História Love You To Death - Capítulo 12


Escrita por: ~

Exibições 23
Palavras 3.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Alguns momentos simplesmente terão que ter POV dos dois sobre a mesma cena e eu só sei escrever assim. Não consigo aceitar completamente uma coisa se não ver sob vários angulos. Double B não parece mas é o secundário (ou terceário se você considerar minhwan/namsong) e vou fazer POV deles pra introduzir direito porque está confuso e quando percebi isso já era tarde demais :(((( Estou quase me dando um tiro na cara porque não dá pra re-editar desde o começo já que estou postando e tem gente acompanhando conforme. De qualquer forma como diz o dono dos vocais da coreia aka Junhoe mian mian mianhae
xx

Capítulo 12 - Heroes


Ouço passos na escada e sinto minha mão fraquejar então apoio com a outra. As sombras me fecham em um meio circulo e eu sinto eles se aproximarem porque dói como o inferno. Estou me sentindo exausto e lágrimas quentes escapam meus olhos fazendo arder. Meu corpo vibra em antecipação quando Jay invade o corredor de novo. Assisto as sombras se amontoarem sobre ele.
Aponto a faca na sua direção e mando ele se afastar. Ele continua se aproximando e fala que é o Junhoe. Eu olho pro seu rosto de novo. A voz parece com a dele mas pode ser eu imaginando coisas. Como ele estaria aqui? Não acredito. As sombras voam pra mim de novo e choramingo de dor.

Um clarão me cega por alguns segundos e de repente alguém agarra meu rosto. Estou pronto pra atacar quando sinto seu cheiro. Ele encosta sua testa na minha. Estou finalmente chegando em um estádio mais avançado de alucinação. O inferno parece como um bom lugar afinal de contas, então não me mexo.

-Hey, sou eu. ele sussurra no meu rosto. - Sou eu. ele continua inspirando ritmado no meu rosto, como fazia antes me lembrando que só preciso dar oxigênio pro cérebro. Estou com os olhos fechados porque estou cansado de lutar contra as alucinações e esta é uma tão boa que não tenho coragem.

- Jiny,abre os olhos. Eu estou aqui. A voz do Mino continua sussurrando pra mim mas eu não consigo

- De verdade?

-De verdade. Ele fala 

-Você pode me dar isso agora. Ele fala da faca e eu aperto na minha mão. - Estou aqui. Eles não podem te pegar.
Ele faz carinho na minha bochecha, onde fica minha pinta  e lembro de quando o Mino, o verdadeiro não o de alucinações, me falou que a pinta é um sinal. Ele perdeu o próprio coração a muito tempo e os deuses o deixaram comigo. E ele o encontrou. Ele me encontrou.

Abro os olhos porque a lembrança é mais dolorosa do que as sombras quebrando meus ossos. Abro os olhos preparado pra sentir meus ossos virarem pó, um por um mas ao invés vejo seus olhos.
Ele está realmente aqui. Solto a faca e o abraço. Lágrimas de dor e alivio correm no meu rosto e eu não posso parar, o aperto com toda força que ainda tenho no corpo e ele me abraça de volta.Quero me fundir no seu calor. As sombras estão me atacando agora, mas não consigo sentir muito mais que uma dor morta. Doí, mas não tem o terror junto com a dor então eu posso suportar.

Me aninho no seu colo por muito tempo até parar de ter espasmos no corpo. Trinco os dentes de dor e ele me segura alisando meu cabelo, respirando constante e eu tento fazer o mesmo.

-O que aconteceu Jiny?

-Eu só não podia mais respirar. Nem um segundo. Falo com a voz cortando

-O que você viu?

-Sombras… Elas estavam querendo me matar. Triturando meus ossos um por um. Dói igual o inferno.

-Continua doendo? Ele percebe que falo dói e não que doeu. Ele é muito detalhista. Enquanto eu tento passar batido ele precisa enfrentar tudo.

-hm. Faço um som concordando mas parece um suspiro. 
Ele sempre conversa comigo sobre coisas obvias pra me fazer voltar pra realidade. -"Você tem que perceber que não é real."

-Porque você está pelado?

-Meu corpo estava em combustão. Falo

-Você tá todo marcado. Com e vergões que parecem recentes. Ele completa. Meus hematomas são noticia velha mas sei que ele está os analisando mesmo assim. Contando, como fazia antigamente. -" Depois de um tempo você nem sente mais. Não completamente". No dia que você revidar de volta, então não vai mais os ter. Vai estar livre" Ele falava sempre que eu aparecia surrado. Nunca interferiu ou brigou com o meu irmão. "Alguns demônios você precisa matar sozinho." Ele falava.
Ser livre é muito importante pra ele mas eu ainda não sei exatamente o que significa. Ser livre é ser dono da própria vida e da morte, é ser corajoso, é ser forte, é nunca ter medo, é enfrentar a todo tempo. Eu mal consigo levantar da cama e sobreviver o dia sem chorar (muito).

-Você lembra desses? Ele me testa.

-hmm. Respondo porque sei exatamente onde ele quer chegar. Lembro que foi quando eu comecei a ver os fantasmas e quando ele me enforcou. Me senti preso em algum tipo de limbo enquanto as sombras me engoliam em um vortéx quebrando meus ossos. Sinto uma coisa gelada e nojenta escorrer de dentro de mim e sei que sou o ser humano mais repugnante do mundo porque sou completamente sujo. Em todos os angulos, de todas as formas imagináveis. Tendo sair do colo dele mas ele me aperta.
Afasta o corpo pra olhar nos meus olhos. Olha meu pescoço e provavelmente vê a marca dos dedos Jay envolta. Não preciso falar mais nada. Ele olha pra mim e me dá um beijo na minha pinta,uma lágrima escorre. Não pelo que aconteceu com o Jay, eu honestamente não me importo. Mas por ele, por ele me ver assim e eu sinto tanto... Espero que ele saiba disso.

Ele me pega no colo e desce as escadas. A sala parece iluminada então penso que os fantasmas vão embora mas eles me seguem. Sua sombra é mais fraca mas sinto eles causando espasmos no meu corpo. Mordo o lábio pra não escapar nenhum protesto de dor. 
Ele me senta no mesmo sofá que Jay me colocou e estremeço. Vejo as sombras no braço que eu fiquei pela primeira vez.
Mino puxa suavemente minhas pernas pra colocar minhas roupas de volta, chamando minha atenção.
Na minha frente um Junhoe preocupado me olha tentando parecer bem mas percebo que olhar pra mim o faz sentir mal consigo mesmo e me encolho. 

-Era você mesmo. Suspiro pra ele. Não acho que posso esquecer do alivio que senti quando achei que o reconheci. De alguma forma ele pareceu real... O Mino não, mas ele parecia estar lá.

-June Parker ao seu dispor ele estufando o peito e faz uma reverência. Rio do apelido idiota que definitivamente vai pegar. Penso que ele realmente parece heroico de qualquer forma,quebrado mas puro. Então aceito. Estou lisonjeado por ser digno o suficiente pra ser salvo, apesar de saber que heróis são ainda menos seletivos que ele.
Sinto Mino fechar minhas calças e percebo que ele não está mais tocando muito em mim, o faz o minimo possível.
Ele pergunta pela minha camiseta e eu tenho quase certeza que a rasguei no segundo que entrei na casa.June se desfaz da jaqueta e me dá uma camisa jeans que ele estava por baixo. Olho pra ele enquanto o faz e acho bonito as caretas que ele faz naturalmente.

Entrega nas mãos do Mino que começa a abotoar antes de eu vestir. Antigamente eu reclamava muito de camisa de botões porque não tinha habilidade o suficiente pra combinar os botões com as casas e sempre ficava errado. Perdíamos muito tempo vestindo em mim,tendo que refazer e geralmente ficávamos atrasados. Ele odeia ficar atrasado.

Uma vez, enquanto estava tendo um jantar entediante na casa dele e estávamos brigando por alguma coisa, talvez pelo seu primo que era bonito e eu comentei, ou era porque ele estava dando encima de mim, não me lembro exatamente. No fim acabamos transando no banheiro no meio da festa e abotoei a camisa toda errada, fazendo a mãe dele notar. Desde aquele dia ele abotoa as camisas pra mim e eu visto por cima. Abotoava pelo menos. Ele dá um sorrisinho e provavelmente está pensando na mesma coisa. Tendo não parecer detonado quando ele se vira pra mim e eu levanto os braços.

Obvio que minhas mãos não aparecem porque o Junhoe é gigante. Ele coloca a mão no buraco e puxa meus dedos pra fora. Fico tão absorvido com como parece quando estávamos juntos que esqueço das sombras. A sala parece clara demais pra elas e sinto a paranoia indo embora aos poucos, ainda sinto alguns espasmos, mas não consigo mais ver, não completamente e começo a me perguntar o que aconteceu que me fez surtar subtamente. Elas sumiram tão rápido como surgiram e eu penso que é porque tenho que lutar contra um demônio real na minha frente, tenho que lutar contra o Mino. Escuto a porta abrir e sei que é o Jay. Ele dá o moletom do Yunhy nas mãos do June e quase me sinto agradecido. Olho pra ele e sinto minhas pernas doerem pela brutalidade,não sinto mais nada. Não estou mais com medo dele e quanto ao meu corpo eu não me importo. Não posso me dar ao luxo.

Sinto o Mino levantar antes dele próprio pensar sobre isso, e ele começa o processo familiar de ameaçar quem chega perto de mim quando ele não está por perto. Tenho vontade de gritar porque ele foi embora então,porque agora ele nunca mais está por perto. 
Ele ameaça matar o Jay e sei que ele faria. Todo mundo ali sabe. Mas agora não é como se ele explodisse e batesse nos outros até deixar em coma como antes. Ele faz isso pelo Taehyun, ou talvez não. Duvido que o Taehyun transe ou mesmo chegue perto de outras pessoas que não seja o Mino. Ele se doou de corpo e alma. Não tive uma alma pra doar então meu corpo se corrompeu, imagino. Tudo era um jogo até que deixou de ser.

Não posso mais esperar o Mino pra conseguir andar, e enquanto não aprender isso nunca vou estar livre. Livre dele. Livre do que tínhamos. Então fico de pé. Parece insignificante, mas pra mim é importante. Minhas pernas doem, mas consigo ficar de pé.

Quase não vejo quando June avança sobre o outro e dá um soco tão violento no nariz que Jay cai e vejo sangue esguichar. Pegou em cheio. No minimo deve ter fraturado o nariz. Ele passa por cima do outro calmamente e sai da casa. June Parker salvando a honra (ou quase) das pessoas perdidas. Imagino ele contando essa história pros gêmeos e o Harry. Todo mundo parece mais afetado do que eu em relação ao Jay. Eu não,honestamente  quero simplesmente me dar tempo suficiente pra esquecer como geralmente faço.

Mino me dá o moletom que o June derrubou e eu visto rapidamente, sozinho dessa vez. Pega minha mão por reflexo e me guia fora da casa. Tenho vontade de soltar, mas entrelaço seus dedos com força. Parece final da madrugada e um vento frio sopra, mas só consigo sentir meus pés congelando.

Saímos da casa rapidamente e acho estranho ver dois carros. Desde quando Junhoe abandonou a moto dele? Aquela coisa provavelmente deve ter até nome. Olho pra ele sendo rabugento como de costume olhando pra uma vizinha do lado de fora. Está quase mandando ela cuidar da própria vida mas sente que estou olhando pra ele, então para. Percebo que ele está com meus tênis na mão e me sinto realmente grato.

Mino abre a porta do carro que não é o dele e solto sua mão. Não posso passar pelo que vem a seguir. não consigo. Ele empurra pra dentro,passa o cinto. Me encolho pra não ter mais que encostar nele. Ele se aproxima demais e seu cheiro se espalha pelo carro.

-Por favor se cuida sim? Eu não posso viver se não souber que você está em segurança. Não respondo. 
Ele beija minha testa.

-Você prometeu. Ele ecoa antes de sair. Seguro as lágrimas enquanto vejo ele entrar no carro,arrastando a noite.

 

Junhoe guia o carro silenciosamente.Ligou o ar e estou me sentindo quente e com sono.Olho pela janela mas não tem nada pra ver. Me sinto dormente. Realmente triste .Quero perguntar como eles me encontraram e porquê. Não o faço. Percebo que não avisei o Jiwon e ele deve estar desesperado.Que com certeza foi ele. Não achei que estaria desesperado o suficiente pra jogar sal nas minhas feridas, mas estava. Não sei exatamente quanto tempo passou. Um ou dois dias?

As palavras que Mino disse continuam pairando pelo carro. Me curvo sobre o rádio e aperto pra ligar.
Heroes do David Bowe começa a tocar e gargalho estérico. Junhoe  olha pra mim, primeiro assustado, depois surpreendentemente entendendo. Aperta o botão pra abrir todas as janelas e pega minha mão dando um beijinho nas costas.
Acelera e começa a cantar. Ele está sempre cantando de qualquer forma e talvez seja por isso que ele é sempre forte o suficiente, cantar deve distrair a mente das coisas que eu simplesmente não posso evitar.

- I will be the king and you,you'll be queen… Ele começa a cantar pisando no acelerador e tirando as mãos do volante pra apontar. 

O vento invade o carro e eu coloco a mão pra fora da janela e me sinto atemporal. Como quando acreditava que tinha poderes e que podia mandar nos elementos, principalmente no vento. Levantava a mão pra aumentar e diminuir e escolhia uma direção pra eles irem embusca de alguma coisa boa, alguma coisa que fosse especial e as trouxesse pra mim. Agora, eles estão trazendo uma espécie de paz purificadora.

-Cause we're lovers,and that is a fact.  Yes, we're lovers,and that is that

Junhoe canta e tudo parece bom  porque ele canta com convicção. Aceitando as palavras, quaisquer que sejam como sua verdade absoluta. Percebo que ele provavelmente escuta essa musica a muito tempo porque sabe exatamente todos os toques de cada instrumento e os reproduz também. Hoje, quero me sentir como Junhoe, quero preencher minha mente o suficiente e encontrar intervalos pra criar lembranças vou saber que são reais.
Though nothing,will keep us together
We could steal time,just for one day
We can be heroes,forever and ever
What'd you say?

Ele continua cantando a plenos pulmões acelerando nas ruas vazias. Enquanto canta me empurra o seu celular e me manda procurar a letra. Não sei cantar mas quero desesperadamente. Quero experimentar uma liberdade que não dá trabalho pra conquistar.
Desbloqueio com seu dedo e  procuro rapidamente
Though nothing, nothing will keep us together
We can beat them, forever and ever 
Tento acompanhar mas saio do ritimo
Junhoe grita e essa parte eu sei
OH WE CAN BE HEROES, JUST FOR ONE DAY
I, I can remember (I remember)
Standing, by the wall (by the wall)
And the guns, shot above our heads (over our heads)
And we kissed, as though nothing could fall (nothing could fall)
And the shame, was on the other side
Oh, we can beat them, forever and ever
Then we could be heroes, just for one day
Faço a segunda voz com eco e estamos rindo. Não posso lembrar de muitas coisas mais divertidas do que cantar com ele. 
We can be heroes ele grita pra mim 
We can be heroes eu coloco a cabeça pra fora da janela e grito
We can be heroes ele grita tirando a mão do volante e jogando pra cima
Just for one day canto pra ele
WE CAN BE HEROES
Perco o tempo quando a musica começa de novo mas ele tem uma sincroniza perfeita.
We're nothing, and nothing will help us ele canta muito alto e eu coloco a metade do corpo pra fora jogando a cabeça, o vento me sustentando.
Maybe we're lying, then you better not stay  canto e o vento arrasta minha voz pra algum lugar, talvez transferindo alguma coisa boa pra outra pessoa também.
But we could be safer, just for one day sussurro e dessa vez o vento guarda minhas preces.

 

 

 

Quando estaciono na frente de casa o Sr Choi aka o homem mais agradável e paternal do mundo me recebe. Ele está chegando pra mais um dia do trabalho maçante que é levar minha mãe de um lado pro outro e inacreditavelmente está sempre sorrindo. Algumas pessoas são realmente abençoadas.

Vem abrir a porta pra mim mas eu pulo antes. Não admito que ele me trate de um jeito que dê a entender que eu sou superior a ele de alguma forma ou que ele trabalhe pra mim,deus me livre.Sendo que ele é a unica pessoa que verdadeiramente respeito e admiro.
Ele me dá uns tapinhas nas costas e da risada perguntando onde eu estava até essa hora de novo e mesmo cansado sorrio. Aponto pro carro e pro garoto dormindo.

- O que aconteceu com ele? Ele leva um susto e pergunta preocupado. -June, meu filho, ele tá machucado?

- yaa! eu falo mas não muito alto. - Até você só espera o pior de mim?
Ele me encara desconfiado mas nega com a cabeça.

-Não, não é só porque você nunca trouxe ninguém aqui além dos gêmeos ai eu pensei… Ele só se complica a cada palavra e percebe. Resolve mudar de tática:

- Quem é "você"? E se estica pra me dar um tapa na cabeça. Eu me curvo e recebo o tapae me curvo de novo pedindo desculpas. 
O sr Choi é como um 2° pai pra mim então o chamo de abeonim. Na primeira vez que ele ouviu ficou chocado, mas na época eu estava tão triste e carente que ele me adotou. Me levou pra ficar alguns dias na sua casa quando minha mãe estava me dando trabalho demais então tenho muito respeito por ele e sua família. Chamo a Sr Choi de eomanin tambem e ela cozinha tão bem que sinto saudades.

-Então quem é? Ele pergunta

-Meu namorado porque? Pergunto pra fazer graça mas ele tem um coração fraco então olha pro menino mais uma vez que continua dormindo alheio.

A muitos anos ele tenta ser moderno e aceitar meus termos. Um dia tentei explicar pra ele que pra mim era indiferente se é menino ou menina desde que seja bonito e ele engasgou soju ficando vermelho pa recuperar o ar enquanto eu chorava de rir. 

-E você trouxe ele aqui porque? pergunta me dando mais tapas. - Tá querendo morrer? me repreende.
 Abeonin "Espera que seja uma fase" esta "história de indiferença".Pelo menos foi o que ele disse pra minha mãe que ficou mais indiferente ainda quando ele a contou sem jeito. Pobre abeonin. É uma pessoa decente demais pra essa família.

- yaaa ele não é meu namorado (ainda) sussurro a ultima parte. É o meu amigo que eu tava procurando... falo arrastado me protegendo dos golpes

-Então porque não falou antes? ele reclama mas para de bater. - Ele está bem?

-Só tá dormindo mas vai ficar aqui algum tempo. Não abre essa sua boca grande pra minha mãe sim? falo e recebo mais um tapa.

-Eu ia falar pra sua omma o que? hmm? Ele fala e me empurra.

-Vamos, leva ele pra dentro antes que o Sr Yoon saia. Você sabe que ele acorda antes do sol.

-Já vou. Guarda o carro? pergunto

-vai,vai,vai. Ele me manda com as mãos e abro a porta suavemente. puxo seus braços e o carrego pelos poucos degraus enquanto Choi abeonim abre a porta da frente pra mim.

Ando rápido, subindo as escadas em direção ao meu quarto. O outro dorme tão profundamente que ronrrona. Ele é bem mais pesado do que parece e minhas costas já foram muito alugadas por Jinhwan. Pretendo dar um tempo dele. Abro a porta com dificuldade e o coloco na cama apesar de estar sujo. Não deve tomar banho desde que resolveu sumir. Odeio gente suja na cama. Mas o coloco mesmo assim e tiro os tênis que ele colocou no carro. Minhas costas doem e meus braços estão cansados. Estou quase desabando na cama quando a inconveniente da minha consciência me lembra que talvez o outro acorde assustado comigo dormindo do lado dele, principalmente depois de praticamente ter sido estuprado. Meu corpo reclama mas levanto.

Pego um travesseiro e ajeito ele na cama. Cubro com meu cobertor limpinho seu corpo pequeno até o pescoço e me arrasto até o armário na outra ponta do quarto pra pegar outro pra mim.
Jogo o travesseiro no chão aos pés da cama e deito. Estou esgotado. Vou dormir o dia inteiro. Puxo o cobertor e fecho os olhos caindo no sono automaticamente.
 


Notas Finais


musica: https://www.youtube.com/watch?v=IPwZ5uDrW8E (não traduzi a letra porque fiquei com preguiça mesmo e talvez por sermos kpop aprendemos inglês na marra pra acompanhar os idol ♥ porém, mianhae... De qualquer forma o vídeo com tradução mesmo que ninguém escute yaay )

Junhwan merece o mundo mas o mundo não faz por merecer sendo cruel demais com eles. Eu particularmente, apesar de ser suspeita pra falar adoro esse cap e principalmente quando eles ouvem a musica junto pelo que significou pro Jinhwan. Eu pensei muito sobre... Se faria com musica ou não mas não vejo outra forma de expressar isso então espero que entendam o meu lado e o do Jinan :)
♥♥


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