História Lua da minha vida - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Exibições 20
Palavras 1.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim estou sendo ousado, mas qual a graça de sempre fazer as mesma fanfics com os mesmos casais ? Vamos inventar um pouquinho. Essa é a Beleza das fanfics tudo pode acontecer.

Capítulo 1 - Elizabeth


Fanfic / Fanfiction Lua da minha vida - Capítulo 1 - Elizabeth

O crepúsculo finalmente chegou em New Orleans e essa é a hora dos seres sobrenaturais começarem a festa. Uma acima dos outras queria sair e se divertir hoje, eu, mas a questão seria se meu querido e ciumento pai deixaria ? Minha tia Bekah conta histórias de todos os namorados que ele matou dela, apenas dois viveram, um cara de Mystic Falls chamado Matt que meu tio Kol brincar dizendo que é mais imortal que um Original e meu querido irmão Marcel, isso mesmo meu irmão, mas essa parte eu conto outro hora como aconteceu essa quase incesto na família. Finalmente a família está toda reunida e as intrigas foram cessadas. Meu pai se chamar Niklaus mas todos o chamam de Klaus, o meu Tio Elijah lhe chamar de Niklaus e tia Bekah e tio Kol de Nik. Já vou avisando meu pai não é o mocinho da história o príncipe encantado que você pode está pensado ele sempre fez a questão de lembrar que ele é o vilão.

Mas ele não é tão ruim assim ele ajudar os outros. Doa dinheiro para a caridade e fez programas onde jovens de rua são acolhidos e tem assistência e são induzidos a aprender música e arte. Vão a escolar, afinal de contas Niklaus Mikaelson não é esse bicho papão todo. E agora aqui estou indo para o escritório da casa perdi permissão para ir numa festa, mas seu querido pai com certeza não deixaria.

- Pai - Calmamente lhe chamei.

- Sim, minha filha - disse sem tirar os olhos dos papéis que analisava.

- Queria pedi algo - Ele lentamente levantou a cabeça e começou a me olha como se soubesse o que eu tinha em mente.

- Não - Disse e voltou a lê os papéis.

- Mas você nem sabe o que é - disse de volta.

- Claro que sei, quer ir numa festa - Como ele sabia ?

Eu nunca fui de fazer drama e imporá a alguém. Desde de criança tive que ser forte, as malditas brutas de New Orleans me fizeram ficar assim, entraram em guerra com a minha família mesmo estando mortas e enfim com a ajudar da namorada de Tio Kol elas não nos incomodaram mais. Ela conseguiu fazer um feitiço onde impede que elas façam qualquer tipo poder desse lado e enviei para outras bruxas do clã delas. Mas isso não é a questão, agora é como converse meu pai a deixar eu ir.

- Mãe - Falei bem baixo, mas devido aos ouvidos de híbrida e sua velocidade ela estava do meu lado.

- O que foi Hope ? - perguntou. 

- O papai não quer me deixar sair - disse para ela - A senhora pode dizer para ele que tenho 20 anos por favor.

- Klaus - começou minha mãe - Ela já tem vinte anos...

- Nem que tivesse mil - disse interrompendo minha mãe.

Minha mãe sempre me apóia em tudo, Hayley é seu nome e ela é casada com tio Elijah, isso mesmo minha família é estranha. 

- Por favor pai - Comecei - Vou sair hoje com ou sem sua permissão.

- Hope - minha mãe me advertiu.

- Vá e eu irei lhe achar e tirei de volta - disse meu pai com um sorriso maroto.

- Deixa a menina sair Nik - minha tia Bekah entrou na sala dizendo.

- Não se intrometa nisso Rebekah - disse meu pai ainda sentado.

Um casa onde quase todos tem supre audição com certeza os demais estão ouvido também.

- Eu vou - eu disse. 

- Não vai - repetiu meu pai.

E nós começamos a nos encarar! Eu não ia dar o braço a torcer e meu pai também não até que.

- Deixar ela ir para a minha boate Klaus, eu e meus homens cuidamos dela - disse meu querido irmão Marcel.

- Não se envolva nisso também Marcel - disse novamente meu pai.

- Já chega Niklaus - disse meu tio Elijah com uma xícara de chá nas mãos - Deixe a menina ir - e tomou um gole.

- Elijah - Meu pai começou.

Eles ficaram se encarando por bom tempo até que meu pai disse.

- Marcel cuide muito bem da minha filha.

- Não se preocupe eu cuidarei - disse meu irmão. 

- Então eu posso ir ?

- Sim pode.

- Obrigada - disse abraçado tio Elijah o que fez meu pai ficar com ciúmes.

Todos riram da cena dentro da sala.


Boate de Marcel


A boate do meu irmão é a mais animada de New Orleans com muita música e diversão. É tão famosa que Vampiros e humanos de outras cidades vem para aqui se divertir.

Logo fui para o bar e pedir uma bebida, mas o idiota do garçom queria vê minha identidade.

- Irmão - eu disse e logo Marcel estava atrás de mim.

- Sim Hope - disse Marcel. 

- Esse idiota não quer me dar bebida!

- Luís der a bebida que minha irmã quiser ok.

- Irmã senhor ?

- Sim irmã! Alguém problema ?

- Nem um senhorita - disse com medo de perder o emprego o que me fez sorrir.

Marcel saiu para cuidar dos assuntos da boate e eu comecei a beber. Queira ficar beba e me divertir, já havia tomado 5 copos de védica e ficava fazendo medo para o tal de Luís. Falava que diria ao Marcel que ele não estava me atendendo direto e ele coitado se desesperava e eu ria. Tomei minha sexta dose, queria ficar bêbada mais como sou uma híbrida o processo para ficar bêbada demora, tenho que tomar mais 190 dessas para ficar bêbada. 

- Vai com calma garota - disse uma linda moça para mim der repente.

- Por que eu deveria ?

- Rápida no gatilho, eu gosto disso - falou para mim.

- Quem é você ? - perguntei

- Elizabeth e você ?

- Hope.

- Hope nome bonita gostei - disse para mim.

- Parece que gosta de tudo - devolvi.

- Ui e parece que você está gostando - ambas rimos.

- Luís der uma bebida para minha nova amiga - eu disse. 

- Sim senhora - respondeu entregado o copo a Elizabeth e outro a mim.

- Um brinde ? - perguntou 

- Sim, há nos.

Fizemos os brinde e bebemos. Era incrível está com ela e conversa com ela. Tínhamos muito em comum, ela gostava de arte e de música como eu. Tinha o sonho de conhecer o mundo também. Disse que tinha um pai ciumento como o meu e que sua mãe deveria está uma fera com ela agora pois ela saiu a uma semana de casa e não disse onde está para ninguém nem para sua irmã. O tempo foi passando e continuamos a conversa era incrível como se conhecesse ela toda a minha vida.

Der repente ela disse que queria dança e me chamou e fui na hora com ela. E dançamos e dançamos. Até que começou um música picante e começamos a nos exibir uma para outra chegamos perto e eu não acredite no que eu estava fazendo! Nos estamos nos beijando e Deus como ela beija bem.


Notas Finais


Espero que tenham gostado !


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