História Lua Azul - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Drama, Revelaçoes, Romance, Violencia
Exibições 14
Palavras 2.654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Lista de desculpa por não ter postando antes:
- Estudar paras provas finais!
- Vários dever de casa!
- Vários trabalhos de casa!
- Fazer um vídeo para inglês(ficou engraçado)

Eu estou um caco com esse bando de coisas, mas pelo menos tirei um tempinho para escrever!

Boa leitura!!^•^

Capítulo 25 - Castiel feiticeiro?!


             Alice on*

- Não entendo porque ainda não voltou ao normal!.- Minha tia mantinha o diário na mão.- Fiz de tudo, usei até mesmo magia de fada mais nada.

       Depois da minha tentativa fatal de correr do Lysandre no meio da floresta, ele conseguiu me alcançar. Tivemos alguns beijos é amaço mas tivemos que voltar, acabei por encontrar minha tia ao lado de fora do castelo.

          Será que só uma feiticeira negra pode traze-lo de volta! Escrevi no ar com ajuda da magia.

- Eu não sei, ele ficou como livro de feitiços até acharmos você!.- Ela começou a andar para la e para cá.- Talvez essa seja a reposta!

       Cruzei os braços e tentei refletir algo que talvez eu tenha me esquecido, algo de errado em mim, que estava certa. Mas é claro, o pentagrama feito de sangue. Se o livro so se abre com uma feiticeira negra, eu talvez possa traze-lo ao normal. Mas talvez posso ser punida por usar magia branca.

- Alice!.- Minha tia me chamou assustando-me.- Esta me ouvindo?

          Com certeza não, esta refletindo o tipo de torturação que vou ganhar se soubessem que usei magia negra!! Pensei aliviada dela não poder ler mentes.

- Talvez eu peça ajuda a mais fadas, ou quem sabe...!.- Eu a interrompi puxando o diário de sua mão.- O que foi?

        Não tinha outro jeito. Coloquei o dedo na boca e mordi com força, senti uma pequena dor junto do gosto de ferro do sangue.

- Alice, que isso, para!.- Ela segurou meu braço meu braço com força.- O que acha que esta fazendo!

      Puxei meu braço com força me soltado da mesma que se afastou alguns passos atrás. Abri o pequeno diário em algumas página qualquer e passei o sangue na folha que não tinha nada escrito fazendo o símbolo de magia negra. Esperei que algo de bom acontece-se, mas não houve nada. Virei o livro de todas as formas e jeito. Mas nada. Frustrada com a minha tentativa eu entreguei o diário a minha tia e andei para dentro do castelo. Ouvi a mesma me chamar mais nem cheguei a olhar para trás.

         Será que fiz algo de errado? Mas eu fiz o pentagrama certinho!! Me senti inútil nesse momento que nem percebi que fui parar na estufa. Entrei na mesma vendo me sentindo mais confortável na presença de tantas flores e plantas.

         Me aproximei-me de um arranjo de rosas brancas. Eram lindas demais. Delicada, macia, tinha um cheiro maravilhosamente doce é me transmitia calma. Era isso em que eu gostava mais em ser uma feiticeira, poder me sentir conectada com as flores.

- Sozinha de novo em!.- Senti duas mãos em cada um de meu ombros apertando de leve.- Você parece relaxada, mas seus ombros então tensos!

       Joguei a cabeça para trás é levei o meu olhar ao Lysandre que havia trocado de roupa colocado a sua tradicional. Deu um leve sorriso a ele que retribuiu.

        Você não me deixa em! Escrevi no ar, assim que terminei ele segurou meu dedo.

- É feio apontar! Será o que acontece se eu arrancar fora!.- Ele levou o meu dedo até a boca mas antes que colocasse tudo eu puxei, o puxo foi tão forte que cai no chão derrubando alguns vasos.- Você esta bem?

       Resmunguei um pouco de dor no meu bumbum, e me levantei com a sua ajuda. O mas constrangedor não foi ter caído, mas sim sujado o vestido atrás, aquilo me deu meia hora de risada sem parar para respirar. O Lysandre também, riu so que pouco. Ficamos horas conversando ali dentro, ele me apresentou todas as flores, algumas dela foram a linda plumária, a flor pertence à família dogbane, Apocynaceae e é conhecida por seu aroma fascinante e beleza. Crisântemo ou Carolus Linnaeus, pai da taxonomia moderna, deu esta linda flor o nome que significa flor de ouro, em grego.

- A flor mais rara e cultivadas são as rosas!.- Ele arrancou uma é me deu.- Sabia que em uma variedade de cor e cada cor possui um significado diferente!

          Sério?! Olhei para ele um pouco impressionada por saber tanta coisa assim sobre flores.

- É, tipo, a rosa vermelha é um símbolo do amor, enquanto a rosa amarela é da amizade!

          Isso e completamente verdade! Ri enquanto aproximava a rosa de meu rosto passando suavemente na bochecha.

- Na Índia, algumas mulheres tomam banho de rosas!.- Ele riu baixo.- Um banho de leite com rosas!

        Fiz uma careta com aquele comentário, não tinha ideia de que faziam isso, ainda mais com o leite. Ficamos alguns tempinhos a mais conversando ate que percebemos que passou do horário de dormimos, bufei a mim mesma quando o mesmo se lembrou da hora, mas fazer o que não é?. Não estava afim de dormir, então revirei a noite lendo na biblioteca enorme, ate me lembrar do livro que tinha pego na escola.
        Dhiren era um tigre que todo mundo iria querer, o que chegou a me surpreende foi quando ele ia apresentar ainda em forma de tigre, mais ficou com os olhos fixo em Kelsey, foi tão romântico. Não posso me esquecer do poema "Eu sou o gato", Lysandre bem que poderia me escrever algumas coisas de vez enquanto. Senhor Anik Kadam é um homem que pode ser chamado de pai. Se minha vida fosse como a deles, seria menos complicada.

         Queria que você fosse livre! Pensei a mim mesma, eu queria ser livre disso tudo.

               ~Quebra de tempo~

         Acordei deitada no chão da biblioteca cheia de livros ao meu redor, não me lembro muito bem da noite passada mas meu estômago me lembrou de que não comi nada. Organizei os livros e fui ao meu quarto que estava so mesmo jeito, troquei meu vestido sujo colocando um vestido curto azul escuro com detalhe de renda no peito até o pescoço. Arrumei o cabelo numa trança deixando alguns fio soltos, queria saber como Kelsey é de trança e sem trança.

    Princesa?! A voz do Sacerdote surgiu em minha mente me assustando. Preciso que desça agora por favor!

       Claro, apenas espere um momento! Troquei minhas sapatilhas pretas suja de terra colocando uma branca com um lacinho na frente.

         Depois de ver se estava tudo arrumado passei pelo corredor descendo as escada, me deparando com o Sacerdote junto de outros, minha tia junto da mãe do Lysandre é o mesmo.

Poderia me explicar...isso? Ele me mostrou o livro de magia branca em mãos.

    Ele voltou, mas como...?

   Por isso! Ele abriu na página em que tinha um símbolo de sangue. Foi você, não foi?

    Eu não vou mentir, sim, fui eu! Achei que se usasse uma símbolo de magia neg...! Ele me interrompeu antes que eu desce continuidade.

   É contra as regras um ser de magia branca usar magia negra, a punição não é leve!

    Espera ai, eu trouxe o livro não foi? Por que vou ser punida, pelo que eu saiba tenho o poder de tudo! Tava começando a ficar nervosa, é isso não era bom.

   Sim, o poder divino da lua, do céu e da terra, dos mares e ventos! Mas risco de que a maldade possua você fala mais alto! Ele entregou o livro a minha tia que arrancou a página. É a primeira vez que usa esse símbolo?

     Não, usei o símbolo para fugir das prisões que me mantinham, copiei do braço de um dos feiticeiros! O lustre em nossas cabeças estava tremendo, tentei o máximo possível não ficar nervosa. Se já dei minha explicação, não tem motivos a me punir!

    O sangue de um feiticeiro negro empreguina na pele, é isso não é bom, precisamos limpa-lá! Ele se aproximou de mim mas eu me afastei.

- Alice, esta tudo bem!.- Lysandre veio até mim é colocou as mãos em meu rosto.- Vai dar certo!

       Balancei a cabeça freneticamente em não, pensava a mim mesma de que eles iriam me machucar que eu não quisesse aquilo.

- É apenas alguns minutos não vai doer!.- Ele me abraçou forte para me confortar mas não ajudou.
- Eu disse NÃO!.- Empurrei ele com força que me olhou surpreso, eu tinha falado(?).- Eu não quero que me machuquem mais do que já machucaram, será que não percebe que estou bem?! Se tenho todo o poder divino quer dizer também que posso ser resistente a magia negra!

       Ninguém ousou falar nada. Minha tia apenas abaixo a cabeça, a mãe de Lysandre ao seu lado a confortou. O sacerdote saiu sem dizer nada, já o Lysandre ainda não parava de me olhar, olhei em seus olhos é vi medo. Me incomodou um pouco, me aproximei do mesmo é segurei sua mão o puxando para fora dali.

- Como conseguiu falar?.- Ele me deu um puxão não tão forte me fazendo parar.
- Eu...nao sei!.- Coloquei a mão no pescoço que massageei.- Ainda doi um pouco quando falo!
- Não force, isso pode machucar suas cordas vocais!.- Ele se encostou no corrimão de pedra.- Ninguém nunca desafiou o Sacerdote daquele jeito!
- So estou cansada de usarem magia em mim de coisas que não existe, eu estou bem, só a minha palavra não ajuda?!.- Apertei a mão contra a barriga quando a mesma roncou.- Lysandre, to fome!

       Olhei para mesmo que riu um pouco, eu amava quando ele ria. Segurou minha mão e me puxou contra ele, me pediu que teríamos que voltar rápido já que fui uma meninas mal respondendo o Sacerdote. Uma bolha de magia envolveu nos dois, era fria la dentro mas tinha um cheiro doce é bom. Antes mesmo de que eu desce conta estávamos num beco, meio escuro mais a luz do dia batia no final do corredor.

- Por que sempre um beco?
- Já viu algum magicamente aparecer no meios da pessoas, já estaríamos mortos!.- Ele foi até o fim do beco é olhou os lados.- Vem!

     Fui ate ele que segurou minha mão agindo normalmente saímos do beco, não tinha muito movimento por ali, na verdade eu nem sabia aonde tínhamos parados. As pessoas andavam normalmente mas alguns nos olhava com curiosidade, também, a forma que nos se vestíamos não de ser notada.

- Aonde estamos indo?.- Soltei sua mão passei para o meu ombro assim abracei o mesmo de lado.
- Conheço bem a área por aqui, se eu me lembre estamos perto da casa de um amigo meu só que mais perto de uma confeitaria!.- Ele deslizou a mão pelo meu braço e passou para a cintura.
- Que você lembre?!.- Ri com o próprio comentário, Lysandre não é de se esquecer muito(ou eu que não sei).- Desculpa!

       Chegamos numa confeitara normal(?). Era bem maior do que eu já esperava, luzes amarelas deixava o local com tom de que fosse tudo de outro, o teto as paredes é o chão eram pintadas a douradas. Era lindo de se ver la dentro, havias mesas e cadeiras decoradas a branco enfileiradas de um canto e no outro a vitrine de bolos e doces, nelas tinham vasos de rosas em cima.

- Isso aqui é muito grande!.- Soltei do Lysandre e fui ate a vitrine.- É tem muita coisa deliciosa.
- Pode escolher o que quiser!
- Ta falando sério?!.- Me virei para ele.- Eu não quero abusar de você nem nada Lys...
- Tudo bem, eu venho aqui de vez enquanto, já tenho uma conta!.- Ele afagou meus cabelos de forma brincalhona.- Não se preocupe!

         Eu pensei apenas em pegar uns Capcake mas já que ele disse que não tem problemas, pedi a primeira coisa que me chamou a atenção, era um bolo de chocolate ao seu redor tinha minis postezinhos de chocolate do branco e preto eles eram amarrados com uma fita vermelha, por dentro haviam bolinhas de chocolates pretas e brancas com uma decoração de morango. Pedi que embrulhassem toda animada por comer um bolo, a última vez que comi bolo foi em 1987 e era um bolo de baunilha. A mulher me entregou o bolo numa caixa rosa com preta, na tampa da caixinha tinha um laço grande branco, bem fofo. Antes de sair pedi a moça que me desce duas colheres, assim ela deu. Sai da loja de mãos com o Lysandre é pedi ao mesmo que me levasse a uma praça que pudéssemos ficar até que o Sacerdote se acalme é eu também.

- Próxima vez, eu que tomarei a diante de deixar você sem voz!.- Ele brincou enquanto chegámos na praça.
- Não gosto de deixar as coisas presa, sempre que sou jugada de forma errada!.- Olhei ao redor me lembrando daquela praça, a única coisa que mudava era o fato de não ter mais o parquinho.- Eu...sempre falo!
- Tudo bem?
- Si...sim, só que é maravilhoso para mim me sentir conectada a natureza, me sentir mais viva!.- Me aproximei de um banco ali puxando o Lysandre comigo.- Será que vamos ser punidos por comer bolo?
- Três dias no calabouço!.- Ri com a sua piadinha.

       Conversamos mais um pouco e comemos o bolo devagar, além do mais era grande para ficar comendo rápido, o resultado final não ia ser legal.

- Lys-fofo?.- Olhei para frente e vi a amiga do Lysandre...Rosalya(?).
- Ah!.- Ele engoliu o bolo primeiro para cumprimentar a amiga.- Olá Rosa!
- Você sumiu, ficamos preocupados!.- Percebi que ela estava acompanhada do amigo de cabelos azuis e um de cabelo vermelho, por um momento ela direcionou seu olhar para mim como se não estivesse me visto ali.- Opa, calma ai, você também sumiu!.
- Eh...que...bom...!.- Eu estava meio nervosa de vergonha, não sabia o que falar.
- Calma ae, vocês dois estão...!.- O menino de cabelos azuis deu uma olhada maliciosa para nós dois.- Entendi, você também né, Rosa?!
- Com certeza!
- Explicações Senhor Lysandre!.- O de cabelos vermelho sentou-se ao lado do Lysandre passando o braço ao redor do seu pescoço.
- Nossas família se conhecem, tivemos que viajar fora para resolver um documento que estava trocado no Japão!.- Ele parecia tão calmo ao ponto de mentir.
- Japão? Seu irmão não me dias nada disso Lysandre!.- A menina se sentou-se ao me lado.- Lembra de mim né?
- Eh...sim!.- Na verdade não, mas como os meninos a chamaram pelo apelido.
- Não quis te preocupar!.- Ele segurou minha mão forte.- Alice esse são o Castiel, se lembra bem, é esse e o Alexy!
- Olá Castiel é Alexy, desculpa por me esquecer de vocês!.- Sorri tímida.
- Tudo bem, anão ser!.- Alexy se aproximou de mim é se agachou perto do meu rosto cochichando.- O que a entre vocês?
- Alexy, não acho que isso seja problema seu!.- Lysandre disse ao amigo que apenas fez uma careta.
- Lysandre, não precisa ser grosso, apenas estamos se conhecendo melhor, só isso!.- Afastei o mesmo colocando a mão em seu ombro o empurrando de leve.
- Ainda estamos de olho em vocês!.- Rosa enfiou o dedo no bolo e tirou lambendo o mesmo.- Bora Alexy, Kim esta esperando nós!
- Eu vou ficar quero confirmar o que dizem se é verdade!.- Senti seu dedo acariciar minha bochecha então eu em afastei calma.

        Eles fizeram aquela tipica cara é se foram sem falar nada, a praça estava com pouca pessoas isso não me incomodou mas sim uma estranha energia que transmitia pelo corpo de Castiel. Ele se levantou do lado do Lysandre é tirou o bolo do meio de nos dois se sentando-se.

- Aposto que não contou a ela não foi?.- Castiel roubou a colherzinha da minha mão e comeu o bolo.- Você ta legal princesa?
- E-espera ai ele sabe de tudo?.- Perguntei confusa ao Lysandre.
- Sim, ele sabe!
- Mas, por que?!
- Bom!.- Castiel segurou a ponta da colher e olhou fixamente para ela, por um momento a colher começou a derreter é por fim queimou-se.- Eu não sou um humano totalmente!
       
        So pode ser brincadeira, Castiel é um feiticeiro?!


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...