História Loveless or lovely? - Capítulo 7


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Categorias Originais
Tags Bullying, Colegial, Estudio, Lemon, Originais, Tatuador, Yaoi
Visualizações 7
Palavras 786
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - 7


Fanfic / Fanfiction Loveless or lovely? - Capítulo 7 - 7

      

Haru p.o.v

Fiz minhas necessidades rapidamente pensando no quão estranho aquele homem era. Eu reconheço que sou uma pessoa fechada à pessoas novas e que não estou 100% do tempo sorrindo, mas o cliente me parecia alguém não confiável. Até me pergunto se seria seguro aceitar fazer a tatuagem que ele queria.

Enquanto lavava as mãos, ouvi um barulho de algo caindo. Será que estava tudo bem? Saí do banheiro sem enxugar as mãos para ver o que tinha acontecido e arregalei os olhos ao ver aquele doido prendendo o Min na parede.

- O que pensa que está fazendo? - Não hesitei em correr até o desgraçado, puxando-o pelo cabelo e passando meu braço pelo seu pescoço para enforcá-lo.

- Não se perde a oportunidade de apreciar uma belezinha dessas. - Ele disse tossindo, mas sem perder o tom misto de graça e ironia que me deixou muito puto. Por ser um pouco mais alto que eu, teve facilidade em tirar meu braço e virá-lo na intenção de quebrar. Já estive em um situação parecida com essa, logo relacionei. Antes que pudesse completar o ato, dei um chute em suas partes baixas, fazendo-o cair no chão.

Aproveitei a situação em que ele estava - acabou caindo de joelhos - e pisei em suas costas, pegando seu braço esquerdo enquanto pressionava meu pé para que ficasse deitado no chão.

- Era aqui que queria tatuar? - Perguntei, forçando seu braço para cima quando ele começou a gemer de dor.

- Solte-me! - Gritou desesperado como se eu fosse matá-lo. Para falar a verdade, senti muita vontade de fazê-lo, mas ser preso por causa de um filha da puta desse não estava na minha lista de coisas para fazer antes de morrer. Lembrei que sempre guardo um canivete no bolso e aproveitei a oportunidade de pôr medo.

Subi a parte cortante do canivete, expondo-o em frente ao cliente e quase ri quando o mesmo arregalou os olhos, horrorizado com o que eu poderia fazer com ele. E foi tentador olhar para seu braço estendido, mas me contive em apenas ameaçá-lo com aquele objeto.

- Saia daqui agora, entendeu? Você tem muita sorte por eu não ter te matado. - Disse jogando o braço dele no chão, sem deixar de dar um chute em sua barriga. Mesmo com dor, o mesmo não demorou para se levantar e sair correndo o mais rápido que conseguiu.

Em meio a toda essa confusão, acabei por esquecer do pobre Min. Direcionei meu olhar para si, que estava estático e pude ver que havia chorado um pouco. Sem ter muito controle de meus atos, corri até ele, abraçando-lhe com toda força que consegui e isso pareceu despertá-lo do transe que se encontrava.

- Desculpe-me por tudo isso. - Sussurrei baixinho e ele me devolveu o abraço, aprofundando sua cabeça em meu peito. Não sei se ele estava chorando ou quanto tempo ficamos ali, mas foi o suficiente para que pudéssemos nos acalmar.

- Haru, vamos apenas sair daqui, okay? - Assenti com a cebeça. Fui até o balcão pegar a chave que tranca a porta principal. Amaldiçoei-me mentalmente por ter aceitado atendê-lo. Eu sabia que algo estava errado, mas de nada adianta reclamar agora.

<3

Odeio quando as coisas não acontecem como o esperado. Eu já não queria trabalhar hoje, e esse tipo de situação ainda acontece, sinto-me tão frustado. Até Min me olha com pena, apenas quero voltar para casa e dormir.

- Quer que eu te leve em casa? - Perguntei assim que chegamos em frente à minha casa.

- Não, eu quero ficar com você. Não posso deixá-lo com essa cara sozinho. - Era perceptível que suas intenções são boas, mas tudo que eu queria agora era ficar sozinho.

Entrei com ele, logo me jogando no sofá de qualquer jeito e pegando meu celular. Min sentou ao meu lado, apoiando sua cabeça em meu ombro, e não vou mentir, foi como um choque. Entrei em meu instagram para tentar me distrair do meu coração acelerado que insistia em me dizer algo que eu me negava a aceitar.

- Min, você tem instagram? - Perguntei, pois é a rede social que eu mais uso e se eu quisesse, poderia manter contato com ele por lá.

- Meu insta é (xxx). - Assim que acho, passo a seguí-lo. Ele não possuía fotos, mas parecia ativo. Não demorou muito até que o mesmo já estivesse dormindo apoiado em meu ombro, e não consegui resistir. Abri a câmera do celular e nos fotografei. Min ficava bonito até dormindo, e acabei por postar a foto, marcando-o.

Adormeci ao lado do menor, sem me importar muito com a posição desconfortável. Com ele ali, eu realmente me sentia menos solitário, e mesmo querendo negar, a sensação de estar com alguém é incrível.


Notas Finais


Eu amo essa fanfic aaaaa ♡ Quando eu estava betando, levei tiro com minha própria história, pode isso?


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