História Lovers and Rivals - Capítulo 3


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Categorias Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Colton Haynes, Dylan O'Brien, Holland Roden, Justin Bieber, Ryan Butler, Zac Efron
Personagens Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Colton Haynes, Dylan O'Brien, Holland Roden, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Alexia Miller, Amor, Assaltos, Desejo, Justin Bieber, Ódio, Rainha Vermelha
Exibições 38
Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello cupcakes! Aí está mais um capítulo para vocês. Não está muito grande e nem muito agitado mas esse capitulo tem detalhes importantíssimos pro que virá mais a frente. Espero que tenham gostado, boa leitura.

Capítulo 3 - Business


Lovers and Rivals— Terceiro capítulo.

Business

Point of View Justin Bieber  – Atlanta

 

 

— Conseguimos!  —Chaz vibrou ao entrar no galpão, seguido por Ryan, Chris e Khalil que imediatamente correram pra abrir a portas dos fundos do galpão, deixando que os três caminhões entrassem.

 Um sorriso vitorioso surgiu em meu rosto e todos fizemos um toque em sinal de comemoração.

—Então... Como foi? —Disse.

— Foi meio complicado, mas deu tudo certo. Chris mudou a rota do GPS dos carros dos seguranças para seguirem os nossos caminhões e então a carga deles ficou desprotegida. Pegamos tudo e viemos direto pra cá. —Explicou Ryan.

— A essa altura nossos homens já devem ter se encarregado de cuidar do resto. —Garantiu Chris. — Agora só falta você nos dizer pra que roubamos isso.

— Nisso eu concordo. —Disse Chaz.

— Vocês são chatos, puta que pariu. —Reclamei, revirando os olhos. — Vamos entrar para o tráfico.

— Você só pode estar ficando louco.

— O Khalil tá certo. Justin, cara, você ta mesmo falando sério?! —Disse Ryan enquanto passava as mãos pelo rosto. — Nosso lance sempre foram os assaltos, as boates... Todo mundo que entra pro tráfico acaba arrumando problemas.

— Você mesmo foi o primeiro a dizer que não queria envolvimento com isso, que era furada. Por que mudou de ideia?

— É eu sei Dude, mas eu recebi uma proposta irrecusável. —Disse. — Eu posso dominar a cidade inteira, ganharíamos muito mais dinheiro do que ganhamos só com as boates e os roubos.

— Isso é verdade, mas que proposta é essa? —Perguntou Caitlin. Nem tinha notado que a mesma havia chego.

— Não é bem uma proposta. —Dei de ombros. — Descobri que a Rainha iria fechar negócio com um tal de Carl Forbes, o cara é dono de mais da metade do tráfico no Reino Unido. Negociar com ele seria a oportunidade perfeita pra conseguir aliados por aqui e me estabelecer no tráfico.

— Por isso precisava da carga da Rainha? —Perguntou Caitlin mais uma vez.

— Exatamente. —Disse. —Eu não iria conseguir arrumar uma carga dessas em tão pouco tempo e de qualquer maneira não iria adiantar se a Rainha Vermelha e ele já tivessem fechado negócio.

— Então é isso? Vamos traficar agora? —Disse Christian. Ele estava animado. O mesmo sempre tentara me fazer mudar de ideia em relação ao meu ponto de vista sobre traficar drogas, ele sempre soube que esse seria um ótimo meio de conseguir mais dinheiro.

— Vamos. Então tratem de se preparar porque amanhã de manhã bem cedo vamos encontrar com Carl.

Todos assentiram e então terminamos de resolver os últimos detalhes e fomos para casa. Já era fim de tarde quando cheguei, estranhei o silencio mas dei de ombros indo diretamente para a cozinha, eu estava faminto.

 Abri a porta da geladeira, curvei meu tronco para frente para olhar o interior da geladeira e ver o que eu poderia fazer para comer. Optei por fazer um sanduíche que era bem mas fácil e prático. Retirei os ingredientes da geladeira, pondo-os sobre o balcão quando ouvi passos e ergui meu olhar na direção da porta encontrando minha mãe que acabara de parar em frente a porta.

— Chegou cedo. —Disse ela se aproximando e apoiando suas mãos no balcão. — Como foi lá?

— Foi ótimo! —Respondi enquanto mastigava uma fatia de queijo e a mesma me fuzilou.

— Já disse para não falar de boca cheia. — Reclamou e isso me fez rir. Ela me fuzilou novamente e deu um tapa no ombro. — Ta bom, parei.

— Ótimo. —Disse. — Amanhã um amigo meu vem aqui para almoçar, espero que se comporte.

 Ao ouvi-la dizer aquilo, fechei a cara e cruzei meus braços. Desde quando minha mãe em algum amigo homem?!

— Quem é esse cara e desde quando você conhece ele? —Perguntei ainda me mantendo sério.

— Pode parar com a gracinha. —Ela bufou, revirou os olhos e mais uma vez me fuzilou com o olhar. — Ele é marido de uma das minhas amigas de infância, ela não vai poder vir com ele amanhã mas de qualquer maneira quero vê-lo, o conheço desde antes de você nascer.

— Okay, parei. —Resmunguei ainda desgostoso, peguei meu sanduíche e mordi um pedaço. — Amanhã vou sair cedo mas vou voltar pro almoço —Disse de boca cheia mais uma vez, recebendo mais um olhar feio de minha mãe. — Desculpa...

— Tudo bem. —Ela suspirou. — Vou ao shopping com umas amigas, não vou demorar muito pra voltar.

— Tá. Quer que eu te leve? —Perguntei e ela negou.

— Melhor não, vou sozinha.

— Está com vergonha do seu filho, dona Pattie? — Perguntei arqueando uma de minhas sobrancelhas.

— Claro que não, Justin!  —Ela riu e eu franzi o cenho ficando confuso. — Mas, minhas amigas não tem lembranças muito boas de você então é melhor eu ir sozinha.

— Tem razão. —Comecei a rir. — Pode ir então, divirta-se.

Ela balançou a cabeça negativamente vindo até mim e me abraçou, dando um beijo em meu rosto.

— Ai mãe, sem grude. — Resmunguei fazendo careta e ela simplesmente ignorou.

— Ta bom, eu já vou. — A mesma me soltou, me deu um ultimo beijo e saiu me deixando sozinho mais uma vez.

 Terminei de comer, coloquei toda a louça na pia e subi para o segundo andar enquanto ia retirando minhas peças de roupa. Quando cheguei à porta do quarto já estava de cueca, adentrei o local e me atirei na cama com meu celular em mãos. Passei um bom tempo conversando com os caras sobre amanhã e quando reparei já eram quase dez da noite.

 Me levantei, caminhei até o banheiro e retirei a única  peça de roupa de meu corpo. Tomei um banho de quase meia hora, envolvi uma toalha em minha cintura e caminhei de volta para o quarto. Joguei a toalha em qualquer canto, me joguei na cama do jeito que estava e me cobri. Peguei o controle do ar condicionado, liguei o mesmo e deixei o controle sobre a cabeceira da cama.

Dia seguinte...

 Como o combinado, encontrei Caitlin e os caras no galpão bem cedo. Nós nos organizamos, fomos até os carros e nossos homens iriam fazer a escolta e dirigir os caminhões. Demoramos um pouco para chegar pois o lugar era bastante escondido mas soube que chegamos ao ver um galpão no meio do nada e uma Range Rover preta estacionada bem em frente junto a outros carros. Saímos dos carros e fiz sinal para meus homens permanecerem dentro dos caminhões.

— Eu fui bem claro, o prazo era único. —Ouvi a voz de Carl que falava ao celular. — Isso não é problema meu...Sinto muito Rainha, até logo. —Ele finalizou a ligação e se virou para nós que estávamos impedidos de nos aproximar por conta dos seguranças dele.

— Quem são vocês? —Perguntou ele.

— Somos as pessoas que tem o que você precisa. —Ele nos analisou por alguns segundos e fez um sinal com a mão para que nos deixassem passar.

— Okay, digam.

— Naqueles caminhões ali tem todas as drogas que você precisa.

— Confiram isso pra mim. —Chris e Khalil acompanharam dois dos homens dele e logo voltaram, afirmando que eu havia dito a verdade.

— Excelente! —Disse. — Agora me diga seu nome, não é sempre que alguém consegue me agradar.

— Justin Bieber. —Carl pareceu lembrar-se de meu nome e assentiu, cruzando seus braços ao esboçar um sorriso que não consegui identificar.

— Então quer dizer que o maior ladrão de bancos de Atlanta quer trabalhar no tráfico? —Me mantive sério diante sua ironia e o mesmo prosseguiu. — Bom, muito bom.

— Negócio fechado ou não? —Perguntei já ficando impaciente, não queria ficar tanto tempo aguentando aquele cara falar.

— Fechado. —Ele me entregou a maleta com o dinheiro, abri-a para verificar se estava tudo certo e a entreguei para Ryan.

— Então podemos ir. —Disse ao pessoal. — Bom fazer negócios com você.

— Bieber, espere. Tenho um convite a lhe fazer. —Voltei a encara-lo sem demonstrar qualquer reação mas eu estava bastante curioso.

— Então faça.

— Eu gostei do que houve aqui, você se preparou bem e conseguiu me impressionar. Vai haver uma festa em minha casa amanhã a noite, muita gente importante estará presente. —Explicou. — Você vai precisar de mais aliados além de mim pra se estabelecer nessa cidade.

— Okay, estarei lá. —Apertamos as mãos e então voltei junto com o pessoal para nossos carros.

 Saímos de lá cantando pneu enquanto nossos homens vinham logo atrás. Eu estava feliz pra caralho, deu tudo certo. Parece que minha entrada no mundo do tráfico vai ser mais fácil do que eu pensei.



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