História Lucillie - Capítulo 20


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Categorias Originais
Tags Distopia, Drama, Interracial, Original, Paternidade, Racismo, Realeza, Romance
Visualizações 15
Palavras 2.661
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Tô viva, gnt, calma! Respira! Qm é acostumado cm o meu ritmo de postar smp rapidinho sentiu minha falta mas qm lê a história vez ou outra nem se tocou q eu sumi. Sumi por preguiça, aconteceram várias coisas, ganhei um celular novo e fiquei viciada em joguinhos e aplicativos novos, vcs me desculpem. Tbm não progredi mt como escritora, tava lendo fanfics então praticamente não escrevi nd de "Lucillie". Dsclp, gnt mas eu vou melhorar.
Nesse meio tempo eu acabei postando mais no Wattpad, pra qm não sabe como funciona, lá tem um ranking de cada categoria de história e a cada vez q eu postava minha história subia de posição na categoria "Romance". Claro q é injusto postar só lá e não postar aqui nem no Nyah, mais uma vez eu atrasei vcs. Tô vacilando pra caramba, viu?
Sobre a história: Eu sei q vcs amam a Lucillie e amam o Túlo, e amam os dois juntos, e querem q eles e o Andrew sejam uma família feliz mas o fato é q uma das propostas da história é flr de política, é flr de racismo, flr de desigualdade social e étnica, e agr, mais q nunca, esse tópico vai ser frequente então fiquem atentas às discussões do casal sobre o reino; isso não está aqui a toa, não é diálogo de quebra de página, é realmente importante. No volume dois da história eu quero abordar mais política e se vcs se apegarem só ao romance não vai ter mt motivo pra vcs continuarem lendo essa história. Tô flnd td isso baseado nos comentários q eu tenho recebido no Wattpad.
Enfim, é isso. Boa leitura!

Capítulo 20 - Lucillie e a Rússia


Fanfic / Fanfiction Lucillie - Capítulo 20 - Lucillie e a Rússia

As crises de menino mimado que Andrew tinha não davam certo comigo e pouco a pouco Túlio ia pegando o meu jeito.

Aos poucos percebi que os pais de Elara eram aquele típico casal rico que pegava os filhos no colo quando já estavam limpinhos e deixavam todo o trabalho para os empregados, bem característico de gente rica e os pais de Elara eram muito ricos. Eu sou filha de um empresário e estou dizendo que os pais de Elara são muito ricos então eles são muito ricos mesmo! Percebi também que eles não gostavam da minha relação com o neto deles.

De certa forma eu entendia, a filha deles não teve chance de conhecer o próprio filho e agora tinha uma outra mulher na casa dela que ganhava o afeto do filho dela a cada dia, cuidava dele e criava um laço que ela nunca teve a oportunidade de desenvolver.

O Palácio era cheio de histórias trágicas e eu não queria ser mais uma de suas histórias, ou se eu fosse eu gostaria de ser lembrada por algo maior do que ser “a mulher mais bonita de Magnólia”, todas as outras rainhas tiveram o mesmo título.

- Luciilie, o que é isso? - perguntou Túlio me estendendo uma folha com a minha assinatura.

Mordi o lábio nervosa. Desde que ele me chamou em seu gabinete no meio do dia eu sabia o que enfrentaria.

- É um projeto de lei que visa criar políticas para solucionar os problemas de crianças negras sem família - expliquei tentando manter a calma já que ele estava nervoso.

- Um projeto que não passou no Congresso nem no Senado mas que você assinou. - concluiu - Você sequer conversou sobre isso comigo? Lucillie, você não é Deus, você não pode sair assinando um monte de papéis achando que vai mudar o mundo, você não pode sancionar leis sem ao menos falar comigo.

- Não é uma lei, é um projeto social - argumentei.

- Que seja! - exclamou - Quem vai ter que arcar com os custos desse projeto? Você procurou saber se a Coroa tem como financiar isso?

- Você ao menos leu?

- Eu não quero saber do que se trata. Estou muito decepcionado com você, achei que fosse mais inteligente.

Não vem me chamar de burra, Túlio Aveyard!

- Então a Coroa tem dinheiro para dar trezentos bailes ao ano mas não tem dinheiro para dar um lar a crianças pobres? - perguntei indignada.

- Não fazemos caridade, Lucillie - revirou os olhos.

- Você reina para quem afinal, Túlio? - perguntei - Direito à moradia virou caridade agora? Direito da criança e do adolescente virou caridade?

Fechou os olhos e respirou fundo.

- Passar por cima do Congresso e do Senado não é brincadeira, eles vão te comer viva - falou.

- A lei me dá amparo a fazer isso.

- A lei nos dá amparo a fazer um monte de coisas mas não é porque está na lei que a gente faz.

- Então para que existe a Constituição? - cruzei os braços.

- Vamos discutir Direito agora? - questionou - Estou fazendo isso há mais tempo que você, eu sei do que estou falando.

- Você não está fazendo nada, Túlio, tem um monte de coisas acontecendo debaixo do seu nariz e você não vê, você só faz o que te mandam fazer - desabafei.

- O quê?

Revirei os olhos.

- A única coisa que você assina é aumento de impostos para população e troca de favores com empresários - joguei na cara.

- O reino preciso de dinheiro, não estamos na nossa melhor época - justificou.

- Isso é mentira porque se estivéssemos em crise já teríamos cortado gastos.

Túlio não me respondeu, direcionou o olhar para algum ponto vazio da sala decidido a não dar continuidade àquela discussão, arrependida das minhas palavras, saí da sala no mesmo instante.

O Senado estava uma zona, havia um monte de homens de terno falando ao mesmo tempo e colocando dedo na cara um dos outros. Tentei passar despercebida pelo canto e cheguei a salvo até a mesa principal onde ficava ao lado do presidente da seção. Pedi ao senador que fizesse algo a respeito já que a seção deveria ter começado vinte minutos atrás mas ele meio que me ignorou.

Apertei o botão na mesa que ligava o microfone e testei para ver se estava funcionando.

- Peço encarecidamente que os senhores se acalmem e tomem os seus lugares para dar início a esta seção, estamos vinte minutos atrasados - disse no microfone chamando a atenção de todos.

Ainda resmungando eles voltaram aos seus lugares pouco a pouco, eu não fazia ideia do motivo da discussão, só sabia que hoje era a segunda parte de uma votação sobre um pacote de medidas de corte de gastos que Túlio propôs. O senador que tomava conta da seção deu início a votação e deu a palavra a outro senador.

O cargo de senador é hereditário, na época da divisão de poderes o rei Aveyard da época escolheu algumas pessoas de confiança para os cargos e a sua prole herdaria o mesmo título.

- Antes de dar o meu voto sobre a proposta do rei Túlio, - disse o senador no microfone - gostaria de deixar claro meu total repúdio a sua nova esposa, Lucillie Aveyard, a quem eu jamais chamarei de rainha. Esta mulher aprovou em Diário Oficial um projeto que sequer passou no Congresso, isto é veementemente ilegal e um desrespeito com os senadores desta casa...

Revirei os olhos com o seu discurso sobre o quanto eu sou manipuladora, fascista e ditadora. Quem não gostar de mim que saia do meu país.

- Senador, - interrompi e cortei seu microfone - dê o seu voto sobre o que está sendo votado hoje na sessão, se o projeto que eu assinei não passou pelo Senado é porque eu não preciso da sua opinião.

- A senhora é uma aproveitadora, senhora Lucillie Aveyard! - gritou mesmo sem microfone.

Não sei o que eu fiz para esse homem mas ele estava vermelho e gesticulava como um louco, berrou uma série de palavrões para mim e eu sequer me abalei, sorri irônica e umedeci os lábios.

- Senador, o senhor está preso por desacato à rainha - decretei e guardas que cercavam o lugar agarraram o senador no mesmo instante.

Vendo a cena pela TV eu parecia invencível, ainda bem que eu tinha saído bem arrumada, os jornais não falavam de outra coisa. É claro que a imprensa estava reprovando minha ação, eu ainda não tinha falado com Túlio mas com certeza ele estava planejando como me matar.

- Irmã, você é uma naja - disse Jasmine.

- Vou levar como um elogio - respondi.

Quando meu celular apitou com o nome do Túlio vi que não dava mais para evitá-lo.

Túlio: Está onde?

Eu: Na casa da minha irmã.

Túlio: Fala onde é, vou te buscar.

Eu: Não precisa… Vou ficar mais um pouco.

Túlio: Vou precisar pedir para o Serviço de Inteligência rastrear seu celular?

Eu vim para casa de Jasmine justamente para adiar o sermão que eu ouviria de Túlio. Despedi-me de Jasmine e entrei no carro do meu marido com dor no coração, eu iria ouvir muito.

- Tudo bem? - perguntou olhando para mim.

Decidi que se ele não tocar no assunto eu também não toco.

- Tudo bem e você?

Ele assentiu e deu partida no carro. Devia ter passado em casa, estava sem terno, com o cabelo mais arrumado e usava um perfume diferente.

- Está bonita hoje - comentou.

- Que bicho te mordeu?

Ele riu.

- A última pessoa com quem eu quero guerra é você, Lucillie, você e a Rússia.

- Você estava de mau humor hoje mesmo se eu bem me lembro - eu disse.

- Eu ainda estou mas preciso relaxar se não vou ter um surto psicótico. Vamos sair - anunciou.

- Para o bar da universidade? - questionei.

 Eu não estava nas vestes mais apropriadas para beber cerveja e ouvir rock.

- Para a Twist.

- Para a Twist?! A realeza pode ir na Twist? - perguntei animada.

- Você já foi lá?

- Não, eu não tenho amigos. - lembrei - Jasmine perdeu a virgindade com o garçom de lá - falei sem pensar e tampei a boca imediatamente.

Meus olhos quase caíram no chão e Túlio gargalhou alto. Quando fiquei mais calma consegui rir junto com ele.

- Não conta para ninguém o que eu te contei - pedi.

- Relaxa...

A Twist era uma espécie de bar e balada ao mesmo tempo, era um lugar frequentado por jovens do Ensino Médio e da faculdade local, Túlio é um pouco velho para ir lá inclusive. Depois de um dia tão burocrático eu iria conhecer o lugar favorito das pessoas da minha escola.

Eu conhecia a Twist só por fora, era um lugar cheio de luzes coloridas e sempre tinha adolescentes se beijando do lado de fora. Túlio entrou comigo de mãos dadas pelo canto, deixei que ele me guiasse e tentei observar o lugar. Tocava alguma música pop que está em alta ultimamente e o volume não era muito alto, havia um DJ e uma pista de dança cheia de pontos escuros e fumaça. Subimos para uma escadaria que dava para um lugar com menos pessoas.

- Priiiiimoo! - Theo gritou já bêbado vindo abraçar Túlio - Guardei uma cerveja para você.

- Nada de pegar menor de idade, Theo - disse Túlio aceitando o abraço do primo.

Theo estava acompanhado de algumas garotas que pareciam ser mais jovens do que ele, aquelas típicas garotas que saem com gente que tem dinheiro em troca de alguns presentinhos.

- Já verifiquei a identidade das minhas amigas, Túlio - falou ele debochado.

- Precisa arrumar uma namorada, Theo - falei chamando sua atenção para mim.

- Estou esperando você se divorciar, lindinha.

Revirei os olhos ao mesmo tempo que Túlio. Não era culpa da bebida, Theo fala besteira no dia a dia.

Nos afastamos para nos sentar numa mesa longe das namoradas de Theo.

- Não  me disse que Theo vinha - falei.

- Ele está sempre aqui - revirou os olhos.

Onde estávamos tinha poucas pessoas e o atendimento era mais especial.

Túlio puxou minhas duas mãos para frente do seu rosto e cobriu sua face com elas, respirou fundo contra as palmas das minhas mãos e eu posso afirmar que até a respiração dele tem um toque delicado.

- Estou cansado. - suspirou e tirou minhas mãos de seu rosto mas continuou segurando-as - Então você mandou prender um senador.

Tentei tirar minhas mãos das suas mas ele segurou meus pulsos.

- Ele não vai ficar preso muito tempo - argumentei.

- Antes de ele chegar na delegacia já tinham liberado ele.

Dei de ombros e desviei meus olhos dos seus esperando o sermão.

- Estou orgulhoso de você, - disse para minha surpresa - nunca deixe ninguém falar daquele jeito com você. Eu vou me acertar com ele, isso não vai ficar de qualquer maneira.

- Queria te pedir para que eu não precisasse mais voltar ao Senado, aquele lugar me sufoca - supliquei.

- Tudo bem - assentiu acariciando minha bochecha.

Só quando senti seu toque percebi que precisava de colo tanto quanto ele, só demonstrávamos isso de formas diferentes.

- Como você aguenta essa pressão há tantos anos? - perguntei relaxando o rosto na palma da sua mão.

- Álcool, calmantes, deixa eu ver o que mais… - brincou.

- Era mais difícil na adolescência?

- Era mais fácil. - revelou - As pessoas aliviavam mais para o meu lado naquela época, tive muita ajuda. Tinha o fator da idade e a perda do meu pai, hoje ninguém pega leve.

- Você é forte, eu não sei o que faria no seu lugar. - refleti em voz alta - Naquela época, eu digo.

- De certa forma eu estava preparado, assim como Andrew estará.

Fiquei mais triste ao pensar em Andy. A família Aveyard que me perdoe, eu posso estar errada mas Andrew não será rei, ele definitivamente não é como Túlio.

Túlio pediu uma porção de batata frita enorme para que eu pudesse afogar minha tristeza e eu acho que comi uma porção enorme sozinha. Surpreendentemente ele não bebeu nada além de refrigerante, nada de vinho, cerveja ou uísque, só Coca-Cola mesmo. Rasguei mentalmente minha teoria de que Túlio é um viciado em álcool.

- A Twist é tudo o que você imaginava? - puxou assunto.

- Não, eu imaginava pessoas fazendo sexo por toda parte, usando drogas e dançando. As pessoas daqui são bem paradas - disse olhando ao redor.

- É que estamos no meio da semana - justificou.

Dei de ombros.

- Fumei maconha pela primeira vez aqui - revelou.

Desviei meu olhar do ambiente lentamente para o encarar com os olhos arregalados.

- Você fuma maconha?

Em que buraco eu fui me meter?

- Fumava - explicou.

- Eu não sei porque eu estou surpresa, foi você que legalizou a maconha - disse mais para mim mesma.

Ele riu da minha expressão de choque.

- Lucillie, você vivia dentro de uma caixa de vidro? Você nunca fumou? - perguntei desacreditado.

- Não, você não vai me incentivar a usar maconha, você é o rei desse país e não vai me incentivar a usar drogas! - afirmei.

- Não disse nada. - defendeu-se ainda rindo da minha falta de experiência - Desamarra essa cara de decepcionada comigo - falou mandão.

- Desamarro se você mudar seu tom de voz - devolvi.

Ele riu sarcástico.

- Muito fácil te fazer rir, muito fácil te irritar - constatou.

Levantou-se e me levou junto pelo braço.

- Você precisa medir a força do seu braço e precisa parar de sair me puxando para fazer as coisas que você quer! - exclamei - É só dizer: “Lucillie, se levante, vamos ali comigo…”

Não concluí minha reclamação pois ele me calou com um beijo. Perguntei-me qual foi a última vez que nos beijamos daquele jeito e sequer consegui me lembrar. Segurei em sua camisa por medo de me desequilibrar nos saltos que eu usava já que ele continuava a caminhar mesmo me beijando. Meu corpo bateu na grade que cercava o segundo andar e eu permaneci segurando em sua roupa já que minhas costas não tinha apoio nenhum, mesmo temerosa não parei de o beijar momento nenhum.

- Temos uma casa tão grande, por quê sempre nos beijamos fora de casa? - perguntou desgrudando seus lábios dos meus.

Minha vontade era de gritar um sonoro “cala a boca” e o puxar pela camisa de volta para minha boca.

- Porque é a nossa função, nosso casamento é de fachada - expliquei alisando a parte de sua camisa que eu amassei com meus dedos.

- Já passou da hora de confessar que gostamos de nos beijar - falou ele rastejando os lábios perto da minha orelha.

Sorri com a sua confissão.

- Fale por você - falei ainda brincando com o tecido de sua roupa.

- Ah, é? - indagou como um tipo de provocação.

Eu não olhava em seu rosto mas sabia que ele sustentava um sorriso de lado sarcástico.

- Eu te tenho na mão, Lucillie - sussurrou e beijou o canto da minha boca.

- Você que acha - menti me chegando mais perto dele.

Seus braços ao meu redor me apertaram fazendo sumir qualquer espaço entre nós.

- Nega mesmo, o desafio fica maior.

Eu não tinha psicológico para aquela voz grossa falando essas coisas tão perto de mim. Eu ia recomeçar a beijá-lo mas seus olhos verdes se arregalaram me fazendo crer que ele pretendia dizer alguma coisa.

- Está tocando uma música da nossa época!

Parei para ouvir e estava mesmo.

- Da sua época, eu sou jovem - corrigi.


Notas Finais


Q capítulo gostosinho, não? Um pouquinho de política, um pouquinho de agarramento, é isso q o povo brasileiro gosta! Vms flr sobre a Lucillie gnt? Não sei se ficou claro mas a Lucillie é uma pessoa calma, tranquila, q faz alarde por coisas bobas e ignora coisas importantes. Eu sei q tá todo mundo: "Meu Deus! Mas e a Leda?!!!". Gnt, a Lucillie não liga, não agr, vai ter Leda na história, vai ter um ciuminho aqui, outro ali, mas não vai ter triângulo amoroso, não vai ter mulher brigando por macho e eu acho q já mencionei isso aqui antes. Então a gnt tem q se adaptar à personalidade da personagem msm certas coisas nos irritando às vezes, essa é a emoção de ler uma história: Vc não controla as coisas. Eu q sou a autora não controlo nd! Espero q vcs gostem dessa personalidade dela, a Leda surgiu pra dar uma ideia sobre a história do Túlio q ainda não é mt clara pra vcs mas vai ficar clara. Então eu só peço paciência, o Túlio é um personagem q tem mts camadas a serem desenvolvidas e eu tô fznd isso cm cuidado pra não ficar um monte de informações jogadas de uma vez de forma expositiva acabando cm a graça da história, eu preciso q vcs entendam ele como marido, pai, governante... E a Lucillie só é legal pq tem esse jeito de garota boba em corpo de adulta. Eu espero q vcs me compreendam, eu espero q vcs estejam gostando, eu gosto mt de postar aqui, eu gosto dos leitores daqui. No Wattpad as pessoas estão smp me exigindo mais do q eu posso dar, e no Nyah só há leitores fantasmas.
Sinto falta do comentário de algumas pessoas, se vcs acham q não estão comentando e eu não estou notando vcs estão mt enganados, eu sinto falta da opinião e dos comentários fofos de mts pessoas.
É isso, falei dms. Um bj, amo vcs!


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