História LoveConflict - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Candice Accola, Emma Stone, Harry Styles, Katerina Graham, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Nina Dobrev, Zayn Malik
Tags Loveconflict
Exibições 48
Palavras 1.149
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amoores e amoras,fiquem atentos pois a fic está na sua reta final....Espero que gostem.

Capítulo 19 - Distúrbio.


Fanfic / Fanfiction LoveConflict - Capítulo 19 - Distúrbio.

 

Minha cabeça doía enquanto pensava no o que fazer da minha vida. Eu não poderia continuar com isso, já não suporto enganar Niall e fingir que está tudo bem, não dá mais.

- Emma. – Niall me chamou e percebi pela sua expressão que já fazia isso a algum tempo. - O que foi não está gostando? – perguntou, se referindo ao Hambúrguer que eu mal toquei.

-Sim, eu só preciso ir ao banheiro. – disse quase correndo indo em direção ao banheiro. Ao chegar entrei sem delicadeza em uma das cabines me ajoelhando em frente ao vaso. Enfiei o dedo na garganta sem pensar duas vezes, tirando tudo aquilo que estava fazendo mal de dentro de mim. Levantei um pouco enjoada, apoiando no vaso, minhas pernas pareciam que iriam despencar a qualquer momento (o que está acontecendo comigo?). Me olhei no espelho e estava muito pálida, algumas mechas de cabelo estavam coladas em meu rosto suado e minha íris estava fosca, os lábios secos e uma grande sensação de fraqueza tomava conta de mim, meu coração estava tão acelerado que parecia que iria explodir a qualquer momento. Lavei o rosto algumas vezes até ter certeza que estava pronta para dar um passo. Com esforço sai do banheiro voltando a mesa.

-O que foi Emma? – Niall perguntou preocupado.  

-Quero ir para casa. – Falei e dei uma leve tombada para trás me segurando na cadeira. Ele logo se levantou pegando em meu braço.

- Emma, o que você tem? O que está sentindo? – Não consegui dizer nada, estava fraca demais. – Garçom! – ele gritou. Pagou a conta e saímos.

Niall me colocou com cuidado no banco do carona. Assim que deu arrancada com o carro, encostei a cabeça no vidro e minhas vistas começaram a embaçar.

-Emma, fique acordada! – ele disse e eu mal conseguia manter os olhos abertos. – Emma! Emma! – Ele gritou algumas vezes, sua voz ficando cada vez mais longe, então apaguei.

[...]

- Emma. – Abri os olhos devagar, piscando algumas vezes me acostumando a luz. – Oi meu bem. – Mamãe apareceu em meu campo de visão com um sorriso terno no rosto.

- O ...o que, o que aconteceu? –perguntei ainda me sentindo fraca.

- Tente não falar muito. – Obedeci já que estava em péssimas condições de fazer esforço. Olhei em volta e percebi que não estava em meu quarto, nem em qualquer lugar que eu conhecia. Olhei para minhas roupas e vi a típica camisola de hospital e um lençol que cobria até metade de minha coxa (Droga, o que eu estou fazendo em um hospital?). Levantei a cabeça com um pouco de dificuldade, as vistas ainda um pouco embaçadas, mas pude ver ao longe mamãe conversando com um cara que parecia ser o médico. Ele explicava algo que não conseguia ouvir e ela prestava bastante atenção. Minutos depois os dois saíram do quarto. Observei tudo em minha volta, me sentia cansada, fraca, como se estivesse dopada. Fiquei alguns minutos olhando para o teto sentindo meu corpo se render ao sono novamente.

 [...]

Duas semanas se passaram.

 Havia me recuperado quase 100%, só faltava uma última avaliação. Bom, vou explicar de uma forma simples o que aconteceu comigo. Eu tive uma espécie de transtorno de ansiedade, diagnosticada como Distúrbio de Ansiedade Generalizada. Isso acontece quando a pessoa entra em um estado de ansiedade e preocupação excessiva sobre diversas coisas da vida. E era exatamente isso que estava acontecendo comigo. Além das provas finais, algumas exigências no trabalho e minha constante batalha sentimental, que foi o cume de meu distúrbio segundo minha psicóloga. Sim fui a uma psicóloga. O tratamento requeria que eu fosse para cuidar da minha sanidade mental (Para não virar uma Arlequina da vida.). Tive que contar tudo que estava acontecendo, e foi incrível a sensação de alívio que senti. Durante essas duas semanas fui quatro vezes e hoje seria a última (Eu espero).

-Olá Srta. Stone. – A Senhora Keaton disse cordial ao abrir a porta de seu consultório para eu entrar.

-Olá.

-Sente-se. - nos sentamos e ela pegou seu pequeno bloco de anotações. -Então Emma como vamos hoje?

-Bem. – ela anotou.

- Sente-se bem com você?

-Sim. – respondi apoiando minha cabeça no encosto.

-E como vão as coisas com a escola, o trabalho?

-Com a escola está tudo bem e com o trabalho também.

-Sem pressão? – ela perguntou sorrindo.

-Sem pressão. – respondi também sorrindo.

-E os sentimentos? – a olhei com uma expressão decepcionada.

-Niall, vai todo dia me ver, inclusive está lá fora me esperando.

-Que bom, e Harry? – (Boa pergunta, eu também quero saber.)

- Eu não sei. – disse abaixando a cabeça.

- Não tem falado com ele?

-Não.

-Por que? O que aconteceu?

- Não o vejo desde que sai do hospital. Ele não tem ido a escola e ninguém fala dele. Eu também não pergunto.

-E como se sente sobre isso? – (Tinha uma frase mais clichê?)

-Mal. – fui sincera.

-E o que fez em relação a isso?

-Nada. – Senti uma grande vontade de chorar mais segurei o quanto pode.

-Emma, estou aqui para te ouvir e te compreender. Libera isso...Libera esse sentimento reprimido. – Antes dela terminar a frase, minha lágrimas já rolavam incessantemente. Não conseguia conte-las e nem queria. Tudo o que realmente queria era tirar todo aquele sentimento, toda aquela sensação de desprezo que estava sentindo com a ausência de Harry, todo aquele rancor, raiva, todo aquela paixão, e saudade. Eu queria deixar de sentir.

-Por...que? – disse entre soluços. – Ele disse...ele disse que ...que ficaria comigo...Ele disse que iria ficar... – Meu coração doía ao lembrar de tudo que ele disse e agora não cumprira uma só palavra. Agora eu posso dizer que entendo as pessoas que dizem que o emocional machuca mais que o físico. Era uma dor insuportável por que por mais que tomasse qualquer remédio, ela não passava.

-O que você quer fazer?

-Dormir. – eu precisava esquecer, nem que fosse por um segundo.

- Voce quer esquece-lo?

-Sim. – algumas teimosas lágrimas ainda rolavam.

-E Niall? Quer esquece-lo também? – apenas balancei a cabeça negativamente deixando as lágrimas rolarem. – Então lute por isso. – a encarei. – Não deixe que essa falha de Harry impeça o que você pode viver com Niall. Não deixe isso afetar o amor que ele tem para com você. Viva isso Emma. Viva. Se permita a felicidade.

-Eu...vou. – Respondi entre soluços.

-Isso mesmo. Faça isso.

-Obrigada doutora. A senhora tem me ajudado muito. – Disse secando as lágrimas.

-Não precisa agradecer. Só quero te ajudar. Quando precisar estou aqui a sua espera. Espero que resolva tudo. – A abracei e agradeci mais uma vez.

[...]

Eu precisava de um motivo para tentar, para não desistir, para aguentar a barra, segurar firme. Eu precisava de um motivo para querer, para não olhar para trás, para seguir em frente. E eu tinha um motivo. Eu era o motivo, não tinha que fazer por Niall, ou qualquer outra pessoa. Mas sim por mim. Por mim.


Notas Finais


Espero que tenham gostado,deixe seus coments. Vou adorar saber o que estão achando.
Beijoos.


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