História Lua vermelha - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Personagens Originais
Tags Adrienette, Amor, Drama, Ficção, Juventude, Revelaçoes, Romance, Terror, Vampiros, Violencia
Exibições 25
Palavras 630
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá a todos!
Esta história é baseada na novela " Lua Vermelha", mas como não existe nas categorias, não pude pôr.
Eu não estou a fazer Plágio. PLÁGIO É CRIME.
Falando noutra coisa, esta é a minha terceira fic. É a primeira vez que faço uma fic acerca de vampiros misturados com miraculous ladybug.
Enfim, espero que gostem e se divirtam a lê-la.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Lua vermelha - Capítulo 1 - Prólogo

“Felizmente que a noite sai
Ainda bem que há névoa por ai

Se o amanha perdido for
overdose de pavor

Directa sim eu declaro morte ao sol
Directa não e a quem o apoiar
Directa sim eu declaro morte ao sooooool

Aí vem a luz!”

 

Prólogo

Pov. Narradora

Marinette é uma rapariga magra e de estatura média. Tem cabelo azulado e uns olhos azuis de fazer perder a cabeça. Gosta de desenhar e adora ler. Tem notas razoáveis e não tem muitos amigos na escola pública onde anda. É alegre e odeia receber más notícias. Mal sabe ela que vai receber a pior das piores em pouco tempo...

Pov. Marinette

Estava em casa à espera dos meus pais chegarem da sua viagem a trabalho, mas em vez disso recebi a polícia. Pensava que iam dizer  que haviam assaltantes no nosso bairro ou algo de género, mas não disseram o que eu estava a pensar. Em vez disso, disseram-me uma coisa que me chocou mais do que tudo na vida. Levaram-me de seguida para a esquadra da polícia e chamaram os meus tios. Quase nunca os tinha visto, só quando se tratava de negócios com DINHEIRO incluído. A minha tia cegou à esquadra a correr e atrás vinha o meu tio.

-O que se passou, Senhor Agente? O que aconteceu à minha irmã?-perguntou a minha tia fingida como sempre.

-O que aconteceu foi que houve um naufrágio no oceano atlântico e não houveram sobreviventes.-começou por explicar o Agente. O meu tio passou as mãos pelas minhas costas, apertando-me contra si, pelos vistos parecia que ele já estava a adivinhar o que o Agente ia dizer.-Os pais da Marinette, Sabine e Tom Dupain-Cheng, encontravam-se nesse barco e... faleceram.

Chorei desalmadamente. O meu tio abraçava-me na tentativa de não me deixar cair enquanto a minha tia estava chocada sem dizer nada. A última coisa de que me lembro é de que a minha vista começou a embaciar e embaciar até ficar tudo negro e perder o controlo total sobre os meus membros e corpo.

Acordei num quarto que me era desconhecido. Olhei em volta e estavam lá os meus tios a olhar para mim.

-Onde estou? O que aconteceu? Como vim aqui parar?

-Estás em nossa casa, Mari. Tu desmaiaste e nós trouxemos-te para aqui. Esta é a tua nova casa e nós ficámos com a tua guarda.-disse o meu tio com calma, tentando ser compreensivo com o facto de eu ter perdido os meus pais.

-Infelizmente queres tu dizer. Tivemos sorte nisto ter acontecido nas férias de verão. Amanhã vou inscrever-te no colégio Vale da Luz. Como é um colégio interno não vou ter mais de te pôr o olhar em cima.- disse a minha tia sem se preocupar comigo. Sempre tão fria e tão cruel. Se ela não fosse minha tia, eu diria que era uma bruxa. 

Pensando melhor, acho que ir para um colégio interno vai ser bom para mim. Assim não vou ter de estar com os meus tios, que são uns interesseiros e vou poder abstrair-me do que aconteceu aos meus pais.

 

QUEBRA DE TEMPO...(setembro, início das aulas)

Era agora. Finalmente iria livrar-me daqueles tios chatos e interesseiros que passaram as férias a infernizar-me a vida.

O colégio parecia antigo, mas por dentro tinha um aspeto novo, limpo e muito agradável. À porta do colégio estavam uma rapariga loira, alta e jovem e um homem que já não era tão jovem, mas tinha bastante cabelo, que estava cuidadosamente penteado para trás. Os dois tinham um sorriso no rosto e pelos vistos, estavam à minha espera. Acho que foi a primeira vez que me senti bem durante este período tão difícil. Senti-me desejada finalmente num lugar.

ADEUS MEMÓRIAS TRISTES E VELHA VIDA. OLÁ NOVA VIDA.

Continua no próximo capítulo...

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
A música inicial é cantada por Catarina Bouto.
Se quiserem ver a novela, o nome é lua vermelha e encontra-se no youtube. Em portugal começou a dar outra vez. Para quem quiser ver, portugueses, está a dar na sic aos sabados e domingos de manhã.
Se quiserem, podem dar uma olhada nas minhas outras duas fics:" Reviravoltas amorosas" e "Ma belle princess".
Até ao próximo capítulo


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