História Lowlife - Capítulo 1


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Categorias Felipe Z. "Felps", Rafael "CellBit" Lange
Personagens Felps, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Amor, Cellbit, Cellbits, Cellps, Drama, Felipe Z, Felps, Lowlife, Oneshot, One-shot, Rafael Lange, Shounen Ai, Slash, Song Based, Songbased, Songfic, Song-fic, That Poppy, Yaoi, Youtubers
Exibições 43
Palavras 588
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Slash
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem :3

Capítulo 1 - Capítulo Único: Lowlife


Coloco várias roupas na minha velha mala de viagem. Alguns moletons rosa, shorts brancos e sapatos também rosa devem servir para três dias de evento no Rio De Janeiro. Sim, moletons são necessários, mesmo em uma metrópole quente e ensolarada como essa... pelo menos pra mim.

Meus pensamentos são interrompidos quando sinto meu celular vibrar no meu bolso. Apanho o objeto e olho a tela, encarando uma mensagem nada gentil.

Jhon: Vamos, vamos. Você já está atrasado, idiota.

Você: Tá, já tô indo... desculpa.

É, eu sempre me atraso... mas é difícil não me remoer por dentro sempre que isso acontece. Sem pressa ando em direção ao elevador, aperto o botão do térreo e logo chego ao meu destino. Caminho alguns passos e abro a porta do carro do meu motorista, entrando no veículo logo em seguida.

– Já deveríamos estar no hotel agora, imbecil! Por culpa sua vou levar uma bronca da sua mãe por não ser um "motorista competente" – proferiu as palavras enquanto começava a dirigir com velocidade.

– Me d-desculpe. É tudo culpa minha mesmo... – abaixo a cabeça observando meus claros joelhos. Já estou acostumado a aguentar reclamações. Mas, novamente, eu sou o que assume a culpa.

É um novo dia, mesmo com as mesmas linhas. Mesmo com as mesmas obrigações, mesmo com o mesmo objetivo: conseguir dinheiro.

Dinheiro tem estado na minha mente mesmo quando tento evitar isso, desde que meu pai me disse: "Você irá morar sozinho assim que fizer 18 anos." Eu me sinto uma vítima do cifrão das notas que ganho.

Todos esses anos sozinho, lutando minhas batalhas sozinho... eu quase nem aguento mais. Mas ainda bem que você existe, não é... Felps?

Olho para a tela do celular e involuntariamente meus dedos digitam uma mensagem boba para o ser de cabelos castanhos.

Você: Oii. Eu... já estou à caminho do hotel.

Alguns segundos depois e ele já visualiza a mensagem.

Felps: Bom saber ❤

Dei um gritinho de empolgação ao ler aquilo. Ainda bem que Jhon não se importou e continuou dirigindo...

Ah, Felps... você é a luz mais brilhante da minha vida desanimada... Você pega um dia ruim e faz ficar bom. E em todas as circunstâncias, você faz a diferença.

Sim, eu te amo. Pena que você ama ela.

Algumas horas depois Jhon avisa que chegamos no hotel. Eu estava com tanto sono que tudo passou bem rápido... fui direto para meu quarto e me deitei na cama, caindo no mundo dos pesadelos.

Desta vez, no sonho, com um mau sabor na boca e dores de cabeça, eu estava no chão novamente, com a roupa rasgada. Eu me sentia tão solitário, e tão incapaz de fazer algo sozinho... Até que eu decidi chamá-lo.

– Felps, você pode vir para o meu castelo de ruinas? – lágrimas caíram no meu rosto.

Diferente de todos os outros sonhos, ele apareceu. Me acolheu, me levou em seus braços e me apertou. Lágrimas ainda escorriam porém um doce sorriso surgia em meus lábios.

E então ele me puxou pra perto. Sussurrou em meu ouvido palavras... que me rasgaram como facadas.

Tudo o que eu queria que você disesse é que eu sou a luz da sua vida desanimada também, Felps. Eu queria ouvir você dizer que eu faço a diferença... mas você apenas me deixou sozinho, naquele chão gelado, e me disse:

– Você não é a luz da minha vida. Ela é quem brilha, ela é quem faz a diferença. Ela é a garota que eu amo, não você.


Notas Finais


Nha, curto e dramático, do jeito que gosto.
Se gostaram favoritem e comentem :3


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