História Lua vermelha - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Exibições 20
Palavras 1.433
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Agora que estou de férias talves poste em outros dias não só quarta e sexta.

BOA LEITURA!!!!! ❤❤❤

Capítulo 8 - Confiança!


Renesmee

Acordo no dia seguinte a minha fuga ao shopping com o Jacob me balançando. Eu olho para ele que parece muito triste.
    -Bom dia! Ficamos preocupados com você. Seus pais não me disseram nada. O que aconteceu?
    -Alice... shopping... castigo. -Falo com uma voz de sono.
    -O quê? -Me levanto e vou até o banheiro lavar o meu rosto.
    -Agora acordei! -Digo dando um pulo- A Alice me convenceu a matar aula e ir ao shopping. Eu estou de castigo por culpa dela.
    -Por que fez isso?
    -Eu não sei. Pareceu uma boa ideia na hora. Preciso me vestir. Agora vou ser perfeita na escola e vê se minha mãe alivia  o castigo para mim.
    -Boa sorte! Posso fazer algo?
    -Não esqueça os seus exercícios. Não posso arriscara te dando cola.
    -Ok. Agora vai se arrumar. Se não quer aumentar seu castigo precisamos chegar em cinco minutos. -Vou ao meu quarto e pego uma das roupas novas. Uma calça justa preta e uma blusa verde que segundo Alice "tinha o ar sensual mas não vulgar." Não sei o que ela quis dizer mas achei a blusa bonita e comprei. E como sempre a minha marca registrada, um tênis.
      Eu tenho oito tênis diferentes pego um azul que é meu preferido e coloco.
     Quando volto para sala Jacob olha para mim e parece um pouco incomodado.
    -Não gostou?
    -Gostei, você está diferente.
    -Um diferente bom ou ruim.
    -Um diferente muito gata. -Algumas pessoas estranham sua forma de me elogiar mas nunca achei estranha.
    -Obrigado. Agora vamos! -Subo em sua moto e o mundo para por alguns minutos quando nós chegamos e volto a realidade.
    Pelo resto da semana eu tenho apenas um objetivo: convencer meus pais que sou responsável para eles cancelarem meu castigo.
     Vou para a aula junto a Jacob. Entro e todos os olhares estão em mim. Me sinto um pouco envergonhada sento no meu lugar de sempre no fundo, quando passo por uns garotos e escuto um deles dizer:
    -Bela bunda! -Me encolho e ouço Jacob rosnar atrás de mim e dizer:
    -Idiotas. -Sentamos e olho para o professor que sorri e diz:
    -Teste surpresa! -Droga, eu iria me ferrar nessa prova. Olho para Jacob que percebe minha preocupação.
    -Quer as respostas?
    -Não eu me viro!
    Eu não sei como vou fazer essa prova mas não será colando. 

Depois de meia hora de prova eu termino e entrego ao professor e saio da sala. Não espero os resultados pois de fato não estou interessado.
    Agora eu sei que preciso estudar, vou direto a biblioteca da escola e começo a ler livros de várias matérias. Preciso estudar  para passar nessas provas.                            
    Diferente dos outros anos eu não precisava  tirar boas notas já que mudava de colégio antes do final do ano. Meus pais inventavam um currículo novo e eu nunca precisei estudar muito. Mas agora com o meu crescimento desacelerando eu posso ficar em um colégio.
     Quando meus pais me disseram isso eu fiquei muito feliz por que finalmente poderia agir como uma pessoa normal. Só que tem o lado ruim. Eu fiz um salto do oitavo ano para o primeiro do ensino médio. Não sei nada de muita coisa que eu vou precisar para fazer as provas.
     Olho o meu relógio quando me dou conta de que aula de álgebra começou a cinco minutos. Saio correndo em direção a sala e entro e todos olham para mim. Vejo um lugar ao lado da mimha mãe e o professor continua a explicação.
    -Onde estava? -Ela pergunta com um tom de acusação.
    -Na biblioteca estudando.
    -Sabe, na minha época isso significava ir para o banheiro fumar. -Sua falta de confiança em mim me deixa triste. Parece que minha fuga ao shopping quebrou um laço entre nós.
     -Eu sei que foi um erro. Mas eu já pedi desculpas. Você nunca fez algo errado por que parecia divertido ou certo na hora?
     -Eu já fiz,e fiquei de castigo como você.
 
     O resto do dia fiquei em casa estudando História para uma prova que teria amanhã. Despois de três horas com o rosto em sete livros diferentes estava com fome e resolvi ver se tinha algo para comer na geladeira. Quando estava no corredor escuto meus pais conversando:

     -Bella, é um exagero deixar ela de castigo. Foi uma loucura adolescente. Todas fazem isso. Você fugiu de avião, ela foi até o shopping, e você está dando a mesma punição.
     -Como pode está tão calmo? Sua filha fugiu da escola.
    -Amor, ela já se castiga está estudando a tarde inteira. Se pudesse ler seus pensamentos veria que está arrependida.-Aquilo me irrita. Ele continua lendo meus pensamentos. Eu sabia que ele não tinha parado. Mas relevo pois nesse momento parece que isso está me ajudando.
    -Eu não vou deixar ela se safar assim.
    -Ela foi influenciada pela Alice. Aquela garota deve ter o dom da hipnose.
    -Tudo bem, se ela tira mais que nove na prova de História amanhã eu a libero de castigo. Mas quero uma recompensa. -Escuto os dois se beijando e quase sinto vontade de vomitar. Continuo meu caminho até a geladeira e só tem um bolo de laranja. Pego e levo para o meu quarto.
    Minha mãe ficou maluca! É impossível eu tirar mais que nove nessa prova.
    Não Reenesme você vai conseguir e provar para eles que você consegue!
    Volto aos meus estudos e sinto uma sede...
    Preciso estudar!
    Não posso me concentrar nisso.            
    Estudo primeiro caçar depois.
    Mas que sede...
    Esquece! Não vou me concentrar até caçar alguma coisa.

Vou até o quarto dos meu pais e está um silêncio. Entro devagar e vejo os dois nus deitados na cama.
    -Desculpas. -Fecho a porta e fico vermelha feito um tomate. Escuto os dois se vestindo e meu pai vem até mim. -Eu não queria interromper. Desculpas. -Acho que eu estava parecendo uma pimenta.
     -Você não parece uma pimenta. Filha eu já disse para bater antes de entrar?
     -Disse, é que estava tão silencio que imaginei que estivessem lendo. -Digo quando aproveito para lembrar ele de uma coisa. -Pai, você  disse que nunca mais iria ler os meus pensamentos.
     -Quando você fugiu sua mãe pediu para eu vigiar o que você tem feito e em troca...
     -Pode parar! Não quero saber.
     -Filha isso é normal. Como você acha que nasceu?
     -Inseminação artificial. -Ele solta uma risada quando vejo mimha mãe chegar atrás dele.
     -Tudo bem aqui? O que você quer? -Ela diz de forma doce fazendo eu lembrar do porquê de eu ter vindo aqui.
    -Preciso caçar.
    -Você está de castigo.
    -Mas eu estou com muita sede.
    -Você não caçou ontem?
    -Sim, mais estou em fase de crescimento. Você não vai me deixar com sede? Por favor?
    -Não claro que não vou deixar você com sede! O Edward pode ir com você, certo?
    -Claro! -E nós dois saimos em direção a floresta e começamos a correr.
     Isso me lembra no dia de moto com Jacob. Foi maravilhoso!
    -Aquele cachorro fedorento levou você de moto? E já disse para ele que não quero você naquela coisa.
    -Para de ler meus pensamentos! Isso não é certo! Você não confia em mim. Por que a mamãe está desconfiada?
    -Ela ainda acha que você é a mesma de quando tinha oito anos. E desculpa se fico lendo seus pensamentos é um reflexo.
    -Eu não tenho oito anos. E se controla! Isso é invasão de privacidade! Eu sou sua filha! Se quer que eu confie em você para de ler meus pensamentos por que eu nunca tenho a chance de escolher compartilhar um segredo com você. Se controla!
    -Desculpas. Prometo e vou parar. Agora vamos caçar logo. -E começamos a correr quando ouvimos três gazelas.

Depois de caçar conaigo me concentrar em estudar. Depois de umas horas caio no sono em cima dos livros quando sinto alguém me balançando. Estva tão cansada que nem reagi.
    -Filha vai para a cama já está tarde.
    -Mãe? Por que você está com raiva?
    -Não estou com raiva só não me acustumei a ideia de que você vai fazer algumas loucuras como toda adolescente. Mas estou tentando me controlar.
    -Por que mandou o papai ler meus pensamentos? Não confia em mim?
    -Não é isso amor. É por segurança.
    -Você não pode só acreditar que eu posso cuidar de mim mesma.
     -Tudo bem. Nós vamos tentar. Mas não fique chateada com seu pai. Foi preciso muito esforço para convencer ele.
    -Sei! Vocês não podiam ter esperado eu dormir ou ir para a escola?
    -Não deu para segurar.
    -Que nojo!
    -Agora vai dormir. -Eu me deito na cama e ela fecha a porta. Durmo tranquilamente.
                


Notas Finais


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