História Love You To Death - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias IKON
Tags Drama, Junhwan, Lemon, Stars, Universe, Yunchan
Visualizações 73
Palavras 1.544
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


~~^^~~
JUNE NÃO TRANSA NA PISCINA PORRA!

esclarecimentos: ( se alguém lembra a cena do beijo na piscina foi profunda pra caralho e vai ter sim não é essa ok? ok)

Capítulo 7 - Ready


Estou no terraço da casa de Luke tentando descobrir como eu vim parar aqui. Em uma festa da piscina.Menos de 48h depois de acelerar a 200 km/h em um carro, pronto pra me explodir e descobrir se eu vou descer ou subir. Todo o meu corpo parece pesar uma tonelada, a gravidade  fazendo pressão o suficiente para me ancorar neste bom e belo mundo. Estou tomando cocaína, mas ao invés de me sentir melhor e calmo a agonia está querendo me fazer arrancar um braço. E estou sentindo sede como um inferno. Pego a garrafa de 2L que eu carrego como se fosse um acessório e seco um terço, molhando o rosto também. Daqui eu consigo ver todo mundo e ninguém ao mesmo tempo e me sinto ilhado. As pessoas têm como estado natural fazer festas agora, já que ninguém sabe muito mais o que fazer. Todo mundo no desespero vazio de sempre para sentir alguma espécie de liberdade que não se pode ser encontrada naquele amontoado de gente. E eu odeio saber disso, ser ignorante é sempre sinônimo de ser abençoado. Assistindo o time de futebol na piscina me faz pensar que preciso expandir os lugares que frequento. Percebo que já estou ficando sóbrio o suficiente para pensar coisas como essa então vou atrás de Donghyuk para gritar com ele enquanto ele faz mais porque isso parece aliviar a pressão do meu cérebro.

Desço cego de volta para a festa, para a cozinha onde Donghyuk provavelmente deve estar trabalhando. Esbarro nas pessoas que parecem ter desistido de esperar por um quarto e que estão transando ali mesmo, chutando as pessoas da escada para conseguir descer. Quando chego na cozinha algodão doce está deitada na mesa servindo de mesa enquanto as pessoas aspiram carreiras de pó nela, traçando caminhos. Ela parece estar a mais chapada de todos e encara o teto com os olhos completamente dilatado. Paro na frente da sua cabeça, tentando chamar sua atenção mas ela não está mais aqui.

—O que você deu pra ela? Pergunto para Donghyuk que coleta dinheiro e nomes enquanto ele está de sunga e óculos, parecendo concentrado.

—A mesma coisa que eu dei pra você. Ele responde depois de que termina de arrecadar o dinheiro de quem está na fila.

—E PORQUE NÃO ESTÁ FUNCIONANDO COMIGO? Grito no ouvido dele, parte porque me sinto melhor fazendo isso e parte porque ele não fez a porra do negócio direito pra mim.

—Calma Junhoe você tem o coração fraco. Ele alerta. —Você precisa... deixar funcionar. Você ficar agitado assim então a droga não consegue sintetizar e você não se conecta com... O deixo falando sozinho saindo da cozinha se não vou perder o controle. Resgato um óculos escuro perdido no chão e coloco enquanto passo pelas pessoas em direção a piscina. Ouço chanwoo gritando no megafone e pessoas escorregando em uma lona de sabão improvisada. O eco das coisas parece distante e apesar de querer escorregar me sinto... pesado. Sento na borda contraria da piscina assistindo as pessoas caírem sem interesse enquanto as pessoas dançam. Vejo Mino e Jiyong juntos em um canto e ele acena para mim. Eu ainda tenho que... decidir.  E Mino parece estar se divertindo com a espera, como se ele soubesse de alguma coisa que eu não sei. Apoio o peso do corpo nas mãos, jogando a cabeça pra cima. Hoje o céu está escuro, sem estrelas. E nyx não parece estar por nenhuma parte. Eu não a culpo por me abandonar. Eu quero me abandonar.

Meninas praticamente nuas passam por mim, algumas acariciando meu rosto e pondero se transar vai me acalmar o suficiente para o coquetel...funcionar. Eu já tomei dois desse negócio e nada, e algodão doce parece estar tendo um a melhor viagem do mundo. Suspiro irritado pulando dentro da piscina querendo afogar meu subconsciente que fala o tempo inteiro. Agarro um colchão de ar que parece uma poltrona e deito nele, boiando para o meio da piscina. A maioria das pessoas já desistiu de escorregar naquele negócio idiota o que eu agradeço mentalmente, já estão bêbadas demais para fazer o que vieram fazer, que são jogos sexuais onde ganha quem sair sem doença sexualmente transmissível. Chanwoo age como um MC narrando tudo que está acontecendo e mesmo com os olhos fechados tenho vontade de revirar. Eles estão se preparando  para o jogo com as argolas o qual Hanbin carrega orgulhosamente o título de campeão invicto. Estou achando que desta vez não vai ter beerpong e fico quase decepcionado. Luke inventa as coisas mais absurdas para colocar debaixo dos copos. As pessoas ficam quase excitadas para perder.

Estou quase me sentindo mais leve, o que pode ser um indício de que finalmente está começando quando algum filha da puta bêbado puxa meu colchão me fazendo cair n’Água. Eu sou pego tão de surpresa que esqueço que é só colocar o pé no chão e engulo água contaminada. Quando volto estou toda a calma que eu estava tentando nutrir evapora e eu estou pronto para estourar a cara de alguém pra ver se assim eu me sinto melhor.

—Mais que porra! Reclamo gritando em direção ao idiota

—Você vai me bater? Jinhwan pergunta. Ele está simplesmente em...toda parte. E mesmo eu tendo decidido que só posso fazer isso se não for absorvido por Jinhwan não penso nem a primeira vez antes de ceder para ele toda vez que eu o vejo, e ele está por toda parte.

—Você quer que eu bata? Pergunto pra ele empurrando o colchão, tirando o cabelo dos olhos. Olho nos seus olhos e ele está com os mesmos olhos que algodão doce e me pergunto se essa porcaria que Donghyuk passou quatro meses para aprender nas montanhas só não funciona em mim. E talvez esse seja mais um efeito colateral de quase morrer. Qual o ponto de estar vivo então?

Ele encosta o corpo no meu, enlaçando o meu pescoço e percebo que seu pé não alcança. Acho tão adorável que preciso me controlar para não sorrir e ceder para Jinhwan antes de ele fazer qualquer coisa. Preciso pelo menos trabalhar na minha resistência.

—Quero. Ele responde e eu sei que ele fala sério. —Você está bonito assim Koo Junhoe. Ele fala mergulhando a mão no meu cabelo.

—Assim como?  Pergunto para ele.

—Vivo... Você.

—A um ponto de explodir? Pergunto pra ele porque é assim que eu me sinto.

—Segurando o detonador. Ele diz e então eu perdi mais uma vez. Estou cansado de pedir permissão para Jinhwan, de  alimentar esperanças de coisas que eu simplesmente não posso ter. Aquilo, o sangue correndo quente nas minhas veias só de olhar pra ele, o jeito que ele me lembra que estou vivo... É o que eu preciso. É só ao que meu corpo responde. Eu o beijo com violência, porque ele me machuca mais do que um dia eu poderia fazer fisicamente. Ele responde na mesma intensidade, ronronando satisfeito enquanto eu o iço segurando sua bunda, ele encaixando em mim. Eu quebro o beijo por segundos que parecem tempo demais enquanto eu caminho para encostarmos no lado da piscina. Ele suga a água do meu pescoço e morde minha orelha, me fazendo ouvir o zunido de novo, mas dessa vez de um jeito bom, que bloqueia tudo menos ele. Encosto seu corpo na parede e ele sabe o que saber. Cruza as pernas nas minhas costas e esfrega nossas ereções e percebo que ele já está excitado, mais um dos efeitos que o coquetel de Donghyuk promete sensibilidade e que pelo menos esse, graças a Jinhwan, funciona em mim também. Forço meu corpo contra ele, procurando por atrito, simulando penetração. Ele parece aprovar porque puxa meu cabelo com força em resposta, arqueando para mim enquanto me beija. A sensação é tão boa que eu realmente esqueço que estamos em uma piscina cheia de gente, e que parece que estamos  realmente transando. Eu não poderia ligar menos se tenho plateia ou não.

—JUUUU-NEEEE NÃO TRANSA NA PISCINA PORRA! Chanwoo grita pra mim e algumas pessoas jogam copos vazios sobre nós. Chanwoo se deslocou lá da puta que pariu onde meninos se masturbam para ficarem duros o suficiente para acertarem argolas no pau e veio gritar com a porra do megafone que eu odeio no meu ouvido que eu não posso transar. Só não tenho um ataque porque tudo que eu ainda posso sentir é Jinhwan que quebra o beijo mas olha diretamente pra mim, ignorando todo mundo. Deslizo o dedo na linha da espinha dele e ele treme nas minhas mãos. Eu transaria com ele ali mesmo se deus tivesse assistindo.

Olho para Chanwoo e meu olhar deve dizer o suficiente para ele cair fora porque ele olha para Jinhwan como se o tivesse visto pela primeira vez e entende o recado apesar de fazer um X com a mão. Quando ele finalmente vai embora, anunciando que todos deveriam entrar para o jogo de argolas começar, e que ainda dava tempo fazer as apostas eu levanto Jinhwan o sentando na borda da piscina, ficando entre suas pernas. Eu sinto as coisas começarem a desaceleram, refletindo os olhos de Jinhwan. Quando eu saio da piscina sinto como se fosse um condutor de energia.

—Vamos sair daqui. Jinhwan anuncia.

 


Notas Finais


OST: ........................................................................... ( não sei mais que pokemon é esse tá quase amanhecendo sorry eu vou pensar em uma se quiser por você mesmo só falar... flw)
~~^^~~


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