História Lucky One {Hiatus} - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Drama, Exo, Novela, Romance, Violencia
Visualizações 42
Palavras 1.604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura s2

Capítulo 7 - Capítulo 5


Bella Accetti*

Coreia do Sul, Seul

Dois de Julho de 2020

Quarta feira, 12:00 AM

O táxi passava pelas ruas de Roma, as luzes que viam da cidade iluminavam o táxi por dentro, a música clássica que tocava em meus ouvidos amenizava o nervosismo que estava dentro de mim.

— Você está bem? — Tae-Hong perguntou segurando minha mão.

— Sim. — Sorri olhando para ele.

Abandonar minha família, meus amigos e meu emprego era de partir o coração, mas as vezes na vida alguns sacrifícios são necessários.

Mas aquilo era realmente necessário?

Eu estava tão distraída nos meus pensamentos que nem me dei conta que havíamos chegado do aeroporto. Então desci do táxi e ajeitei minha calça jeans que estava amassada por ficar sentada e ajudei Tae-Hong a tirar as malas do táxi.

— Aqui. — Tae-Hong disse dando o dinheiro nas mãos do taxista, que aceitou sorrindo e voltou para o carro.

— Que horas o nosso vôo sai? — Perguntei colocando as malas em um carrinho.

— Duas horas. — Me ajudou.

— Está bem ... — Entramos no aeroporto e meu telefone começou a tocar.

— Estamos chegando.

— Está bem, Stella.

Encerrei a ligação e fomos fazer o check-in, assim que terminamos sentamos em uma lanchonete qualquer. Stella chegou com Enzo e Geovanna, minutos depois Íris chegou e assim ficamos conversando sobre coisas aleatórias.

Parecia que o tempo não passava, que os segundos estavam parecendo minutos e os minutos horas, pois sempre que eu olhava para o relógio estava do mesmo jeito. Tae-Hong me acalmou, dizendo que eu estava muito ansiosa. Então, depois de muitos minutos e horas, a hora de embarcar finalmente chegou.

Mas por que eu não estou mais calma?

— Nos vemos em breve. — Stella me abraçou. — Promete que quando chegar lá vai me ligar?

— Prometo. — Sorri. — Tchau, Enzo. — Abracei o maior.

— Tem certeza que vai ficar bem lá? — Me perguntou preocupado.

— Tenho. — Sorri. — Já vivi lá durante muitos anos da minha vida, não acho que irá ser difícil.

— Mande notícias. — Disse e eu concordei com a cabeça.

— Tchau, tia Bella. — Geovanna disse. — Vou sentir falta da sua comida.

— Eu vou sentir falta das suas tranças. — Sorri passando a mão em seus cabelos.

— Nos visite quando puder. — Íris disse com os olhos marejados.

— Amiga, por que está chorando? — Perguntei e ela limpou suas lágrimas.

— Porque você é minha única amiga. — Fez bico. — Quando chegar, depois de ligar para Stella, me ligue.

— Eu vou sim. — Sorri.

— Vamos? — Tae-Hong perguntou e eu concordei com a cabeça.

— Vamos. — Peguei nossas malas e sua mão.

— Tchau! — Falaram acenando.

— Tchau! — Falamos nos distanciado.

— Finalmente vou me livrar da sua amiga. — Tae-Hong disse e eu olhei feio para ele.

— Você que pensa. — Sorri sarcástica e me olhou confuso.

Eu gostava de viajar de avião, alguns achavam desconfortável e tedioso, mas eu achava tão bom colocar uma música para tocar e ficar olhando para as nuvens do lado de fora, ou então ler um livro.

Porém naquela viajem em específico eu não iria conseguir ouvir música ou ler um livro, estava tão nervosa e com sono que não tinha cabeça para fazer nada.

— Vai dar tudo certo. — Tae-Hong disse me dando a mão.

— Se você diz. — Sorri sem mostrar os dentes e olhei para o lado de fora.

[...]

Nina Accetti*

Coreia do Sul, Seul

Dois de Julho de 2020

Quarta feira, 3:48 PM

— Lorenzo, eu queria tanto que ela viesse! — Murmurei olhando para o teto. — Lorenzo, você acha que eu estou ficando louca como o seu pai diz? — Perguntei.

DIN DÓN

— Flora! — Gritei levantando do sofá.

ChanYeol só iria entrar de férias no final daquela semana, e eu ficava dentro daquela mansão sozinha, conversando com as paredes e com os quadros, então como Flora estava de férias eu vivia saindo e chamando ela para vir em casa.

— Desculpa a demora, o trânsito estava horrível.

— Não, não tem problema! — Sorri. — Entra.

— Estava conversando com as paredes? — Perguntou e eu rir.

— Não tem nada para fazer aqui. — Fiz bico. — É sempre eu e as paredes.

— E o Lorenzo. — Tocou na minha barriga.

— Está quente, não acha? — Perguntei.

— Está, lá em casa a conta de luz veio caríssima, não conseguimos mais ficar sem o ar condicionado. — Sentou no sofá.

— Flora ... — A chamei.

— Hum?

— Quer ir na piscina? — Perguntei sorrindo.

Aquela piscina só servia de enfeite, quade nunca usávamos, primeiro por causa do frio e segundo por causa do tempo. Eu poderia contar nos dedos quantas vezes eu e ChanYeol havíamos usado aquela piscina. Baek Insuportável Hyun, até brincava, chamando-a de piscina fantasma, por ninguém usá-la.

— Nina ... — Flora me chamou prendendo o cabelo.

— Sim? — Prendi o meu cabelo.

— O pessoal da sua família ... — Começou. — Vai no chá de fraldas?

— Acredito que não, por quê?

— Nada, só curiosidade.

— Agora me fala!

— Yixing me perguntou.

— Ah sim.

— Ele queria saber se a ...

— Não, a Bella não vai. — Acalmei a maior. — Não precisam ficar preocupados.

— Eu não ligo, quem liga é Yixing.

— Todos vivem me perguntando isso. — Murmurei. — Parece que agora todos odeiam ela.

— Não é que odeiam ... — Flora sussurrou. — É que ela não escutou a versão da história de ninguém, ela simplismente foi embora.

Eu não tiro a razão dela. — Falei. — Não acho que ela estava errada.

— Eu também não, mas eu não sei ... — Flora disse cruzando os braços.

— Vamos esquecer disso. — Disse dando ombros. — Ah! Eu nem lhe perguntei, e aí? E a sua greve?

— Ele vai aprender a dar valor a mulher que tem. — Murmurou. — Só trabalha e trabalha.

— Eu estou com pena, Yixing é tão fofo, e tem cara de ser um amorzinho com você.

— Ele é. — Flora disse e o barulho da garagem sendo aberta foi ouvido. — Mas mesmo assim, isso não muda o fato dele viver trabalhando!

— Tem razão ... — Disse concordando com a cabeça. — Parece que ChanYeol chegou ...

— Já? Mas ainda são quatro horas.

— É, ele tem chegado cedo esses dias. — Disse.

— Que maravilha. — Flora disse.

— ChanYeol pode chegar cedo, porém ele não é um amorzinho como Yixing, ele é um ogro mesmo! — Sentei na borda e Flora riu.

— Eu estou escutando você falando mal de mim! — ChanYeol apareceu de braços cruzados.

— Que bom, vai que assim você melhora. — Sorri sem mostrar os dentes.

— Vocês estão usando a piscina fantasma. — ChanYeol disse. — O que o calor não faz com as pessoas, não é mesmo?

— Não está com calor usando esse terno? — Flora perguntou e ele concordou com a cabeça.

— Ah, JongIn perguntou se ele podia deixar Yura essa noite aqui, falou que tem que ir em um jantar com uns caras importantes e não tinha com quem deixá-la, mas que amanhã de manhã vai vim pega-la, tem algum problema? — ChanYeol perguntou e eu neguei com a cabeça.

— Não. — Sorri. — Eu gosto de Yura.

— Eu vou ligar para ele. — Entrou em casa e Flora sentou no meu lado.

[...]

Lu Han*

Coreia do Sul, Seul

Dois de Julho de 2020

Quarta feira, 8:30 PM

— Não, ChoHee. — Disse prendendo seu cabelo.

— Por que não?

— Um cachorrinho é muita responsabilidade. — Falei e ela cruzou os bracinhos.

— Está falando que eu não sou responsável?

— Não é isso, minha filha. — A sentei no meu colo e calcei seu tênis rosa claro. — Você é muito nova ainda para esse tipo de responsabilidade, então quando você ficar mais velha eu penso em te dar um cachorrinho.

— Você promete? — Perguntou.

— Prometo.

— De dedinho? — Esticou o dedo mindinho.

— De dedinho!

Vocês podem andar logo?! Queremos ir logo para o parque! — SeHun gritou do andar debaixo.

— Seu pai SeHun é a pessoa mais delicada que eu já conheci em toda a minha vida, sabia? — Perguntei pegando ela no colo.

— Eu também. — Falou.

— Estamos aqui. — Disse colocando ChoHee no chão.

— Eu liguei para ChanYeol, ele e Nina estão cuidando de Yura, então resolvi chamar eles. — SeHun falou pegando as chaves do carro.

— Sem problemas. — Disse e fomos em direção à garagem. — SeHun quando você entra de férias? — Perguntei preocupado. — Você vive trabalhando.

— Só esperar essa semana terminar. — Respondeu abrindo o carro.

— Até eu e as crianças já entramos de férias e você não ... — Disse abrindo a porta para as crianças entrarem no carro.

— Eu não tenho culpa se o meu chefe é um filho da puta. — Falou entrando no carro.

— Não fale palavrões na frente das crianças, não é a primeira vez que eu lhe peço isso!

— Papai, o que é um filho da puta? — DaeJung perguntou, olhei feio para SeHun e dei um tapa em seu braço.

— É papai, o que é um filho da puta? — SeHun me perguntou rindo.

— É o que o seu pai SeHun é! — Respondi e SeHun riu alto.

Um filho da puta que você ama ... — Sussurrou. 


Notas Finais


Bella voltou para a Coreia, ChoHee quer um cachorrinho e eu vou postar mais um capítulo :)


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