História Love You To Death - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias IKON
Tags Drama, Junhwan, Lemon, Stars, Universe, Yunchan
Visualizações 86
Palavras 2.238
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cax LOVES ESSE CAP
Eu gostaria de pedir para colocarem a música enquanto lê porquê..... só põe. Esse é um dos meus cap favoritos e foi uma das primeiras cenas soltas que eu pensei que me fez querer escrever LYTD então com muito amor e carinho (e bad)
~~^^~~

Capítulo 8 - White blood 1


Jinhwan pilota a moto como se ele não quisesse chegar em lugar nenhum. Como se a intenção fosse morrer antes de chegar no destino. O vento é meu condutor como donghyuk tinha explicado antes a respeito do coquetel então uma vez que você encontra seu condutor então  você literalmente expande. Não que Jinhwan esteja em condições melhores claramente mas eu ainda estou tentando descobrir o que estou sentindo. A sensação é de... expansão. É o único jeito que posso definir isso. A gravidade desistiu de mim e a sensação é de estar me fundindo com o vento, como se eu fosse parte da matéria.

Não me importa onde estamos indo contando que eu esteja saindo do lugar, e Jinhwan parece ter alguma espécie de plano. Grito para descobrir se minha voz se transforma em matéria também e fico tão maravilhado quando descubro que sim,me distrai o suficiente e não vejo quando Jinhwan vira subitamente eu quase caio da moto. Perco a noção por alguns minutos porque não me lembro quando descemos da moto ou como viemos parar na boate que algodão doce trabalha. Jinhwan me conduz pela porta dos fundos, evitando todo mundo indo em direção a uma parte que eu nem sabia que existia. Ele abre uma porta para uma sala que primeiramente parece ser um depósito até que ele acende as luzes. Tem uma cama de casal no chão e um closet improvisado além de uma penteadeira. Jinhwan tranca a porta atrás de nós e joga as chaves em qualquer lugar como se ele já tivesse feito isso um milhão de vezes. Viro lentamente para entender o quarto, ou de quem é.

—Dinah... dorme aqui às vezes. Jinhwan responde a minha pergunta enquanto se serve de uma bebida do mini bar que eu não tinha visto. —É completamente a prova de som aqui, então eu pensei que talvez você precisasse... De silêncio. Ele fala sentando na cama olhando pra mim. Eu só percebo agora que realmente eu não escuto nada,  nem o zunido, nem meus próprios pensamentos, nem minha respiração e é... Incrível.

Jinhwan me empurra o copo que ele serviu pra si mesmo e apesar de não sentir o gosto eu bebo até a última gota.  — É água... O outro fala tomando o copo das minhas mãos.

—Donghyuk me deu um pouco pra viagem... Da poção mágica dele mas não acho que você precise. Ele sorri enquanto eu sento do seu lado, sentindo a maciez do colchão. Ele saca uma garrafinha daquelas de vodka de hotel com o líquido espesso e azul que Donghyuk fez para nos usar como cobaias antes de vender e suga a garrafinha quase toda, oferecendo o resto pra mim. Ele arranca os tênis e se joga na cama, fechando os olhos. Eu o copiei, deitando do seu lado encarando o teto. A luz não é forte o bastante para oferecer mais que uma iluminação parcial, e se eu fechar um dos olhos consigo imaginar que estou assistindo o final de um pôr do sol em alguma tarde fria. A sensação me faz flutuar. Literalmente. Escutar o silêncio me faz tão bem que sinto como se finalmente tivesse encontrado o equilíbrio. O meu equilíbrio, entre realidade e além. Entre estar vivo com a consciência que a morte não tem nada para se esperar ou para temer.

Sinto meu corpo vibrar suavemente, o sangue correndo por todos os lugares ao mesmo tempo, fazendo minha pele aquecer. Sinto os olhos de Jinhwan sobre mim e me viro pra ele, encarando seu rosto a centímetros do meu. Respiro profundamente, sentindo a calma se apossar do meu corpo, não me deixando sonolento, mas sim suavemente alerta, como se eu pudesse enxergar Jinhwan nitidamente.



 

Ele pisca lentamente olhando pra mim também, colocando a mão no meu peito para sincronizar nossas respirações. Eu imagino se ali naquele quarto tem energia suficiente para criarmos nosso próprio buraco negro. Levanto a mão para tocar seu rosto, para afagar o cabelo que não importa o que ele faça sempre acaba caindo nos seus olhos. Toco seu rosto com a ponta dos dedos suavemente , sentindo sua pele. Ele se inclina para o meu toque, então coloco a mão inteira no seu rosto, sentindo sua pele que pela primeira vez é quente também, um equilíbrio de temperatura. Ele mexe a cabeça como um gatinho, como ele costumava fazer quando éramos novos, quando eu falava que tinha medo dele porque ele parecia um híbrido. Principalmente quando ele tá com o cabelo preto.

Não podemos quebrar o silêncio então ficamos ali, respirando, nos assistindo fazer isso, praticamente sem nos tocar. Ficamos desse jeito  até que Jinhwan sinaliza que está com frio, nos fazendo mudar de posição. Ele puxa o cobertor, cobrindo nossas cabeças também, criando uma bolha. Ele chega mais perto ainda, encostando nossos narizes entrelaçando nosso corpo, me fazendo sentir ligado a ele.

—Porque? Ele sussurra pra mim e primeiro não entendo o que ele diz dizer, mas depois sei que ele está perguntando porquê eu ainda gosto dele. Ele me perguntou isso da primeira vez, e de todas as outras que ele sentiu que eu sinto ele. Jinhwan nuncame deu uma chance, nem antes de Hanbin porque eu nunca consegui explicar porquê, porquê eu gosto dele daquela forma, sem medo, sem dor, aberta, aceitando tudo que ele me oferece apesar de no final eu nunca conseguir lidar quando ele vai. E eu não sei responder esta pergunta ainda. Não acho que um dia vou saber. Honestamente eu não me lembro de não gostar de Jinhwan, como se fosse uma coisa natural, como uma perna. Eu nunca soube realmente de muita coisa, mas por algum motivo eu sei  a respeito de Jinhwan. Mesmo ele nunca tendo se aproximado o bastante, mesmo ele nunca ter me deixado entrar, eu acho que eu simplesmente sinto. É diferente com Jinhwan, sempre foi, é energia, é vivo.

—Porque é você. Sussurro de volta, dando a mesma resposta que eu dei nas outras vezes, porque foi a única que eu consegui pensar até hoje. Porque eu nunca pude dar o passo seguinte, para descobrir o porquê, pelo menos da forma que ele quer que eu responda. Eu sei da dor de Jinhwan e como ele se sente em relação a mãe e a tudo isso, mas ele nunca me deixa sentir. Eu sei que por mais que Jinhwan entregue seu corpo nas minhas mãos e que seja a melhor experiência do mundo estar com ele, ele nunca me deixou ter mais, e apesar de nos conhecermos desde sempre e que eu praticamente gostar dele desde sempre, Jinhwan e eu nunca fomos nós, sei que não  somos nós agora também.

Ele assentiu para si mesmo, como se tivesse respondendo uma pergunta que ele não disse em voz alta. Ele olha pra mim mais uma vez antes de esconder o rosto no meu pescoço. Ele fica ali um tempo e fecho os olhos para sentir sua respiração quente, me sentindo aerado. Ele coloca a mão no meu rosto dessa vez e virou o rosto para beijar sua palma pensando que em segundos ele vai recuar, que vai sair da nossa cúpula e então, isso seja lá o que nós somos agora, vai se desfazer.

Mas ele não se mexe, e seu corpo treme como se ele estivesse tentando segurar o choro. Quando ele olha pra mim de novo eu enxergo toda a vulnerabilidade que ele esconde, porque ele está cansado de esconder de todo mundo, porque ele pode mostrar pra mim e que provavelmente eu sempre serei o único capaz de ver, por isso não pode ser eu pra ele. Ele se volta pra mim e me beija suavemente como se tivesse pedindo permissão e eu abro espaço pra ele seja qual for sua intenção. De se autodestruir ou me destruir ou simplesmente ter um momento, apenas um segundo enquanto estamos ali, ligados ao universo sinteticamente, como se estivesse nos dando um nós. O jeito que ele me beija parece boas vindas e despedida ao mesmo tempo, parece saudade do que nunca sequer tivemos.

Abro os olhos para ver o contorno de Jinhwan me beijando com o que é o mais próximo de amor que eu conheço, com delicadeza e cuidado e meu peito infla porque isso é demais também, é infinitamente mais perigoso do que se ele estivesse brincando comigo, me usando como uma distração. Isso é como uma daquelas queimaduras horríveis de 3° grau, você cura mas deixa cicatrizes, mas neste caso, ter Jinhwan assim abre a ferida que eu lutei para fechar e deixar exposto, e a única coisa que eu posso fazer é jogar sal em cima.

Jinhwan tem esse jeito suave, que o faz parecer uma sirena, que me obriga a tocá-lo delicadamente. Não quero romper nossa bolha, então

Todo meu corpo vibra pedindo pela pele de Jinhwan. Nos livrarmos das roupas sem sair debaixo da nossa cúpula foi dolorosamente lento. Nos fazendo ainda mais sensíveis a qualquer toque, fazendo energia percorrer do meu corpo para o dele. Quando finalmente estamos livres das roupas Jinhwan me puxa contra si, me apertando com força. Estar nos braços de Jinhwan assim é melhor do que qualquer coisa que eu já senti antes. E parece ainda melhor porque está tudo ampliado. Porque a sensação é que se eu conseguir chegar perto o suficiente, então vou poder literalmente me fundir a ele. Ele arranha minhas costas me puxando pra mais e abre as pernas para me acolher. Eu seguro sua coxa e esfrego nossos corpos em busca de algum tipo de atrito. É como se fossemos pedra e que pudéssemos produzir fogo. Ele mexe o quadril em movimentos lentos e circulares, atingindo todos os nervos da minha virilha, me fazendo revirar os olhos. Ele geme abertamente pra mim e o quarto ecoa diretamente no meu pau que pulsa no ritmo frenético do meu sangue fino correndo em todas direções, tentando lidar com tudo sem dar pane. Jinhwan desce as mãos pelas minhas costas, chegando a base da minha cintura fazendo pressão para aumentar o atrito. Minha box já está tão molhada que está apertando ainda mais meu pênis, quase machucando. Toco a ereção de Jinhwan querendo o libertar das suas box pelo mesmo motivo e o menor arqueia para minha mão, gemendo arrastado quando pego nas suas bolas por cima do tecido. O líbero do pano e sinto seu pré gozo melar minha barriga enquanto ele se esfrega em mim e me livro do tecido que me prende também, masturbando nós dois juntos. Jinhwan se inclina, ronronando no meu ouvido enquanto ajuda com o quadril o movimento das minhas mãos. O beijo desconexo porque é insuportável não o fazer. Ele segura minha mão, apertando ainda mais nossas ereções, aumentando a velocidade. Gemo rouco me desfazendo, caindo sobre ele. Solto meu pau e me concentro em Jinhwan que chora pré gozo. Mordo seu lábio inferior, fazendo uma trilha pelo seu pescoço, chegando ao mamilo. Está parte e incrivelmente sensível em Jinhwan e ele começa a gemer incoerente enquanto eu sugo e mordisco com força ao mesmo tempo que continuo o movimento com as mãos. Olho para seu rosto e vejo... êxtase, o que faz meu pau fisgar como se pudesse gozar só de assisti-lo assim. Ataco seu outro mamilo e ele já está puxando meu cabelo, o que significa que ele está ficando impaciente. Desço beijando sua barriga, sentindo sua respiração quebrar e passo os dentes sobre o ventre dele, fazendo sua ereção fisgar. Ouço ele choramingar tentando me puxar para ele de volta, mas preciso sentir seu gosto. O engulo sorvendo, as veias de seu pênis vibrando na minha boca. Ele puxa minha cabeça como se quisesse me parar e ao mesmo tempo guiar minha cabeça e pelo jeito que ele geme e sua barriga contrai ele não precisa de muito. O sigo com força lambendo suas bolas, ele arqueia pra mim o suficiente para eu ter acesso a sua entrada e ele está tão pronto pra mim que meu dedo entra sem nem precisar forçar. Ele geme alguma coisa que não posso entender e força seu corpo contra o meu dedo, pedindo por mais. Quando introduzo o segundo dedo ele está se apoiando nos cotovelos, arqueando todo o corpo enquanto fode minha boca em estocadas rápidas e desconexas, eu aplico pressão nos lábios enquanto meus dedos o fodem. Não demoro para encontrar sua próstata e ele chora espirrando pré gozo na minha boca, me fazendo babar.

—J-Junhoe e-eu... Acerto sua próstata uma e outra vez e então ele se desfaz na minha boca, gemendo alto. Contínuo os movimentos, tentando prolongar o orgasmo e imagino se o coquetel amplia essa sensação também. Assisto Jinhwan voltar a consciência aos poucos respirando entrecortado, ainda com os olhos fechados. A cena mais linda do mundo é Jinhwan depois de gozar. Ele parece... A porra do universo inteiro.

Ele chama por mim antes de abrir os olhos é preciso segurar meu pau que pula, meu ventre quente. Ele olha pra mim com as pupilas dilatadas, nós ainda debaixo da nossa fortaleza e juro que naquele momento eu tive certeza do porque é Jinhwan, porque sempre vai ser. Se amor é parecido com o que eu senti quando ele me dá um sorriso de lado, parecendo um anjo, depois de eu o proporcionar prazer o suficiente para fazê-lo gemer meu nome, eu preciso. Não tem outra forma que eu queira estar vivo.

 


Notas Finais


OST: https://www.youtube.com/watch?v=T6esRjpMjNc (Oh Wonder - white blood) essa música é tão junhwan que se alguém souber fazer video PELO AMOR DE DEUS FAZ e me manda porque oh wonder salvou o meu junhwan (e me salvou também)
e perdoa meu smut que eu tô aprendendo ainda
~~^^~~


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