História Loving Can Heal - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Katy Perry, Rihanna
Personagens Katy Perry, Rihanna
Tags Jaty, Katy Perry, Katyanna, Lésbico, Rihanna, Rihkaty
Exibições 95
Palavras 1.454
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey gente, voltei ...
Este capítulo está abaixo dos padrões do tamanho em que escrevo, pois achei melhor terminar por aqui. Mas ainda nesse final de semana eu posto o outro capítulo ok?
Espero que gostem e a partir daqui a Fanfic irá tomar outro rumo.
Desculpem qualquer erro de ortografia e até o próximo.

Evil Kisses ♥

Capítulo 31 - Revolt


Sentia cada vez meu rosto se encher de lagrimas, Shannon já havia acionado a emergência e até então eu não pronunciava uma palavra se quer, eu estava desesperada. Minha namorada havia apenas perdido a consciência, mas presenciar aquele momento foi o pior que pudera ter acontecido, pensar que eu havia a perdido serviu para valoriza-la o triplo de antes. Os paramédicos pressionaram um pano contra o ferimento de Rihanna e apertaram com tanta força que ela acabou acordando, o grito de dor estrondou a casa e eu só pude virar o rosto para não observar aquela cena. 

Após terem a colocado na maca, minha amiga me levantou do chão e me carregou até a ambulância para acompanha-la. Shannon estava sendo prestativa o máximo que podia, até ligou para a mãe de Rihanna enquanto estávamos a caminho do hospital. Para não causar tumultuo, o veículo parou no estacionamento do hospital, o mesmo que eu sempre ia, com a ajuda do elevador chegamos rapidamente no andar de emergência, infelizmente um dos médicos disse para aguardarmos na recepção. 

A cena se repetia constantemente em minha mente, cada detalhe, cada palavra, cada feição era inexequível, toda vez que Freya invadia meus pensamentos a minha vontade era de procurá-la e eu mesma acabar com ela, sempre fui uma pessoa com imensos princípios morais, mas pela minha namorada, sou capaz de acabar com elas em dois tempos.

Já faziam exatamente quatro horas e meia que Rihanna havia dado entrada no hospital, sua mãe e seu irmão Rorrey já se encontravam no hospital a um bom tempo, com o desespero nem me viram jogada no desconfortável banco de espera. Após um tempo Rorrey veio ao meu encontro conversar comigo, ele percebeu que eu não estava em condições de trocar quaisquer informação. Eu encarava seus olhos que expressavam um único sentimento a mim, pena. Ele abaixou e me envolveu em um abraço, no qual não exitei eu lançar todo os meus sentimentos. Eu o apertava ainda mais sobre mim e cada segundo que se passava meu soluço aumentava mais. 

Assim que nos separamos um dos médicos que cuidavam do caso de minha namorada se aproximou de dona Mônica do outro lado da sala de espera, Rorrey e eu ficamos em silêncio e atentos ao que ele iria dizer, e infelizmente foi a última coisa que eu queria ter escuto naquele instante. Minha namorada estava em coma.

Rorrey correu para junto de sua mãe a abraçando, eu continuei estática prestando atenção em cada palavra que sai de sua boca. Ela havia levado três facadas perto de seu umbigo, uma delas perfurou seu rim e a outra o pâncreas causando uma hemorragia interna na qual teve que entrar de imediato na sala cirúrgica dando resultado ao coma.

A única coisa que eu sabia fazer era chorar, pedir e pedir para Deus não levar a mulher da minha vida. Dona Mônica se aproximou de mim e pediu que eu voltasse para casa para descansar, eu havia visto e passado por muita coisa para apenas um dia. Bati o pé e implorei para que me deixassem próxima de minha namorada, mas acabei ouvindo dona Mônica que apenas queria o melhor para mim.

Olhei pelo vidro e analisei milhares de aparelhos ligados ao corpo de Rihanna para mantê-la viva. Uma lágrima involuntária desceu lentamente pelo meu rosto, a dor que eu sentia era insuportável. Shannon rodeou seu braço em minha cintura e me tirou as pressas de lá. Fomos até o estacionamento e lá estava o meu motorista que não via a muito tempo, pois já estava me acostumando a dirigir meu próprio carro. Entrei primeiro que minha amiga no Banco traseiro e logo em seguida ela fechou a porta e já estávamos a caminho de casa. 

— Você precisa tirar esse rostinho triste daí Katy. Eu imagino o quão difícil deve estar sendo para você, mas tenho certeza que a Rihanna em um momento desse gostaria de te ver sorrindo, você sabe o quanto ela valoriza o seu sorriso. — Disse acariciando meu rosto e eu apenas estava focada nas ruas escuras de Los Angeles. Essa foi a unica frase dita no carro e assim que estacionamos em minha casa eu corri para o meu quarto deixando minha amiga para trás. Ao entrar em meu quarto me joguei na cama e desatei em chorar, eu gritava e abafava-os nos travesseiros que ainda possuíam o cheiro de minha namorada. — Katy? — Indagou Shannon perto de mim.

— Me de um minuto Shannon. — Disse recuperando o fôlego. Ela assentiu e só escutei o barulho da porta fechando, me sentei na cama e olhei cada centímetro do cômodo. Um ódio me consumiu, me levantei as pressas e comecei a jogar tudo no chão, meu celular, computador, abajures, folhas, cadernos e livros. Cheguei a quebrar o vidro de minha janela. Chutei e chutei milhares e milhares de vezes a porta do meu closet, e com um pouco da raiva extravasada me joguei no chão, me entregando ao choro mais uma vez. 

Acordei com o despertador acionando, olhei na janela quebrada e ainda estava escuro e eu me encontrava no chão encolhida. Rapidamente me levantei e fui ao banheiro escovar os dentes e quando me olhei no espelho. Deus como eu estava horrível. Passei mais de uma vez minhas mãos molhadas no rosto para amenizar a situação. Troquei de roupa em um estalo, a blusa de Rihanna e uma calça jeans qualquer. Peguei meu celular que estava no canto do chão e corri para o andar de baixo recolhendo as chaves e indo de encontro ao meu carro.

— Onde você vai? — Perguntou Shannon entrando na frente do carro. Nada respondi. — Você vai pro hospital?

— Vou, me de licença. — Poupei palavras a serem ditas.

— Katy são sete da manhã agora.

— E o que tem? Tem algum problema? — Fui irônica apertando as mãos no volante.

— Katy, pelo menos come, você vai ficar doente.

— Talvez seja isso que eu precise mesmo, ficar doente. Me de licença agora Shannon.

— Não Katy, pelo menos me deixe te acompanhar.

— Não! Saia agora a minha frente. — Girei a chave no contato e pisei no acelerador tirando minha amiga da minha frente. Abri o portão e acelerei mais ainda para chegar o quanto antes no hospital. Ultrapassei todos os sinais vermelhos para chegar cedo no local e assim feito haviam milhares de fotógrafos do lado de fora, abri o porta-treco e retirei um óculos escuro e com ele já em rosto deixei o carro sendo abatida por flashes e mais flashes. Eram perguntas e perguntas, fotos e fotos, provocações e provocações. Mas com muito profissionalismo as deixei de lado e finalmente consegui entrar no hospital. 

— Já está em pé tão cedo Katy? — Foi dona Mônica que me recepcionou com um braço apertado, seus olhos não mentiam o quanto ela havia chorado. 

E a única frase que disse foi: — A Rih teve alguma demonstração de reanimação?

— Infelizmente não. — Foi a vez de Rorrey dirigir a palavra a mim, enquanto ele dizia eu só conseguia imaginar a minha morena não resistindo. — A visita já está liberada, eu e mamãe já fomos ver ela, e se você quiser.

— Mas é claro. — Fui um pouco rude, os deixei sozinhos e logo caminhei até uma mesinha pequena que havia no mesmo corredor. — Oi tem como eu visitar uma paciente em coma?

— Qual nome? — Dizia sem me olhar.

— Robyn Rihanna Fenty.

— E o seu?

— Katheryn Elizabeth Hudson. — Ela digitou no computador e logo um papel pequeno foi imprimido.

— Cole isso na sua camiseta e já está liberada para entrar.

Não fui capaz de agradecer sai as pressas de encontro a minha namorada. Assim que cheguei na porta eu queria entrar, mas também não queria, por receio, medo. Olhei para trás e dona Mônica acenou positivamente para que eu continuasse e assim fiz, girei a maçaneta e com os olhos fechados abri a porta, entrei e a fechei atrás de mim. Assim que abri os olhos novamente, tive a visão de quantos fios incontáveis haviam ali, ligados a minha namorada, senti meu rosto se molhar de lágrimas e a minha parcela de culpa só aumentava. Me aproximei ainda mais de si, sentei-me em uma cadeira de couro preta que estava posicionada ao lado da cama. Ela ostentava um olhar sereno, de uma pessoa sem preocupações, o que de certa forma me acalmou, estava melhor do que as feições que ela possuía nos dias anteriores. Segurei uma de suas mãos a mesma que um dos fios estava ligado, beijei-a com carinho e a única coisa que queria fazer nos momentos em que ela estivesse ali, era cuidar, cuidar da mulher da minha vida.

 Mas de uma coisa eu tinha certeza, eu iria atrás de Freya até o inferno se for preciso.


Notas Finais


Bom gente está ai
Espero que tenham gostado, não esqueçam de comentar e até a próxima.
Mwah ♥


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