História Lover to Lover (Sesson 01) - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Dean Winchester, Sam Winchester
Tags Dean, Sam, Sobrenatural, Wincest
Exibições 80
Palavras 1.705
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse é o penúltimo capítulo da minha fanfic, logo depois de finalizar essa pretendo finalizar a outra e logo em seguida entrar em hiatus até que eu finalize uma nova fanfic, desde já agradeço a todos vocês! <3
Boa leitura!

Capítulo 14 - Kiss me and I panic


O relógio de parede do quarto, que antes estava, de certa forma, “congelado”, voltava a se mexer, o ambiente e a temperatura se normalizavam, e o aperto em seu pulso se afrouxava.

 

O mundo voltava a girar como antes.

 

- Ela fez isso por mim... – Disse Sam como um sussurro, como se a pessoa que ele realmente queria que o ouvisse não estivesse mais ao seu alcance.

 

Lágrimas começaram a escorrer.

 

Doces lágrimas, uma mistura de tristeza por perder alguém que conhecera a pouco tempo mas que já tinha se tornado uma preciosa pessoa em sua vida. Alguém que trouxe certa paz. Trouxe a verdade.

 

- Sammy... – Mesmo estando de costas para Dean, ele podia sentir que Sam tremia de forma leve pois sua mão continuava em torno de seu pulso, agora não apertava, apenas um sutil toque de conforto.

 

Sam se virou de forma ágil. Por reflexo Dean se esquivou, mas isso não foi suficiente para escapar das mãos de Sam prendendo o colarinho de sua camisa e o puxando de encontro a seu corpo.

 

Um contato de lábios ocorreu. Um simples toque que paralisou todo o corpo de Dean.

 

Um beijo foi iniciado, Sam não sabia o porquê estava fazendo aquilo, mas sabia que já era hora de algo ser feito, já estava mais do que na hora de mostrar para o mais velho a verdade que ele sentiu na pele a momentos atrás.

 

Sam precisava de mais, precisava saber como é o verdadeiro sabor de Dean, precisa ir mais fundo em sua boca. Dean não conseguirá responder na mesma intensidade, continuava paralisado apenas sentindo cada célula tremer de êxtase. Sua boca dava abertura para que Sam pudesse sentir o “ verdadeiro gosto “ do Winchester.

 

A doçura que havia no selamento dos lábios inicialmente sumira. Um beijo selvagem tomará conta do ambiente, um beijo foi o suficiente para fazer seus corpos tremerem e suarem, necessitavam disso, ansiavam por isso a tanto tempo, como se seus corpos estivessem explodindo por dentro. Nenhum desastre natural chegava aos pés do poder de seus corpos finalmente juntos.

 

O sabor dos lábios, o suor e os fios de lágrimas de Sam eram para Dean a mistura perfeita para o ápice sexual de si..

 

“ – Caralho Sammy... “

 

O cérebro de Dean finalmente voltava a responder. Suas mãos não se aguentavam ficar paradas no ar, tinha que sentir o corpo de Sam mais e mais próximo de si, estendeu seus braços, suas mãos ao redor dos lisos cabelos de Sam e outra em suas costas, puxava cada vez mais forte, tinha que sentir o corpo do mais novo cada vez mais encostado em si, precisava, necessitava urgentemente de seu corpo, de seu calor, de seu cheiro, de seu toque e de sua respiração, colados, como se ele fosse uma parte do corpo de Dean essencial para sua sobrevivência.

 

Sam estava fora de si, a ponto de empurrar Dean até a cama do hospital e fazer com que ambos caíssem e seus lábios se separassem.

 

Sam caiu com a cabeça sobre o pescoço de Dean e a levantou para poder encarar o rosto acima.

 

Dean ignorou a caída e ficou com os olhos fixos nos do outro. Se encarando por breves segundos.

 

Sam quebrou o silencio rindo.

 

Dean não intendeu e começou a rir também de modo meio nervoso.

 

“ – Ele simplesmente me beija e começa a rir? Porra, ele é louco! “

 

- Do que estamos rindo mesmo? – Dean disse voltando a encarar ele tentando mostrar uma cara de sério, mas por dentro estava um pouco apavorado.

 

- Eu não sei... Só que... Você não fugiu... – Sam disse agora sério, com o pouco de medo, mesmo estando naquele momento excitado e provavelmente Dean poderia sentir, mesmo de jeans, um certo “monte” em cima de uma de suas pernas.

 

- Ah... Bom... Isso é porque...

 

“ CHAMANDO DOUTOR BENEVINES NO QUARTO 402 “

 

“ – Merda... “ – Um pensamento mútuo. Ainda estavam dentro de um hospital, tinham que sair de lá o quantos antes, sem serem vistos, sem ter que prestar explicações, urgente!

 

- Vamos sair daqui, rápido! – Sam foi o primeiro a se levantar com urgência e já foi puxando o braço de Dean que fez o mesmo. Ignorando o fato de Dean não ter terminado a frase.

 

- Isso é pra mim Sammy Boy?

 

- O-que? – Disse Sam vermelho de vergonha por ver Dean apontando para sua região de baixo visivelmente “volumosa”. – S-sim... – Sam não tinha mais tanto pudor para mentir.

 

- Que isso em, o garotão cresceu. – Dean deu uma apalpada por cima do jeans de Sam e pode sentir que o “pacote” era de alta qualidade.

 

- Hum... De... – Sam soltou um leve gemido, se fosse qualquer pessoa ele não estaria mostrando esse lado depravado e sensível a toques, entretanto, esse “toque“ era de Dean e não tinha nada que ele poderia fazer além de aceitar os fatos.

 

Dean se surpreendeu, nunca viu seu irmão daquela forma “vulnerável“ e o gemido dado pelo outro fez com que coisas em baixo de si dessem uma apertada.

 

Já haviam se visto nus várias vezes, agora excitados? Era uma visão almejada por ambos, se não fosse pelo local e pela pressa, Dean já teria despido ambos ali mesmo para analisar todo o conteúdo interior.

 

Dean tirou sua mão do local “sensível”.

 

- Vamos Sam, temos um longo caminho até o Hotel. – Disse dando uma piscada, para deixar claro suas segundas intenções para com o maior.

 

- C-certo... – Ainda corado, Sam seguiu o mais velho.

 

Dean abriu a porta de leve para averiguar o perímetro e traçar a rota mais segura e curta até seu carro.

 

Não tinham muitas pessoas no hospital àquela hora da noite, apenas pacientes internados e alguns enfermeiros que, hora ou outra, passavam raramente pelos corredores.

 

Seria fácil sair daquele maldito lugar cheio de angustias.

 

Seguiram para a porta de entrada do hospital, e lá tiveram um certa surpresa, um guarda na entrada. Desaceleraram e fingiram serem visitantes normais que estavam de saída.

 

Passaram, finalmente algo naquela noite tinha saído da forma como previsto.

 

Ao entrarem no Impala, que estava a poucos metros da entrada, Dean não perdera tempo, já pisara no acelerador para perder de vista o hospital, e com isso poder desacelerar sem preocupações.

 

Mantinha sua velocidade para chegar ao hotel em segurança e sair o quanto antes daquele lugar e de sua situação. Seus olhos focados na estrada mas seus pensamentos no corpo ao seu lado, precisava saber tudo o que Sam sabia sobre todo o ocorrido, toda a situação presenciada por eles dentro e fora do hospital.

 

- Sam... – Dean desviou o olhar da estrada para poder fitar por um segundo para que outro percebesse que aquele era o momento de “colocar verdades na mesa”.

 

- Eu já entendi Dean... Vou te explicar. – Sam disse suspirando, sabia como explicar a situação em detalhes, mas uma parte dela teria que ser, meio que, ocultada ocultada ou alterada.

 

Sam o fez, explicou toda história, alterando alguns fatos como, por exemplo, Matilda estava possuída e isso fez com que ela surtasse e atacasse a garota e que no final de sua vida, Matilda sozinha conseguiu se livrar do demônio de seu corpo mas com isso ela se sacrificou para tal ato.

 

- Certo, mas porque então o demônio matou a médica? E o que ele tinha contra a outra garota para ter descido a porrada nela assim que a viu? – Dean tinha entendido cada palavra se Sam mas tinham alguns buracos a serem preenchidos.

 

“– Droga Dean, você de todas as pessoas deveria ter aceitado e não fazer perguntas. “

 

Pensou Sam.

 

- Talvez esse demônio tenha a ver com alguma antiga encarnação da Matilda e de alguma forma, essa encarnação tivesse ódio da menina e quando se encontrou com ela todo esse “ódio”, veio à tona. E a médica? Bom, eu não sabia sobre ela, mas talvez ela tenha tentado salvar a garota e o demónio a viu como ameaça e a matou não? – Esperava que com isso o assunto pudesse ser encerrado, só queria agora descansar e depois de uma boa noite de sono terminar seus “assuntos” com Dean.

 

- Ah... Entendi... – Dean não acreditava totalmente nessa história, mas Sam não mentiria pra ele certo? Para Dean, naquele momento, preferia acreditar em cada palavra e deixar isso pra lá, afinal o caso já tinha sido resolvido certo? – Chegamos.

 

Seguiram para o quarto, arrumaram suas coisas às pressas, não poderia fechar o quarto pessoalmente, deixaram o dinheiro da estadia e uma generosa gorjeta em cima do criado mudo e um bilhete de “desculpas pela saída repentina”.

 

Seguiram para o Impala e em minutos já estavam na rodovia seguindo para a próxima cidade e hotel barato.

 

Dean precisava conversar com Sam sobre eles, agora que as coisas tinham se acabado, aquele era finalmente o momento.

 

- Sam... Nos... – Olhou de breve para o lado, Sam tinha pegado no sono pesado, respirava de boca aberta, coisa essa que raramente via ele fazer, reparava como Sam dormia e sempre sabia o quanto cansado o outro estava só pela forma como estava deitado ou, neste caso, como respirava.

 

“ – É Sammy, você deve ter passado por um bocado de coisa lá dentro, mas você é bem forte e vai acordar novinho em folha. “

 

Não pode deixar de sorrir, Sam dormindo era uma das imagens mais fofas que Dean já viu em sua vida. Não podia ficar ali parado com o doce Sam tão fofo e vulnerável. Esticou seu braço para poder tocar os lisos cabelos e passar eles para atrás de sua orelha para que os fios não atrapalhassem ele em seu cochilo.

 

O cabelo e a pele de seu rosto eram macios, quentes, agradáveis de serem tocados, poderia ficar assim por horas, mas isso poderia acordar Sam, que realmente parecia estar tendo um bom sonho.

 

- Espero que seja comigo. – Riu. Voltou sua atenção para a estrada e sua mão para o volante.

 

- Dee... – Sam sussurrou, aquele apelido tão conhecido por Dean.

 

Dean ouviu e não pode deixar de soltar um risada baixinha.

 

- Eu amo você Sammy. – O último sussurro enquanto o carro seguia estrada acompanhado pelo baixo som de um clássico do rock. 


Notas Finais


Muito obrigado por chegar até aqui! <3


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