História Lua de sangue-Interativa - Capítulo 7


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Carla Tsukinami, Personagens Originais, Shin Tsukinami, Yui Komori
Tags Carla Tsukinami, Dark Fate, Demência, Diabolik Lovers, Eu Quero, Hentai, Lobos, More Blood, Morte, Personagens Originais, Romance, Shin Tsukinami, Spoilers
Exibições 34
Palavras 2.244
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência, Visual Novel
Avisos: Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem, compri a meta que prometi, três dias lembram, ficou menor, pois não consegui usar a internet ontem.
Isso vale 10 a 10 folhas no Word
Obrigado pelos comentários ontem.Quando lerem, ousam a musica Wolf ou Boy in luv.
Tchau Beijo e até mais.

Capítulo 7 - Outras


Fanfic / Fanfiction Lua de sangue-Interativa - Capítulo 7 - Outras

- Mansão Tsukinami –

Kumiko On

- Mas que droga! – Reclamou Akyra ao meu lado na cama.

- Qual o motivo de reclamar Akyra? – Perguntou Sasha dobrando a blusa em suas mãos.

Ela estava se trocando então não olhou para nós ao perguntar.

- Simples, não tem nada pra fazer nessa droga! – Disse saindo da cama e depois pulando em cima da mesma quase me derrubando.

- Aky, se eu puder lhe chamar assim, você mesma disse que iria ficar aqui quando elas  perguntaram se iriamos ajudar elas a fugir. – Afirmou Mitsuki.

- Pode me chamar assim, sempre quis um apelido e bem... Eu faço parte desse clã agora, mas não disse que queria sair, apesar de eu nem poder sair, mas eu não quero ficar parada sem fazer nada! – Reclamou alto forçando a voz enquanto colocava a cabeça no travesseiro.

- Realmente, não há nada para nós fazermos nessa mansão.

- Mas eu não acho que é uma boa ideia sairmos desse quarto apenas pra perguntar se tem alguma coisa pra fazer. – Disse Sasha – E oque irão nos mandar fazer se conseguimos pergunta? Do jeito que eles parassem serem, coisa boa não deve ser.

- Por que isso tinha de ser verdade? – Perguntou Akyra com os olhos quietos.

- Alias qual o motivo de vocês estarem aqui? – Indaguei.

- Bem, eu queria me vingar de uma sonsa idiota, e fiz umas “coisinhas” pra entrar nesse clã. – Respondeu Akyra fazendo aspas com os dedos.

- Eu ia perguntar que coisas eram essas, mas me arrependi, eu estou aqui porque um deles me permitiu ficar aqui enquanto estava á procura de uma irmã minha, ela é menor de idade, e sumiu justamente na lua cheia, e bem perto da lua de sangue. – Falou Mitsuki com um olhar triste nos olhos.

- Você tem uma irmã? Quem diria, eu tenho uma também, mas ela está em outra família, se eu me lembro disso direito, eu pulei de um penhasco – Respondeu Sasha fazendo com que Akyra arqueasse as costas.

- Ah... Então tá né? – Disse Ayume olhando para todos os lados.

- Carla veio até mim, uma guerra está acontecendo. – Respondeu Syary

- Uma guerra?

-Exato.

- Bem, eu sou uma caçadora, e esbarrei com Carla, e acabou que me juntei ao clã. – Disse olhando para Syary.

- Um pedido de desculpa? – Perguntou a mesma.

- Sim.

- Interessante

- Eu estava sendo perseguida por cientistas, Shin me ajudou a despista-los.  – Afirmou Ayume enquanto ajudava Sasha a colocar a blusa justa.

- Gente?  - Chamou Sasha.

- Algum problema?- Indaguei novamente.

- Estou ouvindo passos do corredor! – Disse suando.

- Ai, era só oque me faltava – Reclamou Ayume se afastando de Sasha e deitando na cama.

Sasha fez o mesmo que Ayume e Syary e Mitsuki ficaram em pé cada uma do lado da cama.

Shin entrou na sala, trazendo Krista desmaiada e mais duas garotas ao seu lado.

Uma era ruiva com olhos vermelhos alaranjados e seus cabelos estavam em duas marias-chiquinhas baixas.

A outra era uma morena de olhos vermelhos, sua franja cobria seu olho direito, e seu cabelo estava em dois rabos laterais baixos.

- Se arrumem, queremos falar com todas no salão de almoço, rápido! - Falou fechando a porta com força.

 

Assim que Shin saiu do quarto, Ayume se levantou e pegou nas mãos da morena.

 

- Prazer sou Ayume, e vocês?

 

- Sou Natasha, é um prazer - Disse a morena sorrindo.

 

- Sou Konami e vocês?

 

Todas se apresentaram, assim como Ayume.

 

- O que houve pra vocês estarem aqui? - Perguntou Syary - Querem falar?

 

- Eu conhecia Carla e Shin, dai vim para cá.

 

- Shin disse que eu não devia falar - Comentou a ruiva.

 

- Entendemos, posso lhe chamar de Kona? - Perguntou Sasha.

 

- Claro. - Disse com um sorriso fofo mais com os olhos quietos.

 

- E essa guria ai? - Disse Natasha apontando pra Krista.

 

- Bota ela ali no canto

 

Ela podia ser uma pessoa, mas era humana pelo que Shin... Não tem como alguém gostar dele, ele além de ter cara, age como uma duas caras, mas oque eu vou fazer, se ele conseguiu fazer com que Akyra e as outras duas se ajoelhassem a sua frente sendo as duas lopinas, vai saber oque ele iria fazer conosco, as de qualquer jeito, não seria uma boa ideia colocar uma humana perto de nós.

 

- Quem diria né? - Perguntou Syary.

 

- Oque?

 

- Mais de uma humana perto de nós.

 

- Há humanas nessa mansão? - Perguntou Natasha.

 

- Tinham duas que vimos, mas uma delas foi pra algum lugar, então só tem essa.

 

- Vocês não são humanas? - Indagou Konami.

 

- Você é uma... Humana? - Perguntou Ayume.

 

- Eu sou, mas vocês são oque? - Perguntou não demonstrando nenhuma ponta de medo.

 

- Já ouviu falar em lendas de lopinas? - Falou Mitsuki a olhando de lado.

 

- Sim.

 

- Então, oque pensa que nós somos?

 

Ela abriu a boca como se fosse falar, mas não falou e a deixou aberta por um tempo.

 

- Algum problema?

 

- É que, eu já ouvi falar que existiam lopinas, meu pai, era um caçador das mesmas, e minha mãe era uma caçadora de vampiros.

 

- Uma filha de caçadores?

 

Ela ficou parada e do nada ficou ofegante.

 

- Algum problema?

 

- Cadê? CADÊ? POR QUE ESTOU AQUI? ESTOU MORRENDO? Me, me tira, ME TIRA DAQUI! - Ela começou a falar coisas sem anexo.

 

- Oque houve?

 

- Me tire, ME TIRA DESSE LUGAR, EU NÃO QUERO, EU NÃO QUERO MAIS! - Ela gritou ofegando, como se reclamasse de alguém e lhe pedisse ajuda.

 

Ouvi outros passos vindos do corredor abafados pelos gritos da ruiva.

 

A porta foi aberta revelando Shin que no momento acabou dando um tapa na cabeça de Konami.

 

- Pelo visto, já perguntaram sobre a vida dela e revelando oque não deviam.

 

- Mas oque?

 

- Meu meu, você só irão me dar trabalho! - Reclamou colocando a Konami em um de seus ombros e saindo do quarto.

 

- Oque será que houve com ela? - Perguntou Ayume.

 

- Logo iremos saber!

 

Meredy On

 

Mais que merda, como esse loiro consegue me irritar?

Penteei o cabelo e desci as escadarias as pressas e graças a alguém, eu não estava sozinha com o Kou.

Hanna já estava lá, assim como Yanne.

O problema é que Kou chegou justamente no momento que eu cheguei.

Vou repetir minha pergunta.

Mais que merda, como esse loiro consegue me irritar?

Ficamos quietas esperando que fosse um almoço normal na mesa, mas nunca que numa casa com vampiros, alguma coisa iria ser normal.

Kou ia lá pegar o último camarão – sempre dá problema com o último camarão – e do nada Yuma começou a brigar com ele e tirou o garfo com camarão dá mão do loiro.

- Yuma-kun! - Disse Kou com uma voz infantil e fina.

 

- Você sempre pega o último camarão. - Disse Yuma abaixando um pouco a mão.

 

No momento que a mão dele ficou do meu tamanho do meu corpo me estiquei o maxímo possível e consegui puxar o garfo de sua mão.

 

- Oque vai fazer? - Perguntou Yuma.

 

- Isso! - Puxei a faca da Hanna e cortei em três partes.

 

Dei um pedaço de camarão pro Azusa e depois dei os outros dois pra Hanna e Yanne.

 

Kou ficou com a boca aberta me olhando e Yuma se sentou na sua cadeira.

 

Sentei-me, e logo depois apareceu Ruki com um prato com camarão na mão.

 

- Não façam bagunça na mesa! - Disse com o olhar reto.

 

- A culpa é do Kou! - Disse Yanne apontando para Kou.

 

- M-neko-chan...

 

-NÃO ME CHAMA ASSIM! - Gritou fazendo nós olharmos para ela.

 

- Calma Yanne. - Acalmou a Hanna.

 

- Mohh, Ruki-kun, por que não disse que tinha mais? - Perguntou Kou puxando pelo garfo dois camarões.

 

- Ehh? - Reclamou com um som o Yuma.

 

- Fala sério! - Reclamei.

O jantar conseguiu ser calmo, ainda mais, com Ruki na mesa de jantar, duvido que o Kou tente algo com ele na mesma.

Kou parecia está me olhando a cada dez segundos, como se fosse me devorar, sendo que ele quase conseguiu naquele quarto.

Ele para mim era apenas uma criança que pensa que pão é dado de graça.

Mas fazer oque se ele é somente um guri que pensa que o fruto nunca cai longe do pé.

Voltei para meu quarto e graças a deus ninguém, ou melhor, alguém me seguiu.

O dia passou rápido e chato, rápido pelo fato que fiquei o tempo todo no quarto tocando violino e chato pelo fato que eu somente toquei violino e ouvindo a chuva quando meus dedos cansavam de tocar.

- M-neko-chan! - Minha paz acabou com a voz de um loirinho.

- Oque foi agora peste?

- Só lhe queria dizer que tocas bem. - Ele me parecia sincero ao dizer isso.

Quando o olhei percebi que suas roupas estavam molhadas, provavelmente a peste foi busca suas batatinhas na chuva.

Dá onde eu tirei isso?

- Por que está todo molhado? - E por que eu perguntei isso?

- Apareça no meu quarto depois, por favor! - Falou sumindo da porta de meu quarto.

MAS OQUE?

Okey, eu estou reclamando, mas eu também por algum motivo estou indo pro quarto dele.

Encontrei o tal quarto graças aos sons de sua voz que viam do quarto dele.

- Posso entrar? - Perguntei depois de bater na porta de seu quarto!.

- Entre, por favor! Droga, isso não está saindo! - Reclamou de uma blusa que ele vestia.

- AH!

- OQUE ESTÀ FAZENDO PARADA?! Ajuda-me caramba, tenho dificuldades com essas coisas! - Continuo reclamando.

- Calma peste!

O ajudei com a camisa, o único problema, foi ele ter retirado ela.

Ia reclamar, mas parei quando olhei em suas costas as estranhas cicatrizes em suas costas.

- Essas cicatrizes?

- Oh! Quer saber sobre elas? – Falou me olhando com uma pequena malicia.

- Sim. – Respondi, mas ainda me pergunto se foi uma boa ideia responder a sua pergunta.

Kou me contou uma história pequena, mas não conseguia assimilar ela com as cicatrizes, mas me distrai de meus pensamentos quando senti uma mão pegando a minha.

- Mas oque? – Perguntei com a voz alta, mas oque me surpreendeu foi o sorriso malicioso do menino.

A não, o menino pensou merda.

- Durma comigo! – Falou me puxando.

COMO É QUE É? QUAL O PROBLEMA DESSE GURI?

Não consegui fazer nada então apenas dormi, ou melhor, eu teria dormido.

Fui acordada pelos sons de Kou

- Não, se afaste SE AFASTE! – Gritou

Oque estava acontecendo? Tentei tocar em seu ombro, mas o movimento repentino dele se afastado me impediu de toca-lo.

- Não!

Não havia jeito, não havia como ficar perto de... Kou. Como é possível eu sentir pena desse garoto?

Afastei-me esperando voltar para meu quarto, mas não consegui, pois parei ao sentir a mão de Kou em cima da minha.

- Não, eu não quero!

Oque ele não queria, eu perto dele, eu longe dele, ou apenas algo que ele sonhava.

Konami On

 

“ Tudo sempre foi assim, parado e sem graça”. “Isso poderia ser levado ao conceito de boçal, mas a única coisa boçal em minha vida era eu.” “Sendo meu pai um caçador de lopinas e minha mãe uma caçadora de vampiros, eu podia dizer que minha vida nunca me foi uma coisa parada, mas quase nunca ter seus pais ao seu lado, é algo sem graça e chateador, dar um sorriso e logo depois lembrar que não há motivo para sorrir é chateador”.

Me lembrei do dia que sofri o maldito ataque quando aquela garota perguntou “Uma filha de caçadores?”

Flashback On.

- TAYLA! – Gritou meu pai.

O corpo de minha mãe estava logo na minha frente, sem vida... E sem alma.

Sangue espalhados pelos seus peitos, seu nariz, sua boca, em sua mão e em seu pescoço.

Sua pele já criava o tom roxo azulado de um morto e seus olhos se fechavam, diferente de sua boca que estava em um formato macabro aberto e paralisado cortado pelos cantos formando um sorriso.

O que havia de feliz para lhe darem esse sorriso?

- Filha, por favor, saia dai! – Gritou meu pai.

As mãos deles já me seguravam pelos braços e me levavam.

- Me soltem!- Murmurei.

- Felizmente não iremos! – Disse o homem moreno de olhos vermelhos e óculos.

 

- Cadê? CADÊ? POR QUE ESTOU AQUI? ESTOU MORRENDO? Me, me tira, ME TIRA DAQUI! – Gritei.

EU ESTAVA MORRENDO? DEVIA ESTÁ? MINHA MÃE MORREU, PORQUE EU NÃO?

 

- Oque houve? –  Perguntou o ruivo ao moreno

 

- Me tire, ME TIRA DESSE LUGAR, EU NÃO QUERO, EU NÃO QUERO MAIS!

EU NÃO QUERO MORRER

Flashback Off

E foi nesse momento que tudo me aconteceu.

Senti meu corpo ser jogado contra algo frio e duro- o chão?

Forcei-me a abrir os olhos pesados e já estava em outro quarto.

- Pelo visto já te trouxeram lembranças não é? – Olhei para onde a voz vinha e para onde a porta estava ainda tonta e encontrei-me com o olhar frio de Shin.

Balancei a cabeça, eu tinha de cooperar com Shin se quisesse melhorar.

Shin me prometeu me ajudar, e ele parecia está cooperando com isso.

- Já deve saber oque irei fazer de agora em diante não é?


Notas Finais


Desculpe, mas eu não sei representar uma demente.


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