cabe a nós dois? – ele aproxima-se dela mais um pouco.

- Não é você quem está carregando um ser humano dentro do seu corpo. – ela ainda finge procurar algo.

- Eu sei que não. Mas esta criança também é parte de mim! – agora era ele quem sustentava decisão em suas palavras. Nina permanece calada. – Nina, para com isso. Olha pra mim. – ela continuava inerte na mesma posição. – Nina, sai dessa geladeira e olha pra mim. – ele vira o corpo dela em sua direção, assim que a encara compreende o porquê da atitude dissimulada e indiferente dela. As lágrimas escorriam grossas sobre a pele corada de suas bochechas. Os olhos marejados estavam abarrotados delas. – O que foi? – ele a abraça. Nesta hora ela desaba de vez. Solta o choro forte e alto. Apoia-se sobre o peito dele e se entrega. – Nina... – ele acaricia seus cabelos. – Amor... – sente-se também um pouco embargado. – acosta a cabeça sobre a dela e a aperta contra o próprio corpo.                                      

              Longos minutos depois eles finalmente se acalmam. Nina solta-se dele. Os dois se encaram com os semblantes melancólicos. Bastian ainda prende-se a ela colocando as mãos sobre seu rosto e limpando o que restava de pranto sobre as bochechas com os polegares.

- Você realmente quer fazer isso? – ele quebra o silêncio.  Nina respira fundo antes de responder.

- Eu não sei... – sussurra.

- Então por que você disse? – Bastian questiona.

- Basti... Eu... Eu não quero atrapalhar a sua vida. – ela segura as mãos dele ainda sobre seu rosto e as acaricia. – E eu... Eu não... – pausa. – Eu não... – Eu não sei se sou capaz de passar por isso de novo... – confessa. Naquele instante a ficha dele cai. Pra ela era muito mais difícil o que estava acontecendo.

- Você não atrapalhou a minha vida. – ele então começa a buscar uma solução para a situação. – Você não fez isso sozinha. Não acho que isso já seja possível de acordo com a ciência. – tira um sorriso dela e acaba por rir junto do que havia dito. – E, Nina, você não está sozinha. – levanta a face dela para que seus olhos se encontrem. – Eu estou aqui com você. E eu não vou a lugar nenhum. Eu prometo. – beija levemente a testa dela e continua. – Eu sei que a minha primeira reação foi a de um completo idiota. Eu sou assim, amor. Você já deve ter percebido. Mas eu sei voltar e pedir perdão e admitir que estava errado. Eu sou um babaca. Você bem sabe. – tira outra risada dela. – Não precisa debochar assim... – brinca e Nina solta uma gargalhada. Ele a repreende com o olhar.

- Desculpa... –  Nina tenta ficar séria.

- Eu tô brincando, amor... – ele a puxa para si mais uma vez. – Mas eu sou assim mesmo... De primeira eu me desespero, é que eu preciso de um tempo para raciocinar as coisas, sabe? E você... – ele a tira dos braços novamente. – Você parece entender isso. E isso é muito difícil de acontecer. – sorri sem jeito. – Você não acha que isso é um prenúncio? – diz com um sorriso aberto agora.

- Prenúncio? – ela ri.

- É. – Bastian afirma com a cabeça.

- De que, amor? – Nina pergunta em tom de deboche.

- De que isso – ele aponta para si e depois para ela. – tem tudo para dar certo. – mais uma vez ela solta uma gargalhada.

- Você acha? – indaga.

- Com certeza. – Bastian responde de imediato.

- Eu te amo, Bastian. – Nina diz e ele reciproca.

- Nós vamos ter este bebê e ser felizes juntos. – ele continua. – E isso é uma afirmação. – segura as mãos dela. – Ponto final.  



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