História Luar dos Apaixonados - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, F(x)
Personagens Baekhyun, Kai, Krystal Jung, Luna Parker, Sehun, Suga
Visualizações 4
Palavras 2.859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, FemmeSlash, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capitulo 7


Fanfic / Fanfiction Luar dos Apaixonados - Capítulo 7 - Capitulo 7

— Ele é tudo o que você disse mesmo. O animal é magnífico — Lorde George elogiou.
Kai tirou o pó dos ombros com certa soberba. Não conseguia acreditar que sua reputação como íntegro criador de cavalos não fizesse com que as pessoas mudassem de opinião a seu respeito.
Recentemente havia retornado de sua propriedade no interior, Jonglen, onde cuidadosamente escolhera os cavalos que traria de volta a Paris para vender.
— Vamos entrar — o conde convidou. — Podemos tomar um brandy, e eu faço o pagamento pelo animal.
— Está quase na hora do chá — Kai lembrou. — Não ligo muito para bebidas. Vamos tratar apenas do pagamento e eu tomo meu rumo.
O conde meneou a cabeça, provavelmente por se ver livre das formalidades de um bom anfitrião. Kai acompanhou-o pelo caminho de pedra que conduzia à porta da frente da casa. Assim que entraram no hall, ouviram-se vozes vindas da sala de estar.
— Minha esposa está recebendo alguns convidados para o chá —George anunciou. — Ela está apresentando a meia irma de Suga Soo Jung para a sociedade. Oh, desculpe-me. Esqueci que vocês já se conheceram no baile.
A julgar pelo brilho malicioso dos olhos do duque, Kai percebeu que as maledicências sobre o baile já haviam chegado aos seus ouvidos.
— Eu a conheço. Aliás, uma mulher adorável. — Surpreendeu-se com o próprio comentário. — Foi uma pena que o prato servido durante o jantar não lhe fez muito bem e tive que acompanhá-la até a carruagem, poupando-a do constrangimento no meio da pista de dança.
— Ah. — Suspirou o conde. — Bem, foi isso mesmo que eu soube. Mas acho que ela foi imprudente ao dançar com um homem a quem não tinha sido apresentada de forma adequada.
— Imprudente por dançar comigo, o senhor quer dizer, não é? — Kai desafiou. — A srta. Krystal é minha vizinha. Como veio do interior, provavelmente não sabia que eu não era um parceiro de dança apropriado.
— Ora, não é bem assim. — George percebeu sua insinuação maldosa e corou. — Mas, por favor, passemos ao meu escritório.
— George.
O duque parou abruptamente, forçando Kai a fazer o mesmo.
—Você me prometeu participar do chá e disse que poderia resolver o assunto dos cavalos depois.
Lady Catarina veio encontrá-los no hall mal iluminado e quando viu Kai levou uma das mãos ao peito instintivamente.
— Oh, eu não sabia que você ainda estava tratando de negócios com lorde Kai. Por favor, perdoem-me pela interrupção.
Kai sorriu para a tão atormentada senhora, sabendo que assim a irritaria ainda mais.
— Sou eu quem deve desculpas por desviar seu marido das obrigações sociais.
Ela respondeu que aceitava as desculpas com um sinal de cabeça, mantendo ainda a mão no peito, demonstrando que não havia se recuperado do susto de vê-lo ali.
— Eu ofereci um brandy para lorde Kai, mas ele recusou. Seria de bom-tom, querida, oferecer uma xícara de chá, enquanto eu me ocupo em pagar pela compra do cavalo.
— Ora, mas é claro que lorde Kai é muito bem-vindo para tomar chá conosco — resmungou lady, olhando assustada para Kai.
— Será uma honra acompanhá-la.
Ele mesmo se espantou com a resposta, e lady Catarina revirou os olhos mostrando que também se surpreendera. No instante seguinte, ele teve vontade de mudar de idéia, mas o orgulho o impediu. Se bem que a verdadeira razão que o fazia agir de modo contrário ao comportamento normal era a vontade de rever Krystal e nada o dissuadiria de seu propósito.
Kai seguiu a lady até a sala. A conversa estava animada, mas no momento em que ele entrou, transformou-se em sussurros ditos ao pé do ouvido. Além de tudo, não estava vestido de acordo para o evento, mas mesmo que estivesse, o choque dos presentes seria o mesmo.
—Lorde Kai— lady Catarina anunciou. — Ele irá nos fazer companhia para o chá enquanto meu marido termina uma negociação com cavalos.
Ele se acomodou em uma cadeira que estava um pouco afastada dos outros convidados e aceitou uma xícara de chá.
Uma vez que os sussurros sobre sua presença diminuíram, correu os olhos pelo salão e imediatamente reconheceu Krystal, apesar de ela estar de costas.
A postura ereta realçava ainda mais o corpo curvilíneo. Os cabelos lisos caíam pelas costas, enfeitado com um delicado chapéu azul com um pequeno véu.
A pele de Krystal parecia mais pálida em contraste com o véu escuro. Seu rosto estavam parcialmente escondidos pelo tecido fino. Mas a boca. Ah, aquela boca de lábios carnudos com  batom vermelho. Aquela sim era a responsável por prender o olhar de Kai e fazê-lo lembrar do prazer de provar daqueles doces lábios. 
Como se pudesse sentir o olhar perturbador, Krystal virou-se em sua direção. Os olhares se cruzaram e se fixaram por um breve momento, mas o véu camuflou qualquer emoção que aqueles olhos adoráveis pudessem demonstrar.
Ela voltou-se novamente, fingindo não ter notado a presença perturbadora. Mesmo com pouco tempo de cidade, já havia aprendido como jogar com um homem perigoso.
Quando saiu da roda de amigas, afastando-se para admirar um quadro, Kai ficou com o olhar preso na figura tão feminina.
O vestido mostrava uma cintura fina e caía em camadas por um quadril proporcional ao corpo miúdo. Não era uma mulher alta, porém tudo em seu corpo guardava uma perfeita simetria sensual. Apesar da roupa modesta, a curva dos seios, marcada sobre o corpete, era capaz de levar um homem à loucura só ao imaginá-la nua. Kai já conhecia a sensação devastadora de tocar aquela pele macia e isso só intensificava a idéia de haver provado apenas uma pequena gota do orvalho existente em uma imensa vegetação viçosa.
Colocando a xícara sobre a mesa de centro, ele ignorou os olhares de reprovação e aproximou-se.
— Vejo que já se recuperou do baile — disse quase sussurrando-lhe ao ouvido. — E presumo que não aconteceu o pior por conta da sua ousada escapadela, caso contrário não estaria aqui hoje.
— Por favor, não fale comigo. — Krystal virou-se rapidamente apenas para responder e voltou a atenção para o quadro.
Contrariando seu comportamento-padrão, que seria obedecer a uma ordem insolente como aquela, Kai estreitou ainda mais a distância entre eles. E, parado a seu lado, fingiu estudar a pintura atentamente.
— Há duas noites me pediu para desonrá-la. Hoje me pede para agir como se não a conhecesse. Como entender as mulheres.
— Errei ao me aproximar de você naquela noite — ela murmurou. — Se tivesse um mínimo de consideração, faria o que estou pedindo e me deixaria sozinha.
— Lamento, mas não tenho tal consideração — ele respondeu, passando a mão pelo queixo. — Pensei que já soubesse disso.
Krystal deu alguns passos para o lado, parando diante de outro quadro.
— Discordo. Você é muito bem-educado, apesar de permitir que a sociedade inteira pense o contrário.
— Eu não ligo a mínima para o que a sociedade pensa — sentenciou. — Pensa que não sei qual era a sua intenção no baile? Você se aproximou de mim num ato de coragem, fazendo-se de isca para ganhar favores de suas amigas. Sorte a sua que não levei a brincadeira até as últimas consequência, como era seu desejo.
— Sorte? — Percebendo que tinha falado alto demais, ela deu um passo atrás. — Sorte não tem nada a ver com isso. Apesar de sua reputação sombria, eu sabia que não corria sérios perigos. Nenhum homem é tolo o suficiente para achar que pode seduzir uma dama inocente e não arcar com a repercussão de seus atos. Nem mesmo você.
— Isso quer dizer que sou um covarde. 
Krystal virou-se bruscamente para encará-lo.
— O que foi que disse?
Kai estreitou a distância entre eles.
— Você acha que sou um covarde — repetiu. — Acredita que não me aproveitei da situação por temer alguma represália? Não está totalmente sem razão, mas o que pretendo em relação à sociedade não tem nada a ver com que você imagina. Gostaria de ter uma chance para provar o quanto está errada.
— Não haverá um segundo encontro. — Ela sentiu-se corar desde a base do pescoço. — Cometi um erro e não tenho intenções de repeti-lo.
Quando Krystal se afastou, ele não a seguiu. Ainda restava um pouco de bom senso, que se esvaía a cada vez que a encontrava. Porém, não deixou de observá-la com o canto dos olhos e viu quando ela perguntou algo para a esposa de George e deixou a sala. Provavelmente fora ao toalete.
Kai bem sabia que deveria sair também, tinha negócios a concluir e quanto mais cedo o fizesse, melhor. No entanto, tornaram a se cruzar no hall da casa mais uma vez. Cada um tentou dar um passo para o lado oposto a fim de evitar o encontro, mas terminaram por fazê-lo na mesma direção.
— Quer dançar novamente? — ele brincou.
— Por favor, deixe-me passar — Krystal respondeu sem esboçar um sorriso sequer.
Diante da resposta fria o senso de humor de Kai desapareceu também.
— Não está sendo tão simpática quanto na primeira vez em que nos vimos. É um hábito seu sair fazendo propostas a homens que mal conhece? Caso seja, vejo-me na obrigação de avisá-la que talvez não seja uma atitude recomendável.
— Já disse que não haverá uma próxima vez, lorde Kai — respondeu ela friamente. — Não foi uma atitude apropriada da minha parte provocar um encontro, talvez eu tenha agido sob o efeito do champanhe. Já me avisaram para evitar bebidas alcoólicas, bem como evitar sua companhia. Compreendi que nada disso faz bem à saúde de uma dama.
A luz do hall estava fraca, mas Kai viu algo que maculava a imagem do rosto lindo sobre o véu. Quando tentou aproximar a mão, ela afastou-se, o que não o impediu de tentar novamente. E o que viu o fez estremecer.
— O que aconteceu com seu rosto?
Mais uma vez, ela afastou a mão dele e abaixou o véu.
— Isso não lhe diz respeito, lorde Kai. De novo peço que me deixe passar. — Ao tentar passar, ele bloqueou o caminho.
— Fui eu quem fez isso com você?
— Não. Sou muito desastrada e tropecei ao chegar em casa depois do baile e bati com o rosto numa cadeira. Mas não foi nada.
Kai levantou o véu novamente e tocou na pele ferida.
— Jamais vi uma mulher que se movimentasse tão graciosamente como você. Vê-la passar é como observar uma princesa desfilando diante da corte.
— É seu costume ofender mulheres que mal conhece, lorde Kai, para depois vir com poesias no instante seguinte?
— Não, nunca. E pode me chamar de Kai. Creio que podemos dispensar as formalidades depois do que compartilhamos.
— Já pedi mais de uma vez para esquecer aquele incidente. — Krystal levantou os olhos para encará-lo.
Ele reconheceu aquele olhar, porém não sabia ao certo se poderia traduzi-lo por raiva. ou desejo.
— Pode ter certeza que tentei — admitiu. — Tentei centenas de vezes.
— Pois então deveria tentar mais algumas. Será que é difícil acreditar que eu não sabia do perigo de...
— Entendo — Kai interrompeu-a. — Mas você não tinha dúvidas sobre minha pessoa quando se aproximou durante o baile.
Krystal fitou-o friamente através do véu.
— Você é um assassino, lorde Kai?
Kai estava acostumado que falassem a seu respeito pelas costas. Ela era a primeira a ter coragem o suficiente para confrontá-lo frente a frente.
— O que você acha? — perguntou e aguardou a resposta ansioso.
— Se eu o achasse um assassino, provavelmente não estaríamos conversando agora. Só quis ter certeza.
Ele sorriu perante a resposta e ela o surpreendeu acrescentando:
— Você deveria sorrir com mais frequência, assim não parece tão assustador.
Kai assumiu um ar sombrio. Krystal poderia não acreditar que ele era um assassino. Porém, estava longe de saber de toda a verdade, sobre a maldição que pairava sobre sua cabeça. Ambos eram proibidos um para o outro.
— Prometa-me que daqui para a frente, tomará mais cuidado antes de subir na carruagem de desconhecidos.
Krystal de repente sentiu o rosto em brasa sobre o véu quando percebeu que estava flertando, apesar de ter pouca prática no assunto.
— É bem verdade que lhe devo minha gratidão. — Tentou recobrar a compostura e terminar logo a conversa. — Que bom que ao menos um de nós conservou o bom senso. Suponho ser afortunada por você ser um....
— Um covarde?

Um arrepio a fez tremer. Como ele poderia saber o que dissera naquela noite ao voltar para casa sozinha?
— Eu ia dizer um homem honrado. Demorei para dizer porque também não é verdade.
— Foi você quem pediu — ele a lembrou. — Eu apenas obedeci.
Na verdade Kai não tinha cumprido com o que prometera, mas ali não era a hora nem o lugar mais adequado para continuar a conversa. Era melhor voltar para a sala e afastar-se daquela presença tão perturbadora.
— Quando você me olha dessa forma, chego a me arrepender do nosso primeiro encontro.
Ela baixou o olhar rapidamente.
— Envergonho-me do meu comportamento também. Precisamos esquecer o que aconteceu.
— Eu me arrependi por não ter aproveitado mais da sua presença, por não ter me inebriado com o seu perfume doce e por ter interrompido a viagem por sua pele macia.
Krystal voltou a encará-lo. Kai estava com uma idéia errada a seu respeito. Mas também, que outro homem não estaria? Não poderia culpá-lo, pois o ato leviano de aproximar-se de um estranho com uma proposta daquelas era mesmo inusitado, por mais que estivesse repleta de razões para abordá-lo.
— Você não é um cavalheiro, lorde Kai.
— Mas você já sabia disso. — Ele tomou-lhe a mão, virando-a e beijando a parte sensível do pulso.
Ao sentir os lábios quentes roçarem sua pele, Krystal puxou a mão rapidamente como se houvesse sido queimada.
— Algum problema, Krystal?
O som frio da voz a fez estremecer. O que mais temia acabara de acontecer. Suga estava parado, encarando-a numa calma aparente, mas ela percebeu que a veia saltada na testa denunciava o real estado de espírito do irmão.
— Está tudo bem, Suga. Eu já estava voltando para a sala.
Kai virou-se e olhou para o irmão de Krystal e o reconheceu das mesas de jogo, apesar de nunca terem conversado.
— Peço desculpas por afastar sua irmã da festa. Nós nos encontramos por acaso aqui no hall. Como dançamos juntos no baile de Greenley e ela não passou bem, quis saber se tinha melhorado.
— A saúde dela está ótima — Suga respondeu friamente. — Pelo menos por enquanto.
Sendo dotado de uma intuição aguçada, Kai percebeu a estranha ligação entre Krystal e o irmão.
— Volte para a sala, Krystal — Suga ordenou. — Vou encontrá-la daqui a pouco.
Ela olhou de um para outro e tentou evitar um confronto entre os dois:
— Pensei que você fosse me acompanhar — sugeriu ao irmão.
— Faça o que pedi — Suga respondeu com um tom ríspido.
Em silêncio, Kai observou-a passar por eles e atravessar o hall, admirando o movimento sensual dos quadris femininos. Percebendo a intenção, Suga comentou:
— Ela é encantadora, não é?
— Muito. 
—Pois mantenha distância.—Estreitou os olhos em sinal de ameaça.
Apesar de não culpá-lo por estar protegendo a irmã, Kai percebeu algo em Suga que o intrigava, fazendo com que acreditasse que havia outros interesses escusos na relação entre os dois.
— Lady Krystal não precisa ter medo de mim. E espero que não tenha medo de você também.
— Não sei o que está querendo dizer. — Suga respondeu com o rosto em brasa. — Mas minha irmã é assunto meu.
— Meia-irmã, não é? — Kai continuou a provocar. Suga mudou de estratégia e sorriu, apesar de sua expressão continuar sombria.
— É verdade. Apesar de não termos laços de sangue, posso garantir que tenho Krystal na mais alta estima. Espero que ela arrume um noivo digno nesta temporada—anunciou do alto de uma falsa arrogância.
— Com certeza tem toda a razão — Kai respondeu com indiferença, porém mantendo também o sorriso cínico nos lábios. — Eu não terei essa honra.
Em seguida, virou-se para ir encontrar com o conde em seu estúdio. Sentiu o olhar de Suga queimando suas costas, mas isso não o intimidou a virar-se para também ameaçá-lo.
— Ah, daqui para a frente mantenha suas mãos longe de Krystal, caso contrário terá que acertar as contas comigo. Pode ter certeza de que isso não será comparável nem a uma vingança de seu pior inimigo.
Não houve resposta, mas Kai não esperava outra reação. Por mais que aceitasse sua condição de viver nas sombras e à margem da sociedade, tampouco poderia aceitar um homem abusando de uma mulher. Talvez Krystal tivesse se machucado sozinha, mas havia fortes indícios de que não era o caso.
Por enquanto, se manteria apenas como espectador.
Suga, porém, se arrependeria amargamente se porventura encostasse a mão em Krystal mais uma vez.
Se alguém lhe dissesse que um dia estaria preocupado em proteger uma mulher, ele próprio teria feito galhofa da situação. Mas agora, sentia que algo o impulsionava para perto daquela mulher deslumbrante e tão frágil.
A bem da verdade seria mais prudente preocupar-se com quem a protegeria contra ele mesmo, uma vez que perdera totalmente o controle durante o baile. Ele não se lembrava de ter ficado tão fascinado por uma mulher quanto ficara por Krystal. Só em lembrar-se do encontro que tiveram na carruagem, sentia o corpo pulsar de desejo.
E a certeza de que a encontraria novamente era tão forte quanto a maldição que pairava sobre seu futuro. Que os Céus o ajudassem, porque seria difícil resistir. 



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