História Lúcifer - O destino das almas de Seul - Capítulo 1


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Categorias Jay Park
Personagens Jay Park, Personagens Originais
Tags Almas, Aomg, Demônio, Jay Park, Sobrenatural
Visualizações 13
Palavras 957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aloha!
Eu estava pensando em fazer essa fanfic já faz um tempo, e espero de verdade que minha idea se concretize e conquiste muitos de vocês.
Boa leitura (~‾∇‾)~

Capítulo 1 - "Flores de cerejeira e nakji bokkeum"


Fanfic / Fanfiction Lúcifer - O destino das almas de Seul - Capítulo 1 - "Flores de cerejeira e nakji bokkeum"

— Você acredita em demônios senhorita Kim? – ele me pergunta mais uma vez queimando seus olhos contra os meus.

— Bem... — paro um pouco e penso sobre — Não. Não acredito nem um pouco nisso, acho que são apenas rumores criados por alguns desocupados.

Ele abre um sorriso mínimo. Tenho quase certeza de que ele se referia aos boatos sobre um demônio que vive entre nós, moradores de Seul.

— Mas por que a pergunta senhor Park? Por acaso acredita nessa bobagem também?

— Não, nem um pouco. Apenas gostaria ter a certeza de que não sou o único a discordar dessa lenda, até por que eu odeio quem incomoda a mim para comentar sobre essa tal lenda. — ele me fala como se fosse uma ameaça a nunca, jamais, tocar nesse assunto com ele por perto.

— Tudo bem... — assinto com a cabeça.

— Você já está liberada. Num período de 2 dias úteis iremos lhe ligar. — apertamos nossas mãos em um gesto de despedida.

AOMG... Seria mais do que um sonho se realizando em minha vida. Já visava meu futuro se fosse aceita: poder dirigir algumas músicas e MV's, preparas figurinos e ensaios fotográficos de grandes cantores que eu admiro, além de poder ver o senhor Park constantemente. O seu trabalho sempre me encantou e trabalhar para ele seria um enorme prazer. Suas músicas definitivamente eram mais do que qualquer música comum, assim como o nome da empresa prometia. 

Minha agenda apertada ficava ainda mais cheia com os pequenos encontros que o Jackson marcava comigo. O nosso namoro era algo muito importante para mim, já que ele sempre me compreendia e estava ao meu lado em quase todos os meus cursos que eu fazia. O esforço que eu fazia para poder encontra-lo fora dos corredores da universidade era sem dúvida bom para ambos, ele jamais me decepcionou com suas pequenas e significativas surpresas. 

— Semana que vem esta cada vez mais próxima — Jackson fala acariciando meus cabelos com uma mão e puxando algumas gramíneas com a outra. 

As cerejeiras estavam sem dúvida maravilhosas ficando cada vez mais belas ao passar dos anos, e maio, o nosso maio, estava cada vez mais romântico pela manhã e quente a noite. Nossos beijos eram cada vez mais profundos e eu tinha cada vez mais certeza de que estava apaixonada por ele. 

— Acho que eu vou te dar uma câmera nova — abro meus olhos e me deparo com o ser humano mais perfeito desse mundo, sorrio. 

— Eu já ganhei o melhor presente. — ele me dá um selinho em meus lábios alaranjados — Ver o seu sorriso hoje. 

— Vou te dar um presente mesmo assim — me sento na grama —, sabe que eu odeio ficar sem te dar alguma coisa em nossos aniversários. 

— Aish princesa... — ele segura meu rosto — como não te amar?

— Realmente é algo bem complicado. — rio comigo mesma— Eu preciso ir pra universidade Jack... — me levanto e dou leves batidinhas em meu vestido para tirar o excesso de gramíneas. 

— Isso de exagerados cursos está acabando com você Li. 

— Mas... — ele me interrompe em apenas um gesto com a mão pedindo licença para falar. 

— Vamos fazer o seguinte: — ele pega em minha mão e me faz setar em seu colo — Você vai continuar o curso de ciências musicais e largar o de artes cênicas. 

— O que?! Você tá ficando doido Jack? 

— E me diga, qual o problema de você largar uma coisa que não está lhe trazendo lucro nem ao menos resultados positivos? Você só está se cansando e gastando o tempo que você poderia ficar comigo ou até mesmo descansar. 

— Mas aí eu não vou mais te ver tanto quanto antes... — faço biquinho 

— Melhor pra mim — solta uma risada anasalada — Assim eu não vou ficar o tempo todo olhando pra você — ele beija o canto de minha boca. 

— Aish Jack... Você sempre tem razão — me levanto — então eu vou focar em ciências musicais e no meu futuro novo emprego. 

— Vai lá mocinha — sorri — Eu acredito no seu taco. 

MEU taco. Por mais que as idéias sempre fossem dele ele tinha o puro cavalheirismo de me fazer sentir a garota mais esperta do universo, por isso meu coração florescia por ele bem mais que as cerejeiras dessa primavera. 

Entro em casa e sinto um cheiro especial... Nakji bokkeum*! Aquela era a comida preferia do meu irmão, suspiro sentindo as lembranças pesarem sobre minha mente e logo escuto risadas conhecidas. Corro em passos desesperados para a cozinha e vejo meu irmão mais velho conversando com a mamãe. 

— Chung-ho! — corro na direção do meu irmão e o abraço deixando algumas lágrimas escorrerem 

— Oi dongseng** — ele beija o topo de minha cabeça enquando acariciava minhas costas. 

Chung-ho havia ido ao exército fazia 2 anos hoje e eu não me recordava disso, mas estava tão feliz a ponto de fazer milhões de bolinhos de arroz apenas para comemorar o seu retorno. 

Eu e o Chung sempre fomos muito unidos, e não se nega isso quando andamos por aí juntos. Muitos chegam a nos confundir com um casal, e já outros só não pensam nisso por causa de nossos traços em comum. 

— E-Eu não acredito que v-você voltou assim... tão bem fisicamente. — Chung limpa minhas lágrimas com suas grandes mãos. 

— Não sabe como eu estava com saudade de casa e de você — ele sorri largamente. 

— Eu te amo. 

— Não mais que eu garanto. 

O telefone toca e a mamãe vai atendê-lo 

— Filha, é para você. 

Eu e o Chung nos encaramos. Quem poderia ser?


Notas Finais




*Nakji bokkeum: polvo com macarrão udon e cebolas fritas em pimenta picante para o molho.

**dongseng: irmã(o) mais novo(a) (usado para irmãos de sangue ou pessoas mais novas).



Ai cara... Eu tô animada pakas com essa fanfic!
Espero que tenham gostado.
Aloha ヾ(@^∇^@)ノ


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