História Luar dos Apaixonados - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, F(x)
Personagens Baekhyun, Kai, Krystal Jung, Luna Parker, Sehun, Suga
Visualizações 8
Palavras 1.612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, FemmeSlash, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Página 4


Fanfic / Fanfiction Luar dos Apaixonados - Capítulo 4 - Página 4

A noite estava linda e a carruagem movia-se lentamente. Krystal reconsiderou se fizera a escolha certa. Ainda estava em tempo de desistir, olhando pela janela, pensou que se pulasse naquele instante não se machucaria muito, já que o coche movimentava-se devagar.
— Está arrependida? — ele perguntou, adivinhando os pensamentos dela.
Apesar de a noite estar clara, Krystal não conseguiu ver a expressão daquele rosto sombrio, mas estava ciente do efeito do olhar que lhe queimava a pele.
— A minha oferta foi sincera.
— Não estamos mais sendo observados por ninguém. — Kai suspirou. — Portanto não precisa mais fingir.
Krystal esperava que ele a seduzisse e achou que ele houvesse entendido a proposta. Contudo, talvez tivesse sido presunçosa demais.
A simples presença de um homem tão imponente tirava sua razão a ponto de fazê-la esquecer o propósito que a trouxera ali. Qualquer fantasia que tivesse sonhado não chegava perto do que vivenciava naquele momento. As emoções embriagavam seus sentidos, embora estivesse consciente de que eram perniciosas.
—Você deveria saber que homem nenhum gosta de servir de joguete. E eu não sou diferente — ele a alertou com uma voz rouca.
Pelo aviso, ficou claro que Kai não havia acreditado na seriedade de sua proposta. Foi então que Krystal se deu conta de que era mesmo difícil de acreditar que uma dama, bem-nascida, se aproximava de um homem para pedir que roubasse sua honra.
— Talvez eu tenha sido impulsiva — admitiu e mesmo no escuro procurou encará-lo. — Se voltarmos logo, quem sabe nossa ausência não tenha sido notada.
Ele soltou uma gargalhada sonora.
— Não há a menor chance de voltarmos agora. Você não queria criar um escândalo, lady Krystal? Pois então conseguiu. — Kai assumiu um tom ameaçador. — Além do mais, fui usado para atingir um objetivo que sequer compreendi direito. Aliás, você poderia me esclarecer melhor, não acha?
Não. Ela não podia explicar. Como dizer a ele que tudo o que desejava era obter sua liberdade de volta? A idéia era simples, se alguém a desonrasse, seria possível fugir dos planos mirabolantes de Suga. Porém, escolhera a pessoa errada. Kai estava longe de prestar qualquer favor, sem entender as verdadeiras razões.
— Estou surpresa por me pedir explicações, lorde kai. Duvido que qualquer outro homem o faria. — Ergueu o queixo, desafiando-o. — Pensei que pudesse contar com você. Eu...
De repente em meio à penumbra viu-se tomada por uma boca ávida, cobrindo seus lábios com um beijo lascivo. Krystal tentou impedir, contraindo-se, mas, com as mãos fortes e determinadas, Kai prendeu seu o queixo, impedindo-a de virar o rosto.
Apesar do medo e da surpresa, ela entregou-se ao gosto embriagante de champanhe e morangos frescos. Era um beijo de punição, como se ele quisesse ensiná-la a lição de não brincar com um homem poderoso. Krystal reagiu, afastando-se com um suspiro de medo.
— Está me machucando — sussurrou.
Kai soltou-lhe o queixo, acariciando a pele aveludada com as costas das mãos, tocando o que parecia ser uma delicada asa de uma borboleta. Em seguida, inclinou o rosto novamente e apenas roçou os lábios nos dela. A diferença entre a delicadeza daquele beijo e a impulsividade do primeiro deixou-a intrigada quanto à facilidade com que ele transitava pacificamente entre a agressividade e a sedução.
Ele continuou proporcionando momentos de puro prazer ao delinear seus lábios com a ponta da língua quente, ansiando por descobrir mais e mais. Uma força desconhecida fez com que ela relaxasse para receber a carícia.
— Oh, Deus, como você é doce. — A voz rouca atuou como um carinho obsceno nos lugares mais íntimos do corpo de Krystal. Então derrubando barreiras, ela rendeu-se aos beijos ardentes e permitiu que ele a guiasse em uma viagem de desejo e entrega.
Crystal havia sido beijada apenas uma vez, aos doze anos, pelo filho do jardineiro. Fora um beijo inexpressivo se comparado à volúpia que a consumia naquele momento. Era como se estivesse sonhando, embora jamais imaginasse que pudesse ficar naquele estado de total torpor.
A paixão passou a dominar a razão e as carícias ficaram ainda mais ousadas. E respondendo a um anseio de amoldar-se ao corpo de Kai, ela enlaçou-o pelo pescoço.
As respirações ofegantes entraram em sintonia e ressoavam no interior da carruagem, um sussurro do prazer que os dominava. Krystal já não se preocupava se estava correndo perigo, pois nada mais tinha importância no mundo de sonhos que estava vivendo.
Inesperadamente, a carruagem passou por uma pedra. Perdendo o equilíbrio, ela caiu de costas no assento; não demorou muito para que Kai se inclinasse sobre ela.
Sentir o peso daquele corpo másculo a deixava totalmente vulnerável, despertando sensações que durante anos ela tentara abafar. No entanto, a força do desejo era tamanha que sequer podia imaginar o caminho de volta.
Kai deslizava os lábios levemente por seu rosto, provocando suaves arrepios em sua pele. A língua ávida traçava uma linha de fogo a cada centímetro que passava, porém sem qualquer aviso prévio ele parou de repente para observá-la longamente.
Krystal assustou-se com a interrupção brusca. No entanto, não teve tempo de imaginar as razões, pois sua boca foi coberta por outro beijo sedento, transportando-a novamente pelos caminhos sinuosos do prazer.
Quando mãos fortes cobriram seus seios, ela recobrou um pouco do bom senso e esgueirou-se. Foi um movimento tolo, admitiu no minuto seguinte. Claro, se não permitisse que Kai a tocasse mais intimamente, como esperava que ele pudesse manchar sua honra?
Tentando retomar o clima de sedução, ela então arqueou as costas, oferecendo os seios fartos. Antes de tomá-los com as mãos, ele mais uma vez cobriu seus lábios com um beijo provocante. A língua a tocava ansiosa por descobrir seus segredos mais íntimos.Krystal se deixou levar por cada uma das sensações alucinantes, fingindo não perceber por onde aquelas mãos fortes passeavam. Com extrema habilidade, Kai desamarrou as fitas do corpete e acariciou-lhe os mamilos até enrijecê-los. Foi quando ela deixou escapar um gemido alto, traduzindo o desejo que a consumia.
Agora se oferecia por inteira, sem barreiras, deixando claro que sua vontade maior era ser tocada nos recônditos de seu corpo virgem por aquelas mãos experientes.
Dominada que estava pela paixão, ela só se deu conta de que os seios estavam expostos quando sentiu o ar frio da noite em sua pele. Envergonhada, tentou cobrir-se cruzando os braços sobre o peito. Porém, antecipando o movimento, Kai segurou-a pelos pulsos, voltando a desnudá-la.
— Está com medo?
— Sim—ela respondeu, embora soubesse estar mentindo. — Esta com medo de mim?Quer que eu pare?
A resposta não veio, pois não havia espaço para palavras. Com a breve interrupção, Krystal experimentou uma sensação diferente, como se fosse possível, perante a avalanche que a havia assolado na última hora. De repente, compreendeu que a saudade podia se instalar em um curto espaço de tempo. Não pretendia perder-se em palavras que descrevessem um receio, pois sabia que existia muito mais a ser trocado.
Em seu íntimo sabia estar agindo errado, contrariando todos os preceitos morais que aprendera. Mas daquele minuto em diante, estava decidida a seguir suas próprias regras. E para começar, era preciso ser desonrada e frustrar um casamento que seu irmão tinha em mente.
O que ela não previra era que fosse se afogar em um mar de sensações desconhecidas. Sua mente agora fervilhava com dúvidas.
— Não. Por favor, não pare — finalmente respondeu, deixando para resolver depois como lidaria com o futuro,
Kai, porém, não obedeceu imediatamente ao pedido de seguir adiante. A longa pausa aumentou ainda mais sua insegurança. Que atitude tomaria se ele resolvesse parar com a exploração minuciosa de seu corpo? Começou a considerar a humilhação de ser rejeitada por um homem a quem se oferecera de corpo e alma. Conforme os minutos se arrastavam, ocorreu-lhe que o problema poderia ser dele também. Por que não?
— Você tem problemas para....? — perguntou sem saber ao certo como abordar o assunto.
— Problemas de consciência? — Kai indagou em tom irônico.
Ela limitou-se a sorrir, fazendo-o entender que estava preocupada com outro aspecto da masculinidade dele.
— Que insolência a sua! — Armond exclamou, ao pressionar seu corpo contra o dela, fazendo-a sentir a intensidade do seu desejo.
— Então, continue — insistiu ela persuasiva.
Vagarosamente Armond baixou a cabeça e aprisionou um dos mamilos em sua boca, sugando-os. A língua indecente movia-se agilmente de um seio a outro.
E Krystal sentiu cada músculo de seu corpo contrair em resposta àqueles carinhos tão insinuantes. Foi com certa surpresa que percebeu uma umidade diferente por entre suas coxas.
Kai levantou-se o suficiente para voltar a beijá-la. Conforme explorava a boca bem desenhada, conduzindo-a naquele frenesi de línguas ansiosas, ele pressionava os quadris contra o corpo frágil e iniciava outra dança de ritmo tão conhecido. Ela o seguiu na cadência sensual até ficar quase sem fôlego, trêmula, desejando que o ritual se completasse em um êxtase profundo.
Krystal estava totalmente perdida em um abismo de sensações onde só cabiam os dois e as mais devastadoras respostas de seus corpos. De repente, os toques ficaram ainda mais atrevidos e as mãos fortes começaram a explorar por baixo do vestido.
Com uma paciência ensaiada, ele começou a tirar-lhe as meias, deslizando-as suavemente pelas coxas. Em seguida, desabotoou a camisa fina de linho, deixando visíveis o torso de músculos definidos.
Krystal não podia decifrar a expressão daquele rosto na escuridão da carruagem, mas percebeu que ele fitava com intensidade. Os olhos de Kai brilhavam estranhamente no escuro como se fossem de um animal prestes a atacar uma presa inofensiva. Ao sentir um calafrio, ela levou as mãos ao pescoço para se proteger...


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