História Loveless or lovely? - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 42
Palavras 901
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Escolar, Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem! Estou tentando melhorar :3

Capítulo 2 - Just tonight...?



Haru p.o.v
Me aproximo para ver o que aconteceu. O garoto estava desmaiado de dor, imagino o que fizeram com ele. Me ajoelho em sua frente, ele não parecia ter mais de 17. Balanço um pouco seu rosto e o vejo abrindo os olhos com dificuldade
-Ei, você está muito machucado - falo em um tom calmo para não o assustar, um estranho tatuado falando com ele não seria uma ótima primeira impressão - Quer ajuda para sair?
Ele me olha assustado. Tenta se levantar sozinho, mas acaba com dificuldade se ficar em pé. Passo seu braço pelo meu ombro para ajudá-lo a ficar em pé.
 -Como é seu nome? - pergunto enquanto o ajudo a andar.
- Min. Tatsuya Min - ele responde com um tom fraco
-Meu nome é Haru - respondo. - Onde fica sua casa? Eu posso te levar até lá.
-Não!- Ele fala em um tom mais alto e depois se acalma - não me leve para casa, por favor - agora ele parece triste.
-Para onde quer que eu te leve? - ele não seria capaz de aceitar a oferta de um estranho para ir para casa dele, não que eu fosse fazer algo de errado.
-Eu não sei - vejo lágrimas - Você... poderia me levar para sua casa? Eu não sei! Não quero voltar para casa - ele fala já em lágrimas.
Eu não podia acreditar que ele se ofereceu para ir na minha casa, mas tudo bem.
-Pode ir para minha casa - falo um pouco cauteloso - você não deveria confiar em estranhos. Eu poderia ser alguém com segundas intenções, sua sorte que não sou.
 - D-desculpa. - ele fala enxugando suas lágrimas.
-Tudo bem, tudo bem, agora vamos. - falo e fomos andando até minha casa, que fica ao lado do estúdio, perto de onde estávamos.
Chegamos em minha casa. Estava tudo revirado como de costume. Roupas em cima do sofá, pratos sujos em cima da mesa e algumas garrafas de bebida espalhadas pela sala.
-Desculpe a bagunça, não esperava receber visitas. - falo, o sentando no sofá.
-Tudo bem, eu que tenho que me desculpar - falou sem graça.
Vou até meu quarto e pego a minha caixa de primeiro socorros. Não a uso desde a última vez que tentei me tatuar, uma ideia ruim por sinal. Coloco a caixa perto dele e começo a tirar os remédios. Passo um pouco de um spray para machucados em seu braço e ele da um gemido de dor.
-Eu posso fazer isso. - ele disse, calmamente pegando o remédio de minha mão.
Tudo bem. - falo, e vejo seu olhar. Um olhar que queria que eu voltasse e falasse " não, eu passo por você". Eu não vou fazer isso, não sou insistente.
Vou para a cozinha preparar rámen, pela primeira vez em muito tempo, para duas pessoas. Fica pronto e levo para ele.
Chego na sala e vejo que já está acabando com os curativos em seu corpo. Ele vê a comida e sorri. Ele tinha um dente meio torto, aquilo é fofo.
-Eu fiz rámen, espero que goste. - falo colocando para mim. Eu não sou bom com boas maneiras, apenas me sento de qualquer jeito na mesa da sala e começo a comer, sem esperar Min acabar com os curativos.
-Obrigado! - Ele fala sorrindo, tirando um sorriso pequeno de mim. Ele acaba os curativos e se senta para comer comigo.
- Quantos anos você tem? -pergunto com a boca cheia.
-17. - ele responde, também comendo - E você?
-23 
Ele olha surpreso, talvez ele achasse que eu tinha mais.
- Quem fez isso com você?
-Uns garotos da escola que não gostam de mim - ele fala com uma voz normal, como se aquela situação fosse normal
-E você por que você deixou?
-Não sou forte, não posso me defender facilmente. O jeito é aceitar. Só falta mais um ano para eu acabar com tudo isso, então eu aceito o fato de apanhar semanalmente.
Já não sabia mais o que esperar. Não o pergunto sobre sua família, se ele não queria estar em casa provavelmente não gosta de quem está nela.
- Você é tatuador? - ele pergunta, para quebrar o silêncio
-Sim, meu estúdio fica ao lado. - Respondo.
-Que legal - ele responde - Você ganha bem? - ele pergunta, mesmo sendo uma pergunta inconveniente.
- Você não precisa saber. - Falo um pouco frio, ele estava querendo saber de mais. Reúno nossos pratos e levo à cozinha. Minha casa tem 2 quartos, mas um deles, é quase impossível de andar de tanta bagunça.
- Você pode dormir na minha cama hoje, eu durmo no chão - um dia não faria diferença.
- Não, eu posso dormir no chão - ele responde com um pouco de má vontade. Obviamente ele queria dormir na cama.
- Eu durmo no chão, você na cama. - Respondo frio e vou para o quarto. Ele vem em seguida se deitando na cama.
-Muito obrigado por tudo, Haru. - Ele fala sorrindo, parecia estar aliviado.
-Tudo bem, boa noite. - falo, me deitando no chão e me cobrindo com uma coberta. O chão frio é bom, não é tão ruim assim.
- Boa noite, Haru. - Ele fala se cobrindo. Ele dorme virado para mim, eu odeio isso. Me viro de costas para ele, me sinto mais confortável assim. 


Notas Finais


Alguma ideia? Aceito sugestões :3

obrigada


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