História Love You To Death - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias IKON
Tags Darkfic, Doubleb, Drama, Junhwan, Lemon, Universo Alternativo
Exibições 65
Palavras 2.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cax é de confiança

Eu não sei o que dizer a não ser que eu vim antes do prometido o que mostra que eu apesar de suspeita sou de confiança? Espero que sim e que eu sei que esses cap são basicamente coisas reescritas do que vcs ja provavelmente leram e por isso eu to correndo para avançar a história que é o que interessa ninguém aguenta mais esse drama LYTD merecia mais (até a YG fode menos)

~~^^~~

Capítulo 10 - Please


Por mais incrível  que isso soe, e não vai existir pessoa mais chocada no mundo do que eu ... Eu acordo.De novo. E isso significa que EU ESTAVA DORMINDO. DE NOVO.  Estou começando a achar que tudo isso é um jogo do meu cérebro e que eu provavelmente estou desmaiado por ter sofrido uma overdose por beber aquele trosso do Donghyuk como se minha vida dependesse disso. E estou com 97% de certeza agora quando olho para o lado para encontrar Jinhwan. Olhando  pra mim enquanto eu estou dormindo. Senhora deusa Nyx este é um bom momento pra morrer se isso não for real. Ou se não me deixa aqui, completamente louco. A realidade nunca foi grande coisa mesmo.

Estamos deitados verticalmente em uma cama horizontal, o que significa que minhas pernas estão pra fora. Estou como completamente nu mas Jinhwan está completamente vestido, e arrumado, e cheiroso. Não que exista um cheiro melhor do que o de Jinhwan naturalmente mas ele está cheirando a algodão doce. Olho pra ele e ele está bonito. Desconcertantemente bonito. Está cada vez mais difícil acompanhar esse sucker punch (parte 2?)

                —Você realmente  precisa dormir toda vez que transa? Esse é um efeito colateral ou alguma coisa... Ele ri mas não chega aos olhos, como se estivesse preocupado de verdade. Eu  estou preocupado por estar dormindo tanto assim, e principalmente porque parece que estou perdendo o medo de dormir e ficar lá. Fechando os olhos e abrindo meu corpo para o desconhecido e para a loucura me atacar.

                —Hahaha. Forço uma expressão rabugenta.  —Você que apagou da ultima vez.  Coço os olhos.

                —Seu celular tocou tanto PLEASE que eu precisei levantar, atender e depois descobrir que porcaria de musica é essa.

                —Não fala mal de DPR LIVE por favor. Peço coçando  os olhos enquanto ele joga o celular que eu nem sabia que ainda tinha na minha cara.

                —O que o Yunhy queria? Pergunto pra Jinhwan desinteressado. É sempre Yunhyeong que liga e 99/100 ele quer encher o saco.

                —Foi sua mãe. Jinhwan fala seco, cortando como uma faca.

                —O que ela queria? Pergunto olhando do celular para ele.

                —Você.  O menor responde sem olhar pra mim. —Alguma coisa relacionada ao... novo marido dela e um evento. Jinhwan responde vago. —É alguma coisa importante... Jinhwan continua. —Dinah me disse que sua familia está envolvida e que todos nós precisamos estar lá. Ele fala amargo. —Acho que você também... Jinhwan completa só agora olhando pra mim.

                —Q-quando é isso? Pergunto atordoado

                —Em... algumas horas? Jinhwan checa olhando para um relogio pregado no seu pulso que parece valer muito.

                —Você disse que eu estava indisponivel certo? Pergunto esperançoso para Jinhwan porque ele sabe do meu relacionamento com minha mãe, porque nem fodendo eu iria pra qualquer lugar que ela me mandasse mesmo se minha vida dependesse disso. Principalmente agora que não preciso mais sentir nada em relação a ela já que meu pai morreu, nem empatia, nem rancor, nem saudade, e não devo a ela isso. Não a devo nada.

                —Ela me pediu como um favor... Jinhwan fala olhando pra mim. —Ela disse que era importante. Até lembrar de mim ela lembra.

                —Eu não devo ela nada. Respondo me afastando de Jinhwan um pouco porque se ele decidiu por mim, se ele disse que eu iria, então minha mãe provavelmente já mandou alguém vir me buscar, e que  já preparou o que eu deveria vestir e o que eu deveria dizer e está em algum hotel  5 estrelas, tomando xaná e dando ordens. Só de pensar me dá nos nervos e bufo irritado.

                —Eu vou estar lá. Jinhwan fala como se isso me fornecesse algum tipo de apoio ou estabilidade ou segurança o que obviamente não é o que acontece.

Jinhwan olha pra mim como se estivesse prestes a citar alguma coisa que eu falei fora de contexto e eu pulo da cama antes que isso aconteça porque não tive um ataque nervoso/de pânico até agora e pretendo segurar as pontas até ver  a cara da minha mãe.

                —Você não precisa ir se não quiser obviamente... Jinhwan me diz com um tom que me faz pensar que  ele estava prestes a sair e me deixar aqui mas que ficou só para me esperar, com tom de quem tem coisa pior pra lidar mas que ficou por mim mesmo assim. Olho pra ele tentando lê-lo, tentando entender o que diabo isso significa, o que hoje significa o que estamos fazendo porque claramente estamos fazendo alguma coisa, então se eu estou indo me foder no final eu gostaria de saber pelo menos como viemos parar aqui.

                —Porque? Pergunto para Jinhwan no mesmo tom que ele me perguntou antes e ele me encara como  se soubesse exatamente a pergunta mas não a resposta.

                —Porque é você. Ele responde o que eu o respondi e dou um sorriso amargo pra mim mesmo, porque ensaiei o dia inteiro deixar Jinhwan pra trás mas estou prestes a dar mais um passo em direção ao precipício.

 

 

 

 

 

 

 

Quando ela liga de novo eu atendo só para ouvir a voz metálica de alguma assistênte pessoal que me informa que o carro está pronto para me pegar e que ela estaria a minha espera quando eu estivesse pronto. Jinhwan  está absorvido  mandando mensagens e atendendo ligações ao mesmo tempo, como se estivesse atrasado. Olho pra ele que parece discutir com alguém, provavelmente a mãe sobre a vestimenta.

                —O carro está esperando. Anuncio olhando pra ele que bebe de uma garrafa em formato de coração o que eu sei que não é água como se fosse.

                —Otimo. Só...precisamos ... passar na minha casa antes. O menor anuncia virando a garrafa enquanto digita com uma mão olhando para o celular.

                —Se você tem outro lugar onde deveria estar... Falo para Jinhwan.

                —Não tenho. Ele diz abrindo a porta fazendo sinal para que eu o acompanhe.

 

 

 

 

 

Quando entro no hotel 5 estrelas que não me dou o trabalho de conferir o nome e vou em direção a suíte master ou o que diabo se chama o lugar mais caro e sou recebido por voz metalica que me analisa como se eu fosse um produto e começa a dar instruções. Tem no minimo umas  oito  pessoas lá me esperando com fitas metricas enquanto arrancam minhas roupas e aplicam coisas no meu rosto. Um cara que está definitivamente querendo flertar comigo mexe no meu cabelo de uma forma excessiva demais e começa a gritar ordens. Ali todo mundo fala apenas comandos.

Sente.

Erga o braço.

Vire de lado.

Respire.

—Quanto tempo temos? O cara pergunta para sua assistênte.

—2 h e 30 para o deixar pronto. Assistente numero 3 responde e me sinto a porra de um idol.

—Preciso descer no salão com ele. O homem anuncia o que faz as pessoas entrarem em pane se reeoganizando.

—Quanto tempo? N°3 pergunta.

—1 hora. Ele precisa de um corte urgente e vou descolorir.

—Oi? Pergunto e sou ignorado.

—Não vai dar tempo. N°5 ou 6 responde.

—Como estamos com o terno? Alguém pergunta para o afaiate preferido da minha mãe. O cara tem uns 84 anos e acho que me viu nascer.

—Eu não preciso dele aqui. Suas proporções são as mesmas. O sr Han anuncia, e sei que isso é um elogio. Esse velho adora minhas medidas. Sorrio pra ele que levanta um polegar pra mim e ele é o unico naquele quarto que me reconhece como um ser humano e não um objeto.

—Então temos tempo. Não é como se ele precisasse de alguma coisa no rosto também. Cabeleleiro joga o shade que eu fingo que não ouvi. A muito tempo parou de ser divertido pegar os assistentes da minha mãe.

Ninguém me pergunta se eu quero jogar tinta amarela no meu cabelo ou se eu quero ficar em um salão cheio de velhas ricas com mascara na cara enquanto todo mundo me encara tentando descobrir se sou um idol ou milionário. Quero me justificar mas não acho que possa justificar minha mãe. Que com certeza alguém já avisou que  estou aqui então ela já me riscou do to do list. Resolvo simplesmente sentar, “relaxar” e beber champanhe que logo troco para o whiskey. Depois de uma eternidade sendo esfoliado e hidratado cabeleleiro desiste de flertar e está em modo profissional tosando meu cabelo que agora está tão descolorido que está perto de uma tonaliade branca. Me encaro no espelho tentando me reconhecer e a unica coisa que vejo é o reflexo de alguém que pode se tornar a qualquer momento uma cópia acessível da minha mãe. A ultima vez que eu a vi ela estava com exatamente essa cor de cabelo.

—Sua mãe está com o cabelo castanho. Alguém me avisa como se estivessem lendo na minha cara meu horror de combinar qualquer coisa com minha mãe.

Assinto para o meu reflexo porque já perdi  a conta dos assistentes e não sei quem falou.

Quando ele termina de tosar meu cabelo e secá-lo o armando em um topete do jeito que minha mãe sempre achou ideal e másculo eles me carregam de volta para o quarto onde eu sou instruido de tomar banho (com cuidado com o cabelo) e Sr Han anuncia que os ajustes estão prontos mas que ele precisa que eu vista. Penso no ultimo terno que vesti foi na conferência com meu pai, horas antes do acidente e que eu deveria ter vestido de novo para seu funeral. Ligo a água quente tentando esfregar a situação pra fora e destruo a porcaria do cabelo tentando não surtar. Porque o que diabo estou fazendo aqui? O que ela ainda quer? Alguém anuncia que tenho 5 minutos e saio do banheiro vestido apenas com uma box, com o cabelo pingando enquanto as pessoas nem piscam quando me veem, Sr Choi me entregando as roupas. Cabeleleiro reclama por eu ter molhado o cabelo e dá ordens curtas para alguém fazer  o meu rosto.

—Ele não precisa de maquiagem. A voz de minha mãe anuncia e não olho pra ela porque preciso segurar o nervo que pulsa ameaçado explodir na minha cabeça.

Quando olho pra ela fico... estonteado. As vezes eu me esqueço o quão ela é linda. Inalcansavelmente linda, como se só por nascer com essa cara já viessem com responsabilidades demais. Ela sorri pra mim como costumava fazer antigamente, quando ainda éramos mãe e filho, quando ainda éramos.

Uma parte de mim quer sorrir de volta mas a encaro duro porque não dá mais.

—Eu sempre disse que essa era a cor certa pra você. Ela fala do meu cabelo e penso em pintar de volta pro preto assim que dar o fora daqui.

—Porque você precisa de mim aqui? Pergunto. —Você não acha que é o bastante? Pergunto querendo encontrar qualquer vestigio da minha mãe que amava meu pai, da que era uma péssima cozinheira e que me deixava escolher todos os dias o que pedir pra comer.

—Joong Won quer te conhecer. Ela responde vaga.

Desde que minha mãe foi embora ela casou 2x e esse é o atual marido. Não compareci ao casamento, não vi necessidade, e honestamente esperava que ela já tivesse descartado esse também. O que eu sei é que ele é podre de rico o que é basicamente o pré requisito da minha mãe.

—Porque aqui? Continuo pressionando enquanto meu cabelo é finalizado e ouço que estou perfeito.

Ela faz sinal para que eu a acompanhe saindo do quarto do pesadelo indo em direção aos elevadores, meu celular vibra e atendo no primeiro toque um Yunhyeong que fica até chocado.

—Ela te ligou? A primeira coisa que ele pergunta e sei que minha mãe tentou todo mundo que ela pode pensar antes de me ligar, torcendo para não ter que pedir diretamente.

—Eu estou aqui. Respondo pra ele que fica em silêncio do outro lado da linha como se tivesse preparado pra tudo menos isso.

—Você tá com a moto? Chanwoo pergunta armando meu plano de fuga.

—Não... Praguejo pensando que ela ficou lá onde quer que Jinhwan tenha estacionado porque eu honestamente não me lembro.

—No primeiro sinal vamos te buscar. Yunhyeong fala e eu me sinto perto o suficiente de reconfortado para acompanhar minha mãe para o hall do hotel entrando no carro.

 

 


Notas Finais


OST: (https://www.youtube.com/watch?v=tXvpe2GbUec) PLEASE - DPR LIVE. Este não só é o despertador do Junhoe como o meu também e essa musica te da gangnam khh vibes gente vocês tem que concordar que khh e krnb é a melhor coisa depois de Park Jimin que a coreia já forneceu. E sim vai provavelmente ter o as musica do DPR TUDO MESMO porque eu sou a #1 fã e é só...

ANUNCIO: Se por acaso você tá querendo desistir segura aí que vou postar agora todos os cap que eu tenho e a história tá andando eu prometo...
~~^^~~


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