História Lucky one - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Lay, Lu Han, Sehun, Xiumin
Tags Baekhan, Baeksoo, Baekxing, Baekxquase Todo Mundo, Baekyeol, Chanbaek, Chenbaek, Drabble!chapter, Drama, Fluffy, Light Fluff, Romance, Romance De Formação, Sebaek, Xiubaek, Yaoi
Exibições 44
Palavras 878
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Fluffy, Josei, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey hey hey~

Devido a problemas técnicos, atrasei um pouco, mas antes tarde do que nunca.
TT vou ter que reescrever os próximos capítulos porque perdi o caderno que estava com eles, mas já que são só drabbles, não vai dar tanto problema.

Esse ficou grandinho também :3

Com vocês, o perfeito Kim Jongdae.

Capítulo 4 - Fourth month


 

 

Quarto mês 

 

 

O ensino médio acabou, era hora de virar um adulto — mesmo que essa mudança não me agradasse nem um pouco. Apesar de ter uma idade considerável e uma mentalidade de alguém mais velho, as dúvidas nunca deixariam meu coração, acho que algo semelhante ocorre com todos. 

Não sabia se conseguiria levar mais um curso inteiro nas costas ouvindo a repetitiva ladainha de sempre: "jornalismo não dá dinheiro", "você deveria tentar outra coisa", "talvez não tenha achado o que quer de verdade, que tal engenharia?". Era fato que não sabia exatamente o que seguir, mas com certeza, tinha mais ciência do que essas pessoas as quais vinham falar comigo por causa disso. Se é algo que desejava, certamente me faria feliz. Isso importava muito mais do que apenas dinheiro ou ser bem visto. Talvez até criasse nome na profissão, quem sabe voltasse correndo para casa... O futuro é incerto e meu corpo, irrequieto demais para esperar por ele. 

A partir do momento no qual coloquei meus pés na universidade, a sensação intimidante foi a maior que já presenciei nos meus parcos anos de vida. O campus era enorme, sem comparação com a antiga escola; áreas verdes, prédios até perder de vista, tantas pessoas quanto se poderia contar. Respirei fundo para tentar manter a sanidade, pois logo a ansiedade me consumiria por inteiro. Levantei a cabeça e finalmente prossegui para a sala. 

 

O primeiro dia não foi como um pesadelo ou um sonho, tal qual uma mudança para a outra escola, eu diria. Rapidamente peguei amizade com um seleto grupo de pessoas e, com eles, me dispus a conhecer mais sobre o local que frequentaria pelos próximos anos. 

Junmyeon era responsável e calmo, apesar de achar sempre uma brecha para suas piadas infames. Zitao, chinês intercambista, mostrou-se um tanto arisco nos primeiros contatos, mas logo revelou-se como alguém brincalhão e um tanto desengonçado, muito carente pela falta do namorado. Tiffany, uma americana de nascimento, mais coreana que eu, seria alguém por quem eu facilmente me apaixonaria se fosse atraído por garotas: doce, enérgica, inteligente e brilhante. 

Não direi que foi fácil, porém as dificuldades se afrouxaram e, pouco a pouco, fizeram-me acostumar com seu peso. 

 

 

Durante o segundo semestre, houve a aparição fatídica de Kim Jongdae. 

Ah... Kim Jongdae... 

O homem perfeito, ou seria a máscara perfeita? 

Desculpem-me pela possível grosseria, mas ele foi um cafajeste que me enganou desde o princípio. 

Na vida de todos, ou pelo menos dos mais sortudos, como eu, alguém chega, conquista e vai embora como se não quisesse nada. Esse foi ele para mim. 

 

Durante uma das aulas vagas pela falta de professores, nosso grupo resolveu cabular o resto do horário, afinal, ninguém merece tantas matérias chatas numa mesma tarde —claro que Junmyeon tentou tirar a ideia de nossa cabeça, mas do jeito que ele é, acabou por ceder. Sentamo-nos numa lanchonete do outro lado da rua, sem pressa nenhuma para dar os pedidos ao garçom. Ali, nossos olhos se encontraram pela primeira vez. Clichê, mas duvido que tantos clichês acabem como essa história. 

Trocamos alguns sorrisos enquanto conversávamos futilidades com nossos amigos. Ele e mais quatro pessoas numa mesa não muito longe da nossa riam escandalosamente de uma das gracinhas do garoto mais alto —cujo nome descobri um tempo depois, Park Chanyeol —. Após umas bebidas e salgados dos quais nunca me esquecerei do gosto delicioso, ele aproximou-se de mim, deixando por cima de uma de minhas mãos um bilhete com seu número de telefone. 

Após diversas piadas sobre o incidente e uma enorme pressão de quem estava ao meu lado, acabei por ligar para ele — ainda na presença de meus fiéis matchmakers. Sinceramente, fiquei feliz por ter superado Minseok e ter conseguido flertar um pouco com alguém. Nossa conversa ali se resumiu às risadas arrastadas de uma voz de timbre agudo e um pedido para manter contato. 

Entre mensagens, flertes e mais diálogos após as aulas, acabamos por manter um relacionamento amoroso durante algum tempo. 

Jongdae demonstrava carinho na medida certa, me acompanhava na medida certa, tão facilmente que era assustador, mas claro que não cheguei a perceber isso no momento, estava tão ocupado me apaixonando cada vez mais por aquele ator idiota que sequer notei que fui enganado. Até ouvi de Tiffany que o rapaz apenas estava brincando comigo, ela se arrependeu de ter me deixado entrar naquilo, deveria ter confiado. 

No quarto mês, ele terminou comigo; no mesmo quarto mês, descobri que ele saía com outras pessoas enquanto estava comigo.  Disse minhas sinceras desculpas para Tiffany e, apesar de não ser de minha índole, ajudei com os rumores sobre Kim Jongdae não prestar — com mais uns tantos detalhes vingativos. Nada deixava de ser verdade, afinal. 

Kim Jongdae foi o relacionamento mais fácil de ser esquecido no fim das contas. Embora eu tenha me jogado de cabeça nos braços de alguém que sequer esteve lá para me pegar, as coisas tornam-se naturais quando se tem alguma razão para desgostar desse alguém.  

Eu tive meus motivos. 

 

 

Bem, ele não durou muito, mas ajudou no meu amadurecimento. Antes eu nutria somente raiva, agora sinto-me aliviado por ter alguém que me mostrou que não se deve ser completamente cego por pessoa nenhuma. 

Obrigado por ter sido um filho da puta comigo, Jongdae. 

 


Notas Finais


Grandes desculpas para quem é Chen biased, mas eu precisava colocar alguém assim e o Chenchen apareceu na minha frente, pedindo para cair no esteriótipo de novo :')

Até quarta que vem, não se acostumem com capítulos grandes que nem esse.
Quais são os palpites para a próxima semana?



Lololol alguém percebeu que Chanyeol apareceu?


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