História Luanda e o Castelo Bruxo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Amisade, Castelobruxo, Folclore, Harrypotter
Exibições 6
Palavras 948
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Magia, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Era uma vez, eu. Acordando e abrido a janela. Uma massa azul surge na minha cara, e eu caio no chão.

A fanfic oficial nao estata pronta, mas talvez eu poste o capitulo inteiro. Publiquei para ver o que acham.

Capítulo 1 - Pré-lançamento: O que vocês acharam?


  Recebi a carta, finalmente. Havia sido traga por uma arara azul, e tinha um símbolo na capa. Era composto por uma cobra de fogo, uma cauda de peixe e um pequeno pássaro vermelho. Dentro do envelope estava  o anúncio tão esperado. A confirmação de meu primeiro dia de aula no Castelo Bruxo, e a lista de materiais.
MATERIAIS PARA O PRIMEIRO ANO EM CASTELO BRUXO
Livros:
Magizoo – Fauna Encantada
Estudo de Herbologia Simples
Defesa de Magia Negra
Feitiços Primários
Os Transmorfos – Estudos Iniciais
Poções para Iniciantes
Outros materiais:
Vassoura Simples
Caldeirão
Varinha
Binóculo Simples para Observação
AVISOS:
O uso do uniforme é obrigatório para todos os alunos.
  Dez anos ouvindo histórias sobre esse lugar, e agora eu finalmente iria deixar minha vizinhança não-bruxa, e iria  conhecer outros bruxos da minha idade. Eu só entro no Ensino Mágico com 11 anos, mas já me considero boa em Magizoologia, que é a especialidade do Castelo Bruxo. Eu li muito sobre lá.
   — Filha, desça para o café!
  —Já vou, mãe, adivinha o que chegou hoje?
   —  A sua calopsita voltou?
  —Não é a Lala, mãe,  É melhor ainda ! 
  Desci as escadas e ergui  o papel no ar, sacudindo o símbolo do Castelo Bruxo. Meu pai ergueu os olhos do Mensageiro do Dia e olhou para a carta com um sorriso.
  A comida se preparava sozinha e meus pais e eu começamos a resolver o quando iríamos ao Mercado Mágico pra comprar meu material. Então foi resolvido. Sábado já estávamos todos no Ver-o-Peso, e com ajuda de uma bruxa que fingia vender melões,  fomos para baixo da barraca, onde havia uma escada para o grande Mercado Mágico Subterrâneo. Um lugar tão lindo que não parecia nunca ter recebido a luz do sol. Mas nós já estávamos indo em direção á loja de varinhas.
  Nem acreditava, minha primeira varinha! Uma varinha com escamas de sereia foi a que melhor servia. E logo depois fomos à Sra. Flogety Livros & CIA, onde compramos meus livros. A loja de vassouras foi muito legal, minha nova Trovoada 500 era incrível, muito bonita, e diziam que era bem rápida. Amarrei uma fita roxa nela quando cheguei em casa.
  Quando chegou o dia de ir ao aeroporto, e fomos para o portão 12.1. Depois de confirmar nossa entrada, resolvemos comer.Quando estava terminando minha batata frita, vi a fada voando atrás da minha mãe, só os bruxos podem vê-las. Ela carregava a folha amarela, eu devia entrar no avião agora.
  — Pai, mãe, eu tenho que ir agora mesmo! 
  "Portão 12.5, vôo para a Floresta Amazônica: chamando Laura Flowey."
— Ih, olha a hora, Laura, temos que ir! — Minha mãe puxou minha bagagem de mão e minha mão. Eu e minha família corremos para os portões, e encaramos a janela entre o 12 e o 13.
  — Tome, filha, é um presente para sempre se lembrar de nós. — Meu pai pôs um embrulho pequeno na minha mão e a fechou.
 Com um abraço do meu pai e um beijo da minha mãe, respirei fundo, dei um passo a frente e atravessei o vidro. Meus pais ficaram olhando um pouco para o ar, mas eu sabia que eles não me viam. Agora eu estava em um tubo conectado ao avião, e ninguém de fora podia ver enquanto eu caminhava em direção à porta do avião.
  — Olá, qual o seu nome? — Um rosto alegre, ruivo e de olhos verdes surgiu ao meu lado, contrastando muito com o marrom morto dos meus olhos e cabelos.
  — Laura.
  — Eu sou a Gabriela. E aí, caloura, né?
  — Sim. E você?
  — Também. Com certeza eu vou amar o Castelo Bruxo! Nervosa?
  — Nem me fale, meu sonho é ser uma bruxa poderosa…
"Enquanto a luz estiver acesa, mantenha o cinto fechado, e logo após é recomendado que ao apagada se dirijam às cabines para trocar as vestes de não-bruxos por da seus uniformes escolares."
  Uma aeromoça estendeu a varinha para o pescoço para executar um feitiço de tradução simultânea, dizendo "taducte". Logo foi dito um aviso para os alunos de intercâmbio.
  "Por favor, mantenha seu crachá no uniforme durante toda sua estadia no Castelo Bruxo. As aulas e todos os avisos usarão feitiço para tradução, um feitiço que será ensinado também aos alunos, para comunicação fora de aula. Espanhol, línguas indígenas, português e inglês serão línguas ensinadas em cursos extraclasse, caso se interessem." Cada um ouvia a voz em sua própria lingua.
  A viagem começara, e meu assento estava logo ali na janela, onde eu observava como ninguém via o avião, até que fui parar acima das nuvens, e a alta velocidade começou. Me levantei e fui à cabine para vestir novamente as roupas de bruxa. Uma camisa até meia coxa, com cortes nas laterais da perna, tinha cor verde-vivo. A calça branca tinha detalhes azuis em forma de plantas e animais. Suspirei alegre para o espelho e abri a porta.
  — Legal esse uniforme. — Gabriela comentou, adimirando sua varinha nova. — Mal posso esperar para usá-lá, sabe? Tem alguma ideia de como seja lá?
  — Nenhuma. Meus pais nunca querem contar. Dizem que eu tenho que descobrir.
  Ficamos em silêncio, e observamos a velocidade diminuir com a proximidade da cidade. Vi de cima uma parte da floresta, enorme e linda. Descemos para o aeroporto desembarcamos e fomos guiados por professores e aeromoças para a as esteiras. Avistei minha mala, junto com o pacote da vassoura e a gaiola vazia de Lala, que minha mãe me mandaria assim que eu voltasse.
  — Alunos por aqui! — Uma senhora com as vestes verde-escuras de professora acenou a varinha para suas malas e as fez flutuarem. Ei! Eu queria fazer isso!
  Seguimos a mulher pelo aeroporto do bairro inteiramente bruxo. Chegamos até a floresta. E ali paramos.


Notas Finais


Eu gotaria muito de ver alguns comentários aí em baixo, sugestões, e também vou pedir para darem uma nota de 1 a 10 para o primeiro capítulo.


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