História Lua de Sangue - Capítulo 1


Escrita por: ~, ~Finallais, ~cleuhh e ~RenaTriz

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amanda Seyfried, Bruxas, Caçadores, Guerra, Hibridos, Inimigos, Jake Gyllenhaal, Lobisomens, Magia, Margot Robbie, Stephen Amell, Vampiros
Visualizações 134
Palavras 3.403
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Inimigos


Arabella

Eu odiava ter que andar por essa floresta, mas ás vezes isso se fazia necessário. A verdade era que eu podia sentir muita coisa nesse local, coisas que aconteceram em um passado muito distante e que ainda iriam acontecer. Coisas ruins. Não vou mentir, isso me assustava. Não que eu fosse nova na função ''bruxa'' ou algo do tipo, eu já sabia de minha condição desde meu nascimento, venho de uma linhagem de bruxas muito antiga e de sangue puro, jamais alguém de nossa família se relacionou com um mortal. É quase como um pecado.

Meus olhos voltaram-se para uma rosa muito vermelha em meio ao chão terroso da floresta e sem que eu estivesse pronta imagens começaram a dançar diante de meus olhos. Uma mulher de longos cabelos cor de fogo corria desesperada, como se estivesse fugindo de algo, quando de repente um de seus pés prende em alguma coisa no chão e ela caí. Logo em seguida uma sombra de um homem muito grande projeta-se sobre ela e a mulher grita, sua expressão era de puro pavor.

— Arabella! — A voz de Margot gritando meu nome trouxe-me de volta para a realidade.

Pisquei algumas vezes ainda aturdida com tudo isso. As visões estavam cada vez mais frequentes e chegavam sem nenhum aviso prévio, nem mesmo as mais velhas bruxas do clã souberam me dizer como controla-las, a final eu era uma das raras bruxas com o dom da Visão.

— O que está fazendo parada aqui? — Margot tinha uma expressão de impaciência em seu rosto juvenil. Ela era uma das bruxas mais novas do clã, porém seus poderes se desenvolviam cada vez mais rápidos.

— Nada — menti e fiz sinal para que caminhássemos. — Acho que estamos atrasadas, não é mesmo?

Margot assentiu e colocou uma mecha de seu cabelo negro atrás da orelha.

— Irina disse que tinha algo muito sério a ser dito nessa reunião.

Assenti. Irina era a chefe do clã de bruxas de nossa pequena cidade e sempre que ela convocava uma reunião antes da data prevista era porque algo realmente não ia bem. Margot e eu seguimos o restante do caminho em silêncio e não demorou muito para que chegássemos na clareira das bruxas, como fora carinhosamente apelidado por todo mundo sobrenatural da cidade.

— Finalmente chegaram! — Sarah exclamou assim que eu e Margot pusemos os pés no local.

Margot revirou os olhos e foi ocupar seu lugar no círculo. Dei um sorriso como que me desculpando para Irina, que estava no centro do círculo, mas está apenas assentiu com a cabeça, como se nosso atraso não fosse nada muito importante. A suprema de nosso clã era uma bruxa muito velha, mas sua aparência de uma jovem de trinta anos era surpreendente, porém em seus olhos cor de violeta éramos capazes de enxergar o quão experiente ela era.

O círculo era composto de mais ou menos quinze mulheres, todas representantes de suas respectivas famílias, pois há muito que a presença de todos os membros da família deixou de ser um requisito obrigatório, mas ainda era uma lei que somente mulheres poderiam ser representantes. Eu sinceramente não queria essa vaga, mas minha mãe achou que já estava na hora de eu ter responsabilidades maiores.

— Antes de mais nada, gostaria de agradecer a presença de todas aqui — Irina começou seu habitual discurso de todas as reuniões. — Como muitos sabem há alguns anos nossa raça foi quase extinta...

E então ela começou a falar sobre a grande guerra entre os caçadores e os seres do submundo, onde as bruxas foram quase apagadas da existência. Pude ver Margot fazer uma cara de tédio e reprimi uma risada, eu sei que isso foi um acontecimento muito importante para nós, mas era totalmente desnecessário Irina repeti-lo a cada reunião.

—... E então temos vivido em paz desde então — Ela terminou o discurso com uma pausa dramática antes de continuar. — Até que há algumas semanas algo foi encontrado na floresta.

Irina fez sinal para uma mulher de cabelos pretos, que apenas gesticulou com a mão e algo começou a flutuar em direção ao círculo. Nó começo não consegui distinguir bem o que era, mas depois que meus olhos puderam enxergar com clareza senti minha respiração ficar pesada e todo o círculo ficar tenso.

— O nome dela é Julie e foi morta há algumas semanas — Irina disse gesticulando para o corpo da mulher aos seus pés. — Ela era como uma de nós, não daqui dessa cidade. Uma bruxa estrangeira, na qual eu estava esperando para uma reunião onde discutiríamos uma possível aliança com o clã de bruxas do Norte.

— Mas o que aconteceu com ela? — Uma mulher que já beirava seus cinquenta anos perguntou.

Irina fez questão de olhar para cada uma de nós antes de falar.

— A encontramos com uma lamina atravessada em seu peito — Senti a mulher que estava ao meu lado ofegar. Todas ali já sabíamos o que Irina iria dizer em seguida. — Lamina de caçador.

E então todas começaram a falar ao mesmo tempo.Fazia anos que caçadores não eram vistos nessa cidade, para ser mais especificadesde a grande guerra, mas nada disso me preocupava. O que me deixava maisapavorada era olhar para o corpo desacordado da mulher no meio do círculo eperceber que era a mesma mulher dos cabelos cor de fogo da minha visão.       

 

Sebastian

A chuva fria caia sobre a cidade de New Orleans. A lareira da minha cabana estava acessa para que eu pudesse suportar o ar congelante da floresta que entrava pelas brechas da janela, eu lia um livro antigo que todos os caçadores tinham, era como se fosse a bíblia para nós, nele continham encantamentos de proteção contra magia negra, descrição de pontos fortes e pontos fracos de cada criatura do submundo, histórias sobre a grande guerra que aconteceu séculos atrás e todos nós carregávamos este livro durante as caçadas para o nosso auxilio.

Eu iria matar mais uma bruxa até o final dessa noite, eu havia chegado fazia poucos dias e não poderia perder mais tempo aqui, essa cidade era deprimente e sem emoção, com sorte eu acabaria a minha missão em menos de um mês e voltaria para a sede dos caçadores, afinal, nada é melhor do que o nosso lar. Quando o relógio bateu meia noite, me levantei da poltrona e fechei o livro, fui até o meu arsenal no porão e peguei apenas uma adaga enfeitiçada e o pó de girassol que deixava as bruxas desacordadas por apenas 5 minutos, mas para mim já era o suficiente. Vesti um sobretudo preto para me camuflar na escuridão, fechei a porta atrás de mim e desenhei com o giz de sangue da Lua os símbolos secretos na parede gelada do lado de fora da cabana, esses símbolos todos os caçadores aprendiam durante a iniciação, cada um tinha uma finalidade especifica de proteção, quando terminei de desenha-lo, ele se iluminou por um segundo e logo desapareceu, isso significava que o encantamento estava completo e a minha cabana estava segura de qualquer tipo de ameaça. Adentrei na floresta escura e zelei pela a minha proteção durante essa caçada.

— Aos cavaleiros das sombras que nos protegeram dos seres do submundo desde a existência da Terra, eu vos dedico a minha alma. Peço que me guiem em segurança durante a minha jornada esta noite. – Olhei para a Lua. — Que a luz da Lua me proteja das criaturas sombrias. – A Lua era como um Deus para nós, era fruto de força, de união e coragem. – Pela honra e pela glória. – Respirei fundo. – Que todos os guerreiros sejam iluminados nessa guerra.

Andei sorrateiramente no chão enlameado, olhava entre as arvores molhadas de chuva e a cada movimento nenhum ruído era emitido. Em todas as minhas missões era difícil encontrar qualquer ser exposto e desprotegido, todos eles lutavam, estavam em bando ou se escondiam muito bem, mas nessa cidade era como se todos fossem tolos e ingênuos, até mesmo tais criaturas mágicas que se dizem "superiores e astutas" como as bruxas. Não demorou muito para eu encontrar uma bela e jovem moça que por estar uma hora dessas sozinha na floresta, só poderia ser uma bruxa, os cabelos escuros batiam na cintura, ela estava ajoelhada em frente a um lago, parecia estar rezando ou conversando sozinha, pouco me importava. Fui até ela sem fazer barulho, mas quando parei a poucos centímetros de distância do seu corpo, ela virou o rosto e me encarou, mas não tinha uma expressão de medo ou surpresa em seu rosto.

— Quem é você dessa vez? – Ela se levantou e limpou os joelhos, eu sorri entretido com a descontração dela. – Vejo que não é daqui, é? – Ela me analisou e eu mantive meus pés firmes. – Sua essência é incomum. – Ela estalou os dedos e uma chama se acendeu, como fogo, ela iluminou o local para me ver melhor e confirmou a minha teoria. — Vejo no seu olhar algo diferente do que já vi... – Ela arregalou os olhos. – Caçador. – Ela sussurrou a si mesma e a luz se apagou.

— Se considere sortuda por me conhecer, ou não. – Eu fiz uma pequena reverencia.

A bruxa tentou correr, mas eu atirei o pó de girassol em sua face antes mesmo dela poder ter a chance de reagir, seu corpo caiu no chão como uma pedra, eu me aproximei e agachei ao lado dela.

— Tola. – Como eu havia pensado.

Peguei a minha adaga e enfiei em seu coração, oliquido vermelho ensopou o vestido que ela usava, retirei a adaga do peito elimpei na pele da perna exposta dela, não queria que sujasse o meu sobretudo desangue de bruxa. Guardei a adaga limpa no bolso e continuei a caminhada, talvezeu tivesse sorte de encontrar outra bruxa por aqui antes de amanhecer. 

 

Hailey

A lua era a única fonte de luz que iluminava a floresta, mas aquilo era o suficiente para que eu enxergasse alguns metros à frente do meu corpo. Ouvi barulho de carro e então tive a certeza de que estava próxima da cidade, apressei meu passo e não demorei para encontrar alguns postes iluminando a rodovia. Fiquei parada no acostamento da estrada esperando que passasse um carro, e depois de cerca de uns 10 minutos esperando, avistei um carro se aproximando em alta velocidade, fiz sinal pedindo carona e o barulho das rodas queimando o asfalto se fez presente.

— Para onde vai gata? – um menino loiro no banco carona perguntou.

— Para onde quiser me levar. – Abri um sorriso.

— Entre. – Ele bateu no carro.

Abri a porta traseira do carro e entrei, no volante tinha outro rapaz que se manteve calado enquanto o amigo me fazia mil e uma perguntas.

— Estamos indo para uma festa, topa? – o loiro perguntou.

— Jared, é apenas para os calouros – foi a primeira vez que ouvi a voz do motorista.

— Ah qual é Peter, acham que vão barrar uma loira dessa? – Jared disse sorridente olhando para mim.

— Eu vou na festa. – Dei de ombros e vi Jared comemorar.

— Não posso fazer nada se não te deixarem passar. – Peter disse voltando a atenção a rua.

O movimento de pessoas era quase nulo já que já se passavam de uma da manhã, e minha sede estava me matando, eu precisava beber. Após poucos minutos dirigindo dentro da cidade, Peter cruzou uma cancela com seu carro e pude avistar o grande campus da faculdade onde seria a festa.

— Hey Peter, será que pode parar ali na frente da... – Forcei meus olhos para enxergar. — Biblioteca?? Quero mostrar algo para o seu amigo. – Mordi os lábios.

— Tudo bem, sejam rápidos em. – Peter foi estacionando o carro.

— Valeu irmão, eu te amo. – Jared praticamente pulava de alegria.

— Não demora. – Peter disse desligando o carro.

Dei alguns passos em direção ao local que parecia abandonado, provavelmente os alunos não frequentavam muito o local de noite.

— Hey gata, não precisamos ir para tão longe, ninguém vai nos ver aqui. – Jared disse apressando o passo para me alcançar.

— Venha logo. – Revirei os olhos.

Ao olhar para trás vi que estava bem distante de onde Peter havia parado o carro.

— Aqui está ótimo – eu disse encostando-me na parede.

— Graças a Deus. – Ele aproximou seu corpo do meu.

Seu corpo imprensou o meu contra a parede e logo sua língua adentrou minha boca, suas mãos percorreram meu corpo e eu levei as minhas até sua nuca. O beijo foi ficando mais rápido e caloroso, até que nossos lábios se descolaram e comecei a trilhar beijos de sua boca até encontrar seu pescoço. Com uma de minhas mãos, puxei um pouco sua cabeça para o lado deixando todo seu pescoço à minha espera, minhas presas apareceram e então cravei as mesmas em sua pele na direção de sua veia. Ele deu um grito e tentou me empurrar, sem sucesso. Eu poderia mata-lo antes mesmo de começar a beber seu sangue, mas qual seria a graça? Estava quase drenando seu corpo, quando ouvi passos se aproximando.

— Porra Jared vam... – antes que Peter pudesse falar, ele me viu com seu amigo. – Que porra é essa? – ele disse assustado.

— Olá Peter, sua vez já estava chegando. – Abri um sorriso e quebrei o pescoço de seu amigo antes de avançar em sua direção.

Após ataca-lo e beber até a última gota de seu sangue, carreguei seu corpo até onde o de Jared estava. Olhei para minha roupa e estava manchada com sangue, limpei então o canto da minha boca e tirei a blusa, era uma festa de faculdade e que mal tinha de ficar apenas de sutiã? Segui até onde a música alta tocava e entrei na casa de fraternidade chamando atenção de todos os meninos presentes.

Não foi difícil me enturmar, já que eu não era a única menina só de sutiã na festa. Meu corpo se movia acompanhando cada batida de "pour it up – Rihanna" e todos já estavam mais do que bêbados ao meu redor, aquela noite seria fácil beber de quantas pessoas eu quisesse. Um menino andou até mim cambaleando.

— Será que podemos conversar lá fora? – me perguntou.

— Claro. – Estiquei minha mão para ele.

— Vem. – Pegou na minha mão e me guiou para fora da casa.

— Meu nome é Steve, sou capitão do time de rugby da faculdade. – Ele ia falando enquanto andávamos fora de casa. – E você é?

— Hailey, me chamo Hailey. – Sorri e voltei a olhar para o caminho.

— Prazer Hailey, nunca te vi por aqui pelo campus... – uma trilha cercada por árvores se aproximava de nós.

Antes que pudéssemos entrar na trilha, vi um homem sair do meio das árvores passando a mão em sua boca. Fiquei em alerta, mas o mesmo apenas passou por nós ignorando a nossa existência. Steve parecia ser mais um dos garotinhos mimados de faculdade, então resolvi que nem de seu sangue queria beber.

— Você vai voltar para a casa e levar 4 amigos para um dos quartos, eu estarei esperando você e eles para começar a me divertir – disse com meus olhos focados aos dele.

— Eu vou voltar para a casa e levar 4 amigos para um dos quartos, você estará esperando para começar a se divertir – ele repetiu o que eu falei completamente hipnotizado.

— Bom garoto. – Dei dois tapas em seu ombro. – Vá.

Ele se virou e seguiu de volta para dentro da casa. Fiquei esperando um tempo encostada em uma das árvores e quando dei o primeiro passo senti um vento e uma voz logo atrás de mim.

— Não deveria ficar andando por aqui sozinha, não sabe da fama que esse bosque tem? – Me virei para trás dando de cara com o homem que havia visto saindo de lá.

— Eu sei me cuidar sozinha, nada me assusta. – Dei de ombros.

— Não está com frio? – perguntou olhando para o meu corpo.

— Não, agora se me permite, tenho que voltar. – Me virei de costas e continuei seguindo meus passos.

— O vampirinha, espero que limpe seus rastros quando acabar de se divertir. Não sou babá de ninguém para cuidar do trabalho dos outros – ele disse chamando minha atenção.

— Fique tranquilo, posso ser bem discreta quando quero. – Pisquei para ele.

— Se divirta e vá embora daqui. Os caçadores chegaram – ele disse dando uma risada.

— Hailey. – Acenei para ele.

— Noah – Acenou com a cabeça.

— Agora se me dá licença. – Voltei a me direcionar para a casa.

Procurei por Steve e logo ele me guiou até um dos quartos onde seus amigos já me esperavam sem saber de nada. Fechei a porta atrás de mim, mas logo ela se abriu com algumas meninas entrando no quarto.

— Que porra é essa? – Coloquei a mão na cintura olhando para o Steve.

— Minhas convidadas, espero que não se importe de me divertir aqui também. – Noah disse entrando no quarto e trancando a porta.

— Que seja. – Dei de ombros.

Hipnotizei todos os meninos presentes no quarto e comecei a me divertir com eles.

— Quer trocar? – Noah disse com uma das meninas em seus braços já quase sem vida.

— Vamos. – Andei até ele é peguei a menina de seus braços.

Terminei de sugar o sangue da menina e ele finalizou o menino que estava comigo antes. Ao terminar nossa bagunça, dispensamos os que restaram com vida e cada um seguiu seu caminho.

 

Noah

A esse ponto da minha vida essa coisa de drenar vários corpos ao mesmo tempo tinha perdido a graça. Já pra Hailey não, a expressão de felicidade no rosto dela comprovava o quanto era nova e eu gostava disso. Desci como se nada tivesse acontecido e me misturei no meio das pessoas que lotavam a casa. Agora que já estava alimentado, só faltava uma foda bem gostosa para encerrar a noite. Disso eu acho que nunca iria enjoar. Nós híbridos não conseguimos nos reproduzir, mas adoramos tentar.

Desde o momento em que cheguei no local, uma ruiva não parava de me olhar e tenho que admitir que ela me interessou de um jeito que uma mulher não me interessava há tempos. Mas havia alguma coisa diferente em seu olhar, algo que eu já tinha visto fazia muito tempo, mas era familiar. Peguei dois copos de whisky e fui até a mulher de olhos verdes.

— Já que você não foi até a mim, aqui estou eu. — Estendi o copo em sua direção e a mesma pegou.

— Eu sabia que você viria. — Ela deu um sorriso de lado.

— Sabia, é? — Me aproximei a encostando na parede e a beijei. Ela retribuiu o beijo e agarrou minha nuca com muita força e virou minha cabeça para o lado.

— Híbrido — sussurrou em meu ouvido. Interrompi o beijo na mesma hora e a encarei.

— Bruxa. — Eu ri — Sabia que esse olhar não me era estranho.

— Você se comportou muito mal essa noite. — Ela envolveu os braços no meu pescoço e me pressionou, achando que eu tentaria me afastar.

— Eu? — usei um tom irônico. — Mas você nem viu nada ainda — e dei uma risada.

— É? Então me mostra. — Ela pegou minha mão e me levou para o andar de cima.

Estávamos a caminho e ela ia entrar no quarto onde eu tinha me alimentando um tempo antes, então puxei ela para o quarto da frente. Já tinha transado com bruxas, mas elas são imprevisíveis, era melhor que ela não visse nada.

Assim que entramos no quarto, ela me jogou na cama e subiu em cima de mim. Elas sempre gostavam de ficar no controle, o problema era que eu também gostava.

Era difícil eu conseguir me segurar, minhas presas sempre saiam e meus olhos ficavam amarelados. E era o momento perfeito, porque eu estava doido para tomar um pouco de sangue de bruxa, para nós ele era alucinógeno e fazia muito tempo que eu não tinha esse prazer. Ela estava de quatro e quando estava quase gozando puxei ela pelo cabelo e cravei meus dentes em seu pescoço. Meus olhos ficaram quase pretos e minhas veias do rosto saltaram, e os olhos dela ficaram quase que um verde florescente. A sensação que senti quando gozei era indescritível, não importa quantas vezes eu tomasse, sempre era como se fosse a primeira vez. Ela me jogou na cama, eu estava chapado então cedi. Me segurou no pescoço e me enforcou, enquanto sentava em mim até gozar.

Quando acabamos, ela saiu do quarto logo. Nem deu tempo de perguntar o nome dela, precisava de uma bruxa por perto para quando quisesse um pouco de sangue. Mais uma oportunidade perdida, droga!

A festa já tinha acabado para mim, então fui procurar alguém para hipnotizar para chegar até em casa.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...