História Loving Can Heal - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente,
Segundo capítulo para vocês.
Muito obrigado pelos favoritos e pelos comentários!
Estou muito grata!
Boa leitura!

Capítulo 2 - É a primeira impressão que fica?


Fanfic / Fanfiction Loving Can Heal - Capítulo 2 - É a primeira impressão que fica?

 

Capítulo 1

 

Rio de Janeiro, Brasil. – Quarta-Feira, 18 de Junho de 2014. 

A ausência da Suécia na Copa do Mundo do Brasil de 2014 para todos amantes do bom futebol foi encarada como uma lástima, pois significava também não ter Zlatan Ibrahimovic e seus malabarismos em campo, o que certamente seria um espetáculo a parte.

Mas como o povo brasileiro não sabe desistir, resolveram utilizar das redes sociais para mobilizar o maior número de torcedores e também jogadores para bombarem na internet a campanha #VEMIBRA, e não é que a campanha deu certo e no dia 18 de junho o atacante sueco desembarcou no aeroporto do Rio de Janeiro para alegria dos fãs e sorte da mídia que agora teria mais um craque para acompanhar.

No momento que o camisa 10 da seleção sueca e do Paris Saint-Germain adentrou ao restaurante do Belmond Copacabana Palace o relógio marcava mais de duas horas da tarde, mas mesmo assim ainda haviam algumas pessoas almoçando e o jogador não passou desapercebido por nenhum deles, inclusive pelo pequeno Antony, de apenas 7 anos de idade, que almoçava com a tia e não conseguia controlar a emoção de ver um de seus ídolos tão perto dele.

“Tia, por favor, vamos lá falar com ele e pedir uma foto?” o garoto pede animado para a tia.

“Ai meu amor, ele esta almoçando, não podemos incomodá-lo.”

“Porque não?”

“Por que não é educado interromper a refeição das pessoas Tony.” Elise explica pacientemente ao sobrinho.

“Mas tia é o Ibrahimovic!” exclama. “Eu nunca mais vou ver ele tão perto de novo, nunca mais. Vamos lá, por favor, eu imploro.”

“Vou pensar, mas enquanto isso quero ver esse prato limpinho e coma a cenoura espertinho, faz bem para a saúde.” ela fala apontando para a verdura laranjada deixada de lado no prato do garotinho.

“Aí depois vamos lá?”

“Vou pensar.”

Como uma típica tia babona a cientista econômica não sabia dizer não ao sobrinho que nos últimos dois anos via poucas vezes durante o ano, pois enquanto ele continuava morando em Nova York ela tinha se mudado para Munique, mas apesar de sempre ceder aos pedidos de seu pequeno príncipe, como ela costumava chamá-lo, incomodar o almoço de uma estrela do futebol, ainda mais se a estrela em questão carrega a fama de grosso e arrogante, parecia demais e era um pedido que Elise não sabia se poderia atender.

Se fosse um jogador com uma cara um pouco mais amigável ela iria sem hesitar, mas sendo Ibrahimovic ela hesitava mais de uma vez, lia muitas revistas e estava por dentro dos tantos escândalos e respostas ácidas que o jogador colecionava, não queria ser mais um alvo, ou pior, fazer de Tony um alvo.

Ao terminar seu almoço Elise notou Tony sentado de lado na cadeira e encarando o jogador a poucas mesas de distância deles. O sueco não poderia simplesmente ter ido para outro hotel?

“Vamos Tony?”

“Já? Não podemos ficar aqui olhando ele, pelo menos?” pergunta sem conseguir esconder a expressão chateada.

“Eu pensei que alguém gostaria de me acompanhar até a praia e quem sabe me ajudar a fazer castelinhos e a devorar sorvete de limão.” ela comenta sugestiva, sabendo que o pequeno não resistia a castelinhos de areia e sorvete de limão.

“Mas eu queria apenas falar com ele tia, só para dizer o quanto gosto de vê-lo jogar e pedir uma foto.”

“Tony...”

“Por favorzinho tia.” ele pede ajuntando as mãozinhas em forma de prece. “Vai ser bem rapidinho, aí depois vamos à praia. Por favor, tia mais linda do planeta inteiro.”

Ela abre um sorriso de canto ao vê-lo começar a chantageá-la.

“Tia mais linda de todas as galáxias.”

Seu sorriso aumenta com a cena e a fala dele.

“Tia preferida do meu coração.”

“Mas você só tem a mim de tia espertinho.”

“Deixa?” pede piscando os olhinhos.

Como ela poderia resistir a isso?

“Ok, mas...”

“Eba!” ele fala vindo até ela e passando os braços em volta de seu pescoço. “Te amo tia Liz!”

“Percebo.” ela comenta recebendo vários beijos estralados pelo rosto.

“Você é a melhor tia!”

“Sou mesmo, agora vai ser bem rapidinho, combinado?”

“Combinado!” ele afirma e ela lhe dá um beijo na bochecha rosada antes de se levantar e encostar a cadeira dela na mesa e apontar para que Tony faça o mesmo.

Ele pega na mão dela quando começam a caminhar até a mesa do jogador que estava sentado com outros cinco homens. Elise sentiu-se nervosa e desconfortável conforme se aproximava. O que não era capaz de fazer por seu amado sobrinho, não é? E o que poderia dar errado? Era apenas pedir uma foto e ir para a praia.

“Com licença.” pediu em inglês após pigarrear para chamar atenção do jogador que levantou as sobrancelhas para ela em uma careta que a fez querer sair correndo naquele exato segundo, mas a mãozinha que apertava a sua, ainda mais forte agora, lhe fez lembrar porque estava ali. “Será que o Antony poderia tirar uma foto com você, senhor Ibrahimovic?”

O olhar gelado que ele destinou a eles era assustador.

“Cara será que as mulheres desse país não conhecem algo chamado dieta?” um dos homens sentado a direita da mesa comentou fazendo com que o sangue de Elise subisse. Ela estava longe de ser uma mulher magra, tinha curvas, muitas curvas e não tinha vergonha de dizer que comprava roupas G ou até GG, ela amava seu corpo e ninguém tinha nada a ver com o tamanho das roupas que ela usava.

“Desculpa, mas eu acho que não entendi o que disse.” ela prefere ser amigável e comenta virando o rosto na direção do homem que a insultou.

“Dieta, regime, academia, lipo, plástica, existem várias formas de perder peso, não divulgam isso por aqui?”

Os outros homens acabam rindo do que ele fala.

Elise se sente ofendida e provocada e como uma boa brasileira ela não sabia levar desaforo para casa, nem engolir uma frase tão preconceituosa como a que o homem proferiu tranquilamente.

“Não, não divulgam. Por aqui estão mais preocupados em divulgar a educação e o respeito para com o próximo e o amor as outras pessoas, independente de sua cor, altura ou peso, coisas que pelo que vejo não são divulgadas no seu país, que pena.” ela dispara sem deixar transparecer o tamanho da raiva que sentia por ter que ouvir uma frase tão desumana e ainda mais na frente de uma criança. 

“Por que esse homem falou essas coisas para você tia?” o garoto pergunta se virando para olhar para ela.

“Porque ele não tem educação meu amor, mas não se preocupe, o mundo ta cheio de pessoas assim, infelizmente, o importante é você saber que isso é errado.” a cientista econômica responde.

“Claro que atrapalhar a refeição das outras pessoas é uma coisa super educada.” o homem fala ironicamente.

“Ele quer apenas uma foto.”

“E meu amigo quer apenas comer, coisa que você, pelo que vejo, faz com muita dedicação, já que tem esse tamanho todo, não é gordinha?”

Shut up Beckman!” Ibrahimovic exclama.

“Com licença.” Elise fala puxando Tony junto com ela para bem longe dos homens que começam a discutir em outro idioma, sueco muito provavelmente.

E tem gente que ainda tem coragem de dizer que o preconceito não existe. Que tipo de pessoa pode proferir frases tão mal educadas e desumanas para alguém que não conhece, que não sabe se tem algum problema de saúde e pior, na frente de uma criança, uma criança que só queria uma foto com o ídolo. Ela não sairia desse jeito se Tony não estivesse com ela, mandaria aquele homem a merda, o xingaria com todos palavrões que se lembrasse, mas não podia fazer isso com seu sobrinho, ela precisava ser um exemplo para ele e ensiná-lo que ás vezes as pessoas vão ser tão mal educadas como aquele homem.

“Tia.” ele a chama.

“Oi meu amor.”

“Você esta bem?”

“Estou.”

“Então porque estamos quase correndo?”

Ela para no mesmo instante. Eles tinham caminhado até os jardins do hotel, já estavam longe do restaurante, mas ela estava tão perdida em seus pensamentos que não tinha percebido que estava quase correndo e apertando a mãozinha de Tony.

“Desculpa príncipe.” Elise fala o puxando para se sentar em um dos bancos de frente para a fonte. “Me perdoa por isso ok, mas não podíamos ficar lá, aquele homem foi muito mal educado, falou coisas que ninguém tem o direito de dizer para outra pessoa, porque machuca, fere, e ninguém pode julgar o outro por sua cor, por seu peso, por sua altura, pelo jeito de seu cabelo, ou por qualquer deficiência que a pessoa possa ter, ou ainda por ser rico ou pobre, nunca, jamais, faça isso, ok? Promete para tia que não vai ser mal educado ou desumano?”

“Prometo tia!” ele balança a cabeça olhando atentamente para a mulher sentada em sua frente, que com os olhos marejados lhe dizia aquelas palavras. “Porque as pessoas são más?”

“Nem todas são assim, meu amor, mas existem vários motivos, mas nenhum deles dá o direito de ofender o outro. Sinto muito que você acabou ficando sem a foto.”

“Não tem problema, não quero mais uma foto com o Ibrahimovic, ele é um excelente jogador, mas não quero uma foto com alguém que maltrata minha tia.” os olhos da cientista marejam mais do que já estavam ao ouví-lo. “Não fica triste não, ta tia?”

“Ahan.” ela murmura sorrindo.

“Tia Liz, você é assim, um pouco larguinha, porque você tem muito amor, aí precisa de um corpo maior para guardar todo esse amor.”

“Oh meu amor, vem me dar um abraço.” Elise fala passando os braços em volta do corpo magrinho de Tony, enquanto as lágrimas que ela insistia em segurar acabam escorrendo em sua face, depois de tanta agressividade vinda de um adulto, uma criança com palavras tão doces e inocentes lhe mostram que o mundo não esta perdido. “Castelinhos de areia e sorvete de limão?” o menininho pergunta animado.

“Só se for agora. Partiu trocar de roupa?”

“Partiu!” ele fala sorrindo e arrancando um sorriso da tia também.

Elise estava acostumada com olhares tortos e palavras agressivas em sua direção por ela ser uma mulher com roupas tamanho GG, mas num dia de tpm, com os hormônios á flor da pele e a menos de três meses dela ter a infelicidade de chegar em casa e pegar seu noivo transando com a secretária dele, na cama que eles dormiam, ela estava sensível e com o coração completamente quebrado, e ouvir palavras sobre suas gordurinhas, depois de ouvir do homem que amava lhe dizendo que ela era “cheia de mais”,  a fez perder um pouco do controle e acabar chorando, mas a vida precisava seguir, ela precisava continuar olhando para frete, quem sabe um dia a vida não sorriria para ela. As palavras de Anna eram uma das razões por ela ainda ter um fio de esperança no amor e de amar tanto sua polonesa predileta.

“Um dia um homem vai olhar para você e enxergar como você é linda Liz, como você tem um corpo lindo, uma alma linda e um coração ainda mais lindo, e esse dia não chegou ainda porque ninguém com uma beleza, exterior e interior, como a sua, apareceu no seu caminho, mas tenha calma e fé na vida amiga, esse dia vai chegar.”

Relembrar as palavras da amiga fez um sorriso se abrir no rosto da anglo-brasileira que já estava com saudade da amiga que a vida lhe dera em Munique e que tinha se tornado uma das pessoas mais importantes da sua vida.

Estoy listo, y mi hermosa tía?” Tony vestindo apenas um shorts azul fala exibindo seu espanhol.

“Olha, mas já esta falando espanhol melhor do que eu que já morei na Espanha.”

“Quase isso, falta um poquito.”

Sem resistir a fofura dele fazendo um gesto de pouquinho com os dedos ela puxa o menino para um abraço e cócegas. Eles passam o restante do dia nas margens da praia de Copacabana fazendo castelinhos, brincando de enterrar um ao outro, escrever e desenhar na areia, fazer muitas fotos e vídeos para enviar para os pais dele, que estavam curtindo três dias da trigésima lua de mel deles, enquanto Elise cuidava de Tony. Depois de muita brincadeira teve sorvete de limão e de chocolate, água de coco e morango com leite condensado no potinho. O pequeno arrancava de Liz os sorrisos mais infantis e a fazia se sentir criança novamente, algo que ela amava e sem dúvida precisava depois dos dias pavorosos que tinha vivido entre descobrir a traição, mudar de apartamento, cancelar o casamento, avisar os convidados e empresas, tinha sido tudo um inferno e se a cientista permanecia em pé era porque apesar de estar tão longe de casa e do abraço carinhoso de seu irmão, sua cunhada ou sobrinho, a única família que ela tinha, a vida tinha tratado de colocar Anna, Robert, Tomas, Lisa, Kroos e Jess em sua vida e ela se sentia muito grata por tê-los.

Depois de um banho com muita espuma Tony simplesmente apagou quando se deitou e Elise aproveitou para trocar mensagem com as amigas enquanto velava o sono de seu pequeno e esperava o seu sono chegar.

As batidas na porta lhe fizeram quase saltar de susto, estava tão perdida em seus pensamentos que ao ouvir os sons se assustou. Quem seria? Ela não tinha pedido serviço de quarto, mas uma suíte tão cara com certeza tinha regalias. Abriu a porta esfregando os olhos de sono e ao se deparar com Zlatan Ibrahimovic parado diante dela teve dificuldade para assimilar a presença dele.

“Boa noite!” a voz dele soou grave.

A mania de piscar os olhos que ela tinha quando estava nervosa se evidenciou, antes dela engolir em seco para perguntar: “O que você está fazendo aqui?”

“Zlatan quer que você desculpe seu amigo pelo que aconteceu mais cedo e falar com seu filho.” Elise não conseguiu conter o sorriso irônico ao ouví-lo falando dele mesmo na terceira pessoa, tinha ouvido boatos sobre isso, mas não tinha acreditado.

“E quem você pensa que é para vir até a porta do meu quarto achar que pode me mandar fazer alguma coisa?”

“What?”

“Eu to pouco me fodendo por você ser Ibrahimovic ou qualquer outra coisa, meu sobrinho queria apenas uma foto, coisa que você sendo uma pessoa tão expressiva no futebol deveria estar acostumada a fazer, mas se você e as pessoas que te rodeiam são tão escrotas a ponto de ofender uma mulher com uma criança eu só posso sentir muito.”

“O que você disse de Zlatan e seus amigos?” o sueco pergunta sem esconder o quão irritado tinha ficado com suas palavras.

“Exatamente o que ouviu.”

“Você não nos conhece.”

“Tive uma pequena demonstração hoje e muito obrigado, mas quero distância de pessoas preconceituosas.”

“Você esta levando isso muito a sério, os brasileiros que eu conheço tem mais senso de humor, o Beckman estava um pouco bêbado por isso acabou pegando pesado com as brincadeiras.”

“Brincadeiras? Você chama o que ele fez de brincadeira?” ela questiona arregalando os olhos. “Uau, vocês são ainda mais escrotos do que eu pensei.”

“Caralho mulher, Zlatan veio aqui pedir desculpa e entregar essas camisas para seu filho, sobrinho, sei lá, não para ouvir desaforo.”

“Claro que o que eu ouvi hoje foi palavras amigáveis.”

“Puta merda, devia ter ficado na minha.”

“Concordo, porque se você é tão idiota a ponto de achar que alguém ofender outra pessoa por ela não ter as medidas que ele acha adequada, eu prefiro que meu sobrinho não use as suas camisas e nem tenha você como referência.”

“Tudo isso porque ele disse que você não faz dieta? Algum problema, você não faz, não é? Mas você é linda e parece uma mulher inteligente, capaz de não se abalar pelo que um sueco bêbado fala, então qual o problema? Esta de tpm?”

Fuck you” Liz fala batendo a porta na cara do sueco que esbraveja e volta a bater na porta.

Ela só conseguia pensar no quão desumanas as pessoas podiam ser. Ele bateu mais algumas vezes e falou vários palavrões, mas ela não abriu a porta, não seria ainda mais humilhada, ninguém tinha o direito de achar engraçado o tamanho de seu corpo, ela era uma pessoa, tinha sentimentos e ter passado a vida toda ouvindo como ela era gorda doía muito, ainda mais porque o único homem que ela achou que a amava a traiu com uma mulher magrinha, não que ela tivesse algo contra as magras, mas ele estava deixando claro sua preferência por corpos esguios.

E agora Ibrahimovic se mostrara um perfeito idiota e preconceituoso, como seria a relação deles quando ele descobrisse que ela seria a nova diretora financeira do Paris Saint-Germain na próxima temporada, além de contadora de todos os jogadores e consequentemente também dele.  A ideia de desistir até passa por sua cabeça, mas na mesma velocidade que o pensamento vem, ele vai, pois ela não devia nada a ninguém e tinha estudado e trabalhado muito para receber essa proposta de Nasser, não a recusaria porque algumas pessoas podiam ser ridiculamente preconceituosas. Ela lidaria com isso da mesma forma que sempre lidou: com um sorriso no rosto e com a cabeça levantada.

 


You are beautiful, no matter what they say

Words can't bring you down, oh no

You are beautiful in every single way

Yes, words can't bring you down, oh no

(Beautiful - Christina Aguilera)

 

 

 


Notas Finais


É isso aí, you are beautiful, não importa o que os outros digam!
A história vai falar bastante de aceitação, até porque a protagonista esta bem longe dos padrões e vive isso, mas não vai ser auto-ajuda não rsrsrs apenas vou retratar as situações do cotidiano que uma pessoa como a Elise enfrenta... espero que dê certo e que gostem!
See you soon!


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