História Loving Can Heal - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 2.976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sou só sorrisos aos favoritos e comentários que recebi por aqui desde ontem!
Muitoooooooo obrigado!!!
Mais um capítulo para vocês cheio de Elise e Zlatan e aos poucos revelando mais desse casal que esta me deixando sem dormir haha são muitas ideias, o bom é que enquanto esta assim tem capítulo novo todo dia!
Boa Leitura gente!

Capítulo 3 - Tô te querendo...


Fanfic / Fanfiction Loving Can Heal - Capítulo 3 - Tô te querendo...

Capítulo 2

 

Camp des Loges – Ooredoo - Saint-Germain-en-Laye, França.  – Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014.

Todos nos vestiário estavam conversando animados e brincando alegres na volta dos treinamentos depois do período de férias e de Copa do Mundo e mesmo os jogadores brasileiros que tinham sofrido com o terrível resultado do jogo contra a Alemanha estavam se mostrando felizes com o início de uma nova temporada, apenas ele estava sentado no banco ao lado de Max que conversava com Giulia, sua esposa, pelo celular, calçando as chuteiras sem nenhum ânimo para mais um treinamento.

Sua cara poderia facilmente ser classificada como falta de sexo, como segundos depois do pensamento passar pela cabeça dele Lucas fez questão de mencionar, gritando a plenos pulmões.

“Quantos dias na seca, Big Zlatan?” o brasileiro pergunta atraindo a atenção de todos para o sueco desanimado.

“Fecharam todas as casas noturnas de Paris?” Marco pergunta passando a mão na cabeça do camisa 10 do time. “Posso te ajudar procurar alguma coisa mozão.” O italiano se dispõe num tom irônico.

“Vá à merda pedaço de italiano.” Ele fala acertando o meião no pescoço do garoto com quem ele mantinha um excelente relacionamento.

O som das palmas de Blanc chamando atenção para si no vestiário faz todos silenciarem e prestarem atenção no treinador.

“Vejo que estão animados para mais um treino, excelente, mas contenham seus ânimos e vistam suas roupas, Nasser esta vindo falar com vocês e muito bem acompanhado para apresentar a vocês mais um integrante do clube. Só peço que façam uso do respeito que eu sei que vocês tem.”

O barulho de saltos femininos poderia facilmente ter passado despercebido aos ouvidos dos jogadores se eles não tivessem em silêncio e quando perceberam o barulho de saltos trocaram olhares curiosos entre si.

“Finalmente contrataram uma mulher para me massagear?” Lavezzi pergunta dando risada.

Quando Nasser entra a maior parte dos pescoços se inclinam para observar quem entrava com ele e quando os olhos dos jogadores fitaram a mulher ao lado do presidente do clube alguns não conseguem esconder a surpresa ao ver uma mulher linda, mas com um corpo que estava longe de ser considerado magro, e sim com muitas curvas, para não dizer gordo, ao lado dele.

Uma mulher “gordinha” trabalhando em um clube de futebol?

Não fazia muito sentido para a maioria.

Depois de terminar de amarrar suas chuteiras e colocar sua camisa Zlatan levantou os olhos para o presidente e se assustou ao reconhecer a mulher ao lado dele, era mulher que Beckman tinha ofendido.

A mulher que tinha mandado ele se fuder.

A mulher que tinha batido a porta do quarto na cara dele.

A mulher que tinha invadido seus pensamentos.

A mulher em que ele não conseguia parar de pensar.

A vida só podia estar de brincadeira com a cara dele.

“Bom dia garotos, vejo que estão animados, isso é ótimo, creio que essa será mais uma temporada vencedora. Estou aqui hoje para apresentar a vocês uma das pessoas mais especiais da minha vida e que me salvou de perder tudo. Há nove anos eu estava em uma palestra na Universidade de Harvard, falando sobre meus negócios bem sucedidos e depois de eu apresentar os gráficos das minhas finanças eu recebi um bilhete de um de um dos alunos dizendo que tinha uma vírgula errada em um dos números do saldo dos meus investimentos e que se eu não corrigisse estaria falido em treze anos. É claro que eu ignorei e voltei para Inglaterra, dois meses depois quis tirar a dúvida e pedi para outro contador analisar meus investimentos e ele disse que algo não batia, mas que ele não sabia o que era. Voltei à universidade e pedi para falar com a pessoa que tinha assinado o bilhete, imaginem a minha surpresa quando descobri que a pessoa era uma estudante do último ano de economia, ela fez todas as contas na minha frente e me mostrou o erro, num ato um de loucura demiti minha equipe de contadores e coloquei todas as minhas finanças e investimentos nas mãos dela, o resultado? Meus fundos aumentaram sessenta e uma vezes nesses anos.”

Enquanto Nasser falava sem parar a mente de Zlatan só conseguia pensar em o que aquela mulher estava fazendo ali e em como faria para falar com ela depois, ele precisava falar com ela, tocar nela, ele desejava aquela mulher de uma forma que nunca tinha desejado mulher nenhuma, será que era por ela ter um corpo diferente?

“A boa noticia que eu tenho para vocês é que depois de dois anos tentando convencê-la, eu finalmente consegui trazê-la ao PSG e é com muito orgulho e felicidade que eu anuncio a vocês a nova diretora financeira e gerente de investimentos do clube, a doutora Elise Lins Hoffmann, cientista econômica com graduação e mestrado pela Universidade de Harvard e com especialização em investimentos financeiros pela Escola de Negócios da União Européia de Munique. O que eu posso garantir a vocês é que o Paris esta sempre trabalhando para que seus atletas tenham sempre o melhor e é por isso que lhes garanto que com a Liz tomando conta do dinheiro de vocês seus fundos irão multiplicar.”

O presidente fala sorridente, era evidente que ele tinha um carinho pela mulher vestida elegantemente, como uma executiva de alto nível, ao seu lado e Zlatan queria saber até onde iria esse carinho.

“Quer falar alguma coisa Liz?” Nasser pergunta.

“Primeiramente obrigado por suas palavras, minha carreira certamente não seria a mesma se, como você mesmo disse, você não tivesse tido aquele ápice de loucura e me deixado cuidar de seus patrimônios. Sou muita agradecida pelo que fez e tenha certeza de que farei meu melhor trabalho para o PSG. Quanto aos funcionários do clube tenham certeza de que cuidarei de cada fundo pessoalmente e que farei minhas melhores mágicas em cada um deles. Espero que possamos ter um excelente relacionamento e que essa seja mais uma temporada vitoriosa para o clube.” Ela fala sem tirar um belo sorriso dos lábios.

“Alguém para me deixar mais rico? Seja muito bem vinda doutora cientista, como devo chamá-la? Nunca conheci um cientista e com certeza não sabia que podiam ser mulheres e tão bonitas.” O argentino comenta arrancando uma sonora risada de Elise, que faz com que alguns outros acabem rindo também, contagiados pelo divertido som emitido pela mulher.

“Pode me chamar de Elise ou de Liz mesmo, como preferir e não precisa me chamar de doutora não.” Responde exibindo toda sua simpatia e simplicidade.

“Quanto aos elogios à beleza da Liz você pode guardar para você, tudo bem Lavezzi?” Nasser pergunta estreitando os olhos.

“Claro presidente, desculpa doutora, quer dizer Liz.”

“Sem problemas.” Ela fala dando de ombros.

“Seja muito bem vinda Elise, temos certeza de que teremos sim um excelente relacionamento, a rapaziada por aqui até parece difícil de lidar, mas são todos muito educados e divertidos, aos poucos você vai conhecendo cada um e se enturmando conosco.” Thiago comenta com sua voz de capitão e suas tradicionais mãos para trás.

“Esse é o nosso capitão Liz, Thiago Silva, o monstro.” Nasser o apresenta.

“Muito prazer e obrigado capitão.” Ela fala estendendo a mão para cumprimentar Thiago que retribui.

“O grandão sentado ali é nosso segundo capitão, Ibra venha cumprimentar a doutora.”

Jamais recusar a ordem do presidente de seu clube era uma das primeiras regras que um jogador de futebol aprendia e foi pensando nela que o sueco se levantou caminhando na direção da mulher que mantinha um sorriso no rosto.

“Seja bem vinda Elise.” Zlatan fala com o semblante fechado e aperta a mão da mulher que finge não conhecê-lo o deixando irritado.

“Obrigado.” Ela fala cumprimentando o homem em sua frente, mas não deixa transparecer nenhuma reação de que o conhecia ou surpresa por revê-lo, ela finge, e muito bem, que nunca o tinha visto.

Todos cumprimentam Liz e mesmo depois do treino os comentários a respeito dela continuavam como tema principal das conversas no vestiário.

“Eu queria uma cientista gostosa dessas na minha cama.” Sirigu comenta.

“Será que ela tem namorado ou esta na pista?” Lucas fala esfregando uma mão na outra.

“Gosto de mulheres magrinhas e pequeninhas, mas posso abrir uma exceção para essa doutora Liz, que mulher bonita da porra.” É a vez de Pastore comentar e fazer o sangue de Ibra ferver.

“Qual seu problema?” Max pergunta colocando sua calça jeans enquanto um irritado Zlatan arrancava as chuteiras sentado de frente para umas das cabines das duchas.

“Nada.”

‘Sai fora Ibra, fala aí qual foi.”

Bufando o sueco se levanta puxando a camisa suada do treino pela cabeça e olha ao redor para constatar que esta sozinho com seu amigo no banheiro do vestiário.

“A tal da Elise.”

“A doutora que deixou o pessoal em chamas?” Max pergunta risonho, o efeito Liz tinha sido realmente grande nos jogadores. “O que tem ela?”

“Ela é a mulher do hotel.”

“Que hotel?” o lateral pergunta enrugando a testa.

“Acorda Maxwell. A mulher cheia de curvas.”

“A mulher que te mandou se fuder e que fechou a porta do quarto na sua cara?” ele pergunta abrindo a boca numa expressão de susto. “É ela que ta te fazendo broxar?”

“Eu não estou broxando.”

“Mas esta quase virando um padre.”

“Não fode Cabelino.”

Man a única mulher que te mandou pastar é sua nova gerente de investimentos? Hilário!” O lateral brasileiro comenta dando risada do amigo.

“Você ri porque não é você.”

“Exatamente, mas me diga, o que vai fazer com todo esse tesão reprimido por ela? Lembrando que agora vocês são funcionários do mesmo clube, ela vai trabalhar aqui no CT o que significa que vão se ver direto, não vai ter como você esconder a vontade de ficar com ela.”

“Não estou com vontade de ficar com ela.” O sueco rebate mal humorado.

“A não? E essa cara amarrada de quem não transa a dias que você tem desde que voltou do Brasil é o que então?”

“Você falou a palavra certa, transar, não quero ficar com ela, quero transar com ela, foder para falar a verdade, quero ver se ela tem essa marra toda na cama.”

“Ela não demonstrou te conhecer.”

“Pois é, fingiu nunca ter me visto.”

“Irmão vê o que tu faz aí, só não faz nenhuma merda, eu vou indo que tenho que pegar as meninas na escola.” Maxwell fala pegando sua mochila da Nike e colocando nas costas. “Se cuida e vê se acha um rabo de saia, mata sua vontade e muda essa cara que ta assustando todo mundo. Bye bro.”

Matar sua vontade?

Como faria isso se sua vontade era específica e tinha a ver com a mulher cheia de curvas e de risada contagiante que agora trabalhava no mesmo lugar que ele, a idéia que passa pela cabeça do atacante é arriscada e ousada, mas ele precisava falar com ela.

Rambo, um dos seguranças mais simpáticos do Ooredoo e muito amigo dos jogadores, inclusive de Zlatan, concordou em dizer a ele onde a doutora trabalhava e foi assim que o atacante parou em frente à sala de número 21 no segundo andar da ala norte do CT, onde estava escrito em letras negritas: Elise Lins Hoffmann, diretora financeira.

Ele deu duas batidinhas com a curva do dedo indicador na porta, olhou para ambos os lados do corredor e então abriu a porta se deparando com uma enorme sala com a parede dos fundos de vidro e vista para os campos de treino.

No canto da sala ele encontrou o que estava procurando, a doutora de costas para ele, encostada em sua mesa e falando em um idioma que ele não entendia ao telefone. Ele ficou parado encostado na porta até o momento em que ela se virou para ele, deixando claro o susto que tomara com a presença dele.

“O que você esta fazendo aqui?” ela pergunta com uma das mãos no peito.

“Penso que não terminamos nossa conversa no hotel naquele dia.”

“Penso diferente, você deixou bem claro seu preconceito e...”

“Que preconceito? Você não me deixou terminar de falar, bateu a porta do quarto na minha cara.” Ele a interrompe.

“Oh, então isso o ofendeu?” Liz o questiona com um meio sorriso no rosto.

“Para quem falou tanto em educação essa atitude não foi nada educada.”

Ela coloca o celular sobre a mesa, toma um gole da água no copo sobre a mesa e então volta sua atenção ao atacante que lhe encarava com os braços cruzados sob o peito e lhe direcionando um olhar fixo.

“E você veio aqui para falar isso?” a cientista pergunta levantando as sobrancelhas.

“Não.”

“Então veio para que?”

Zlatan gira a chave, travando a porta, e começa a caminhar lentamente até a mulher que assume uma postura arrisca enquanto ele se aproxima dela.

“O que esta fazendo?” Ela fala sem entender a intenção dele.

Antes que ela fosse capaz de concluir seu raciocínio sente seu corpo pressionado na madeira que separa uma parede de vidro da outra, pelo enorme corpo do jogador na sua frente.

“Estava bem quente aquele dia, mas se eu me lembro bem você me chamou de idiota, escroto e preconceituoso, estou certo?” ele pergunta colocando uma mão de cada lado da cabeça da mulher em sua frente.

“Você foi tudo isso, ou não se lembra do que seu amigo me falou na mesa?”

“Eu me lembro sim e não concordei com nada do que ele falou, mas ele estava bêbado, você tinha que ter relevado.”

“Relevado? Não acredito, você esta defendendo seu amiguinho preconceituoso de novo, qual o problema de vocês com uma mulher que não tem um corpo magro como o das modelos?” ela pergunta irritada e tentando se soltar do corpo dele.

Zlatan pressiona ainda mais seu corpo no dela e desce uma de suas mãos da parede para a lateral do rosto dela, que fecha os olhos ao sentir o toque dele.

Como um homem desse tamanho pode ter um toque tão macio? Pensou Elise.

“Meu único problema é não conseguir te esquecer, é não conseguir me livrar da vontade de beijar essa sua boca bonita e bem suja para uma cientista, não é mesmo doutora?” ele pergunta com sua voz grave sendo sussurrada a poucos centímetros do rosto dela.

O coração de Elise começa bater sem ritmo quando ele coloca a outra mão ao redor de seu rosto e acaricia os dois lados de sua face com carinho.

“Você é linda doutora, eu te disse isso aquele dia, não disse? Mas agora te olhando tão de perto percebo que é ainda mais linda do que eu me lembrava, que rosto lindo, que olhos bonitos e que boca gostosa, quero beijá-la, posso?” ele pergunta passando seu polegar nos lábios dela e esfregando a pele macia e rosada pelo batom.

Elise fecha os olhos esperando o toque dos lábios dele nos dela, mas o toque não vem e ela abre seus olhos frustrados, encontrando os negros olhos dele lhe encarando com desejo.

“Não vou fazer nada que não queira Elise, vai ter que pedir.”

Ela sente o membro dele crescendo na altura de sua barriga e deixa escapar um gemido.

“Peça.” Ele fala acariciando os lábios dela com seu dedo e acariciando a lateral direita do rosto dela com a outra mão.

“Hum.” ela geme quando ele arranha o pescoço dela.

“Peça Elise.” A forma que ele pronuncia o nome dela, como se estivesse o saboreando, faz a calcinha dela encharcar.

“Me beija Ibrahimovic.” Ela fala.

“Não, não. Zlatan, me chame de Zlatan.”

“Porra.” murmura o palavrão impaciente.

“Que boquinha suja doutora.”

“Por favor.”

“Por favor o que?”

“Me beija Zlatan.” Ela responde apertando o braço dele.

“Com prazer Elise.” O sueco fala cobrindo os lábios dela com os dele.

Elise tinha sido beijada várias vezes na vida, mas nada se comparava a isso. Os lábios dele eram exigentes e pressionavam com força nos dela levando-a quase a loucura enquanto as mãos dele agarravam o corpo dela com força. Ninguém nunca a tinha beijado assim, com vontade, com desejo, com luxuria e com...posse?

Era esse o ingrediente diferente? Posse?

Beijar Elise estava sendo ainda melhor do que Zlatan poderia ter imaginado, essa mulher era quente como o inferno e os sons que ela soltava durante o beijo despertavam sentimentos primitivos nele.

Quando o ar falta a eles o sueco afasta o cabelo de Liz para trás e leva seus lábios ao pescoço dela, colocando beijos ali enquanto ela abraça seu corpo e respira ofegante.

“Você é uma coisa malditamente sexy doutora e eu quero você.” Ele fala mordendo o lóbulo da orelha dela.

Ela toma a frente e inicia mais um beijo quente e dessa vez o sueco desce suas mãos para a bunda dela, que ele aperta e massageia.

“Elise, doutora Hoffmann, esta aí?” uma voz os faz partirem o beijo e Liz quase ter um ataque cardíaco.

“Quem é?” Zlatan pergunta sussurrando enquanto mantém o corpo dela sob o seu.

“Eu não sei.” Ela murmura desesperada e tentando se soltar.

“É o Daniel do markentig doutora.” A voz se identifica dando leves batidas na porta.

“Só um minuto.” Ela fala tentando empurrar Zlatan. “Me solta! O que vou fazer com você aqui dentro comigo?” sussurra.

“Ali é um banheiro?” ele pergunta olhando para o lado esquerdo da sala onde tinha um banheiro.

“Isso, vá para lá.” Ela fala.

“Livre-se dele para continuarmos.” Ele pede dando uma mordidinha no pescoço da doutora antes de soltar o corpo dela e se dirigir ao banheiro.

Vendo o jogador se afastar e ajeitando seu vestido Elise só conseguia pensar que tinha ficado louca ao se permitir ficar se agarrando com um jogador, preconceituoso além de tudo, em seu novo local de trabalho.

Ao que parece a cidade luz traria dias mais interessantes a vida da doutora. 

 

 

 

 


Notas Finais


Torcendo para vocês estarem gostando!
Bom final de semana!
See you soon!


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