História Lua e Sangue - Capítulo 6


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Um passado que aos poucos volta a sua origem.

Capítulo 6 - Capitulo 5


- Alek... - Uma voz o chamava enquanto dormia.

Ele despertou e olhando para o lado não viu ninguém.

- Alek...

Alek se levantou e foi ate o corredor, mas não havia ninguém.

- Venha Alek...

A voz o guiou até o quarto onde Laus repousava. Havia uma bolsa ao lado de sua cama com uma luz que brilhava um verde esmeralda. Ele sentia-se em paz ao ver aquela luz.

Uma força desconhecida o puxava para perto da cama. Alek estendeu sua mão até a bolsa para alcançar a luz.

- Alek. - Uma segunda voz o chamou, aparentando ser uma voz conhecida.

Ele se virou e um homem apareceu atras dele. Novamente ele o viu. Capuz marrom-escuro. Seu rosto escondido em meio a escuridão.

Ele tentou gritar mas nenhuma voz saia, tentou correr mas já não controlava mais seu corpo.

- Alek, aqui não é mais seguro.

Um grito de desespero. Laus correu nao direção do grito. Alek estava suado e com uma expressão de medo, olhos arregalados com pupilas dilatadas.

Laus o segurou firme nos braços.

- Alek! ALEK! - De nada adiantava.

- MARIA! - Gritou pela serva que rapidamente apareceu na porta.

- O que houve Sr. Laus? - Ela olhou para o menino - Oh meu deus, ele está em choque.

Laus sentiu uma dor insuportável na cabeça e caiu de joelhos. O menino virou o rosto em sua direção ainda com o olhar estatico.

- AAAAHH! - Um grito e o garoto desmaiou.

No mesmo instante a dor de Laus passou.

- Sr, Laus, o Sr. está bem? - Perguntou Maria.

- Tudo bem Maria. Cuide dele pra mim, tenho de ir a taberna.

Ele se levantou e percebeu uma fraca luz que vinha de sua bolsa. Abrindo-a ele viu o objeto que havia pego dezoito anos atras. Ele brilhava como se estivesse despertado.


***


Richard andava na frente pela rua de paralelepípedo, Louise o seguia.

- Por que está tremendo Louise? Algo te incomoda?

- O que ele disse? Por que quer me ver?

- Ele lhe explicara tudo. - Disse - E seu amigo arqueiro? É de confiança?

- Um bom homem certamente.

- Ele não tem ideia não é?

- Sabe pouco. Da maioria não se lembra.

- E o menino? Onde ele está?

Louise parou repentinamente com uma expressão de espanto.

- Qual o problema Louise? Não há nada que ele não saiba.

- O menino não é relevante.

- E por que acha que Vladismir mandou um servo aqui?

- Tolice, Vladismir se perdeu do tempo junto com ela e Toten.

- E você se culpa por isso. O que acha que seria capaz de fazer? Nem Toten foi capaz de derrotar, mesmo com a ajuda de seu amigo.

- Ele não era meu amigo.

- Não?

- Você parece saber muito Richard.

- Sei o que me contam, nada mais.

- Há passaros demais que voam por esta cidade, e muitos deles parecem ser seus.

- Acha que preciso de cervos Louise? Posso estar onde preciso na hora que preciso. Inclusive em meio uma floresta apos uma pequena batalha.


***

Dezoito anos atras.


Senhorita Lu corria com a criança pela floresta. Alguém a perseguia. Ela tropeçou em um galho e caiu no chão se virando para proteger o bebe.

- Você não irá fugir mulher.

Ele avançou rapidamente. Senhorita Lu pode ver em câmera lenta sua cabeça sendo descepada e voando livre ao vento quando um homem apareceu repentinamente.

- Tem que ser mais cuidadosa Louise. - Disse o homem limpando sua adaga.

- Como sabe meu nome?

- Isso não importa agora. Vá, deixe a criança na porta de alguma casa e cuide dele de longe.

- Eu não posso fazer isso, prometi a ela que cuidaria dele.

- Não poderá cuidar de ninguém se estiver morta. Sera mais seguro assim.

Senhorita Lu se levantou e continuou a correr.

O homem ficou ali parado olhando até ela sumir na floresta.


***


Dias Atuais


- E a chave?

- Se perdeu naquela casa.

- Tenho minhas duvidas quanto a minha escolha, você perdeu a chave.

- O menino era minha prioridade.

- Chegamos. Por favor entre.

Ele abriu a porta.

Richard caminhou até a parede e tocando-a exclamou:

- Ostende te!* - Uma luz verde esmeralda começou a brilhar embaixo de sua mão e uma porta se revelou.

- Entre.

Senhorita Lu entrou e começou a desce uma escada em espiral que dava para um único corredor onde havia uma porta no final.

- Comminus**. - Disse Richard e a porta sumiu novamente.

Senhorita Lu andou o corredor até a porta e ao abrir pode ver um homem velho sentado olhando para algumas velas.

- Finalmente você chegou Louise.



Ostende te - Revele-se*

Comminus - Feche**



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