História Lucid Dream - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~LeeSooYun

Postado
Categorias K.A.R.D
Tags Bwoo, Jso, Kard, Leesooyun, Mokapark, Romance, Shortfic, Youngji
Visualizações 77
Palavras 2.957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ DELÍCIAS! ♥ Moka e SooYun na parada.
Chegamos! Voltamos. E continuaremos! õ/ Mais um capítulo pra vocês. Melhor dizendo, primeiro capítulo pra vocês.
E dessa vez tem a bolinho mais linda do universo, vulgo, Jeon Jiwoo, pra alegria de geral da nação. ahushasu' ♥
Se preparem porque as coisas estão começado a acontecer aqui. ;)

Música do capítulo: Girlfriend. - Henry.

Obrigada a todos que favoritaram, que comentaram, que adicionaram a nossa história a alguma lista de leitura. Obrigada aos amigos e aos desconhecidos, por terem nos dado seu apoio de alguma forma. Vamo que vamo que tamo só começando.
Boa leitura e divirtam-se! ♥
~Bjs da Moka e da SooYun. ^3^

Capítulo 2 - 01 - Girlfriend.


Fanfic / Fanfiction Lucid Dream - Capítulo 2 - 01 - Girlfriend.

 01 - Girlfriend.

 

Duas semanas depois... 

Instituto do Sono de Seul, Coreia do Sul - Janeiro de 2017. 

Somin olhava fixamente para a tela do celular, a qual estampou, minutos antes, o nome Matthew em letras grandes. O americano não havia desistido da ideia de se submeter ao projeto. 

Somin acreditava que com o passar dos dias, Matthew logo se esqueceria do que falara a ela, e que cairia em si, mas era um total engano dela. Ainda, que esta tenha tentado convencê-lo de que aquilo era uma loucura, ele não estava disposto a deixar aquela oportunidade passar. Para Somin, como médica, o fato do amigo procurar o tratamento como uma forma de "reviver" a esposa em seus sonhos, não era saudável, e acreditava que Matthew poderia sair ainda mais magoado do que já estava. 

A doutora Jeon não sabia o que fazer. Alternava olhares entre o aparelho em suas mãos e Kim Taehyung, médico recém-formado, na mesma área que ela, que chegará na sala dela há pouco.

— Ele ligou há 5 minutos.  

Somin dizia em meio a suspiros, e a um tom preocupado. 

— Kim Matthew? - questionou o outro doutor. — Aquele que perdeu a...

— Sim. Ele mesmo. - Somin nem ao menos deixou o rapaz a sua frente, terminar de falar. — Ele colocou na cabeça que deve se submeter ao nossos testes do projeto. - a morena massageou as próprias têmporas, as quais pareciam pesar toneladas, talvez pelo cansaço, talvez pelo nervosismo. — Eu sei que ele nunca se recuperou da morte da esposa. 

Kim Taehyung que já estava a par da situação, apenas tentou esboçar um olhar de conforto para a colega de trabalho.

— Não vejo isso como de todo mal, Somin. - Taehyung disse com sinceridade — Quem sabe, ele não consegue superar tudo isso ao se submeter aos sonhos lúcidos?

A doutora Jeon ouviu, atentamente, o questionamento do doutor Kim, e refletiu sobre as palavras dele. Talvez, aquilo não fosse tão catastrófico como imaginava que seria. Porém, deixaria para pensar na situação, quando Matthew estivesse ali, em sua frente. 

— Vamos pensar em Matthew outra hora. Temos trabalho a fazer. - Somin disse tentando deixar de lado a preocupação com o amigo. — Como vai a nossa paciente? Tivemos algum progresso? 

Indagou Jeon, recebendo uma resposta negativa da parte do recém-formado, ela se sentou em sua cadeira, pegando uma pasta com informações de seus pacientes.

— Ela continua do mesmo jeito de quando chegou aqui há 10 meses. - tamborilou os dedos sobre a mesa da doutora, prática que fazia ao estar apreensivo ou nervoso — Temos pouco tempo com ela, Somin. Você sabe que a qualquer momento, Jung Seong pode desistir desses tratamentos com ela… Sem falar que até mesmo os parentes dela estão insatisfeitos com os resultados não favoráveis.

Jung Seong era o médico chefe da ala de psiquiatria do hospital. E devido ao tempo da paciente em estado de coma, ele não dava muitas esperanças à ela, do mesmo modo, como não estava mais disposto a gastar tempo com um "caso perdido". Só houvera aceitado continuar por mais alguns meses com os testes, por insistência da doutora Jeon.

— Eu sei. - Somin respondeu e soltou o ar dos pulmões, abaixando a cabeça. — Precisamos de algum modo, fazê-la voltar. Eu quase nunca perdi pacientes, e não será agora que vou desistir. - ela disse, decidida e determinada, do jeito que Taehyung admirava. 

 

Somin estava em sua sala, no instituto do sono em Seul, olhando os relatórios de progressos de pacientes que estavam recebendo tratamento por meio dos Sonhos Lúcidos. Pra sua alegria como profissional, muitos pacientes estavam mostrando progresso e bons resultados, principalmente aquele em coma. Sua atenção fora desperta ao ouvir as batidas na sua porta. Ela estranhou que ninguém foi anunciado pela secretária, mas não se importou. 

— Pode entrar! - Somin exclamou ainda presa aos seus papéis, e logo a figura alta e musculosa de seu amigo de longa data, Matthew, foi facilmente reconhecida. Ele não estava muito mudado, mas era visível as olheiras, talvez por noites de sono mal-dormidas. 

— Oi, Somin. - Matthew cumprimentou, de longe, sem muito entusiasmo, mas a doutora não se prendeu a isso logo se fez de pé, abraçando-o, para tentar confortá-lo, e porque estava com imensas saudades dele. 

— Como você está, hein? - ela perguntou, apenas para escutar um "eu estou bem" sem Ânimo, que não a convenceu em nada, mas deixou para lá. Era compreensivo, afinal. — Venha, sente-se.

Apontou para a cadeira, e Matthew se sentou, encarando o local, e observou várias fichas, na mesa da Jeon, com nomes de pessoas, as quais ele deduziu serem de pacientes.

— Me desculpe, eu estava revisando alguns prontuários. - A loira disse sorridente, e recolheu a papelada, guardando-a em uma de suas gavetas, porém o americano continuava sério. Desde a morte da esposa não sorria mais como antes, não havia sentido esboçar qualquer reação mais positiva no estado tão catastrófico no qual ele estava. — Não esperava que viesse tão rápido. - Somin disse, sem muita verdade em suas palavras, já que o desespero dele nas últimas ligações deixou claro que ele não desistiria e apareceria a qualquer momento. 

— Somin, quando poderemos começar? - Matthew perguntou finalmente erguendo o olhar pra Somin. Ele a encarou sério, e com uma determinação que fez os cabelos dos braços de Somin se arrepiarem. Séria muito mais difícil pra ela dissuadi-lo a não submeter-se aos sonhos lúcidos. 

Somin não estava nem um pouco enganada quanto a determinação de Matthew. A verdade é que desde que vira o artigo sobre os estudos da amiga, uma faísca de esperança se acendeu em seu peito. Não houvera tido a oportunidade de cumprir todos os sonhos e desejos dele e de Youngji, porém, talvez, pudesse realizar ao menos uma parte pequena deles. 

Matthew estava disposto a tudo para ter a mulher que um dia amou, de volta em seus braços. Nada parecia ter sentido sem ela, e ainda que Somin tentasse convencê-lo de que aquilo era uma maluquice sem tamanho, ele não iria parar. Não hesitaria em volta a ver Youngji, nem que para isso tivesse que enfrentar os tratamentos mais perigosos e surreais. Nada mais importava do que estar com ela, abraçá-la e ver seu sorriso radiante, como no dia em que se casaram. 

— Eu preciso disso, Somin. - ele disse apoiando os cotovelos sobre os joelhos e unindo as mãos. — Eu sei que você acha que isso é uma loucura, que eu sou só mais uma pessoa desesperada em estado de luto, e eu não vou dizer que não é verdade, porque é. - suspirou. — Mas eu sei também que você entende a minha situação. Eu acreditava que passaria toda a minha vida com ela, Somin. Youngji foi a melhor coisa que aconteceu comigo desde que a conheci. Nós fizemos tantos planos... Nós... Tínhamos a vida toda pela frente. Eu preciso ter a chance de vê-la mais uma vez. Foi tudo tão de repente, eu não me despedi direito. Eu não...

— Matthew. - Somin o chamou. — Olha pra mim. - ela pediu, vendo que o olhar dele estava cada vez mais distante a medida que ele falava. Matthew ergueu o olhar pra Somin de novo e viu ela se levantar de sua cadeira, e ir se sentar na cadeira ao lado dele. — Eu sou sua amiga. Eu amo você, assim como amei a Youngji. Mas eu não acredito que essa seja a melhor forma de superar a perda dela. Você ta se prendendo a oportunidade de viver com ela de novo. Você não pode viver num sonho pra sempre! Você precisa acordar, Matthew. 

— Eu tenho direito de escolher de que forma serei tratado. Tenho direito a escolher que procedimento médico aceito ou não pra cuidar e lidar com meus problemas. - Matthew disse sério. — E como paciente, e conhecedor dos meus direitos e opções, eu quero tentar lidar com o meu luto por meio de sonhos lúcidos. 

Matthew disse decidido e irredutível. Não conseguia acreditar que sua amiga queria tirar dele a única oportunidade que ele tinha de ver a mulher que amava mais uma vez e de estar com ela. Ele faria aquilo, nem que tivesse de encontrar outro profissional especializado em sonhos lúcidos, que não fosse Jeon Somin. Decido a encontrar quem aceitasse submetê-lo tratamento com os sonhos, Matthew se levantou e ia sair da sala se Somin não o tivesse impedido. 

— Tudo bem. - Somin disse vencida, segurando o pulso do amigo. — Eu ajudo você. Farei você e a Youngji se reencontrarem. Mas você vai me prometer uma coisa, Matthew. 

— O quê? - perguntou esperançoso. 

— Você tem direito a duas sessões por semana, durante dois meses. Se eu achar que você está emocionalmente envolvido com o projeto, e se apegando demais a Youngji de novo, eu corto você e faço uma nota pra que ninguém, jamais, permita que você participe disso de novo. - ela advertiu. — Vou te dar a chance de vê-la de novo, mas lembre-se: Youngji está morta, e tudo que você vai reviver com ela lá, não passa de um sonho. 

Os olhos de Matthew vacilaram e Somin soltou seu pulso. Depois de respirar fundo, ele assentiu.

— Tudo bem. Dois meses. É tudo o que eu preciso. 

 

Instituto do Sono de Seul. - Três dias depois.

— Tudo pronto, Dra. Jeon. - Kim Taehyung disse depois de verificar os sinais vitais de Matthew e checar seus últimos exames e ver que tudo estava em ordem. 

— Obrigada, Taehyung. - Somin sorriu. A pessoa que ainda a dava forças pra levar aquela loucura a diante era Taehyung que insistia que isso poderia ser bom pra Matthew, e levando em conta o quanto Taehyung era inteligente e comprometido, e também um ótimo conselheiro, era resolveu confiar em seu julgamento. — Matthew, lembra-se do nosso trato, certo? 

— Sim. Dois meses. Sem envolvimento emocional. Apenas aproveitar as sessões que tenho. - disse deitando-se na cama, na sala equipada e parcialmente escura. Havia uma luz fraca sobre a cama, e todo o ambiente era como um quarto comum e confortável. Exceto pelos diversos computadores no único canto bem iluminado do quarto. — O que acontece agora? 

— Vou lhe aplicar um droga que vai lhe ajudar a atingir os sonhos lúcidos sem esforço. Taehyung vai lhe explicar tudo enquanto coloca os eletrodos na sua cabeça. Vamos monitorar tudo pelos computadores.

— Ok. - Matthew respondeu simplista e Somin se afastou depois de injetar a tal droga em sua veia. O homem de cabelos negros, o Taehyung, apareceu logo depois e começou a colocar o eletrodos na cabeça de Matthew. 

— Bem, pode demorar um pouco pra droga fazer efeito na primeira vez, e pra você cair no sono. - Taehyung explicou. — Nas próximas sessões vai ser mais rápido. Quanto as precauções... Você pode vir a ter pesadelos e insônia durante a noite, sem falar que em pacientes que não estão em coma, os sonos podem alterar sua noção de realidade, mas isso não é comum, só com pessoas que costumam ter sonhos lúcidos sem esforço. Você também pode conseguir alguns problemas de saúde que podem se agravar se continuar a se submeter aos sonhos, então, se virmos qualquer alteração nos seus sinais vitais e nos exames semanais, paramos o tratamento sem pensar duas vezes. 

— Entendo... 

— Você vai estar sempre com esse relógio. - Taehyung apontou pro pulso de Matthew. — Nos sonhos, os ponteiros do relógio estão sempre parados e marcam doze horas, independente da hora. Isso vai lhe ajudar a ter certeza que está num sonho. Sempre que tiver dúvidas, olhe para o relógio. 

Matthew encarou seu relógio. Eram uma de quarenta e sete da tarde. 

— Tudo bem. E quanto tempo dura? - Matthew perguntou curioso. 

— O tempo dos sonhos é diferente do tempo real. É relativo. Nos sonhos você pode viver todo um dia em duas horas, sem nem perceber a velocidade com a qual tudo ocorre. Ou pode simplesmente viver uma unica hora durante toda a noite, e o mesmo vale pra não percepção do passar do tempo. - Somn explicou. 

— Tudo pronto aqui. - Taehyung informou a Somin. — Boa sorte, amigo. - dito isso, Taehyung se afastou. 

— Matthew. - Somin chamou, vendo o amigo sonolento. — Se precisar sair do sonho antes que ele termine, se ficar difícil demais de suportar, aperte o botão ao lado do relógio. Fará você voltar a realidade. E lembre-se, tente fazer tudo exatamente como aconteceu um dia, caso contrário, você pode acordar antes que o sonho termine. 

— Obrigado, Somin. 

 

[Primeira sessão - N Seul Torre. Namsam. Seul, 2013.]

Matthew sentiu como se tudo estivesse girando. Nada que ele via parecia ter uma forma reconhecível. Tudo estava abstrato, até que pouco a pouco, as coisas foram tomando cores e formas, e mesmo um pouco confuso, ele pode notar onde estava. Céus. Quanto tempo fazia que ele não via Seul de cima? Era tudo tão magnifico. Lembrava-se de quando esteve ali pela ultima vez, e como quem esteve...

— Oppa! - Youngji disse, balançando as mãos na frente do rosto de Matthew. — Yah! Oppa! Por que está tão distraído? 

Matthew quase sentiu seu coração sair pela boca. Era mesmo ela! Ela estava ali, na sua frente. Com aquele sorriso lindo e aquele jeito só dela. Ele respirou fundo e se conteve. 

"Tudo como aconteceu um dia". 

— Ei, macaquinha. - Matthew disse abraçando-a. — Desculpa. Eu só estava... Admirando você. - ele explicou, pendendo-a no abraço mais demorado que ele se lembrava de ter dado nela. Ele nem acreditava. Era tão real... A sessão de abraçá-la. O cheiro do shampoo dela. As mãos dela em volta dele... Era tudo tão real. 

— Oppa... Ta tudo bem? - Youngji perguntou, sentindo ele emotivo demais. Matthew se afastou, e com os olhos cheios de lágrima sorriu. 

— Claro que está. Eu amo você. - ele disse com um sorriso terno. — EU AMO HEO YOUNGJI! - gritou bem alto, como se lembrará de ter feito anos atrás. 

 

[Busan, 2013]  

O som das ondas do mar fizeram os olhos de Matthew se abrirem. Ele olhou confuso ao seu redor. O que tinha contecido? Agora a pouco ele estava gritando aos quatro ventos que amava Youngji. Onde ele estava? Respirou fundo e sentiu mãos em volta de seu corpo o abraçando forte. 

— Você não pode sair assim! - Youngji disse com a voz chorosa. — Não pode ficar bravo comigo e sair assim. 

Ah, claro. Como pode se esquecer? Eles estavam em Busan quando tiveram sua primeira briga pós-casamento. 

— Desculpa se fui egoísta dizendo que não quero filhos. Eu quero. Quero ter muitos filhos com você. Mas ainda é cedo, e você tem tantos planos, oppa... Um filho agora só atrapalharia tudo. E eu quero que nosso filho seja complemento da nossa felicidade, não motivo pra impedí-la, ou pra nos arrependermos depois. 

Sim. Ele lembrava nitidamente de ter sido um estúpido. Mas no fim, ela tinha razão, ele acabou concordando com ela. Não seria um estupido dessa vez. Virando-se de frente pra ela, Matthew sorriu. 

— Tudo bem. - ele disse a surpreendendo. — Eu quem fui egoísta, e eu agradeço por pensar tanto em nós dois. - ele sorriu, se abaixando um pouco pra carregá-la e andar com ela em seus braços. 

— Oppa! Me coloca no chão! - Youngj disse vermelha. 

— Só de me der um beijo primeiro. - ele pediu fazendo biquinho. Viu Youngji hesitar e logo em seguida deixar um beijo em seus lábios.

 

[D-Cube City. - Seul, 2015]

As coisas mudaram de novo, e lá estava ele. Aquele parque... Ele riu. Se bem se lembrava, enquanto ele estava distraído, olhando as pessoas e a beleza do parque, Youngji iria se aproximar, sem ele ver, e lhe dar um belo susto, que faria os dois caírem na gargalhada, e logo em seguida ele a encheria de cócegas, e eles aproveitariam o fim da tarde e o início da noite ali, se enchendo de besteiras. Matthew sorriu, e querendo não ser surpreendido dessa vez, se virou rapidamente, se batendo de frente com uma garota que não era, nem de longe Heo Youngji. 

— Aí, meu Deus! - a menina de cabelos coloridos disse desesperada, ao perceber que seu maravilhoso sorvete de baunilha, chocolate e castanhas agora se encontrava totalmente na roupa do homem que ela nem conhecia. — Me desculpa. 

Matthew franziu o cenho. O que estava acontecendo? Ela não era Youngji, e ele não se lembrava de ter vivido nada como aquilo. 

— Você está bem? - ela perguntou o encarando, e Matthew quase riu da sua preocupação excessiva, já que era só uma blusa. — Aish. Eu vou te pagar outra camisa. Eu sou tão desastrada! - resmungou. 

— Não. - Matthew disse chamando sua atenção. — Ta tudo bem. - sorriu. — Afinal... Quem é você? Nós nos conhecemos? Você não deveria estar aqui... 

— E por que não? - ela perguntou confusa. — Aqui é um local público, sabia? 

Matthew franziu o cenho. Ele ainda estava num sonho? Olhou o relógio em seu pulso e viu que os ponteiros estava paradas, marcando doze horas, como Taehyung havia dito. 

— Não, é que... Qual o seu nome?

— Jiwoo. Jeon Jiwoo. - ela informou se afastando um pouco. — Por que? 

— Por nada, isso é só... Novo pra mim. Eu estava esperando... Alguém. - olhou ao redor preocupado. — Mas parece que ela não veio. - disse triste. 

— Ah... - Jiwoo riu. — Então você também levou um toco? - ela brincou rindo, e Matthew deu de ombros assentindo, e voltou a olhar ao redor a procura de Youngji. ­— Então, qual o seu nome? 

— Ah, desculpe. - Matthew disse notando que não tinha se apresentado. - Me chamo Woojin. Kim Woojin. Mas eu prefiro que me chamem de Matthew. 

— Então, Matthew... Acho que estou te devendo uma camisa nova. - Jiwoo apontou pra camisa dele. Matthew encarou a própria camisa e deu de ombros. 

— Eu acho que sim. 

~


Notas Finais


Hei ho! É isso migos e migas! ♥ Por hoje é só, semana que vem tem mais.
Comentem:*
~Bjs

On twitter:
Moka: @_santalerdeza
SooYun: @sofrefave


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