História Luar dos Apaixonados - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, F(x)
Personagens Baekhyun, Kai, Krystal Jung, Luna Parker, Sehun, Suga
Visualizações 5
Palavras 561
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, FemmeSlash, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Página 5


Fanfic / Fanfiction Luar dos Apaixonados - Capítulo 5 - Página 5

Inesperadamente, ele alcançou a bengala e bateu com força no teto da carruagem.
— Cubra-se — ordenou, mudando por completo o comportamento de até então.
Krystal levantou-se envergonhada, puxando o vestido para cobrir os seios, embora ainda entorpecida pelo emaranhado de emoções que acabara de viver. e pelo que ficou por acontecer.
— Quando voltarmos siga direto para sua carruagem e peça ao cocheiro que a leve para casa — Kai instruiu-a. — Não fale com ninguém. Vou mandar uma mensagem para seu irmão, dizendo que você não estava bem, entendeu?
Krystal estranhou por ter ganhado um álibi que não havia pedido.
— Está sugerindo que eu minta sobre onde estive?
— É melhor que algumas pessoas não saibam da verdade.Ele respondeu!
— Mas pode confidenciar tudo às suas amiguinhas. Espero que tenha atingido seu objetivo.
Ela mal acreditou no que ouvira! Kai não cumprira o prometido, e ela ainda estava tão pura quanto quando saíra do baile.
Além do mais, não tinha amigas para trocar segredos. Por que aquela sugestão tão absurda? E pior, por que ele não tinha terminado o que começara?
— Não me deseja. — sentenciou ela. Talvez fora desprezada por seu atrevimento.
— O jogo acabou — Kai concluiu friamente, contrariando a atração que ainda pairava entre ambos. — Já passamos do limite, mas agora já tem motivo suficiente para fofocar com suas amiguinhas tolas. Fui responsável por tornar o seu début memorável na sociedade. Fique feliz por não ter conseguido o que pediu.
Naquele instante, a carruagem parou. Sem demora, ele desceu e estendeu a mão para ajudá-la a fazer o mesmo. Krystal seguiu-o em silêncio, embora seu corpo ainda estivesse trêmulo. Contudo não saberia explicar se estava insegura por ter sido rejeitada ou se temia as consequencias que teria de enfrentar.
— Qual é a sua carruagem?
Sem nada dizer, ela apontou para o coche estacionado não muito longe dali.
— Boa noite, lady Krystal. O prazer foi...bem, foi basicamente meu — Kai disse após acomodá-la. Então fechou a porta, e ela ouviu as ordens sendo dadas ao cocheiro.
Por um impulso juvenil, ela debruçou-se sobre a janela assim que a carruagem começou a andar. Kai continuava parado no mesmo lugar, observando o coche se afastar.
Os olhares se cruzaram e ela percebeu que o desejo ainda os unia. Sentiu que toda a sua inocência esvaia-se rapidamente. Por meio de um pedido inconsequente, alcançara muito mais do que havia solicitado. Agora tinha certeza de que eles haviam compartilhado um desejo comum.
Entretanto ainda restava um mistério por descobrir: por que ele se recusara a consumar a relação? Talvez fossem infundados os rumores de que um Kim não tivesse o mínimo senso de decência.
Por outro lado, se Kai houvesse respeitado um código de ética, estipulado por uma sociedade que o havia abominado, ela então errara na escolha. Pois em vez de cumprir o que havia prometido, ele brincara com uma proposta tão séria.
Foi então que o calor, que ainda a consumia pela experiência avassaladora, foi substituído por uma raiva incontida. Kai zombara de suas intenções tão verdadeiras. Pior, havia arruinado seus planos e agora haveria de enfrentar sérias consequencias, a começar pela ira de Suga.
— De todos os rumores que ouvi a seu respeito, lorde Kim — murmurou baixinho. — Nenhum chega aos pés da impressão que tive. Você é um covarde.


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