História Love You To Death - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias IKON
Tags Darkfic, Doubleb, Drama, Junhwan, Lemon, Universo Alternativo
Exibições 53
Palavras 1.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


~~^^~~
Cax alguma coisa

Cap mais curto que as interações junbob :( aproveitando a oportunidade não queria me lançar mas já me lançando MENINA EU TO FAZENDO UMA JUNBOB QUE DÓI SÓ DE PENSAR e quando ela tiver boa o suficiente eu postoe queria ter tempo pra ela agora mas vamos terminar LYTD primeiro
~~^^~~

Capítulo 11 - You don't?


Dinah me arrasta pelo o corredor iluminado do salão e simplesmente me deixo ser levado, sem conseguir pensar em nada. O problema não é essa recepção idiota que eu não faço a minima ideia pra quem ou o que seja e não poderia cagar menos. O problema é o que vêm depois. Eu originalmente tinha dito que não iria fazer mas Dinah me pediu como um favor, porque aquilo ali não era minha mãe e sim para o pai dela.

E eu fui resiquitado. Não é como se eu... Tivesse algo melhor pra fazer, então simplesmente disse que vinha apesar de eu precisar ter aparecido para o esquenta desde cedo para dar boas vindas aos convidados. Passei o dia inteiro me sentindo como se estivesse acima do mundo, ou como se ele tivesse parado e não pudesse me alcançar. Penso nas mãos suaves de Junhoe e como ele me toca como se eu fosse frágil, e me sinto como um vidro, que contando que esteja nas suas mãos não tem perigo de quebrar ao mesmo tempo que posso derreter por ser quente demais.

É perigoso me aproximar de Junhoe assim porque ele me atrai e quando percebemos já estamos envolvidos demais. Desde que ele acordou falo pra mim mesmo para ficar com outra pessoa, com qualquer um, que eu não tenho o direito de arrastá-lo para minha merda sendo que ele mal consegue segurar a dele mas meu corpo não obedece. E não consigo descobrir se é só saudade do seu corpo, se é como ele me faz sentir, como se o ar fosse rarefeito, ou se estou ficando com Junhoe todo o tempo porque ele me faz não pensar em Hanbim. Nenhuma das alternativas é boa o bastante, não me dá motivos o suficiente para querer ter Junhoe. Porque o que eu posso oferecer pra ele não é o suficiente e isso... machuca. Machuca nós dois.

Enquanto assitia ele dormir hoje, pensando em como a simples presença dele faz desse quarto uma zona livre fiquei tentando descobrir o que sinto por Junhoe e se ainda posso sentir alguma coisa por alguém. Sempre pensei em Junhoe como uma tatuagem, como uma coisa permanente. Uma vez marcado não tem como... apagar. Imagino como teria sido se naquele dia eu tivesse pronto para ouvir Junhoe que me  disse atravez de um arranjo de estrelas que era eu, que sempre seria.

Ele falou como se fosse um fato, como se fosse uma constante. Como se ele pudesse me garantir que o sempre existiria. Eu lembro o quão aterrorizado eu fiquei, com a responsabilidade de carregar uma coisa tão importante quanto o que Junhoe estava dizendo pra mim e de certa forma eu soube que o tipo de pessoa que Junhoe precisa e quer é um tipo que eu nunca poderei ser.

Agora, 4 anos depois de altos e baixos, e de dor causada pelas duas partes mais o fato de eu ter sido absorvido por Hanbin me faz imaginar o que teria acontecido se naquele dia eu tivesse dito a Junhoe o que deveria, de ter colocado um ponto final nisso ele ainda, mesmo assim se sentiria da mesma fora hoje. Se eu pelo menos tivesse dito que naquela época ele era a pessoa mais bonita, por dentro e por fora que eu conhecia, e que precisava dele mas que não sabia, que não sei o que ele me disse, o que ele sente significa.

Se ao invés de passar anos transando com ele sempre que me dava na telha, o envolvendo na minha vida de merda e me apoiando nele sempre que eu me vejo sem chão , de deixar ele sentir por mim eu o tivesse simplesmente o afastado, nos obrigando a manter distância até ele voltar ao normal.

Mas não fiz. Porque eu sou um egoísta de merda, porque Junhoe ainda é uma das minhas pessoas preferidas no mundo e que eu preciso dele. E a única forma que eu sei como fazer isso é assim, o que me faz querer furar meus olhos só de cogitar pensar em foder com os sentimentos de Junhoe, principalmente agora.

Eu não sou idiota. Eu sei o jeito que ele me olha, do jeito que ele me toca, eu sinto  também, em algum lugar eu respondo a Junhoe mesmo não sabendo qual é a pergunta, e estou tentando de verdade o manter por perto, por mim e por ele, porquê só soube o quanto Junhoe faz falta quando ele não estava mais lá.

 

 

Transito pelo salão lotado ao lado de Dinah agindo como um reflexo seu. Quando ela sorri eu sorrio, quando ela comprimenta eu me curvo,quando ela fala eu reproduzo algum som correspondênte.

Sou apresentado para os convidados que supostamente deveria ter conhecido e sido abatido nesta tarde e percebo que Dinah estava certa que eu ter faltado só chamou mais atenção pra mim. Sendo minha mãe uma lenda nesse tipo de serviço crio expectativa. Alguns desses ja me conhecem, e geralmente posso fazer que porra da na telha. No começo eu comecei a seguir os passos da minha mãe porque era divertido, porque me fazia sentir excitado mas conforme o tempo foi passando, e minha vida foi ficando cada vez mais entrelaçada a isso eu entendi que uma vez que você entra, não pode mais sair.

Minha mãe nunca viu problema em me colocar no négocio da familia, ela na verdade me faz ser exclusivamente VIP, como Dinah o que nos rende muito dinheiro. Eu tenho mais de 6 dígitos na minha conta bancaria mas não sei o que fazer por eles, nunca é por dinheiro. Dinheiro é o que você ganha como uma lembrancinha,nada mais.

Eu descobri muito cedo que as pessoas te enxergam pelo que veem esteticamente, que você é primeiro um objeto, uma imagem antes de uma pessoa, que elas só querem usar e descartar porque parece bonito. Então eu pareço bonito e aprendo com essas pessoas o quão vazio o dinheiro, as pessoas, e principalmente o sexo é.

Pego duas taças de champanhe que foram abandonadas em uma mesa e bebo as duas sem sentir o gosto. Sorrio para pessoas que nem enxergo seus rostos e vou em direção a Mino que parece entediado enquanto fica em  uma roda com pessoas velhas demais, enquanto aprende a virar seu pai.

Paro do lado dos homens, obviamente atrapalhando e Mino segura um sorriso divertido enquanto eu pisco exageradamente o pedindo  emprestado. Ele me segue sem nem olhar pra trás, me guiando para um canto reservado.

                —Você está exuberante. Mino fala mas não sooa como um elógio. Ele sorri com um brilho contido nos olhos e desejo poder ir pra onde ele está indo depois daqui.

                —Você tem alguma coisa? Pergunto porque achei que poderia aguentar essa festa sóbrio, que iria deixar seja lá quem seja que pagou por mim me dopar, como alguns gostam mas não consigo.

Mino tira do bolso uma bala e eu coloco a lingua pra fora. Ele suspira como se lamentasse ter que colocar a bala ali com os dedos e me entrega seu copo de champanhe. Engulo e olho pra ele suspirando... exausto.

                —Junhoe está sozinho? Ele pergunta pra mim e olho pra onde ele estava olhando fixamente e descubro um Junhoe de cabelo loiro sentado no bar bebendo whiskey como se ele pudesse se afogar daquilo.

Por sozinho Mino não se refere a festa, mas a se Junhoe está fodendo  alguém, o que particularmente nunca o impediu e eu respondo que... Não.

                —Você e ele na casa do Luke... Mino pergunta se referindo a piscina e olho para o garoto de novo, sentindo seu gosto.

                —Você o quer? Pergunto e sei a resposta. Junhoe já ficou com todo mundo menos com Mino. Todo mundo menos com Hanbin. Ele simplesmente tem um tipo... que evita. E Mino geralmente acha graça por isso, por Junhoe ser dificil mas sei que ele o quer. Assisto o maior passar a mão pelo maxilar e também o quero apesar de provavelmente ainda ter porra de Junhoe em mim.

                —Você não? Mino pergunta rindo, olhando nos meus olhos para tentar descobrir se ele pode avançar sem me  ultrapassar e não sei responder isso. Não sei o que significa ter alguém exclusivo, ou ser exclusivo, ou o conceito de exclusividade em si. E penso se Mino conseguir arrastar Junhoe para longe o bastante, então eu e Junhoe vamos ter tido o bastante, seja lá o que for que de alguma forma sempre tivemos, pelo menos por enquanto. E isso vai me fazer descobrir a pergunta que eu respondi para Junhoe desde que ele voltou.


Notas Finais


OST: ............................................. Não tem porque o cap é tão pequeno que eu só separei do outro pra tentar deixar mais claro a passagem de tempo. (E é Jinhwan POV finalmente)

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