História Love Wins, Always. - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Adolescente, Colegial, Comedia, Drama, Escolar, Love Wins, Original, Romance, Suspense
Exibições 28
Palavras 1.210
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, FemmeSlash, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oii Genteeee...
Só lembrando que ainda é POV Charlie, viu?
Espero que vcs gostem.

Capítulo 4 - Four


Fanfic / Fanfiction Love Wins, Always. - Capítulo 4 - Four

Domingo

Minha mãe sempre escolhe lugares distantes um do outro para nos mudarmos, mas dessa vez, ela está de parabéns. Nosso motorista dirigiu a noite inteira e só chegamos à nossa nova casa pela manhã.

O caminhão havia quebrado no caminho e chegou uma hora depois fazendo um barulho ensurdecedor. A essa altura eu já havia inspecionado a casa inteira.

- Bom Dakota, apesar de não ter o tamanho e a beleza da nossa antiga casa, está tudo ok. Só tem um problema. O quintal vizinho e o nosso são juntos. Eu quero uma cerca entre os dois. Não quero ter que conviver com estranhos passeando no meu quintal, você sabe o quanto eu prezo a minha vida privada. Então amanhã ligue para um carpinteiro logo cedo, ok? - Ela não respondeu, mas sabia que tinha ouvido e iria fazer o que eu mandei, afinal, ela sempre faz. – E VOCÊ PODE FAZER O FAVOR DE IR DESLIGAR AQUELA PORRA DE CAMINHÃO QUE AQUELE FILHO DA PUTA DEIXOU LIGADO QUANDO SAIU COM O OUTRO RETARDADO? –Gritei já irritado com o escândalo que o caminhão estava fazendo.

Nos segundo seguintes ela saiu da casa e eu subi para o meu quarto. Sentei no único móvel que tinha ali, uma poltrona de couro que foi também a única coisa que o motorista e o ajudante conseguiram trazer já que o ajudante, quando a colocou no chão, cortou a mão e teve que ir ao hospital.

Eu não tenho crenças ou algo do tipo, mas, está tudo conspirando contra essa mudança, é como se fosse um mau presságio. Mas como eu já disse, eu não acredito nessas coisas.

Depois de algum tempo ouvi vozes vindas do jardim, minha mãe já fez amigos novos, me levantei pra ver de quem se tratava. Abri a persiana e paralisei. Uma sensação estranha tomou conta de mim. Tinha uma garota lá em baixo. Uma garota que me deixou completamente hipnotizado, eu não conseguia tirar os olhos dela. Fiquei algum tempo a observando então eu me lembrei da minha mãe. Ela vai falar o que não deve.

- Frederich! Venha aqui! Agora! – Gritei sem conseguir desviar o olhar. Eu já estava atordoado.

- Que foi? – Ele foi chegando devagar. Estava brincando com um carrinho.

- Vá agora lá embaixo, fique ouvindo a conversa da mamãe e invente alguma desculpa pra trazê-la pra dentro se ela for falar alguma coisa sobre mim. – Falei rápido.

- A mamãe não gosta que eu ouça as conversas dela – disse ele hesitante.

- Frederich, você sabe o que eu posso fazer se você não fizer o que eu estou mandando, não sabe? – Disse ainda olhando pra garota. – Você vai ou não vai?

- Vou seu chato! – ele disse e desceu rápido. Não adianta o que eu dissesse para Frederich ele não se amedrontava ou tinha raiva de mim. Acho que ele ainda era muito inocente para isso. E isso o tornava meu fiel escudeiro.

Continuei observando e não demorou muito pra Frederich entrar em ação e trazer Dakota e a boca enorme dela pra dentro. A garota então começou a ir embora quando a mulher, que eu presumo ser sua mãe, encontrou um celular sobre uma das caixas. A mulher entregou o celular para a garota e pegou a guia do cachorro que somente agora percebi que estava ali. A garota caminhou em direção a porta e antes de passar pela cerca do jardim diminuiu o passo e observou a fachada da minha casa. Parou os olhos na minha janela onde eu estava parado a observando totalmente sem forças para desviar o olhar. Ela continuou caminhando e me fuzilando com olhar ao mesmo tempo, com certeza me achando louco. Será que Frederich não cumpriu sua missão? Nesse momento ela saiu do meu campo de visão e eu senti a pior sensação de todas. Um vazio e solidão terríveis. O que está acontecendo comigo e quem é essa garota? Que poder é esse que ela tem sobre mim sem eu nem ao menos conhecer ou ter a visto antes? Ouvi a porta fechando e vi a garota caminhando em direção à sua casa. Assim que a vi, senti novamente o aquela sensação acompanhada pelo desejo desesperador de ter e de sentir ela.

Ela deu alguns passos e olhou na minha direção. É, ela com certeza tinha percebido que eu estava a observando.

Mais alguns passos depois ela olhou de novo. Faz alguma coisa Charlie.

Entrou na varanda dela e olhou novamente. ACORDA CHARLIE, SE MECHA PORRA!!!

Caminhou até a porta e antes de fechá-la me olhou de novo.

- Puta que pariu! – Eu disse quando estava livre e com aquela sensação triste de novo.

- Olha a boca Charlie! – Frederich apareceu de repente.

- Frederich, a mamãe disse algo sobre mim?

- Não, quando ela ia abrir a boca eu a trouxe pra dentro, como você disse. – Disse ele sorrindo.

- Você tem certeza?

- Absoluta Charlyyyyyy! - Ele disse rindo e ainda brincando com o carrinho.

- Ok soldado. Você está liberado. - Sorri para ele.

- Sim senhoooor!!! - E saiu correndo porta afora, feliz da vida.

Então, o problema é menor do que o que eu imaginei. Minha mãe não disse nada. Foi só o fato de eu ter ficado parado feito um idiota na janela que deixou aquela garota me olhando daquele jeito. Menos mal, eu acho.

O resto do dia não foi fácil. Eu não conseguia sair daquela maldita janela, levantei as persianas, sentei olhando na direção da casa dela e ficava torcendo pra ela sair de casa pra que eu pudesse vê-la e tirar aquele vazio de mim.

Já era muito tarde quando eu ouvi um barulho na janela lateral do meu quarto. Não abri as persianas, olhei apenas por uma pequena brecha. Era ela. A janela do quarto dela era em frente à minha a uns dois metros de distância. Ela se deitou em sua cama e simplesmente dormiu com a janela aberta.

Fala sério, como eu vou dormir assim? Como eu posso dormir com ela ali deitada e tão vulnerável com a porra da janela aberta? Como eu vou morar aqui assim? E desde quando eu sinto esse desejo por alguma garota? É como se nada mais importasse, só esse desejo que eu tenho que satisfazer o mais rápido possível. Foda-se a Sophie, foda-se tudo. Eu tenho que ter essa garota. Ela é o meu alvo. Eu tenho que ter ela.

Eu já nem sabia que horas eram quando minha mãe entrou no quarto

- Charlie, o que faz acordado a essa hora?

- Desde quando eu tenho horário pra dormir Dakota?

- Eu só pensei que não estivesse se sentindo bem Charlie. Mas tudo bem, não vou mais te incomodar.

- Obrigado.

Ela já estava saindo quando a chamei

- Dakota!

- Sim?

- Esqueça a cerca do quintal.

- Como assim Charlie?

- Você não precisa mais chamar o carpinteiro pra fazer a cerca. A casa está ótima, então, esqueça ok?

- Ok… - Ela ficou meio desconfiada mas concordou.

Ótimo. Acho que afinal, eu quero ter vizinhos passeando pelo meu quintal ou melhor dizendo, a vizinha. Porque, na verdade, eu tenho planos pra ela. E eu mal posso esperar para colocar ele em ação.


Notas Finais


E aí gente???
Gostaram???
Comentem por favor.

Até logo.
Love Wins,
Always.


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