História Love Wins, Always. - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Adolescente, Colegial, Comedia, Drama, Escolar, Love Wins, Original, Romance, Suspense
Exibições 17
Palavras 2.855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, FemmeSlash, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi Gente,
ADOREI os comentários do ultimo capítulo
É realmente ótimo que vocês estejam gostando da minha história

Espero que gostem desse capítulo :D

Capítulo 6 - Six


Fanfic / Fanfiction Love Wins, Always. - Capítulo 6 - Six

POV Charlie

Segunda- feira

Ok, ok, eu confesso. Passei a noite inteira olhando pra garota que eu nem conheço ainda. Eu não pude evitar, é mais forte que eu. Durante a noite eu abri a janela lateral do meu quarto, puxei minha poltrona pra perto e fiquei a observando. É incrível sentir a paz que ela me dá.

Eram 7hs quando o despertador dela tocou e ela simplesmente esticou a mão e o tacou na parede, o despertador não parou de tocar então ela se levantou e veio em direção à janela. Eu me virei desesperado pra tentar me esconder quando senti algo batendo na parte de trás da minha cabeça.

- Ai! –Levei minha mão à cabeça. Mas que diabos foi isso? Olhei para o chão a procura do que havia me acertado e fiquei um tanto surpreso quando identifiquei do que se tratava. Era o despertador.

Me virei e lá estava ela. Me olhando.

- Oi – Eu disse meio sem jeito. É bem mais fácil quando tem uma persiana entre nós.

- O-oi – Ela gaguejou. Isso é um bom sinal?

- Tudo bem?

A partir daí foi uma droga. Eu reparei no que ela estava usando. Era uma camisola de renda muito fina que transparecia seus seios maravilhosos já que ela não estava usando sutiã. Seu cabelo castanho claro estava uma bagunça. Ela estava perigosamente sexy. Felizmente a janela cobria da cintura pra baixo. Felizmente porque, na situação que eu estou no momento, eu teria um orgasmo se eu visse mais um centímetro quer que fosse do corpo dela.

Eu senti meu rosto esquentar e uma sensação que eu nunca havia sentido antes. Eu fiquei incapacitado de falar uma palavra sequer. Ela notou o meu olhar.

Por favor, não perceba que eu estou excitado.

POR FAVOR, não perceba que eu estou excitado.

POR FAVOR, NÃO PERCEBA QUE EU ESTOU EXCITADO!!!

- Eu... É... – Ela saiu da janela.

Eu soltei um risinho nervoso agradecendo mentalmente por ela ter saído dali antes que eu tivesse um ataque.

Me sentei na minha poltrona.

- Calma Charlie... – Disse tentando me acalmar.

De repente, me lembrei do meu rosto esquentando e corri para o banheiro.

- Impossível! – Disse quando vi o meu reflexo no espelho.

Meu rosto estava completamente vermelho. Como assim? Eu estou envergonhado? Eu não sinto vergonha. Eu não fico excitado desse jeito. E que sensação era aquela? Afinal, o que essa garota está fazendo comigo?

Resolvi tomar banho pra me acalmar. Quando terminei fui até a minha janela da frente, bem a tempo de vê-la indo para o colégio praticamente correndo. Ela, de repente, se virou para minha janela e como eu estava preso nela novamente não tive forças pra tentar disfarçar que eu estava a observando. Quando me viu ela virou rápido e continuou seu caminho, provavelmente pensando que eu sou louco. Eu a observei até ela virar a esquina.

Quando estava livre da influencia dela sobre mim, comecei a pensar em uma maneira de falar com ela ainda hoje, porque do contrário, eu enlouqueceria. Foi aí que eu tive uma idéia.

- Frederich? – Desci as escadas como uma garotinha que acabou de ganhar a melhor boneca de todas. É humilhante eu ter ficado estupidamente feliz por ter trocado meia dúzia de palavras com uma garota que nem conheço.

- Está na hora do desenho Charlie, nem pense em mudar de canal!

- Eu não vou mudar de canal, só preciso da sua ajuda.

- Pra que? – Disse ele muito pouco interessado em mim e muitíssimo interessado no desenho.

- Vamos fazer o seguinte: você presta atenção em mim e me ajuda e eu faço seu bolo favorito.

Ele finalmente se virou pra mim. É incrível como um bolo de chocolate faz uma criança mudar de idéia rapidinho.

- O que você quer? – Ele estava desconfiado.

- Quero que me ajude com a garota da casa ao lado.

- Não Charlie! Isso não! – Os olhos dele estavam arregalados – Eu não quero te ajudar com isso!

Eu tinha um problema. Frederich sabe o que eu faço e ele é puro demais pra me ajudar com esse tipo de coisa.

Mas com essa garota é diferente. Eu jamais faria com ela o que eu fiz com as outras. Eu não conseguiria. Frederich não sabe disso, ou seja, eu preciso me abrir com ele pra ter sua ajuda. Droga.

- Não Frederich... Com ela é... Diferente... – Eu disse com dificuldade.

- Diferente como? – Ele se acalmou de repente.

- Eu não sei Frederich. Eu já te pedi ajuda alguma vez? Ela faz isso comigo. Eu estou sentindo coisas estranhas, ela me faz parecer um tolo. E quando eu não estou olhando pra ela eu sinto uma tristeza inexplicável. Eu passei a noite inteira pensando nela e a observado.Tudo fica tão pacífico quando eu estou olhando pra ela. E eu acho que a melhor coisa que eu já senti na minha vida foi um despertador batendo na minha cabeça. E eu quase gozei só de olhar pra ela essa manhã. E eu nem sei por que eu estou falando isso pra você, mas que droga, isso é tão constrangedor! – Eu disse tudo tão rápido quanto uma metralhadora e me joguei no sofá me sentindo derrotado quando terminei.

- Meu Deus! Você está bem? – Frederich se espantou quando viu meu estado deplorável.

- Eu pareço bem Frederich? – Disse ríspido – Eu estou prestes a ter um surto e você me pergunta se eu estou bem? É sério isso?

- Eu te ajudo. - Ele sorriu.

- Sério?

- Eu nunca te vi assim Charlie. Essa garota pode ser a sua cura. – Agora ele estava sério.

- Eu não estou doente Frederich! – Eu fui rude porque não gostei do comentário desnecessário.

- Você sabe que está. – Ele foi para a cozinha depois disso.

Resolvi não discutir porque eu realmente precisava dele. Fui logo pra cozinha fazer o bolo que eu prometi. Eu queria terminar essa parte logo já que tinha que planejar e repassar meu plano com o Frederich antes da garota chegar da escola.

Bolo terminado, plano passado e repassado, agora era só esperá-la.

- Meu Deus, como eu estou nervoso! – Soltei sem pensar.

- Meu Deus, você parece uma garota! – Frederich tirava onda da minha cara.

- Você pegou o Hunter?

- Sim Charlie...

- Frederich, você se lembra do plano, não é? Primeiro você...

- Charlie! Nós já passamos esse plano umas 300 vezes! Se acalma! Meu Deus, essa garota tá acabando com você! – Ele me interrompeu.

Sabe, eu acho que eu estraguei um pouco o Frederich. Com toda a minha bagunça e as mudanças repentinas de cidade por minha causa, ele teve que crescer rápido demais. Teve que aprender a lidar com o irmão louco que tem. Nunca me importei com isso. Mas, agora, eu comecei a me importar. Por quê? Simplesmente não sei.

- Você não faz idéia de como Fred.

- Fred? FRED?! Desde quando você m...

- HUNTER! A MAMÃE CHEGOOOOU!!! – Era a garota.

- Ela é louca Charlie... – Fred disse espantado com o grito.

- Ai meu coração. Ela chegou! – Eu dei um pulo do sofá. – Vamos! – Fui para a porta dos fundos.

- Peraí, só mais uma coisa. Por que eu tenho que usar colã mesmo? – Disse ele apontando pra roupa de príncipe que ele estava usando.

- Vamos!!!

- Ok, ok! – Sussurrou – SOCOOOOOORRO!!! –Berrou quando chegou ao quintal.

- Frederich??? – Eu estava espantado.

Eu não tinha planejado isso. O Frederich não está seguindo o script.

O meu plano consistia em o Frederich chamar ela e pedir pra ela brincar com agente. Com a carinha inocente dele ela jamais recusaria Ela seria a princesa e nós passaríamos o resto da tarde brincando com o Charlie por que ele ficaria chateado se fosse diferente e eu já tinha feito inúmeras cantadas sobre ela ser uma princesa e tal e agora foi tudo pelo cano.

A garota saiu correndo pela porta de sua casa e pela sua cara ela estava assustada. Mas que diabos o Frederich está fazendo?

- SOCOOOORRO! O Hunter o cachorro mais destemido de todos quer tomar a bolinha das minhas mãos!!! – Ele olhou pra mim e deu uma piscadela.

Ai meu Deus! O que eu faço?

- Não tema meu caro irmão eu vou ter defender! – Eu disse entrando no jogo dele - Eu sei qual é o ponto fraco dele. – Tive uma idéia repentina - COSQUINHAAAAAAS!!!

Então eu me joguei no chão e comecei a fazer cócegas no cachorro e o Frederich me acompanhou. Será que ficou bom?

- Oi! – Charlie correu em direção à garota e deu um abraço nela.

Nesse momento eu perdi totalmente o controle da situação. Hunter me jogou no chão e começou um ataque de lambidas. Mas será que nem o cachorro prestou atenção na droga do plano? Comecei a gargalhar pra disfarçar o meu total pânico.

Quando enfim consegui me levantar, fui falar com ela. Eu não sabia o que dizer. Tudo o que eu tinha planejado minuciosamente falar pra ela tinha ido por água abaixo. Eu estava nervoso como nunca na minha vida estive antes, eu não conseguia parar de rir na tentativa inútil de esconder isso.

- Oi – Acho que dizer oi é uma boa maneira de começar uma conversa.

- Oi – Ela disse meio séria. Será que ela não gosta de mim? Será que ela acha que eu sou louco?

- Eu sou o Charlie. Não conseguimos nos apresentar pela manhã – Isso Charlie!!! Continua nessa força que tu consegue!!!

- Sim, é... Me desculpe por ter saído correndo – ela disse ainda sem sorrir.

- Tudo bem, eu também ficaria acanhado se estivesse vestindo uma camisola daquelas... – Soltei sem pensar. Senti meu rosto esquentar. Sério Charlie? Vai ficar excitado só de pensar na manhã de hoje?

- Eu não estava preparada pra receber alguém na minha janela pela manhã. – Ela parecia chateada e estava uma pouco vermelha. Também, com o meu comentário completamente desnecessário eu não esperava reação diferente.

- Eu também não estava preparado pra levar isso na cabeça pela manhã. – Tirei o despertador do meu bolso e entreguei a ela.

- Desculpa por isso, eu... Bem, não acordo de muito bom humor nas segundas-feiras ou em qualquer outro dia – Ela riu – Eu aconselharia você a tirar sua cama de perto da janela.

“Minha cama não fica na janela, eu estava observando você a noite inteira” – Pensei.

- Não se preocupe, acho que eu sobrevivo. – Sorri para ela e ela retribuiu o sorriso.

Então eu me perdi nela. Uma brisa calma balançava um pouco seu cabelo castanho claro, o sol iluminava seu rosto e deixava os olhos dela em um tom mel maravilhoso. A boca fina e as bochechas coradas eram um convite irresistível pra um beijo, que acreditem, eu  estou lutando com todas as minhas forças pra não dar nela. Ela estava entre um sonho e a cena de um filme e eu não conseguia mais resistir.

Então senti Frederich me cutucando me tirando do transe. A garota continuava me olhando e eu precisava fazer alguma coisa.

- Você ainda não me disse o seu nome. – Falei desviando o olhar.

- Ah claro... – Ela disse – É Olívia.

- Você tem um belo nome Olívia – Disse sem pensar muito – Eu e Frederich vamos comer agora, vem. – Convidei porque não tinha mais o que dizer e não queria que ela fosse embora.

- Não precisa, eu não quero incomodar...

- Vamos Olívia... Vem logo – PELO AMOR DE DEUS OLÍVIA, NÃO FAZ ISSO COMIGO! ACEITA A DROGA DO BOLO! EU TO ENLOUQUECENDO AQUI!

- Ok. – OBRIGADO!

A guiei até a mesa de quintal e nos servi o bolo que eu fiz pro Frederich que, devo mencionar, estava putasso por eu ter pegado o bolo dele.

- Esse bolo está ótimo. – Ela disse sorrindo. Ainda bem que ela gostou.

- O Chefe agradece – Eu disse fazendo uma reverência de agradecimento.

- Foi você quem fez? – Ela disse e parecia surpresa.

- Sim, por que o espanto? – Eu disse um pouco preocupado.

- É que eu mal faço um sanduíche...

- Eu gosto de sanduíches. – Pensei alto. Mas que droga, essa menina me tirou completamente o controle.

- Ótimo, assim eu vou ter como pagar esse bolo maravilhoso, não vai ser nada parecido, mas acho que se você comer uns quatro compensa – Ela riu, e acho que percebeu o meu desepero – Agora eu tenho que ir, tenho muita lição de casa, é meu último ano e os professores não estão pegando leve. – Ela disse se levantando.

Eu queria dizer “NÃO PELO AMOR DE DEUS FICA COMIGO PRA SEMPRE!!!” mas não podia.

- Quando vamos conversar de novo Olívia? – Disse me levantando. Desesperado com o fato de que ela tinha que ir.

- Quando eu tacar o despertador na sua cabeça de novo. – Ela riu.

- Ok, então, amanhã as sete em ponto. – Eu disse, outra vez sem conseguir me parar. Mas que droga Charlie, se controla.

- Claro... – Ela disse sorrindo.

- Eu estou falando sério Olívia. Me acorde assim todos os dias. – Meu Deus, Charlie, SE CONTROLA!

- Ok Charlie, até amanhã. – Ela continuava sorrindo.

- Se você quiser levar o Hunter, tudo bem ok? O Frederich está meio encantado com ele, por que nós nunca tivemos um cachorro, mas já ele se acostuma ok? – Ok, isso foi bom. Sem desespero, você está conseguindo voltar ao controle.

- Tudo bem, eu deixo a porta aberta. Sua mãe falou sobre a cerca e está tudo bem se você quiser colocá-la ok? – Droga, ela sabe da cerca. O que eu faço?

- Ah! A cerca. Sobre isso se você não se importar. Eu vou deixar pra lá. O Frederich gostou muito do Hunter e... Bem... Eu gostei da sua companhia Olívia. – Eu estava desesperado de novo. Ah! Foda-se vou falar tudo logo e ver no que dá.

- Ah... Que bom Charlie... Eu também fico feliz de ter... Alguém pra conversar durante o dia... Eu vou entrar... Se quiser alguma coisa é só... Você sabe... Chamar. – Ela gaguejou sem graça - Tchau. – Ótimo espantei ela.

- Tchau. – Consegui dizer.

Me virei para Frederich

- O que foi aquilo seu idiota?

- O que foi aquilo? O que foi isso? – Ele apontou pro bolo. – Esse bolo era meu. Eu exijo outro!

- Frederich, você estragou tudo! Nós ensaiamos a cena diversas vezes e eu não consegui fazer nada do que tinha planejado!

- Charlie, aquele plano era vergonhoso. O meu foi muito mais original e o improviso foi perfeito! – Ele disse sorrindo.

- Você é um babaca Frederich. – Entrei na casa.

- E o meu bolo? – Ouvi ele gritar de fora. Mas não ia responder.

Tudo bem que o meu plano era uma droga, mas o que eu podia fazer? Essa garota me impede de pensar ou agir normalmente. Eu não tinha mais controle sobre mim mesmo.

Subi para o meu quarto e me joguei na cama me sentindo um lixo.

Qual o meu problema? O que essa garota tem que eu não consigo reagir diante dela? Como ela consegue me controlar apenas respirando? Eu sempre fui bom em tudo. Sempre fui confiante e me sentia superior a todos, mas perto dela, eu me sinto um medíocre. É como se eu não fosse digno de nem ao menos respirar o mesmo ar que ela. Isso está acabando comigo.

Já era noite quando vi a luz do quarto dela acender. Depois de um tempo ela se deitou na cama e eu pude vê-la. Ela desligou a luz e eu fiquei a observando. Eu tinha que falar com ela novamente e descobrir se o quanto eu tinha pisado na bola.

- Olívia. – Sussurrei – Olívia.

- Oi. – Ela se levantou e veio para a janela. – Que foi?

- Já vai dormir?

- Já, amanhã eu tenho que tacar um despertador em você as sete, lembra? – Ela riu.

- Claro... Como poderia esquecer? – Ele disse rindo – Cadê a camisola? - PUTA QUE PARIU CHARLIE! QUE TIPO DE PERGUNTA É ESSA?

- Acho que nunca mais eu coloco ela – Ela ficou vermelha.

- Mas eu gostei dela... – Eu desisto – Desculpe, eu normalmente não falo esse tipo de coisa, é que eu perco o controle com você. – Se for pra jogar a merda no ventilador então vamos jogar com classe.

Ela continuou me olhando.

- Espera aí – Lembrei que minha cama não ficava na janela.

- O que você está fazendo? – Perguntei.

- Colocando minha cama na janela. – Eu disse.

- Peraí, se sua cama não fica na janela como o despertador acertou em você? – Ok, eu não estava preparado pra responder essa pergunta.

- Bem... É uma longa história... E você tem que dormir, lembra? - Tentei mudar de assunto.

- Eu posso ficar acordada um pouquinho pra ouvir a história. – Ela estava curiosa.

- Boa noite Olívia. – Encerrei o assunto e me deitei na cama.

- Boa noite Charlie.

Essa noite é diferente. É diferente porque eu sei que Olívia está do outro lado da minha janela e eu consigo sentir uma paz inexplicável e uma sensação incrível. Essa noite, pela primeira vez eu posso dizer que eu estou feliz.


Notas Finais


E aí?
Comentem o que acharam, por favor.
Me desculpem se tiver algum errinho de escrita

Até logo.
Love Wins,
Always.


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