História Love Without Law - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mötley Crüe
Personagens Mick Mars, Nikki Sixx, Tommy Lee, Vince Neil
Exibições 93
Palavras 1.891
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


UHUUUUUUUL, VOLTAMOS APÓS VINTE E TRÊS HORAS! Não, eu não estava contando com isso, sério, mas... Já que conseguimos escrever mais e antes da primeira quinzena de dezembro, bora atualizar, né non?

Boa leitura e ENJOOOOY! ❤️

Capítulo 23 - Margarita


Fanfic / Fanfiction Love Without Law - Capítulo 23 - Margarita

POV – Tiffany Wilkison 

Los Angeles, 25 de abril de 1988 

– DEBORAH GREY, ATENDE ESSA LIGAÇÃO! – gritei para mim mesma, enquanto segurava o telefone na altura da orelha. 

– Alô? – a preguiçosa se pronuncia com uma voz explícita de sono. – Quem é a essa hora da madrugada?

– DEBORAH, JÁ SÃO MEIO DIA E MEIA! 

Ela solta um grito esganiçado, parecendo desperada em relação ao tempo. Mesmo sem vê-la, tive a certeza de que havia se levantado. 

– Espera aí um pouco, Tiffy! Para você me ligar assim tão cedo, é porquê tem algo muito importante para me dizer.

– Eu me encontrei com o Tommy ontem e meio que... Rolou entre nós dois.

– AH, EU SABIA! VOCÊ E TOM SÃO O CASAL PERFEITO! VOCÊ TEM QUE ME CONTAR TUDO PESSOALMENTE! JÁ ESCOLHERAM O NOME DOS SEUS FILHOS? EU QUERO SER A MADRINHA DE TODOS ELES!

– Olha o ataque histérico, amiga! Vou estar te esperando! – desatei a gargalhar da loira, que logo desligou o telefone. 

Conhecendo Deborah, sabia que ela iria chegar em menos de cinco minutos feito um furacão. 

☆☆☆

– CHEGUEI, TIFFY! VAMOS ESCOLHER O SEU VESTIDO DE NOIVA? – Debbie adentra o apartamento saltitante. – MEU DEUS, EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊS  SERIAM O NOVO CASAL DE 1988!

– Ai, você não tem noção de como foi maravilhoso ontem a noite! Tommy é tão cavalheiro, tão gentil e tão amoroso comigo! 

– AH! OLHA ESSES OLHINHOS BRILHANDO! TRANSOU HORRORES, NÉ SAFADA? – tive de rir de sua euforia. Nós duas sentamos no sofá extremamente empolgadas.

– FICA CALMA COM O QUE EU TENHO PARA TE DIZER! É SÉRIO! – dou um riso sem jeito. – Amiga, pelo amor de Deus, mantém isso em segredo!

– Claro! 

– Ai… Vou te falar no ouvido! – me aproximo da loira e sussurro os detalhes sobre "o instrumento do Tommy". A loira se afasta boquiaberta e levanta do sofá, ficando parada a minha frente. 

– Tiffany Wilkison… Tiffany do céu... E você está bem depois de todo aquele troço ter entrado em você?

– DEBORAH! – jogo uma almofada nela. – Poderia ser menos nojenta? Eu agradeço!

– NÃO TENHO CULPA SE O PAU DO QUASE NAMORADO DA MINHA MELHOR AMIGA PARECE O BRAÇO DE UM BEBÊ!

– Porra! – exclamei ainda mais envergonhada, cobrindo o rosto com as duas mãos. – Mas... Para ser sincera... Parece mesmo com o braço de um bebê.

– Nunca mais irei olhar para o Tom com os mesmos olhos... Muito menos para os bebês!

– Ah... Falando em bebês... Nós esquecemos da camisinha... 

– O quê? – Debbie arregalou os olhos. – Ok, eu estou sendo hipócrita... Nunca uso com o Nikki. – ela soltou um riso, fazendo-me rir em seguida, porém fraco.

– Mesmo com a pílula eu tenho medo, sabe? 

– Relaxa, amiga. É comum ter medo no começo, depois você esquece.

– É sério? – ela franziu o cenho. – É sério que você acha que vamos transar mais vezes? 

– Com toda a certeza, Tiffy! Se houve toda essa química entre vocês, claro que vai rolar mais vezes!

POV – Tommy Lee

– Nikki, você não tem ideia de quem eu comi ontem!

– Fala aí! – ele me entregou uma lata de Budweiser.

– A Tiffany, cara! Amiga da Deborah!

– Puta que pariu! – exclamou, logo desatando a gargalhar.– E como foi?

– Ela é gata pra caralho! E sabe bem como... Você sabe.

– Olha cara, Deborah saiu e eu posso falar: Tiffany é realmente gata. – ele tragou o cigarro, enquanto zapeava os canais da televisão. – Isso, caralho! Tá passando Knight Rider!

– Uhul, porra! – eu abri um sorriso. – Nada melhor do que transar e depois assistir Knight Rider!

– Puta que pariu, Thomas Lee, larga de ser esquisito! Já disse que você tá parecendo virgem?

– Primeira vez do dia... – murmuro um pouco emburrado. – Enfim, cara, e o teu relacionamento com a Deborah? Vocês já se comeram no primeiro encontro? 

– Man, eu tô te estranhando.

– Tô sem assunto, caralho. – soltei um suspiro desanimado. – Oh, não... Será que o que eu estou sentindo é... Saudades dela?

– Huh? – Nik me olhou confuso. Revirei os olhos, percebendo que ele havia se entretido mais com a série do que comigo. 

– Eu acho que eu estou com... Saudades da Tiffany.

– AWN, MEU MELHOR AMIGO SE APAIXONOU! – gritou fazendo jeito afeminado. Ele apertou minhas bochechas com força, reprimindo os risos. 

– TÁ ME ESTRANHANDO, PORRA? – lhe empurrei para trás, enquanto Nikki gargalhava. 

– Mano, relaxa, até a pessoa mais filha da puta e sem coração desse mundo se apaixona. 

– Ah, okay! E isso o que você acabou de falar não é nada gay, não é?  

– É gay, eu sei disso, mas é a verdade, Tom. 

Fomos interrompidos pela abertura da porta. Deborah apareceu carregando várias sacolas, e sorriu ao me ver. Ela se aproximou, e nós nos cumprimentamos, depois a loira colou seus lábios nos de Nikki, rapidamente.

– Foi fazer compras, amor? – ele perguntou para a loira, que organizava as sacolas sobre a mesa da sala.

– Sim! Mas antes eu fui encontrar a Tiffy! 

Após dizer estas palavras, Debbie me lançou um olhar suspeito, como se soubesse de algo... E eu sabia que ela realmente sabia, afinal, era a melhor amiga da Tiffany.

– E como ela está? – questiono inseguro. 

– Está ótima, Tommy! Os olhinhos brilhando de felicidade! 

– Ah, então, esse episódio de Knight Rider é reprise... Nossa, tenho que ir!

Levantei-me do sofá, dei um aceno, e saí da casa em passadas rápidas, seguindo em direção à garagem, onde havia estacionado minha Harley. Montei na moto e dei a arrancada. 

Merda de garota que não sai dos meus pensamentos...

POV – Deborah Grey

– Ele está diferente... – eu disse entre risos, sentando-me no colo de Nikki, que enlaçou minha cintura com os braços. – Isso tudo é paixão?

– Deve ser... – o moreno sorriu, descendo uma de suas mãos até minha virilha. Soltei um suspiro arrastado e lhe beijei. – Finalmente a turnê acabou e podemos ficar juntos por mais tempo, darling. 

– E longe do Doc, que insiste em interromper tudo o que fazemos. 

– Não me lembre disso! – cobri o rosto, ouvindo-o gargalhar. – Foi o dia mais vergonhoso da minha vida, Nikki! 

– Você se envergonha demais, doçura! Está vendo? Já está ficando vermelha novamente! Você é a mulher pimentão!

– Só não termino agora com você, por que eu te amo. Hum... Que tal sairmos hoje? 

– E a senhorita quer ir para onde? – ele exibiu seus dentes brancos e alinhados que me hipnotizavam. De imediato, captei suas intenções. 

– Não, meu amor, não estou falando de um motel.

– Ah... – Nikki suspirou com desânimo. 

– Estou falando de um restaurante romântico, ou de um cinema romântico, ou qualquer outro lugar que seja romântico. – sorri, batendo palminhas. Ele exibia um semblante entediado. – Amor, por favor...

– Eu também te amo, sabia? – assenti sem parar, fazendo-o abrir o sorriso e selar nossos lábios. – Vá se arrumar porque hoje passaremos a noite juntos...

– Juntos, não pelados.

– Da forma que quiser! – Nikki soltou um riso baixo.

☆☆☆

– Uau! – o moreno exclamou ao me ver descendo as escadas. Sorri, me aproximando de seu corpo, e nos beijamos com delicadeza. 

Eu usava um bustiê de couro sintético – que realçava o tamanho de meus seios já fartos –, shorts jeans acima das coxas, e scarpins vermelhos. Os cabelos lisos estavam presos em um coque desarrumado, e a maquiagem consistia em batom escarlate e delineado nos olhos. 

– Vamos? – indagou, cedendo-me a passagem. Assenti, e saí da mansão com um sorriso no rosto. 

Seguimos em direção à garagem, adentramos a Ferrari, e partimos até o El Compadre, um restaurante mexicano localizado na Sunset Strip. Após alguns minutos, chegamos, e enquanto caminhávamos de mãos dadas, algumas pessoas olhavam curiosas. 

– Já se acostumou, linda? 

– Com os olhares? – ele concordou. – Sim, amor... A escolha de namorar com um rockeiro famoso foi minha. 

– Ótima escolha, huh? – Nik sorriu e em seguida fiz o mesmo, lhe beijando rapidamente. 

Nos acomodamos na mesa mais afastada e fizemos os pedidos. Enquanto não chegavam, trocávamos poucas palavras, bebendo margarita. 

– Quando chegarmos em casa... – ele se aproximou de meu ouvido, e sussurrou: – Podemos transar? 

– Nikki! – lhe desferi um tapa no braço. – Não, meu amor. Quando chegarmos em casa, vamos assistir um filme. 

– Mas, por quê? – ele fez beiço, parecendo uma criança birrenta. – Tudo bem, tudo bem... Eu me rendo.

Ficamos durante algum tempo em silêncio, apenas trocando olhares românticos. Nikki me envolveu pelos ombros e me puxou para mais perto, fazendo-me sorrir. 

– Já parou para pensar que há quatro meses atrás nós nem imaginávamos que iríamos nos conhecer? – indaguei, virando os últimos goles do coquetel. 

– Tudo foi tão rápido, não é? – Nik soltou um riso escandaloso. – Em menos de quinze dias a "advogada durona" cedeu para o gostosão aqui! 

– Sabia que eu amo esse seu jeito de quebrar o clima romântico das coisas?

– Sou um mestre nas artes de quebrar climas e refazê-los na cama, darling. – ele lançou um olhar insinuante. 

– Só você mesmo! – gargalhei, observando o garçom se aproximar. O homem deixou nossos pedidos sobre a mesa e sorriu, logo se afastando novamente. – Já te disse que amo tacos?

– Duzentas milhões de vezes. 

– Ah... Já pensou quando a Tiffy e o Tommy começarem a namorar? – abri um sorriso animado. – Nós podemos sair todos juntos, Nik! Eu, você, aqueles dois, Mick, Emi e o Vince!

– Sharise não entra? 

– O quê? – arqueei as sobrancelhas, sentindo uma pontada de ciúmes. – Não, ela não entra. Por que? Está com saudades da vagabunda? Ou gosta dela tanto assim a ponto de defender? 

– Ah, Deborah! – ele revirou os olhos. – Não vou discutir com seu ciúmes, okay?

– Como quiser, Sixx. 

Passamos algum tempo em silêncio e, enquanto me deliciava com os tacos e com a guacamole, pensava no quão importante aquela vadia da Sharise deveria ser para o Nikki, afinal, ele realmente havia se importado.

Pedi mais uma margarita e foi a gota d'água para que me alterasse. Por sorte o álcool tinha o poder de fazer-me esquecer dos problemas, e logo estava de amores com Nikki novamente. 

– Ai, que merda! – resmunguei entre risos, passando as mãos pelos seus cabelos escuros. – Não resisto a você, meu amor...

– Santa Margarita! Eu amo sua versão alcoolizada, amor!

– Estragou de novo o clima, honey.

– Mas e o que eu te disse sobre refazer o clima na cama? 

Sorri, enlaçando seu pescoço com meus braços. Lhe dei um selinho desajeitado, sentindo a cabeça rodar algumas vezes.

– Ah Nikki... Não é seu aniversário mas você está de parabéns! 

– Amor... Vamos embora porque você não tá legal! – ele soltou um riso, enquanto ajudava-me a levantar. 

– Quero transar com você até virar do avesso! – tentei beijar seus lábios, mas ele esquivou. – Nikki, você está me recusando?! 

– Deborah, olha o vexame! – sussurrou irritado.

– Você não me quer mais, é isso? – senti os olhos marejarem. – Poxa, eu te amo tanto e não sou corresp...

Nikki revirou os olhos, me pegou no colo, e jogou-me sobre um de seus ombros. Depois o moreno caminhou em direção ao garçom, que arregalou os olhos. 

– Noventa dólares? – indagou, tirando a carteira do bolso da calça. O homem assentiu, perplexo. – Tome cem e fique com o troco! Até breve!

– Onde estamos indo, Nikki?

– Para casa, darling! – nós saímos do restaurante, o moreno parou em frente à Ferrari, e colocou-me no chão com delicadeza. Abri um sorriso grogue e acabei perdendo o equilíbrio, o que me fez cair sentada na calça. – Porra, cuidado!

– Mais delicado impossível! – tento levantar apoiando-me no carro, até que observo uma cena estranha, a qual, provavelmente, Nikki não havia reparado. – Amor... É só efeito do álcool... Ou ali do outro lado é mesmo a Heather com outro cara?


Notas Finais


Opa, é mesmo a Heather traindo o nosso lindo e maravilhoso Tommy Lee? HAHAHAHAHA GENTE EU CHORO DE RIR SÓ DE LEMBRAR DA PARADA DO "BRAÇO DE UM BEBÊ", SOCORRO! 😂😂😂 (pior que é verdade, tá tudo no Google disponível para nossa alegria hahahaha)

Beijos, meninas! Até breve, eu espero!


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