História Lovers of Chance - just a little bit more girls - Capítulo 24


Escrita por: ~ e ~LiwiccanBloody

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Palavras 2.602
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Seinen, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


voa leitura

Capítulo 24 - O Fim da Linha - capitulo 1 - um novo recomeço ?


em 2034 a vida na terra estava mudando. as pessoas que já eram ruins e tinham sentimentos ruins ficaram piores. afinal o mundo estava entrando em guerra. uma das piores guerras já vista...a guerra do Quartez, o que seria essa guerra ? toda pessoa que não pudesse pagar por sua vida nas cidades, seria mandada com todos os seus bens para uma cidade sob o mar. sim, uma cidade sobre o mar. você deve esta pensando, e o que de guerra tem nisso ? simples. nos fomos postos pra fora de nossa terra ! de nossas vidas !! obrigados a ir para uma cidade que mais parecia uma cadeia, as crianças e adolescentes não tinham mais estudos, os mais velhos e pais de familia eram obrigados a trabalhar para poderem ter comida, que seria peixe. a vida estava um absurdo dentro daquele local, não tinhamos mais nada a não ser aquilo, e nem podiamos ter...os governos, as presidencias, tudo estava de costas para nos. o que nos restou foi sobreviver...sobreviver numa cadeia submersa do mar a quilometros de nossa cidade, da nossa verdadeira terra.

com o tempo não avia mais lugar ou " casas ", como chamam os donos desse inferno, para novas pessoas que chegavam. e claro que não avia só uma prisão de mabel. ( eu chamo de prisão mas o seu verdadeiro nome é torre de mabel pois tem uma construção parecida com uma torre quadrada ) aviam varias !! uma para classes baixissimas que por Deus !! tenho absoluta certeza que eles vivem em uma situação precaria ali...nos os classes medias e os " normais " que tbm tinha uma condição social que nem a nossa, mas tinham mais bens que nos e foram colados em outra torre.

 

mas vamos falar de hoje !! hoje em 24 de maio de 2097 não somos mais governados pelo governo, como assim governados ? simples, nossos pais não trabalhavam para o nosso sustento ? pois é foi descoberto petroleo aqui perto e eles foram forçados a trabalhar para os donos disso aqui...mas com o passar do tempo o petroleo foi acabando por conta do lixo que era jogado no mar. e então os donos resolveram nos deixar por si só...nossas polis como meu pai chama, não estavam aguentando com a radiação e a ferrugem, sim nossa torre era feita de metal ferro e cobre, e que logo iriamos cair...mas todo o problema começa quando nos não temos pra onde ir, nem como fugir...

e aqui que começa a historia...o fim da linha.

Eu sou Alycia Lycia Don Ruksoh tenho 17 anos e sou uma moradora de pollis.

" filha...porque vc não se enturma ? vc só vive ai nesse canto ou então na plataforma vendo o mar..." 

" talvez, só talvez, quando nos conseguirmos sair desse inferno, quem sabe eu não pense em ter amigos "

 

 

 

 

 

 

 

 

Todos os casais daquela cidade estavam tendo uma noite maravilhosa. Sim...uma noite maravilhosa...daria para ouvir os gemidos reprimidos, forçados, loucos, sexys, esganiçados, falhados, bom...todo tipo de gemido, daria ate pra imaginar se você tivesse uma imaginação tão fértil quanto a minha...

E num certo quarto, numa certa cama, estaria um casal diferente dos outros, diferente deles esse casal não continha amor no ato de transar. Eles só. Fodiam mesmo.

Pode se ver o homem saindo da cama e começando a se vestir, pegando seus pertences e enfiando em uma mochila, a mulher parada na cama olhando pro nada foi tirada de seus devaneios quando uma voz gritou a sua mente

“ faça suas malas. Se ele pode vc tbm pode. “

E então foi isso que ela fez, ela se levantou e começou a se arrumar, logo em seguida eles pegaram suas coisas e deixaram aquele quarto, andaram por plataformas e logo estariam em um carro amarelo em meio a vários outros carros e pessoas correndo de um lado pro outro entrando nos carros e se despedindo em meio aos choros. Sim...o casais que fizeram amor por essa longa noite estavam se despedindo uns dos outros, ou ate mesmo de suas próprias vidas.

“ TODOS PARA SEUS CARROS, A POLLIS NÃO ESTA EM CONDIÇÕES DE SUPORTAR TANTO PESO, TODOS SERAM DEPOSTOS PARA FORA DE POLLIS “

Esse era o aviso que soava pelos quatro cantos da polis, a plataforma foi aberta e logo os carros começaram a sair desengrenhados pelo local. Mas onde iriam se fora daquele local só avia água ?

Ninguém sabe.                                                     

A pollis começou a ranger com a saída do peso que lhe fazia tremer a cada tempestade. E logo podia se ver os mastros que seguravam cada andar se rachar e romper, sim. A pollis de mais de oitenta metros com mais de 2 mil habitantes estava caindo plataforma por plataforma.

As pessoas começaram a correr pelo local

Tudo estava desmoronando

Aqueles mastros de ferro preto e amarelo estavam caindo por tudo que lado e principalmente no mar.

Pessoas caindo na água e sendo atacadas por não sei o que, crianças chorando pedindo socorro, adolescentes bêbados rindo da vida e sendo suicidas a ponto de se jogarem no mar de cor negra.

Eu podia ver tudo, La estava eu no penúltimo andar agarrada a um mastro vendo a pollis se destruir aos poucos, logo aquele balanço de pra La e pra cá cedeu e ela caiu numa direção oposta pro era pra ter caído, a grande cidade de ferro caiu por cima de outra pollis próxima a nossa, e o que eu fiz ? como uma ótima pessoa fui ajudar as outras ? mas é claro que não, eu corri por entre aqueles mastros de ferro enferrujados vendo pessoas penduradas, outras gritando com medo, outras pedindo a Deus para ter uma morte pacifica.

O caso é que, com o choque das duas pollis a segunda desabou por cima do muro que foi posto na praia para água poluída cheia de radiação e bixos do mar esfomiados não entrassem ao contato da terra das magníficas pessoas da cidade. Mas com isso, naquela pequena rua foi se feito uma cratera e logo foi se preenchida por aquela água preta poluída cheia de mofo e radiação.

As pessoas começaram a nadar em meio aquele lago enorme que foi se feito, e eu segui elas afim de encontrar uma saída, mas não. Não encontramos

A metade da pollis estava caída sobre uma casa e a água estava invadindo tanto a casa quanto as casas das pessoas da pollis, foi se visto um tanto de pessoas saírem e outros entrarem pra ajudar as pessoas que não conseguiram sair. Um homem mais velho foi se visto erguendo algumas barras de ferro para poder tirarem algumas crianças do local, as água negra começou a invadir o local e o homem começou a afundar no nada e as barras de ferro começaram a esmagar seu corpo.

Todos estavam em desespero

Inclusive eu.

Eu tava travada em cima de uma barra de ferro vendo tudo acontecer, as pessoas começaram a sair das barras de polis e nadarem entre aquele lago negro tentando sair daquele local.

Bom, eu não to afim de ficar de fora do suicídio coletivo. Joguei meu corpo naquela água nojenta e podre e comecei a nadar desesperadamente na direção das pessoas que tentavam se salvar.

Um grupo de pessoas pararam em frente a uma estranha moradia parecida com uma torre de um castelo. Sua entrada estava cheia de pedras mas avia uma escada logo do lado da porta. Todos começaram a subir achando que estariam salvos, ate mesmo eu subi naquele local me preparando pra entrar naquela torre e subir as escadas, mas ai as pessoas começaram a cair de La de cima e a torre desabar.

Sinto minhas pernas tremerem e corro pra fora daquele lugar vendo as pessoas serem esmagadas por pedras enormes, meu corpo tava paralizado, eu não conseguia me mover, ate que um dos corpos esmagados começou a ser arrastado pela água.

Os bichos do mar chegaram.

Todo mundo se desesperou mais ainda

Era se ouvido gritos

Gritos de agonia

Gritos de medo

Gritos de dor

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH DEUUUUUUS ME AJUDA !!! – foi se clamado La na pollis, viro meu corpo vendo as pessoas sendo puxadas pro fundo daquela água negra e uma cor avermelhada ser tomada pelo local, o grupo de pessoas a minha frente começou a se desesperar, juntamente a mim.

Nadei com toda a força que tinha por meio daquela água, com pedaços de madeira me fazendo mudar o curso do nado e as vezes me assustando por corta minha pele. Finalmente chego numa parte que tinha terra, mas logo a frente tinha um muro feito de madeira. Corro ate muro e soco o mesmo abrindo uma fresta. Puxo a fresta de madeira e vejo um tipo de bosquezinho com a terra e as plantas mortas pelo sol, só com algumas arvores de folhagens verdes estavam presentes no local. Se eu não estivesse desesperada para sair desse inferno eu sorriria completamente boba por poder ver e sentir a terra que meus avos tanto almejavam. Mas no meio de tudo aquilo pude ver uns vultos pelo local, e logo meus olhos pararam num bode enorme com chifres enormes, seus olhos eram amarelos e ele me deu medo. Ele veio pra cima do muro e jogou seus chifres na minha direção, me afastei alarmada e olhei pras pessoas que estavam próximas de mim ou tentando achar um local para se enfiar

- gente !! tem um caminho aqui !! – mas eles estavam tão desesperados que me ignoraram, solto um muxoxo olhando de volta para aquele local, eu não conseguiria matar aquele bixo. Ele é maior que eu.

 

- AQUI !! ACHAMOS UM LUGAR !!! VENHAM !! – ouvi uns gritos familiares, olho pro outro lado e vejo um homem segurando uma porta para não se fechar, corremos na sua direção e logo o portão se fechou partindo o homem ao meio. Escondo meu rosto entre as mãos e começo a chorar em silencio.

Pq isso estava acontecendo conosco ?

Tantas pessoas

Tantas mortes

Pq ?

- ei !! vamos garota !!! tem uma casa aqui !!! – ouvi alguém me chamar e vi um homem parado na parte de dentro de uma casa velha, corro ate a mesma vendo outro grupo de adolescentes caídos no chão totalmente ofegantes quase que chorando perto do local da casa. suspiro ao chegar na frente da mesma e vejo o quão escuro era La dentro. Mesmo com o sol de foder aqui fora. A casa era escura e fria. O que dava um ar macabro e totalmente bizarro. Uma garota que estava na minha frente, pulou na direção do homem e entrou na casa depois dele pegar ela no ar. Me aproximo mais ainda da entrada e vejo que no meio da mesma avia um tipo de buraco com gretas e uma água negra corria por esse buraco. Com certeza a água deveria ter escorrido ate aqui...

Pulo por cima daquele negocio e caiu em pé do lado do homem

- obrigado senhor...não sei o que seria de nos se não fosse por vc...- ele foi o primeiro a querer ajudar e chamar todo mundo junto com o outro homem que estava no portão

- tudo bem. Agora entre e veja se tem alguma coisa para poder aproveitarmos – disse ele sorrindo. Sorrio fraco e entro na casa observando o quão velha e desgastada estava.

Mas pelo menos não é igual a as casas de pollis

Passo pelo corredor e vejo uma sala totalmente estranha, varias cabeças de animais penduradas pelo local, a casa estava coberta de teias de aranha e morfo.

Retiro o que disse. As casas de pollis são melhores.

Entro num cômodo escuro e tento aceder a luz mas ela não acende

- sem energia...bom em pollis tbm não tinha...to acostumada...- resmungo e saio do local, vejo uma porta bem no canto trancada e fechada com um pedaço de pau.

- hmmm...parece que a pessoa que morou aqui não queria que ninguém entra se mesmo em. – retiro o pedaço de pau e tento abrir a porta. Mas ela estava emperrada.

- merda...- resmugo e soco a porta. Escuto um barulho nos fundos e arregalo os olhos engolindo em seco. Um grito esguiçado percorre meu corpo e me viro na direção contraria da porta. Vejo algumas armas feitas de madeira. Pego duas “ espadas “ que eram pesadas como o inferno. Ponho nas costas um e saio correndo pelo mesmo lugar que entrei sentindo o ar mais abafado que o normal.

Vejo o homem que me ajudou a entrar naquela casa morto no chão com um corte no pescoço e um cachorrinho preto encolhido do lado do mesmo. Levanto meu olhar pro canto do corredor e vejo uma mulher toda de preto olhando para nos sorrindo com seu rosto todo rachado, tremo as pernas e pego o cachorrinho pulando pelo buraco e correndo pra fora dali.

 

- TEMOS QUE SAIR DAQUI !! ESSE LOCAL NÃO É SEGURO !!! TEMOS QUE IR EMBORA !! AGORA !! – grito e vejo que não tinha muitas pessoas a minha volta.

- ei !! garota !! todos já se foram só resta nos cinco – disse um garoto moreno alto e branquelo segurando uma fresta do muro de madeira para os outros poderem passar – venha. Vamos sair daqui

Suspiro e saio andando com as pernas tremulas. Olho para o local vendo os matos secos pelo sol e as arvores mortas, uma garota passa atras de mim ela tinha um bastão em sua mão, outros dois garotos passam, um ruivo gordo e outro ruivo magrela, o moreno de antes passa por nos e começa a andar pelo caminho

- o que vcs acham que aconteceu aqui ? – perguntou o moreno

- bom...eu não sei...só ouvi os gritos da casa e todo mundo começou a correr com medo. – ouvi a voz da garota. O cachorrinho que ainda estava em meu colo começou a rosna quando ela se aproximou de mim. Ela olhou pro mesmo confusa e se afastou

- desculpa...- sussurro pelo ato do cachorro e ela sorrir, paro de andar quando meu corpo se chocar com o corpo do moreno e encaro ele, ou melhor. Suas costas.

- acho que...entramos na cidade...- disse ele com a voz baixa, ando pro seu lado e vejo as ruas calçadas, as casas meio antigas mas bonitas. Algumas vendas pelas ruas e carros estacionados

- mas....cade as pessoas ? – perguntou o ruivo gordinho que estava com um arco e flecha. Ele deve achar que a gente voltou pra era dos dinossauros...

Como assim era dos dinossauros Alycia ? esta louca ??

- não sei. E não quero descobrir !! eu to com muito nojo da minha roupa e to fedendo. Creio que vc tbm estejam. Então vamos atras de uma casa pra podermos tomar um banho e procurar roupas limpas – disse o moreno começando a andar

A garota do meu lado começou a andar atras dele e os garotos andavam do meu lado, observo as casas e o lugar. Não tinha nada. Nem ninguém. Ate que subimos uma rua e encontramos alguns senhores sentados na frente de casa

- estão perdidos queridos ? – escuto a voz de um dos senhores, engulo em seco me arrepiando. Meu corpo tremia de medo. Mas eu não tenho nem ideia do que estou sentindo medo...

- sim senhor...estamos precisando de uma casa...poderia nos ajudar nos dando um banheiro e roupas limpas ? é só o que pedimos – disse o moreno me fazendo encara ló. Ele por um acaso é louco ? pedir isso a desconhecidos e confiar neles...

- a sim...claro...podem entrar.

 


Notas Finais


palavras da lia


~bom gente
pra quem me conhece sabe que eu não bato bem da cabeça ( essa fic é uma demonstração disso )
eu acabei excluindo uma fic minha pq não tava tendo mais criatividade pra escreve la
bom
acho que a criatividade que não tive com ela eu estou tendo com essa nova historia
se vcs estão se perguntando
como surgiu essa historia ??
eu simplesmente sonhei com esse capitulo
sim esse capitulo que vcs estão prestes a ler
desse mesmo jeitinho
sem tirar ou botar
eu sonhei com isso
e fiz uma historia baseada nesse sonho
espero que vcs gostem
se me der outro surto de criatividade eu escrevo o segundo capitulo logo logo minha gente
obrigado por lerem~

bom ela não teve mais criatividade e eu resolvi continuar hushdusha
quem notar a diferença no proximo capitulo já sabe viu <3


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