História Love Without Law - Capítulo 22


Escrita por: ~ e ~publicenemy

Postado
Categorias Guns N' Roses, Mötley Crüe
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Mick Mars, Nikki Sixx, Slash, Steven Adler, Tommy Lee, Vince Neil
Exibições 36
Palavras 1.741
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


SAUDADES DE VOCÊS! Oi, minhas lindas! Voltamos com mais uma capítulo após uma semana (e bem antes do esperado, diga-se de passagem). Espero que gostem e enjoy! Vejo vocês nas notas finais!

Capítulo 22 - End Of The Tour


Fanfic / Fanfiction Love Without Law - Capítulo 22 - End Of The Tour

POV – Deborah Grey

Nikki estava se arrumando para entrar no show, enquanto eu o observava em silêncio, fumando um cigarro. A nossa troca de olhares explicitava o que pensávamos. A verdade é que queríamos transar a noite inteira. 

– Quando o show acabar, te quero aqui nua sweetheart... – o moreno sussurrou próximo de meu ouvido, fazendo-me estremecer. Sorri maliciosa, e passei os braços em volta de seu pescoço. 

– Você anda insaciável, Nikki! – selo nossos lábios mas, de repente, escutamos batidas na porta, o que interrompe nosso momento. 

– Merda! – ele resmunga. – Quem é?

 – Ora, quem é... Sou eu, Sixx! Está na hora da porcaria do show!

– Vá ver se estou na puta que pariu, Doc! – Nikki abriu a porta de supetão, revelando o empresário com o rosto vermelho de ódio. 

– Exijo o mínimo de respeito, Sixx! – depois ele olhou em minha direção e me fuzilou com o olhar. – Trouxe a namorada para o camarim?!

– Trouxe, e irei trazê-la quantas vezes eu quiser! Está se importando tanto com nossas transas por que quer participar delas? – Nikki desatou a gargalhar, assim que o empresário saiu possesso. – Ele é um pé no saco, Debbie!

– Ele só quer cuidar da banda, Nikki. – também começo a gargalhar. – Porém, está realmente na hora do show, querido!

– Deseje-me sorte!

Sorri, o observando correr pelo corredor do backstage, indo em direção ao palco. 

– Você não precisa de sorte, querido. – murmuro sozinha, e começo a caminhar para a coxia. 

POV  – Tommy Lee

Mais um show completo, e não há nada mais que satisfaça um músico do que no final do show os fãs gritarem seu nome. O amor deles era minha motivação. Pulo da bateria para o palco, – fato que muitos se perguntam como eu faço, mas não sei explicar –, e abraço simultaneamente Nikki e Vince. Nós agradecemos ao público, mandando beijos e corações com as mãos. 

Caminho ao lado do Sixx, que estava com uma cara emburrada. No meu melhor momento enérgico para atormentar alguém, ele sempre era a vítima.

– BRO! – gritei em seu ouvido, e ele me empurrou. – O que se passa nessa cabecinha? Não é a de baixo, se bem que é a com que mais você pensa. 

– Cala a boca, Tom!

– Não fala assim com seu melhor miguxo, Nikkizinho! – adentrei em seu camarim, mesmo tentando ser impedido. Ele revirou os olhos. – Okay, agora é sério, o que anda se passando?

– É o Doc, aquele pé no saco tava enchendo a minha paciência e a paciência da Deborah para que não ficássemos juntos hoje. E me lembro bem que não houve problemas com Heather, Sharise travesti e Emi!

– Ainda bem que Vince não está aqui para ouvir isso! – nós dois começamos a gargalhar. – Mas acho que o problema com Doc é, provavelmente, falta de sexo...

Alguém bate três vezes na porta e Nikki vai atender. O moreno sorri ao se deparar com Deborah. Os dois então começam a simplesmente se beijar como loucos, e a ignorar minha presença. Suspiro fundo, sentindo-me deslocado. 

– GENTE, EU NÃO SOU UMA VELA! – grito, tentando chamar-lhes a atenção. – Tudo bem, então... Vou ali no meu camarim porque vocês estão ocupados.

– Tchau Tommy! – os dois respondem em coro. Sorrio e fecho a porta, logo vazando dali.

POV — Deborah Grey

– Vai devagar, Nikki! — falo ofegante. – Daqui a pouco vai arranjar problemas de novo! 

— Você me deixa louco, sweet... – ele trilhou beijos por todo meu pescoço, enquanto suas mãos alisavam meu corpo com avidez. 

– Comporte-se, querido! – lhe empurrei com delicadeza, fazendo-o parar e me encarar, um pouco emburrado. – Hoje é o último show da primeira parte dessa turnê e podemos muito bem esperarmos um pouco e transarmos em casa... O que você acha? 

– Acho horrível! – resmungou. – Depois de me deixar necessitado... – Nikki apontou para o volume em sua calça. –Você desiste de transar? 

– Não se força uma mulher! – semicerrei os olhos e ele suspirou derrotado. 

– Eu sei, amorzinho. Mas... Agora... Vou ter que ficar meio que... Sozinho para me aliviar. 

– Todo o tempo que quiser! – fiz uma careta de nojo, mas, quando estava dando as costas, tive um lampejo um tanto obsceno. – Amor...

– Essa sua carinha não me engana... – Nikki sorriu. 

– Se você quiser... Eu mesma posso te ajudar com isso... – me aproximei de seu corpo e apertei seu membro por cima da calça. Senti-o reagir pelo meu toque. – Você quer?

– Ha há! – ele me puxou pela cintura. – Não seria nem louco de recusar, garota.

E então, tirei seu cinto devagar, enquanto meu coração pulsava acelerado. Seria a primeira vez que faria aquilo para Nikki e, realmente, não estava preparada. Arriei suas calças, que caíram sobre seus pés, depois abaixei sua cueca, e lhe beijei, para tentar disfarçar minhas bochechas coradas.

– Vai logo! – ele segurou minha mão e colocou-a sobre seu membro. Sorri, e comecei passando devagar por toda extensão, indo e voltando, sem desgrudar nossos lábios. Com o tempo, o vai-e-vem se intensificou, e Nikki soltava gemidos discretos, descontando todo o prazer no enlace frenético de nossas línguas. 

– Oh, querido! – senti-o tensionar em minha mão, e parei, ouvindo seus resmungos de reprovação. 

Sorri maliciosa, ajoelhando-me à sua frente, e fui colocando seu membro, pouco a pouco, em minha boca. Nikki arquejou, e puxou meus cabelos com força. Intensifiquei a sucção, pouco me importando com a dor. 

– Deborah... Caralho... – ele soltava suspiros, puxando ainda mais as minhas madeixas loiras. 

De repente a porta se abriu em um supetão, e Doc arregalou os olhos ao nos ver. Em seguida, ele fechou-a, e pudemos ouvir seus passos apressados pelo corredor. Senti o rosto ruborizar, e tirei seu membro de minha boca, fazendo-o resmungar novamente. 

– AI QUE VERGONHA, NIKKI! – levantei-me, desejando fugir dali o mais rápido possível. O moreno revirou os olhos, e resmungou mais e mais coisas, as quais não dei atenção. 

– Ainda não terminou, Debbie! Eu estava quase lá! 

– Ah, claro! – ironizei. – Você gostaria que eu continuasse mesmo depois do McGhee ter nos visto? De jeito nenhum, Nik! Eu não sou nenhuma depravada! 

– Tudo bem! – gritou, recolocando as calças com brutalidade. Me assustei, pois era a primeira vez que eu o via tão irritado comigo. – Vamos logo embora, Deborah! 

Fui puxada pela mão e guiada por Nikki, que caminhava rapidamente, seguindo em direção ao local onde a van estava estacionada. Enquanto não chegávamos, eu rezava todas as preces que conhecia, pedindo para que Doc não se lembrasse mais do que acontecera anteriormente. Óbvio que não seria possível, mas naquele momento preferia me iludir. 

Logo avistei Tommy, assim que avançamos pela parte externa da arena. Ele acenou sorrindo, depois Vince apareceu, e repetiu seu gesto. Ambos entraram na van, e eu suspirei fundo, com o coração acelerado. 

– Merda! – suspirei fundo, enquanto apertava a mão de Nikki com força. – Devo essa vergonha que estou passando a você...

– O quê? – perguntou incrédulo. – Que eu saiba a ideia não foi minha, okay, darling? 

Refleti durante alguns segundos, e percebi que ele tinha razão. Apenas para não perder o argumento, rebati:

– Mas foi você quem me provocou! 

Nikki desatou a gargalhar, balançando a cabeça em negativa. Revirei os olhos e o puxei, com o pouco de coragem que me restava, em direção à van. Entrei, e em seguida, o moreno fez o mesmo. Acomodei-me ao lado de Vince e Nikki ao meu lado, entre mim e Tommy. Mick ficou um pouco afastado, bebendo whisky da garrafa.

Para minha sorte, Doc não olhava para nós, mas, mesmo assim, sentia o rosto ruborizado. 

POV – Tiffany Wilkison

Los Angeles, 25 de abril de 1988

Andava de um lado para o outro, usando um vestido tubinho azul escuro e scarpins pretos. Pisava com tanta força no laminado que, aos poucos, pensei que o afundaria com os saltos finos. Ouvi o toque da campainha e reprimi o grito, este que instalou-se em minha garganta. Engoli em seco e abri a porta do apartamento, deparando-me com Tommy, trazendo uma garrafa de Jack Daniel's em mãos. 

– Boa noite... Eu trouxe whisky... – ele estendeu o Jack, e eu o apanhei, sorrindo sem jeito. 

– Que bom que veio, Tommy. – soltei um suspiro e me sentei no sofá, depois sinalizei para que ele se sentasse ao meu lado.

– Você está gostosa demais, Tiffany! – ele tossiu duas vezes e corrigiu envergonhado: – Bonita demais...

– Ah... Obrigada.

Estava claro que ele não sabia como tratar uma mulher sem parecer um cafajeste. Aquilo me desanimou, mas tentei ao máximo disfarçar, enquanto bebíamos o whisky em silêncio. Após doses e mais doses, minha cabeça já rodava, e a visão começava a ficar turva. Senti o toque de sua mão em minha coxa e estremeci. Tommy se aproximou devagar, e chupou a pele de meu pescoço. 

– Merda... – arquejei, não contendo uma risadinha.

Ele sorriu, deslizando a mão, de minha coxa, para dentro da saia do vestido. Abri a boca para tomar fôlego, e Tommy aproveitou o ensejo para me beijar... O nosso primeiro beijo.

Senti o choque de sua língua na minha, e arrepiei da cabeça aos pés, enquanto avançava sobre seu corpo. Sem cessar o beijo, ajudei-o a tirar minha calcinha, mas, mesmo alterada pelo álcool, fui invadida por um receio, que me fez recuar. 

– Não, Tommy... – levantei-me do sofá, e passei as mãos pelos cabelos desgrenhados. – Não podemos, ok? É nosso primeiro encontro, você tem a Heather e...

– Tiffany! – ele me interrompeu. – Eu sei que o problema não é a Heather, ok? 

Petrifiquei, sem saber de que forma reagir. Tommy realmente pegava as coisas no ar.

– O que quer dizer? – franzi o cenho, me fazendo de desintendida. 

– Essa transa não valerá como qualquer outra, Tiffany! – ele alterou o tom de voz. – Eu estou gostando mesmo de você, garota! Apesar de você ter certeza, eu não te julgo como uma diversão!

Fiquei sem palavras, então ele resolveu prosseguir:

– Sabe... Hoje eu andei pensando... E tirei a conclusão de que você é a mulher que sempre desejei, longe de Heather, longe de qualquer outra...

– Meu Deus... – falei em estado de choque, encarando seu rosto que exibia uma expressão sincera. – Tommy, ainda não acredito que...

– Eu sei! – ele sorriu cinicamente, depois revirou os olhos. – Posso ser um canalha, mas tenho sentimentos, Tiffany. E se eu deixei o orgulho de lado para confessar isso, garanto que não terá uma segunda vez. 

Então eu subi, em um ato impensado, sobre seu corpo, e colei nossos lábios vorazmente. "Foda-se a porra toda!", eu pensei, no momento em que intensificamos o enlace das línguas. Tommy sorria durante o beijo. 

– Esse está sendo o melhor encontro da minha vida... – sussurrei próximo de seu ouvido.


Notas Finais


Agora, novamente, tenho que avisar que ficaremos mais algum tempo sem atualizar porque tá foda. Tenho viagem dia 30, ~publicenemy tem crisma, vou estudar pra caralho... Enfim, lá pra primeira quinzena de dezembro damos as caras (talvez até um pouquinho antes). Beijos, meninas! Muita putaria nesse capítulo, como sempre kakakak.


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