História Love without limits. - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Criminal, Drama, Obsessão, Policial, Possessão
Exibições 77
Palavras 748
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem. Meus lindinhos.
QUERO COMENTÁRIOS! lembrando que os capítulos são movidos a comentários.

Capítulo 6 - Amor a primeira vista.


Fanfic / Fanfiction Love without limits. - Capítulo 6 - Amor a primeira vista.

 

 

A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinónimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho relaciona-se mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós.

Jane Austen.

 

 

Pov Taylor.

Entro no meu enorme escritório, passo pelas secretarias e com pressa entro em minha sala. Sento-me na cadeira atrás da grande mesa de mármore.  E pego a foto da minha garota. Tão bela, tão minha. Ainda lembro com clareza quando vi meu anjo pela primeira vez.

 

Flashback on.

Três anos atrás.

Estou indo para uma escola publica entregar um cheque de 200milhoes de reais, meu pai diz que é bom fazer caridade. Apenas revirei com olhos com isso. Entrego o cheque para uma mulher gorda igual a um elefante, que ficava me agradecendo.

_Muito obrigada, Senhor Styll. –Que velha chata.

Não respondo, apenas saio daquela sala cor de rosa berrante.  Direciono-me ao banheiro masculino, porém quando vou entrar uma garota sai de lá. Ela tinha cabelos castanhos chocolate e olhos castanhos escuros. Nos esbaramos e fico hipnotizado com seu olhar.

_Me desculpa. _Diz ela com um jeito fofo. Ela deveria ter uns 14 anos e era perfeita.

_Tudo bem. –Sorrio torto.

Quando ela passa por mim sinto o cheiro delicioso do seu perfume. Fico olhando ela partir.  Ela olha para trás novamente e sorri.

Flashback off.

Ouço a porta bater e volta à realidade.

_Pode entrar! –Falo arrumando o terno.

Quem abre a porta é minha secretaria, Amanda. Ela era loira e alta, usava sempre um batom vermelho. Ela sorri maliciosa para mim e senta-se em meu colo.

_Saudades chefinho. –Sorri safada, porem a empurro do meu colo a fazendo cair de bunda no chão.  _O que foi?

_Estou noivo, vadia. –Respondo arrumando meu terno.

_Não pode ser. _Exclama incrédula. _Tay, ainda sim podemos brincar.

_Fica de quatro!- Mando e a vadia obedeceu. -Pego uma régua de madeira em cima da mesa, e começo a bater nela. Até a loira implorar entre lagrimas pra eu parar.  A sala era a prova de som, por isso ninguém ia ouvir a vadia gritar.  Quando ela vai se levantar, dou um belo tapa estralado em seu rosto.  Ela cai no chão e chora ainda mais. _Sai daqui.  –Com isso ela some da minha frente.

Relaxo na cadeira e desabotoou-o minha calça, tiro meu amiguinho da cueca e começo a movimenta-lo com movimentos para cima e para baixo. Gemo e chamo o nome de Sofi.

 

 

Pov Sofi.

Estou pensando no Cam. Meu Deus como ele é lindo, sorrio sozinha com isso. Ele me deixa com tanta vergonha e me faz ir às nuvens. Seus olhos são tão misteriosos e  tem aquele tom marcante.  Já são seis horas tenho que me aprontar para a escola. Visto o brega uniforme azul com branco, e calço minhas sapatilhas.  Penteio meus cabelos castanhos, e passo um brilho labial.

_Filha! –Berra minha mãe, como sempre. _Vem aqui!

Desço as escadas emburrada e vou ao seu encontro.  Minha mãe esta na sala com meu pai e ambos parecem esta tramando algo, isso não é bom.

_Quem era o garoto com quem você estava conversando? –Meu pai pergunta com o semblante serio.

_O vizinho, somos amigos. –Explico tentando convence-lo que somos apenas amigos, na verdade somos apenas isso.

_Preste atenção sua garotinha mimada, você esta noiva. –Grita ele me fazendo tremer.

_Noiva contra minha vontade. –Levanto a voz, enfim criei coragem. Meu pai me acerta um tapa que me desequilibra e me faz ir ao chão.

Minha mãe não faz nada, apenas me olha com desprezo.  Saio correndo porta a fora, lagrimas correm pelo meu rosto, e percebi que só o que tenho feito ultimamente é chorar.  Limpo meu rosto com as mãos, e coloco um sorriso forçado no rosto.

_Miga sua loca. –Grita minha melhor amiga Joyce quando estou chegando perto do colégio.  Ela é baixinha tem cabelos negros e olhos puxados.

_Oi Joo. –A chamo pelo apelido que a mesma detesta.

_Fala sua sumida. –Sinto braços forte atrás de mim e sorrio. Daniel. O capitão do time de basquete, alto, loiro de olhos azuis.

_Dani. –Ele me vira e me da um selinho. Todo mundo sabia que Daniel tinha uma quedinha por mim, e eu por ele. Então tínhamos uma amizade colorida.

_Vamos cambada. – Joyce nos empurra e entramos. Pelo menos aqui vou poder esquecer um pouco como minha vida é uma droga

Continuaa..


Notas Finais


Então??


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