História Lucky days - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Claudia Souza, Ldbw, Lucas Jansen Wiethorn, Luciana Oliveira, Luke Windsor, Tom Hiddleston
Visualizações 6
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá leitores!
Perdão pela demora, mas comecei a estudar num pré-concurso e o negócio apertou um pouco. Mas tenham calma, eu não vou desistir de postar aqui, ok?
Bora saber mais dessa treta que a Luci e Claud arrumaram? Se preparem!
*Na foto é a Luci (Ariel Winters)*

Capítulo 2 - Viajar?


Fanfic / Fanfiction Lucky days - Capítulo 2 - Viajar?

POV Claudia

Confesso que demorei bastante tempo pra acalmar a pobre da minha amiga depois daquela carta inesperada do Roderick Pond. Poxa, a coitadinha não perdeu dias e mais dias de sua vida fazendo aquela fanfic pra ofender ou ganhar nas costas de alguém, eu tinha que fazer alguma coisa!

“Deixa eu ler essa bagaça de novo, vai, me dá!” – puxei o papel das mãos dela antes que fosse tarde demais. Li letra por letra daquela epístola e sinceramente não encontrei motivos pra tanto desespero. “Amiga, alguém te disse na época da facul que uma boa leitura é feita pelo menos 3 vezes seguidas?” – perguntei um tanto irritada pelo escândalo passado. Não tinha absolutamente nada dizendo sobre processo, multa ou indenização naquele comunicado.

“Mas então por que eu receberia uma carta assim, ainda mais com duas passagens sem data marcada para Nova York, Claudia?” – disse Lu, se desesperando de novo.  

Procurei no envelope se tinha algum número de contato ou algo assim pra colher mais informações e desfazer esse mal entendido de uma vez por todas. Assim que encontrei, disquei o número, correndo pra longe da Luci antes que ela me impedisse. Depois de rodar de um ramal pra outro, me colocaram na linha com a secretária do próprio Pond, uma moça de voz macia, onde eu estava informando a situação da carta e passagens e perguntando o por que de tudo aquilo. A moça muito educadamente explicou que o chefe dela havia recebido o manuscrito, gostou muito, estudou várias possibilidades diante daquilo e resolveu convidar a autora para conversar pessoalmente.

Eu nem conseguia respirar com aquela notícia. A LUCIANA VAI PRA NOVA YORK CONHECER O RODERICK POND EM PESSOA!

A moça notou meu silencio do outro lado da linha, e perguntou se eu poderia ceder os dados gerais de nós duas para a confirmação da reunião no escritório da Pond’s em New York.

“Luciana! Me dá todos os teus dados A-G-O-R-A!!” – saí correndo do meu quarto ao encontro dela, antes que a secretária do poderoso chefão desligasse ou alguma outra força estranha fizesse a ligação cair.

"Calma!! Explique-me para quê você quer isso agora?" - lógico que a abestada tinha que perguntar o por quê daquilo tudo, né?

“É pra eu fazer uma conta conjunta falsa com o Rod Pond com o teu nome! Dã! Acorda! O criador da Pond’s quer te conhecer e tu ainda fica perguntando? Anda logo com isso!” – gritava desesperada, sacudindo a pobre coitada por conta da histeria da situação.

Em seguida, os dados de ambas foram cedidos e a reunião foi marcada para o dia 5 de julho (obviamente após o feriado da independência dos E.U.A, claro), e antes de desligar, a secretária de Pond confirmou nossa hospedagem para o dia 3 de julho no Hotel Marriott, bem no coração da Times Square.

PERAÍ, TIMES SQUARE?

Morri e esqueceram de me enterrar, é isso?

Encerrei a ligação no modo automático, agradecendo praticamente sem voz por conta da gritaria anterior. Coloquei o telefone na mesa, me virei em direção à Luci, tomei o fôlego que não tinha e disparei:

“Roderick Pond adorou “Woman of my fate”, comprou passagem pra ti e seu acompanhante, vai bancar hospedagem num hotel chic no coração da Times Square e ainda confirmou uma reunião pra te conhecer no dia 5 de julho!!” – disparei de uma vez na cara dela, tremendo da cabeça até o último grão de sujeira das minhas unhas dos pés (eca!).

Abracei a Lu, que continuava perplexa com a notícia, me sentindo feliz pela virada de destino na vida minha amiga. Afinal de contas, por mais que ela e o Rodrigo (ex-marido dela) ainda sejam amigos, um divórcio não é uma coisa muito fácil de se viver.

“Quer...dizer que... não vai ter... processo?” – espantou-se Luciana, ainda em estado de choque pela novidade (ou pelo jeito que eu dei pra ela, sei lá).

“Claro que não, sua besta!!” – tratei logo de comemorar antes na tentativa de animá-la, mas nem fez tanto resultado: a coitadinha começou a soluçar no meu ombro.  

Levei ela pro seu quarto, fui buscar um copo d’água e logo em seguida ouço um grito estridente vindo do quarto. Saí que nem uma doida em direção ao cômodo e encontro a cena mais inesperada: Luciana gritando e saltitando em cima da cama como se não houvesse amanhã.

“NÓS VAMOS PRA NEW YORK!!” – nem conseguia me aguentar de tanto rir dela, mas estava aliviada por vê-la feliz daquele jeito, apesar dos saltos mortais carpados que ela insistia fazer em cima da cama.

Imediatamente começamos a providenciar nossas coisas, procurar passaporte e visto, raspar as moedinhas do cofre, etc. Os dias passaram rápido com nossa diversão-arrumadeira-pré-viagem, mas quando chegou no dia:

“Lu, deixa eu ver se entendi: nós temos apenas 3 malas e você tá querendo entupi-las com as SUAS roupas de roriita?” – sim, minha amiga gosta de moda urbana japonesa. Eu gostava até um tempo atrás, mas aí eu desisti por falta de dinheiro e tempo, além da pouca paciência pra costurar (sim, nós duas costuramos muito bem). Hoje em dia tenho meu próprio estilo inspirado em algumas modas diferentes, ou seja: sou doida do mesmo jeito de sempre.

“Ah Claudia, deixa eu levar elas, vai?! É uma ocasião especial, nós vamos pra um lugar chic, nada mais adequado do que isso, oras!” – Luciana tentava me convencer. Odeio concordar com ela, mas mesmo assim não vou dar o braço a torcer.

“Bora fazer o seguinte: uma mala é sua, a outra é minha e a terceira a gente deixa de stand by para as possíveis compras que faremos, ok? ” – sim, eu tenho um cérebro e sou sensata.

Ambas concordadas, terminamos de nos arrumar, ajeitar tudo e ir embora pro aeroporto pegar o avião. Graças a Deus que Belém já tem conexão com viagens internacionais!

Já instaladas em nossas poltronas, acabei dormindo com o cansaço. Curiosamente eu avistava uma silhueta masculina longilínea, que aos poucos se aproximava de mim, com um andar charmoso que me fazia perder o fôlego. Porém, seu rosto ainda era um borrão aos meus olhos, me fazendo forçar ainda mais minha vista (é isso que dá ser cega até em sonho!). A distancia diminuía a cada passo que aquele homem direcionava a mim, e enfim enxerguei cada detalhe de seu rosto jovialmente maduro: rosto limpo e de barba feita, nariz afilado, maçãs do rosto levemente acentuadas e aqueles olhos, tão doces quanto o mais gostoso chocolate. Sua face se aproximou da minha e tive a impressão de ouvi-lo dizer “my chubby princess”, tocar minha bochecha com as pontas de seus dedos e...

“Claud! Claud, acorda! A gente já tá pousando em New York, amiga!” – comemorava Luci, me abraçando furtivamente, sufocando gritinhos histéricos.

Putz, mas que sacanagem ser acordada de um sonho tão gostoso com um carinha bonitão!


Notas Finais


Eita! Seria esse sonho da Claud alguma premonição?
E a Luci, como vai reagir ao chegar nos EUA?
Façam suas apostas!
Obrigada por lerem!


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