História Loveless or lovely? - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 53
Palavras 1.278
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Escolar, Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero agradar :)

Capítulo 4 - Drunk?!


Haru p.o.v

 

- Pois é, aceitei vir por causa do dinheiro, mas as crianças parecem gostar mesmo de mim - falo. Vejo seu irmão com um olhar confuso.

-Você conhece esse moço? - o menino pergunta

-Sim, ele é um colega meu - ele me olha e ri. O menino pareceu feliz ao ouvir aquilo.

- Já que você é amigo do meu irmão, você é meu amigo também - o menino fala e me abraça - Moço, posso te chamar de gangster? - seu olhar brilha

-Sim, mas por quê? - falo um pouco confuso. Onde uma criança poderia ter visto essa expressão?

-Meu irmão disse que pessoas que tem tatuagem e usam roupas escuras são gangsters - ele diz como se fosse algo muito legal. Olho para Min com um olhar de reprovação e depois rio.

-Gangster, eu vou brincar! Obrigada pelo desenho! - o menino fala e sai correndo para brincar com seus amigos, amostrando o seu símbolo de capitão América. Pego um pano e limpo minhas mãos enquanto Min senta ao meu lado, em um banco extra.

-Você pelo menos gosta de crianças? - Min pergunta

-Contanto que elas fiquem caladas e quietas, eu adoro. - rio

-Você vai para algum lugar depois daqui? - ele pergunta se aproximando

-Para casa - me afasto um pouco

-Vai ter uma festa que eu fui convidado... - ele olha para baixo - E... eu não tenho ninguém para ir comigo, sabe? - Ele estava fazendo chantagem. Seguro a risada

-E eu com isso?  - falo, apenas esperando sua reação.

-Grosso, é melhor falar que não quer ir - Ele fica mais desajeitado na cadeira - As pessoas são ingratas, não é, Haru? Limpei sua casa para nada - ele olha para o lado, cruzando os braços como uma criança. Eu não segurei a risada.

- Onde vai ser isso? - falo, ainda rindo. Ele olha com esperança e se aproxima de novo.

-Perto da minha casa. Não fica muito longe da sua - Ele fala sorrindo

-Eu vou com você - falo, mesmo não querendo ir, sinto que tinha "pagar" a arrumação que ele fez em minha casa.

-Sério? - Ele sorri e me abraça, eu não devolvo o abraço, não gosto muito disso - Obrigado, obrigado, obrigado!

-Com uma condição - falo, ele olha com curiosidade - Você vai ter que me ajudar até eu sair daqui.

-Fechado! - ele diz animado.

Passamos o resto de fim de tarde na festa, ele me ajudava passando a tinta e falando com as crianças, já que eu não sou bom com isso. A festa começou a passar rápido com ele ao meu lado. Conversamos sobre um monte de coisas e nos conhecemos melhor. Apenas deixei ele saber da minha vida superficial, nunca contaria a alguém sobre minha vida pessoal. A festa finalmente acabou, e com meu carro levamos o irmão dele para a casa dele e fomos até a festa que ele queria tanto ir.

~na festa~

O som é alto, a música é irritante. Eu estava me arrependendo de ter aceitado. Mal chegamos no lugar e Min já estava no balcão de bebidas, pedindo alguma coisa para ele.

-Você tem idade para beber? - pegunto alto por causa do som

- Não - ele dá um gole em sua bebida - Mas não é a primeira vez que faço isso. - Ele fala como se fosse algo normal.- Não vai beber nada?

-Não - respondo em um tom seco. Ele termina seu primeiro copo de bebida e me puxa pela mão, em direção a pista de dança. Eu protesto, mas ele fez uma cara carente que eu não pude resistir. Eu não gosto do tipo de música que está tocando do mesmo jeito que eu não sei dançar. Fiquei parado na frente de Min enquanto ele dançava animadamente. Ele pega em minhas mãos e eu sinto arrepios. Ele as balança pelo ar, querendo que eu dance junto a ele, e eu tento mexer meu corpo de acordo com a música e acabo falhando. Ele ri de mim e continua a dançar, quando de repente ele vai para o meio de pessoas dançando e eu o perco de vista. Tento procurá-lo olhando de um lado para o outro e não o vejo. Sinto mãos cobrindo meu olho, mãos pequenas e macias.

-Achou! - ele fala rindo e eu me viro para ele, dando um suspiro de alivio - Ficou preocupado? - ele diz, rindo de minha cara. Eu devia estar parecendo um idiota.

Dou meia volta e volto para onde eu estava sentado, na frente do balcão de bebidas e ele vem atrás de mim, com um sorriso na cara e eu desvio o olhar. Ele se senta na minha frente novamente e pede mais uma bebida.

-Se ficar bêbado, eu não cuidarei de você - Falo, o encarando com um olhar sério.

-Não se preocupe com isso - ele ri - eu não fico bêbado fácil! 

A medida que o tempo foi passando, Min bebia mais e mais sem perceber. Se passaram uma hora e ele não conseguia andar direito, estava completamente bêbado.

-Haru, você não parece feliz - ele ri - o que aconteceu?

-Pare de beber, eu vou te deixar em casa - Falo me levantando para ajudar ele a se levantar do banco, mas ele protesta e me empurra

-Eu  quero ficar mais um pouco - ele fala e toma mais um gole de sua bebida.

-Vamos logo, nem é tão tarde assim e você já está nesse estado. Não sou sua babá e não sou obrigado a fazer isso - Falo e tento ajudar ele a se levantar, mas ele protesta de novo. Ele pega em minha camisa e me puxa para perto dele, deixando nossos rostos próximos.

-Eu não quero ir agora - ele ri. Parece que ele vai me beijar - Você está bonito hoje, Haru. - Eu não estava falando nada com nada. Ele solta minha camisa e pega seu copo para beber mais e eu tiro rápido de sua mão.

-Ei! Devolve, isso é meu! - Ele fala e se levanta para pegar o copo de minha mão e se desequilibra. Ele cai em cima de mim e eu o seguro. Deixo o copo em cima da mesa e começo a arrastar ele para a saída.

-Nossa, Haru. Que saúde - Ele passa a mão nos meus braços - Muita academia? - Ele fala rindo, seu halito é horrível e eu odeio isso. Me sinto um pouco incomodado com ele mexendo em meu corpo, mas relevo isso, ele estava bêbado.

Consigo arrastar ele até o carro, o jogando no banco de trás. Eu não poderia levar ele naquele estado para sua própria casa. Decido levá-lo a minha. No meio do caminho ele acorda de seu pequeno cochilo.

-Haruuuu - ele fala com uma voz anasalada - Para onde está me levando?

-Para minha casa - Do banco de trás, ele me abraça, me deixando um pouco sufocado - me solta, eu estou dirigindo.

-Não, eu quero abraçar você - sinto seu halito ruim de álcool.

-Abrace, mas fique calado.- Falo tentando tapar meu nariz.

Chegamos em minha casa. Abro o portão e o empurro com o pé enquanto seguro o Min. Fecho a porta e tranco bem rápido tentando me equilibrar. Subo ele em minhas costas e o levo até meu quarto. Jogo ele na cama e paro para respirar um pouco. Eu tiro o casaco que ele estava usando e ele abre os olhos.. Ele da um sorriso e pega na gola da minha camisa, como ele fez na festa. Mas dessa vez, ele realmente me beijou.


Notas Finais


Min audacioso
tentei o meu melhor


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