História Loved you Tonight - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kamisama Hajimemashita (Kamisama Kiss)
Exibições 15
Palavras 3.885
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo Único


-Só vocês duas pra me fazerem cair na farra, ainda mais em plena quinta-feira. –Nanami suspirou pesadamente enquanto penteava seus cabelos. Yoko e Asami riam da morena.

-Deixa de ser antipática Naninha, é provável que essa seja a última que saímos juntas dessa forma, você sabe como o Jirou é ciumento e possessivo. –Asami fez bico, chateada.

-E pra ajudar, ele não gosta da gente. –Yoko fez cara feia. –Lembra-se do escândalo que ele fez quando você nos escolheu como suas damas de honra? Só não recusei o convite porque você é minha melhor amiga desde os três anos de idade.

-Eu sei meninas, Jirou é insuportável às vezes. Vocês acreditam que ele quase bateu na cerimonialista em nossa última reunião, por ter se atrasado míseros dois minutos? Quase cancelei o casamento por causa disso. –Nanami fez um facepalm, se lembrando do incidente.

-Juro que não entendo, por que quer se casar com esse cara? O que ele tem de tão bom assim, além de ser herdeiro de uma das famílias mais ricas da Ásia? –Questionou Asami.

-Ah meninas, como vocês são más. –Nanami bufou. –O Jirou pode ser um pouco grosseiro, arrogante e impaciente às vezes, mas ele é gentil e carinhoso comigo, e gosta de mim. Isso basta.

-Parece mais que você está falando do seu cachorro do que do seu noivo, e acho que você está cometendo um erro. –Yoko comentou sem olhar para a amiga, enquanto passava rímel. –E você gosta mesmo dele? O que aconteceu com aquela garotinha que sempre falou que queria se casar por amor? Que o cara certo te faria sentir borboletas no estômago, sorrir sem motivo, onde foi que você se perdeu, Nanami?

-E o que eu deveria fazer? Já estou com 22 anos, e meu pai ameaçou me deserdar se eu desistisse desse casamento. E a vida não é como aqueles contos de fadas de líamos na escola, o Takeru me ensinou da pior maneira possível. –Nanami disse pensativa, relembrando de seu passado como colegial.

 -Mas não foi por falta de aviso. Você sabia muito bem que o Takeru era o maior pegador, nem mesmo a professora de geografia e a enfermeira escaparam das garras dele. –Asami disse entediada, escolhendo uma cor de batom.

-Isso é verdade, e vocês não sabem da maior: esses dias eu encontrei uma ex-colega nossa, a Susako, e ela me contou que o Takeru se casou com a Kaori Sasamaki, e já tem quatro filhos. Parece que ele se tornou um playboy boa vida, e são sustentados pelo pai dela, que o obrigou a casar quando ela engravidou do primeiro filho. –Yoko comentou fofoqueira.

-Menina, que babado, viu? Se bem que isso não me surpreende mesmo, eu já sabia que o Takeru nunca prestou, era de se supor que ele arranjaria alguma herdeira tonta para dar o golpe. –Respondeu Asami. –Ei Nanami, vocês escutou o que nós acabamos de dizer?

-Uhum, que coisa triste né? –Nanami disse distraída, brincando com uma pulseira que estava em seu pulso direito. –Falta muito ainda pra vocês terminarem de se arrumar? Quero sair logo.

Duas horas depois...

-Até que enfim chegamos. – Asami disse entre suspiros, saindo do táxi.

-É verdade, parece que foi uma eternidade. – Comentou Yoko.

-Se não fosse por vocês duas, poderíamos ter chegado bem mais cedo. –Nanami falou impaciente. -Se pra uma simples balada demoram horas e horas, quando se casarem tem que começar uma semana antes a se arrumar.

-Vai catar coquinho Nanami, vai. O importante é que nós chegamos e vamos curtir muito essa noite. Andem logo meninas! –Asami saiu correndo rumo à fila da boate, local onde as garotas não ficaram muito tempo, pois Yoko era prima do promoter, que deu passe livre para elas, além de acesso a área VIP.

Nanami ficou espantada com o ambiente do local. Era um local muito grande e de dois andares, com diversos ambientes. As paredes eram decoradas por um papel negro, com desenhos de pênis e vaginas e rosa pink. No andar inferior ficava a pista de dança com algumas mesinhas e cadeiras e um palco para os shows de strip-tease. Ao lado dos caixas havia uma pequena sex shop, que despertava a curiosidade de alguns. Já no andar superior ficava a área VIP, que era dividida em seis espaços, que possuíam uma mesinha de centro e divãs em veludo vermelho. No teto havia diversas gaiolas suspensas, onde os dançarinos apenas de calcinha ou cueca, conforme o sexo. As garçonetes usavam uma fantasia sexy de empregadas, já os garçons usavam apenas uma sunga fio-dental e gravata borboleta. As três meninas foram para um dos camarotes, que o primo de Yoko reservara para elas.

-Pelo o amor de Vênus, pra onde foi que vocês que me trouxeram? –Nanami perguntou apavorada. –O Jirou vai me esfolar se souber que eu vim para um lugar de perdição como esse.

-Credo Nanami, você é careta demais, vamos pedir uma garrafa de vodca e curtir a noite, que apenas começou. – Asami respondeu assanhada, fazendo sinal para um garçom.

-Deixa de ser paranoica, eu aposto que o Jirou foi para um lugar pior que esse daqui. –Yoko comentou maldosa.

-Tipo a “Lady Florinda”? –Questionou Asami, debochando da amiga que fazia cara feia.

-Pior, eu imagino que ele tenha ido a algum lugar como a “Toca da Barata”. –Yoko disse aos risos, deixando Nanami boquiaberta.

-Já chega, eu não quero mais ouvir essas asneiras. Eu confio no Jirou e sei que ele não faria nada para me magoar. –Nanami disse trêmula. –Essa noite vamos apenas beber e dançar, sem exageros.

-Fale por você eu estou só pela putaria, vou terminar a noite nos braços de um bofe bem gostoso e bem dotado. –Yoko disse malicioso, bebericando sua margherita.

-Mas e o Kazuma? –Questionou Asami.

-Foi demitido por mentir que tinha curso superior completo. Não quero namorar um fracassado que nem ele. A única coisa boa nele era o que ele sabia fazer entre quatro paredes. –Yoko comentou indiferente. –Mas eu não quero falar sobre, até mais amigas!

Yoko desceu até o bar, onde um homem alto e traços rústicos bebia um copo de uísque. Ela pegou a mão dele e o arrastou para a pista de dança, que acompanhou a garota sem hesitar. Nanami e Asami observavam atônitas.

-Caramba, a Yoko é muito louca mesmo. Olha a ousadia dela! –Nanami observava a amiga de dança com os olhos arregalados. Por mais que reprovasse as atitudes de Yoko, no fundo a invejava. Se arrependia por não ter aproveitado mais, por não ter sido mais impulsiva, mais independente, mais... Feliz. –Não olha agora, mas... Aquele ali não é o Ivan?

Asami quase caiu no chão quando Nanami disse aquele nome. Ivan era um grande amor que ela teve na Rússia durante seu intercâmbio, o qual nunca conseguiu esquecer. E encontrar ele num lugar desses era algo que jamais imaginaria. Asami se virou lentamente, e pode constatar que era mesmo ele, e no instante que o viu, seus olhares se cruzaram e Ivan estava vindo em sua direção.

-Ai meu deus, Nanami ele está vindo para cá. O que eu faço? –Asami perguntou nervosa.

-Toma uma dose de vodca, respira fundo e se ele vier falar contigo, aproveita. Quem sabe esse reencontro não tenha algum significado? –Nanami disse otimista, tentando estimular a amiga. Ivan chegou até elas e chamou Asami para dançar, que aceitou trêmula. Nanami riu da situação, embora tenha ficado um pouco triste por estar sozinha.

-Ué, cadê a Asami? –Yoko perguntou para Nanami, que levou um susto.

-Você não vai acreditar: Ivan apareceu do nada e tirou ela pra dançar. –Nanami comentou rindo.

-Uau, essa noite tá rendendo mesmo. –Yoko comentou maliciosa. –Amiga, me perdoe tá, mas eu vou embora. Esse cara que eu conheci é gostoso demais para não tirar uma lasquinha. Nos falamos depois.

-Tá bom. –Nanami fez um muxoxo, enquanto bebericava seu cosmopolitan. –Que ótimo, fiquei sozinha na minha própria despedida de solteira. Isso só pode ser castigo. –Resmungou baixo, mas alguém ouviu.

-Agora não está mais. –Um misterioso homem se aproximou e se sentou ao lado de Nanami. Ele era alto, sua pele era clara e macia, os cabelos curtos e desfiados em camadas irregulares eram de um branco acinzentado, os olhos violáceos eram misteriosos e sensuais, e seu sorriso possuía um quê de sadismo e luxúria. Nanami olhava hipnotizada para ele, ao mesmo tempo em que estava assustada, mas não conseguia se mexer.

-Q-quem é você? –Nanami perguntou trêmula.

-Eu me chamo Tomoe, e é um prazer conhece-la. Perdoe-me se te assustei, não foi a minha intenção. –Respondeu o homem, depositando um beijo cálido na mão de Nanami, que corou feito uma pimenta. –O que uma garota tão fofa faz sozinha aqui?

-Tecnicamente hoje seria a minha despedida de solteira, mas minhas amigas me abandonaram e aqui estou eu, sozinha. –Nanami suspirou bicuda, fazendo com que Tomoe a olhasse com mais interesse ainda. –Acho melhor eu ir embora, essa festa já deu o que tinha que dar para mim.

-Oh, por favor, não vá ainda. Você nem me disse seu nome. –Tomoe pegou a mão da garota, que engasgou de nervosismo.

-Eh, Nanami. Nanami Momozono.  É um prazer conhecê-lo, senhor Tomoe. –A morena respondeu educada, porém tímida. Tomoe sorria lascivamente para ela, que já não sabia mais como agir, mas sentia extremamente atraída por ele, como se o belo rapaz tivesse alguma espécie de ímã.

 -Senhor? Acho que eu não sou tão velho assim para ser chamado de senhor. –Tomoe ria descontraído, fazendo Nanami relaxar um pouco. –Nanami, seja uma garota boazinha e me chame apenas de “você”. Certo?

-Eu sinto muito senhor Tomoe, mas é a força do hábito. Nós acabamos de nos conhecer e me sinto como se estivesse sendo grosseira ou atrevida lhe chamando de “você”. –Nanami respondeu tímida, enroscando uma mecha de cabelo no dedo, o que fez Tomoe segurar seu rosto pelo queixo, delicadamente, mas firme. Nanami sentiu suas bochechas em brasa, e seu coração parecia que explodiria a qualquer momento.

-Eu duvido muito que você possa ser grosseira, mas adoraria que fosse atrevida comigo, assim eu teria boas razões para te punir. –Tomoe sussurrou próximo aos lábios de Nanami, que se sentia como se fosse enfartar. –Quer dizer então que a senhorita vai se casar. Posso saber quem é o felizardo?

-J-Jirou, o nome dele é Jirou Kurama. Vamos nos casar em dois dias. –Nanami disse um pouco triste.

-Você está falando do herdeiro do grupo financeiro Kurama, que praticamente controla a Ásia? –Questionou Tomoe, Nanami apenas concordou com a cabeça. –Eu conheço seu noivinho, já fiz negócios com ele. Ele tem muita sorte de casar com uma garota tão linda como você.

-Ah Tomoe, pare com isso, por favor. Seus galanteios estão me deixando constrangida. –Nanami fez um muxoxo, causando um ataque de risos em Tomoe, que cuspiu todo o uísque que havia ingerido.

-Não estou te galanteando, se é o que pensa. Estou apenas sendo sincero. Por o Jirou nunca te diz que é bonita? –Tomoe perguntou, servindo uma nova dose do destilado.

-Na verdade não, o máximo que ele diz é que estou apresentável, ou que estou vestida de acordo para uma futura esposa da família Kurama. –Nanami respondeu chateada, de fato Jirou não sabia bem como tratar uma mulher.

-Esse cara é um babaca mesmo. Mas me diga: por que vai se casar com ele? Não me parece que o ama. –Tomoe olhava fixamente para Nanami, aguardando uma resposta.

-Bem, ele ajudou muito a minha família, além de nossos pais terem vários negócios juntos. Nossas famílias meio que arranjaram este casamento antes mesmo de eu nascer, mas eu não quero falar sobre isso agora. –Nanami olhava distraída para a pista de dança, mas já avistava mais as amigas.

-E vale a pena sacrificar sua felicidade por isso? Se o problema é dinheiro, eu posso me casar com você, e com certeza vou te fazer muito mais feliz que esse idiota. Que tal irmos para a minha casa? –Sugeriu Tomoe, com um sorriso que denunciava suas reais intenções. Nanami sentiu um arrepio na espinha.

-Mas eu nem te conheço direito, e eu nem sei onde estão as minhas amigas. De jeito nenhum! –Nanami protestou.

-Podemos nos conhecer melhor na minha casa, bebendo um bom espumante, escutando uma música mais propícia e se você estiver de acordo, podemos até relaxar da minha banheira, tem espaço suficiente para nós dois. E quanto às suas amigas, não se preocupe: elas estão em ótimas. Ivan e Nobuo não meus velhos amigos. –Tomoe normalmente. –Vamos?

-E eu tenho escolha? –Nanami perguntou irônica. Tomoe riu malicioso, dizendo que não. –Então vamos, antes que eu me arrependa.

Tomou sorriu vitorioso. Ele conduziu Nanami até o caixa, onde pagou a conta dos dois, apesar de Nanami protestar. Eles saíram da festa e o manobrista já os aguardava com o carro do rapaz, que era um esportivo e arrojado saab conversível preto. Nanami olhava admirada para o carro, era o seu sonho de consumo, mas seu pai nunca que comprasse.

-Uau!-Os olhos de Nanami brilhavam.

-Quer dirigir? –Tomoe entregou as chaves para a garota, que hesitou.

-Tem certeza? E se eu estragar seu carro? –Nanami perguntou apreensiva.

-Não se preocupe, eu tenho  seguro, e se a senhorita causar um único arranhão no meu garoto, te faço minha escrava sexual para o resto de sua vida. –O olhar de Tomoe era sombrio, deixando Nanami apavorada. –Calminha aí, é só brincadeira. Eu confio em você, divirta-se no meu brinquedinho!

Apesar do medo, Nanami pegou as chaves e dirigiu o carro. Cerca de 25 minutos depois chegaram a casa de Tomoe, que ficava numa região nobre da cidade. Ela possuía quatro andares bastante amplos, a decoração era discreta e contemporânea. No térreo ficava a garagem, que possuía diversos carros e motos, todos importados e de marcar milionárias. Nanami estava boquiaberta. No segundo andar ficava uma ampla e diversificada sala de jogos, parecia mais um pequeno parque de diversões. No terceiro andar ficava a sala e a cozinha, que Nanami nem prestou atenção. Por fim, no quarto e último andar ficava o quarto do rapaz. Não possuía muitos móveis ou decoração, além da cama, um piano e duas portas de carvalho, com símbolos japoneses entalhados. Nanami se sentou em um divã negro, retirando os sapatos de salto, e nem que percebeu que Tomoe desaparecera. Ela se espreguiçou um pouco mais e cochilou por alguns minutos, até ser acordada com um beijo na testa.

-Acorda princesa, a nossa noite nem começou. –Tomoe trazia um carrinho com espumante, morangos, chantili, ostras e nachos. Ele serviu uma taça da bebida e entregou para a garota, que bebeu de uma vez só.

-Muito bem senhor misterioso, vejo que sabe como agradar uma garota. –Nanami se deliciava com os morangos e chantili, lambuzando o rosto. Tomoe limpou com a língua um resíduo que ficara perto da boca da garota.

-Hum, isso está muito gostoso, mas acho que esse chantili ficaria mais gostoso em outras partes. –Tomoe olhava com Malícia para Nanami, que já não se importava mais, por efeito da bebida.

-Como aqui, por exemplo. –Nanami passava os dedos por entre os seios, deixando Tomoe mais excitado.

-Pode ser, mas eu tinha pensado em aqui também. –Tomoe traçou uma linha imaginária no abdômen de Nanami, indo até o umbigo.

-Me parece uma boa ideia. –Nanami começou a dançar ao som de Ego-Beyoncé, enlouquecendo o empresário, que olhava hipnotizado para ela.

-Se eu soubesse que a bebida te fazia tão bem, eu teria te dado mais. –Tomoe já estava sem roupas, trajando apenas um roupão marinho.

-É apenas o começo... Gatinho. –Nanami sensualizava, indo até o chão. Lentamente ela tirou seu vestido, ficando apenas com um lingerie de cor roxa, que contrastava com sua pele clara. Seu corpo era magro e esquio, os seios eram de tamanho médio, as coxas finas e firmes. Ela rebolava e passava as mãos pelo próprio corpo, deixando Tomoe ainda mais enlouquecido, que assistia tudo deitado em sua cama, degustando as ostras.

-Miau! –Ele disse se aproximando da garota, que ria safada. Tomoe pegou Nanami firmemente pela cintura e a jogou na cama. Ele retirou o roupão, relevando estar usando apenas uma cueca boxer preta. (N/A: Sei que é clichê, mas eu ADORO!). Com delicadeza Tomoe retirou o sutiã de Nanami, demonstrando ser experiente no assunto. Ele pegou o chantili e espalhou pelos seios dela, lambendo com dela. Nanami gemia de excitação.

-T-Tomoe... –Nanami mal conseguia falar. Tomoe continuava lambendo seus seios, que evoluíram para sugadas e depois mordidas. Ela se contorcia na cama, deixando o rapaz satisfeito.

-Se com meras lambidas você já está toda molhada, imagine quando a brincadeira ficar séria. –Tomoe desceu para o umbigo de Nanami, dando-lhe pequenos arranhões nas costas. A garota tentava controlar os gritos, mas era impossível.

-Como assim? –Nanami olhou assustada para Tomoe, que lambeu os lábios, maldoso.

-Logo vai descobrir. – Vagarosamente Tomoe retirou a calcinha de Nanami, introduzindo dois dedos de leve. Nanami gritava cada vez mais alto, estava chegando ao limite.

-Tomoe, por favor! Ai! –Nanami se segurava com força nos lençóis, por causa das mordidas que Tomoe dava em sua intimidade. –Você é um cara muito mau!

-Nunca disse que era um cara bom, mas vou ser bonzinho com você, não se acostume. –Tomoe sentou Nanami na beirada da cama, ficando de frente para ela. Ele retirou sua cueca e Nanami se espantou com o tamanho de seu membro. Ele passou chantili apenas na cabeça, fazendo sinal para Nanami lambesse. –Sua vez.

-M-mas eu nunca fiz isso antes. –Nanami disse envergonhada.

-Imagine que está comendo um sorvete, só não morda com força. –Tomoe pediu gentilmente. Nanami colocou o membro na boca, dando suaves lambidas. Tomoe apertava os seios de Nanami carinhosamente, controlando a vontade de gozar. Nanami deu leves mordidinhas, e depois começou movimentos de vai e vem, chupando com vontade. –Nada mal para uma primeira vez, garota.

-Que bom que achou isso. –Nanami respondeu corada. Tomoe a deitou na cama novamente, voltando a colocar os dedos em sua intimidade, até que estivesse bem molhada. Depois ele foi até a cômoda e pegou um pacotinho verde, que abriu em seguida, revelando ser uma camisinha. Ele colocou o preservativo no membro e retornou para a cama. Tomoe subiu em cima de Nanami e começou a lhe dar pequenos beijos no pescoço, apertando-lhe os seios.

-Tomoe, eu... –Nanami estava quase sem fôlego. Ela tentou falar mais alguma coisa, mas Tomoe colocou o dedo em seus lábios.

-Não precisa falar mais nada, está tudo bem. Prometo que serei cuidadoso e carinhoso, como nenhum homem jamais foi. Você se lembrará desta noite para o resto de sua vida. –Os olhos de Tomoe estavam serenos e gentis, deixando Nanami confusa. Ele lhe depositou um beijo na testa antes de começar com o ato. Primeiro ele penetrou suavemente, iniciando uma série de estocadas leves, que logo foram se intensificando. Nanami berrava de prazer, e Tomoe a acompanhava. Logo mudaram de posição, deixando a garota por cima dele, depois de quatro, até que ambos atingiram o orgasmo. Nanami desabou esgotado por cima de Tomoe, que aconchegou em seus braços, feliz.

Enquanto dormia, Tomoe depositou um beijo terno nos lábios de Nanami, que sorriu. Ele acariciava seus longos cabelos castanhos e aspirava seu perfume, como se fosse alguma droga viciante.

-“Nanami...” – Tomoe pensou naquela cena e adormeceu em seguida.

Dois dias depois...

Nanami terminava de se arrumar junto com suas amigas Yoko e Asami, rumo à igreja. Ela estava em frente ao espelho, mas seu olhar era vazio e distante, como se quisesse estar em outro lugar.

-Nanami como você está linda, parece até uma princesa. –Asami comentou empolgada, mas foi ignorada. –Você está bem? –Perguntou preocupada, mas foi ignorada novamente.

-Ela tá muito estranha desde a nossa ida a Divindade. O que será que aconteceu durante nossa ausência? –Yoko pensativa.

-Não sei, mas desconfio de que foi algo impactante. –Asami brincou. A dama de honra se dirigiu até Nanami, dando-lhe pequenas batidinhas no ombro, fazendo-a sair de seu transe. –Nanami, temos que ir.

-Ah sim, me desculpe. –Nanami respondeu, mas seu olhar continuava vazio e distante. Elas foram para a igreja, e a expressão das três parecia mais de funeral do que de casamento. O pai de Nanami a aguardava em frente à capela, que tinha as portas fechadas.

-Vamos Nanami, está na hora. –Disse o homem severamente. Nanami apenas assentiu. O caminho até o altar parecia uma verdadeira tortura. A noiva dava passos lentos e hesitantes, pois tinha vontade de sair correndo e fugir. Jirou tinha uma expressão séria e arrogante, mantendo um sorriso falso no rosto. Nanami finalmente chegou ao altar, sendo entregue por seu pai. Jirou a puxou com certa brutalidade, colocando-a ao seu lado.

O padre iniciou a cerimônia. Havia um misto de tensão e expectativa. Nanami não parava de pensar em Tomoe, sentindo como se sua cabeça fosse explodir.

-“O que foi? Não para de pensar naquele gigolô barato? Eu sei de tudo o que aconteceu naquele dia. Sabe como eu sei? Naquela noite contratei um detetive pra te seguir. Você não passa de uma vadiazinha suja mesmo, mas tudo bem, eu já fiz coisas bem piores, inclusive já comi algumas de suas primas e amigas suas. Todas eram melhores de cama do que você.” – Jirou sussurrou maldoso, deixando Nanami enojada. Chegou a hora de o padre perguntar se os dois estavam de acordo em se casar. Jirou disse que sim, mas na vez de Nanami...

-NÃO! –Nanami berrou com todas as suas forças. –Você é a última pessoa com quem quero estar, seu porco, escroto, mentiroso. Quero que se dane a droga da sua família, e que se danem os negócios que tem com a minha família. –Nanami berrou irritada, chocando todos os convidados, até o padre. –E antes que eu me, VAI Á MERDA! –Nanami deu uma joelhada nas partes intimas de Jirou, que caiu de joelhos no altar.

Nanami saiu correndo sem olhar para trás, acompanhada de Asami e Yoko. Ao chegar à rua, teve uma surpresa: Tomoe a estava esperando, acompanhado de Nobuo e Ivan.

-Eu não acredito! O que está fazendo aqui? Como eu sabia que ia me casar nessa igreja? –Nanami perguntou incrédula, correndo para os braços de Tomoe, que a apertou com força.

-Vim te buscar. Eu não poderia permitir que você se casasse com aquele idiota. Agora vamos, vou te mostrar um mundo de possibilidades. –Tomoe disse enigmático, ele usava calça jeans, camiseta e uma jaqueta de couro preta, segurando um capacete.

As garotas vestiram os capacetes e se sentaram nas motos, apertando forte a cintura dos rapazes. Eles foram até a praia, onde Nanami atirou o buque no mar. Tomoe a abraçava pela cintura, observando o pôr do sol.

-Tomoe... –Nanami disse o nome dele, hesitante.

-Sim? –Tomoe perguntou gentil, acariciando seu rosto.

-Obrigada... Por me salvar. –A ex-noiva respondeu sem jeito, com o rosto um pouco corado.

-Não se preocupe mais com isso, aquela vida ficou para trás. Hoje iniciamos uma nova história. –Tomoe disse confiante, puxando Nanami para um beijo. Eles se beijaram com vontade por longos minutos, até ficarem sem ar.

-Tem uma coisa que eu quero te perguntar: O que havia naquela porta roxa? –Nanami perguntou curiosa.

-Em breve você vai descobrir. –Tomoe sorriu enigmático.

 



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